A Internet e as crianças : riscos e potencialidades – E-Book do CEJ

Agosto 9, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Recursos educativos | Deixe um comentário
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A internet em geral e as redes sociais vieram colocar novos desafios ao exercício das responsabilidades parentais, quer pela facilidade de acesso, quer pelo difícil controlo da segurança.

A redobrada atenção que a todos se exige implica conhecimento e reflexão sobre o que pode estar em causa.

O Centro de Estudos Judiciários, através das acções de formação organizadas pela sua Jurisdição da Família e das Crianças, tem procurado contribuir para esse debate.

O resultado é espelhado em mais este e-book da “Coleção Formação Contínua”.

(ETL)

descarregar o documento no link:

http://www.cej.mj.pt/cej/recursos/ebooks/familia/eb_InternetCriancas2018.pdf

Quando um dos irmãos é doente, o saudável esconde as emoções, diz estudo

Agosto 9, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 27 de julho de 2018.

Agência Reuters

Crianças saudáveis com irmãos doentes podem suprimir as suas necessidades, à medida que se adaptam à mudança da dinâmica familiar, pois esta passa a estar focada no cuidar da criança doente, diz uma metaanálise feita na Universidade de Lancaster no Reino Unido.

Embora pareça óbvio admitir que crianças saudáveis possam experimentar emoções fortes – da raiva ao medo, passando pelo stress –, a maior parte da investigação nesta área concentrou-se no que os pais afirmam sobre os seus filhos saudáveis. Estes tendem a pensar que os filhos estão a lidar bem com a situação de ter um irmão doente. Agora, esta nova metaanálise, que foi feita a partir de vários estudos em que foi perguntado às crianças (e não aos pais) como se sentiam por viver com um irmão doente, demonstra que os miúdos saudáveis também sofrem e nem sempre lidam bem com a situação.

“A novidade encontrada foi que, para os irmãos saudáveis satisfazerem as suas necessidades emocionais, adaptam o seu comportamento e identidade ao longo do tempo, de maneira a adequar-se às necessidades da família, que está concentrada no irmão doente”, resume o principal autor do estudo, Antoinette Deavin.

Portanto, o irmão saudável sente que “precisa de suprimir as suas necessidades emocionais”, precisa Deavin, por e-mail à Reuters. Isso pode fazer com que os pais olhem para ele e estejam convencidos que está tudo a correr bem e, por consequência, negligenciam-no, continua.

Alguns irmãos saudáveis dizem ter uma experiência positiva quando participam em actividades relacionadas com os irmãos doentes. Por exemplo, ajudar nas tarefas domésticas, preparar refeições, supervisionar ou ajudar o irmão doente. Mas quando os pais tentam proteger os saudáveis de saber coisas sobre a doença do irmão, as crianças sentem que não podem expressar os seus próprios problemas, preocupados em não sobrecarregar os pais.

Esta metaanálise não teve em conta os estudos já feitos sobre como é que a saúde mental destes jovens pode ser afectada. Esses revelam que, em alguns casos, as crianças podem sofrer de depressão ou ansiedade por sentirem que os pais dão um tratamento preferencial aos irmãos doentes. Outras vezes, a doença pode aproximar os irmãos. O que este estudo vem reafirmar é que, em caso de uma criança com uma doença crónica, é importante que não só os pais, mas também os outros filhos tenham um apoio psicológico.

 

 

Desafio Momo do Whatsapp – conselhos da PSP

Agosto 9, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da PSP:

Desafio Momo do Whatsapp

Na imagem encontra-se a foto de uma escultura de uma mulher-pássaro, exposta em 2016 numa galeria japonesa, em Tokyo.

A mesma imagem tem sido associada a Momo, um contacto que através do Whatsapp pede para adicionar e entra em grupos de conversação. Recebem-se respostas de cariz ameaçador e perturbador. Estas ameaças levam à extorsão de informação pessoal, incitam ao suicídio e a atos arriscados, pelo que se trata de um isco utilizado por criminosos para manipular as vítimas (jovens) roubar dados e extorquir.

Riscos:

– roubo de informações pessoais;
– incitação à violência e suicídio;
– assédio;
– extorsão;
– perturbações várias decorrentes de manipulação e coação.

Para os pais:

– educar sempre no sentido da responsabilidade no digital, protegendo dados pessoais, passwords e informações privadas;
– educar no sentido de nunca se adicionar contactos estranhos ou desconhecidos, em todas as plataformas;
– acompanhar a atividade dos filhos nos smartphones e tablets;
– incluir regras para um uso moderado;
– em caso de suspeita ou crime, denunciar à PSP.


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