A praia e a natação. Os riscos de uma criança não saber nadar

Julho 24, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto e imagem do site Sapolifestyle

Segundo a UNICEF, o afogamento ainda é responsável por meio milhão de mortes por ano, em todo o mundo, continuando a ser a segunda causa de morte acidental nas crianças, apenas ultrapassada pelos acidentes rodoviários.

O facto de a criança não saber nadar é um dos contributos para que este acidente seja mortal. Uma das recomendações da APSI (Associação para a Promoção da Segurança Infantil) para o Governo é que as escolas introduzam um programa de aulas de natação.

A natação para bebés já é recomendada a partir dos três meses, desde que existam condições adequadas para a sua prática. Este contacto antecipado com a água, vai permitir ao bebé ter à vontade, conseguindo também precaver alguns dos comportamentos fóbicos que se adquirem posteriormente, tornando a água um meio cada vez mais natural e de contentamento para se estar.

Depois desta fase, de criar uma relação mais natural com o meio, é instintivo que a fase seguinte de AMA (Adaptação ao Meio Aquático) seja mais espontânea e enriquecedora. Aqui, a criança começa a ter um contacto com a água de maneira mais metodológica, e aprende a adquirir competências de sobrevivência em determinadas situações, sobretudo quando depende só dele, sem ajuda de materiais para se deslocar na água.

É nesta fase que se introduzem algumas das bases fundamentais para uma melhor adaptação ao meio aquático e também para o ensino das técnicas de nado, sendo elas: a flutuação (dorsal e ventral), batimentos de pernas e a respiração com imersão da cara na água. Sem dúvida que a aquisição progressiva destas competências vão dar confiança para que a criança consiga deslocar-se e manter-se à superfície da água.

É essencial nesta fase que a criança aprenda a respeitar e a conhecer alguns perigos que o meio apresenta, quer seja em piscina ou mar, permitindo um controlo maior por parte da criança no meio e perto dele.

Daqui para a frente a evolução tende a ser também técnica, seguindo uma linha metodológica que permite à criança/jovem ter um conhecimento mais aprofundado dos diferentes estilos (crol, costas, mariposa e bruços).

O desconhecimento do meio, e o facto da criança não ter competências base de natação, aumenta muito o risco de acontecerem incidentes no meio aquático.

A natação, e tudo o que a sua aprendizagem envolve, é uma excelente base para a prevenção de riscos ligados ao meio aquático.

Milene Faustino – Personal Trainer Holmes Place Parque das Nações

 

Oficinas de Arquitectura para Crianças, 23 julho a 28 julho e de 30 julho a 3 de agosto na Casa-Atelier Vieira da Silva

Julho 24, 2018 às 4:06 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.fasvs.pt/casa-atelier/muitas-casas-casas-para-todos/

Justiça alemã garante acesso dos pais à conta de Facebook da filha morta

Julho 24, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do Euronews de 12 de julho de 2018.

De  Antonio Oliveira E Silva  com AFP

O Tribunal de Justiça Federal da Alemanha ( Bundesgerichtshof), com sede em Karlsruhe, deu a conhecer uma sentença relacionada com o que pode ser definido como a herança digital dos cidadãos e o acesso aos perfis nas redes sociais dos consumidores, uma vez falecidos.

A Justiça decidiu a favor de um casal que exigia à rede social Facebook o acesso à conta da filha, morta em circunstâncias ainda por explicar, no sistema de metropolitano de Berlim.

A mãe da adolescente, que morreu com 15 anos, em 2012, tentou recuperar conteúdos do perfil da filha, o que foi recusado pela empresa, com sede em Palo Alto, Califórnia.

Ao aceder à conta, o casal esperava compreender melhor, através de possíveis pistas, se a filha teria ou não cometido suicídio.

Mas a empresa rejeitou o pedido, argumentando que o acesso aos dados da adolescente da parte dos pais constituia uma violação do que definiu como conteúdos privados, já que o casal passaria a ter acesso a conteúdos de outros utilizadores – nomeadamente no chat.

O casal argumentava que o acesso ao perfil de Facebook da filha seria semelhante ao acesso a um diário ou a cartas que ela tivesse escrito.

O Tribunal de Justiça Federal concordou: “O contrato de utilizador de uma pessoa com uma rede social obedece à sucessão universal dos herdeiros do titular da conta,” diz a sentença.

Para os juizes, o que está em causa é uma conta de utilizador e não uma pessoa específica e que é normal que terceiros tenham acesso a essa conta com ou sem o acordo do proprietário inicial.

Um drama jurídico de três anos

Em 2015, a justiça deu razão aos pais, em primeira instância. Mas, dois anos mais tarde, o Tribunal de Recurso reverteu a sentença e defendeu, como dizia o Facebook, que “o segredo das comunicações estava protegido pela Lei fundamental da Alemanha”.

No entanto, o Tribunal de Justiça Federal estimou, ao dar a razão ao casal, que a confidencialidade dos dados não seria afetada, já que a Lei apenas protege as pessoas vivas.

Quando um utilizador do Facebook morre, existem duas opções:

A conta pode ser transformada num perfil em memória dessa pessoa, o que permite partilhar conteúdo produzido pelo utilizador em vida.

A segunda opção contempla a eliminação da conta, sendo preenchido um formulário em linha para o efeito.

A questão da herança digital constitui um problema de ordem ética e legal complexo, com o qual se deparam regularmente os ordenamentos jurídicos de vários países.

 

 

Cerca de 2.500 migrantes menores na Grécia em situação “perigosa”

Julho 24, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 12 de julho de 2018.

Cerca de 2.500 migrantes menores não acompanhados na Grécia, que representam dois terços do total deste grupo e registados, não possuem uma estrutura de alojamento e estão em situação “perigosa”, alertou esta quinta-feira a organização não-governamental (ONG) Metadrasi.

“De acordo com os dados do Centro de solidariedade social [Ekka] , 3.670 menores não acompanhados encontram-se atualmente no país e apenas 1.135 garantem alojamento em casas ou em famílias, com os restantes confrontados com uma situação perigosa”, indicou Evdokia Gryllaki, responsável na Metadrasi pela gestão de menores não acompanhados.

A maioria dos menores não protegidos são paquistaneses, 38,4% do total, que “não possuem o perfil habitual do refugiado que tenha a possibilidade de beneficiar de proteção, como é por exemplo o caso dos sírios”, lamentou esta responsável durante uma conferência de imprensa em Atenas sobre esta situação.

Evdokia Gryllaki sublinhou ainda que “12% dos menores sem proteção são SDF [sem domicílio fixo] , e que apenas 66% são escolarizados”.

“O atual desafio consiste em encontrar soluções para a sua integração, sobretudo através da sua escolarização, porque a maioria [55,5%] está indicada para permanecer no país” por não estarem incluídos nas categorias de relocalização ou reagrupamento familiar, revelou.

No total, e de acordo com a Ekka, existem na Grécia 28 estruturas de alojamento de menores não acompanhados, com uma capacidade de 1.115 lugares.

A Metadrasi, vocacionada para a defesa dos migrantes e refugiados, em particular dos menores são acompanhados, forneceu apoio desde 2015 — o ano mais intenso da recente crise migratória — a 4.133 menores, incluindo 3.633 rapazes, na maioria afegãos, sírios e paquistaneses.

LUSA

 


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