Unicef e Eurochild lançam novo inquérito: que tipo de Europa querem as crianças?

Junho 13, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site Sapolifestyle de 6 de junho de 2018.

As crianças e jovens são, a partir de hoje, desafiadas a responder a um inquérito europeu desenvolvido por duas organizações para aferir o que pensam e o que querem da Europa.

A pesquisa online que está a ser promovida pela Unicef e pela Eurochild (uma rede de organizações e pessoas que trabalham pela melhoria da qualidade de vida das crianças e adolescentes), está aberta a crianças de todas as idades.

Embora visem crianças e jovens que vivem na União Europeia, o inquérito também recebe respostas fora da UE, estando a pesquisa disponível em pelo menos 19 idiomas.

Segundo as duas organizações, o inquérito online intitulado “Que tipo de Europa as crianças querem?” destina-se a captar as opiniões de crianças e jovens sobre o futuro da Europa e será uma rara oportunidade para as crianças que vivem no continente terem as suas vozes ouvidas pelos principais líderes da União Europeia.

Os tópicos abordados incluem a experiência das crianças sobre a vida familiar, a escola e a sociedade, a migração, bem como os seus pensamentos sobre a Europa

A pesquisa é escrita em linguagem amiga da criança, a fim de incentivar as respostas de menores de 18 anos de idade e os seus resultados serão anunciados numa sessão especial do Parlamento Europeu a 20 de novembro – Dia Universal da Criança – com a participação de uma delegação de crianças e jovens.

A partir de hoje e até 21 de setembro escolas e outras entidades que trabalham com crianças e jovens são incentivadas a usar as diretrizes fornecidas on-line para estimular discussões aprofundadas.

Em novembro de 2017, o Presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, comprometeu-se a organizar um evento no plenário do Parlamento Europeu para fazer um balanço anual do trabalho do Parlamento Europeu sobre os direitos da criança.

Inquérito no link:

http://www.eurochild.org/news/news-details/article/what-kind-of-europe-do-children-want-unicef-eurochild-launch-a-survey-on-the-europe-kids-want/?tx_news_pi1%5Bcontroller%5D=News&tx_news_pi1%5Baction%5D=detail&cHash=ba5c6db8854350b038f9343540a1e6f4

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Ação de formação “Intervenção Sistémica com Famílias” 21, 22 e 29 junho em Lisboa

Junho 13, 2018 às 3:55 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As inscrições são limitadas a 20 participantes e devem ser realizadas até ao próximo dia 18 de junho.

mais informações no link:

https://flashrede.blogspot.com/2018/06/acao-de-formacao-lisboa.html?m=1

Férias com Ciência: o Verão está a chegar ao Pavilhão do Conhecimento! de 25 junho a 14 setembro

Junho 13, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.pavconhecimento.pt/familias/ferias-com-ciencia/

 

Nações Unidas pedem aos EUA que parem de separar pais e crianças na fronteira

Junho 13, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 5 de junho de 2018.

Liliana Borges

A medida foi anunciada e implementada pela Administração de Trump com o objectivo de diminuir a chegada de imigrantes e refugiados ao país.

As Nações Unidas pediram a Washington que ponha um fim imediato à controversa política de combate à imigração e refugiados, que está a separar pais e filhos na fronteira Sul dos EUA. A medida foi introduzida pela Administração Trump com o objectivo de desincentivar a procura de asilo em território norte-americano e diminuir os números da imigração ilegal.

Provenientes de países como a Guatemala, El Salvador ou as Honduras, as famílias que procuram os EUA fogem à pobreza e à violência de gangues. Mas a estratégia adoptada pelo Governo norte-americano está a desfazer famílias, aponta o gabinete de direitos humanos das Nações Unidas.

Ravina Shamdasani, porta-voz do Alto-Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, considera que a estratégia está a fazer com que várias pessoas que entram “de forma irregular no país sejam sujeitas a uma acusação judicial e vejam as suas crianças — incluindo crianças extremamente pequenas — ser-lhes tiradas, como resultado [da entrada irregular no país]”.

Num encontro em Genebra, Suíça, a porta-voz apelou a Washington que acabe imediatamente com a estratégia. “Os Estados Unidos devem pôr fim imediatamente a essa prática”, vincou. “A prática de separar famílias equivale a uma interferência arbitrária e ilegal na vida das famílias e a uma violação dos direitos das crianças”, assinalou Ravina Shamdasani. “O recurso à detenção de imigrantes e à separação de famílias como dissuasão vão contra os padrões e princípios de direitos humanos.”

“As crianças nunca devem ser detidas por razões relacionadas com o seu estatuto migratório ou dos seus pais. A detenção nunca é no melhor interesse da criança e constitui sempre uma violação dos direitos da criança”, sublinhou a porta-voz.

Apesar de ter lembrado que os EUA são o único país que não ratificou a Convenção dos Direitos da Criança, ressalva que isso não significa que o país não tem o compromisso de zelar e cumprir os direitos dos menores.

Também nesta terça-feira, o Presidente norte-americano descartou qualquer responsabilidade da medida implementada pela sua Administração e anunciada em Maio pelo procurador-geral norte-americano, Jeff Sessions, atirando culpas ao Partido Democrata. “Separar famílias na fronteira é culpa da má legislação aprovada pelos democratas”, começou por escrever Donald Trump, no Twitter. “As leis de segurança na fronteira devem ser alteradas, mas os dems [democratas] não se resolvem.”

A somar-se a esta estratégia do Governo dos EUA está a revelação de que os serviços norte-americanos perderam o rasto de pelo menos 1500 crianças migrantes que, depois de terem aparecido no território dos EUA sozinhas, tinham sido entregues à guarda de famílias de acolhimento. A revelação foi feita pelo secretário assistente interino da Administração para Crianças e Famílias do Departamento de Saúde, Steven Wagner, durante uma sessão de um subcomité do Senado, há cerca de um mês.

 

 

 

 

 

 

 

 


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