Palestra “Como motivar os filhos para o sucesso escolar?” 25 de outubro, no Auditório do Agrupamento de Escolas D. Sancho II de Alijó

Outubro 16, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

 

Mais informações:

https://www.facebook.com/events/308493969964719/

Rui Veloso, Miguel Araújo e D.A.M.A dão concerto solidário na Altice Arena

Outubro 16, 2018 às 4:15 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

NiT

Notícia e imagem do site NiT de 15 de outubro de 2018.

Ricardo Farinha

A lista ainda inclui The Black Mamba, Amor Electro e André Sardet, entre vários outros.

Alguns dos músicos mais populares de Portugal vão juntar-se para um espetáculo solidário na Altice Arena, em Lisboa, que está marcado para 20 de novembro. Rui Veloso, Miguel Araújo, D.A.M.A, The Black Mamba, Amor Electro e André Sardet são alguns dos que participam na iniciativa Crianças Somos Todos Nós, organizada pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC).

A eles juntam-se Os Azeitonas, Bruno Ávila, Bruno Correia, Carlos Alberto Moniz, Frederico BC, Mafalda Borges, Manuel Guerra e Matay, numa noite que terá a apresentação de Catarina Furtado e direção musical de João Só, que também vai atuar.

Todas as receitas geradas por este concerto especial revertem para o IAC, que está a celebrar 35 anos, e irão contribuir para ajudar crianças desfavorecidas. Os bilhetes variam entre os 10€ e os 40€ e estão disponíveis na Blueticket.

Participação de Dulce Rocha e Fernanda Salvaterra do IAC no Curso Pós-Graduado de Aperfeiçoamento sobre as Ciências do Bebé e da Família

Outubro 16, 2018 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

A Drª Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança e a Drª Fernanda Salvaterra irão participar no MÓDULO VIII Risco, Crise e Prevenção com as comunicações “Negligência e Abuso – A intervenção necessária” e “Adoção : Crises e Vinculação”, no dia 19 de outubro na sede da Fundação Brazelton/Gomes-Pedro para as Ciências do Bebé e da Família.

Mais informações no link:

http://fundacaobgp.com/pt/formacao-curso-2018-2019

 

Com que idade é que os miúdos de hoje começam a fumar?

Outubro 16, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

thumbs.web.sapo.io

Notícia do Sapo Life Style de 28 de setembro de 2018.

Em todos os países europeus, as taxas de iniciação ao tabagismo situam-se nos 16 anos – no caso dos rapazes – e nos 15 para as raparigas, revela um estudo científico que se focou na década de 2000.

O consumo de tabaco continua a ser responsável pela morte anual de 6 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Muitas terão adquirido este hábito no fim da infância, quando fumar é uma questão de afirmação de maturidade.

Com que idade é que a maioria das pessoas começa a fumar?  A CNN foi atrás de respostas. No site desta estação, um extenso artigo revela que, nos Estados Unidos e em grande parte da Europa, os jovens começam a fumar entre os 15 e os 16 anos – 15,3 anos foi a idade média apurada por um relatório norte-americano de 2014.

Em todos os países europeus, as taxas de iniciação ao tabagismo situam-se entre os 16 anos – no caso dos rapazes – e os 15 para as raparigas, segundo um estudo publicado na revista científica PLOS On que se focou na década de 2000.

“Tudo indica que as raparigas começam a fumar mais cedo porque elas amadurecem mais cedo”, declarou o principal autor da pesquisa, Alessandro Marcon, que é também professor na Universidade de Verona, Itália. “A puberdade pode aumentar a distância entre a maturidade física e social nas faixas mais jovens, levando a comportamentos nocivos como o fumo, que são considerados adultos”, disse Marcon, citado pela CNN.

O estudo, financiado pelo programa Horizonte 2020 da União Europeia, usou dados de seis investigações reunidas pelo consórcio Aging Lungs in European Cohorts e incluiu quase 120 mil indivíduos de 17 países. Tais dados permitiram aos investigadores analisar as tendências do tabagismo entre 1970 e 2009 em quatro regiões distintas: Norte da Europa (aqui circunscrito à Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia e Reino Unido), Europa Oriental (Estónia, Macedónia e Polónia), Europa do Sul (Portugal, Itália e Espanha), e Europa Ocidental (Bélgica, Holanda, França, Alemanha e Suíça).

Em 2005, as taxas de iniciação durante o final da adolescência eram mais baixas nos rapazes e raparigas do norte da Europa – 20 experiências anuais com tabaco por cada 1000 adolescentes. As taxas mais elevadas verificavam-se entre os rapazes do sul da Europa – 80 iniciações por cada 1000 adolescentes. “Não foi nenhuma surpresa ver taxas mais baixas nos países do norte da Europa, que estão na vanguarda das políticas de controlo do tabaco e nas pesquisas sobre os malefícios do mesmo”, sublinhou o italiano Alessandro Marcon.

Os investigadores descobriram ainda que as taxas de iniciação ao fumo entre adolescentes mais velhos caíram substancialmente entre 1970 e 2009 em toda a Europa, exceto no Sul, onde este declínio parou depois de 1990. Perceberam ainda um aumento acentuado do consumo de tabaco entre jovens após 1990 para ambos os sexos, entre os 11 e os 15 anos, em todas as regiões da Europa, exceto no Norte.

James Sargent, professor de pediatria na Escola de Medicina Dartmouth Geisel, no New Hampshire, EUA, tem algumas dúvidas sobre esta pesquisa. Citado pela CNN o responsável defende que “ela tem menos a ver com a experimentação e mais com o fumo regular entre adolescentes que, em adultos, tornam-se efetivamente fumadores”. E reforça que “estes dados provavelmente seriam diferentes se o estudo medisse as taxas de tabagismo entre as atuais crianças norte-americanas”. Eis os seus argumentos: “As crianças fumam menos nos EUA do que na Europa, e os adultos fumam menos nos EUA do que na maioria dos países europeus”, afirmou Sargent, que não participou no estudo, mas conduziu uma pesquisa sobre o controlo do tabaco. “Os estados e as autoridades locais deste país fizeram um bom trabalho, trazendo o tema para a agenda políticas, através da implementação e reforço de leis e impostos”.

mais informações na notícia da CNN:

At what age do kids start smoking cigarettes?

Consumo de álcool entre os jovens de 15 anos desceu para metade em 12 anos

Outubro 16, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Notícia do Público de 26 de setembro de 2018.

Será que maior controlo do consumo alcoólico decorre do maior investimento dos jovens nas redes sociais e nos jogos online? A interrogação parte da coordenadora do estudo da Organização Mundial de Saúde, no qual participaram 1500 portugueses.

Natália Faria

Em doze anos, o consumo de álcool entre os jovens com 15 anos de idade desceu para metade. A boa notícia é extensível à maioria dos países europeus, Portugal incluído: por cá, o consumo regular desceu dos 16% em 2002 para os 8% registados em 2014, segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado esta quarta-feira.

No caso português, a descida nos hábitos regulares de consumo de álcool foi mais acentuada entre as raparigas: passaram de 13% para 4%, enquanto nos rapazes o consumo desceu de 19% para 11%. Na média dos 34 países analisados, o consumo regular de álcool entre rapazes e raparigas desceu de 26% para 13%.

Declarando-se “moderadamente optimista” com esta evolução (há excepções, como Israel, onde o consumo regular dos jovens aumentou para os 19,4%), Margarida Gaspar de Matos, que coordenou este estudo em Portugal, começa por lembrar que o consumo de álcool entre os adolescentes portugueses sempre foi “moderado” quando comparado com os outros países incluídos neste estudo que emana do Health Behaviour in School-aged Children – um projecto da OMS que, de quatro em quatro anos, analisa os comportamentos de mais de 200 mil adolescentes em 42 países e regiões da Europa e do Norte da América.

Neste caso, o objectivo era registar as variações no consumo de álcool aos 15 anos de idade, nos 12 anos que separam 2002 e 2014, num total de 36 países e regiões europeias. Do lado português, os cerca de 1500 jovens inquiridos apontam diminuições substanciais no consumo dos diferentes tipos de álcool. Na cerveja, a descida foi de 8% para 5%, no vinho de 3% para 1% e as chamadas espirituosas também decaíram de 11% para 4%.

“Vítimas do gole de champanhe”

Mas é na iniciação alcoólica que os jovens portugueses se saem pior. Quando se lhes perguntou se já tinham experimentado álcool, mesmo que só um gole, e com que idade, 38% responderam que foi antes dos 13 anos de idade (42%, em 2002). Nisto, os portugueses rivalizam com os países de Leste, onde o consumo de álcool está mais disseminado entre os jovens. Mas, num país onde há 50 anos ainda se achava que o vinho alimentava as crianças e as fortalecia, Margarida Gaspar de Matos não descortina aqui grandes razões para preocupação. “Os jovens portugueses ainda são vítimas do gole de champanhe nas festas ou do vinho do Porto nos anos da avó”, contextualiza, preferindo enfatizar a descida nas embriaguezes, de 22% para 17% aos 15 anos, e de 8% para 5% aos 13 anos ou menos de idade.

Esta nota positiva aos jovens portugueses no tocante ao consumo alcoólico repete a avaliação dos inquéritos mais recentes divulgados pelo Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), o último dos quais, divulgado no ano passado mas com dados relativos a 2015, mostrava ainda assim que aos 13 anos quase um terço (31%) dos alunos das escolas públicas já tinha consumido bebidas alcoólicas.

Mas a investigadora está apenas “moderadamente optimista”. Isto porque, conhecidas as razões que levam os jovens a beber, Margarida Gaspar de Matos não viu que os esforços de restrição do consumo adoptados, fossem “sistematicamente acompanhados de medidas alternativas” capazes de ajudar os jovens a lidar com as situações que eles identificam como associadas ao consumo.

Portugal adoptou a proibição legal de venda de álcool a menores. Em 2013, a lei proibiu a venda de bebidas espirituosas a menores de 18 anos e todas as restantes bebidas alcoólicas a menores de 16. Dois anos depois, a interdição de venda a menores de 18 anos foi alargada a todas as bebidas alcoólicas. Manteve-se a proibição de venda em cantinas e postos de venda automática. E as bombas de gasolina na auto-estrada ou fora das localidades continuaram a ver interditada a venda de álcool entre a meia-noite e as oito da manhã. Ao longo dos últimos anos, os impostos sobre o álcool (logo, os preços) aumentaram e aumentou também o controlo associado à condução de veículos sob efeito do álcool. Com isso, conclui o relatório, conseguiu-se controlar o consumo e reduzir a sinistralidade.

Menos álcool, mais jogo online?

A questão é que os jovens declaram que bebem para se divertir, para explorar os seus limites e as suas potencialidades, para lidar com emoções e sentimentos negativos, para se sentirem socialmente mais competentes. Falta assim “um investimento nas políticas da juventude, nomeadamente no uso diversificado do tempo livre sem álcool”. O desporto pode ajudar, mas, como diz Margarida Gaspar de Matos, “há jovens que não se sentem competentes no desporto”. Logo, há que os ajudar (“na família, na escola, no município, no clube…”) a dispensarem o álcool como coadjuvante na regulação das emoções e a “perceberem-se como socialmente competentes sem álcool”. Em resumo: “Não basta controlar o consumo, é preciso providenciar alternativas.”

A cautela da investigadora assenta ainda no facto de os jovens despenderem cada vez mais tempo em frente a um ecrã de telemóvel ou computador. “Espero que este estado controlado do consumo de álcool não esteja apenas associado a um sobre-investimento nas redes sociais e jogos online”, cogita a coordenadora do estudo, dizendo-se convencida de que “se as políticas públicas não apostarem na consolidação de evoluções positivas como esta, há grandes riscos de as coisas regredirem e de que novas dependências apareçam”.

Este projecto, em que Portugal participa desde 1998 e que procura estudar a adolescência, avaliando hábitos, consumos, comportamentos, com impactos na saúde física e mental, em diferentes fases de crescimento, vêm-se prefigurando alguns destes potenciais novos problemas e dependências: dos jogos e pornografia online à auto-medicação psicotrópica, passando pelo uso de novas drogas.

mais informações no documento:

Adolescent alcohol-related behaviours: trends and inequalities in the WHO European Region, 2002–2014 (2018)

 


Entries e comentários feeds.