Melanie Tavares do Instituto de Apoio à Criança : “Brincar é para toda a vida”

Maio 30, 2018 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista da Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, ao Jornal do Centro no dia 28 de maio de 2018.

Ouvir a entrevista no link:

https://www.jornaldocentro.pt/radio/programas/regresso-a-casa/melanie-tavares-do-instituto-de-apoio-a-crianca-039-brincar-e-para-a-vida-toda-039/

 

 

1ªs Jornadas do Centro de Estudos do Bebé e da Criança “Olhar a Primeira Infância” 4 de Junho na FCG

Maio 30, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A inscrição nas Jornadas tem o valor de 30€ e deverá ser feita através do link:

https://goo.gl/forms/7TM6ClDloIoGSbMG2

e o comprovativo de pagamento enviado para o e-mail:

jornadascebchde@gmail.com

mais informações no link:

http://www.spp.pt/eventos/default.asp?ida=1776

 

Programa vai ajudar a reforçar laços entre pais e filhos para prevenir comportamentos aditivos no futuro

Maio 30, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Apostar na prevenção de comportamentos aditivos a médio prazo, em crianças dos 6 aos 14 anos, através da envolvência da família é o principal objectivo do programa “prevenir em família e comunidade” que deverá estar no terreno em 2019. Ontem, durante uma reunião entre as várias entidades parceiras do projecto que já foi aplicado nas Ilhas Baleares, em Espanha, a Directora Regional de Prevenção e Combate às Dependências, Suzete Frias, explicou que o mesmo vai ser aplicado inicialmente em territórios mais vulneráveis da ilha de São Miguel, Terceira, Pico e Graciosa. Rabo de Peixe é para já a única comunidade onde se sabe que o projecto vai avançar, uma vez que ali está já implementado o “Trajecto Seguro”, na escola Luísa Constantino, com uma metodologia semelhante de ligação da comunidade à família e da família à escola. A seguir a Rabo de Peixe, serão os resultados do estudo de comportamentos aditivos e comportamentos que está a ser feito prelo Governo Regional a indicar qual a localidade onde se justifica uma intervenção com o projecto.

Um projecto que se baseia na prevenção, através da formação para pais e para crianças onde a novidade são as sessões de interacção entre ambos. “Mais do que criar competências parentais, promove a vinculação da criança aos pais, dos pais à criança, a empatia, saber escutar, é a promoção dos factores protectores em relação a comportamentos de risco. Os estudos mostram que quanto mais vinculação, mais sentimento de pertença temos a nós próprios e ao mundo que nos rodeia, mais protegidos estamos em relação a comportamentos de risco, entre os quais os aditivos”, explica Suzete Frias.

O projecto, que ainda está em fase de organização, está a ser estruturado para famílias “que necessitam de prevenção selectiva, onde são detectados alguns sinais de que poderá haver problemas” no futuro e pretende numa fase posterior “criar um módulo mais pequeno de prevenção universal, porque é importante que tenhamos uma abordagem universal para todas as crianças e pais”.

Um trabalho em rede, tal como o que já vem sendo desenvolvido desde 2004 nas Ilhas Baleares e em 14 grandes cidades espanholas.

Luís Ballester Brage, professor da faculdade de Métodos de Investigação em Educação da Universidade das Ilhas Baleares, deu conta de alguns resultados “muito bons” em determinados parâmetros. O programa decorre em 14 sessões, durante quase 4 meses em que “com trabalho muito intenso” se trabalha com pais e filhos individualmente e posteriormente juntos para que se criem os tais laços de pertença e se melhore a comunicação. “Os resultados são muito importantes em termos de coesão familiar, resiliência familiar, coesão interna na família, controlo da dinâmica das relações familiares e noutros factores associados”, explica Luís Ballester Brage que reforça que “melhorou-se muito as atitudes positivas em respeito às drogas e aos consumos, com resultados consistentes”. O que a longo prazo, “influencia o consumo, ou seja, o consumo baixa e controla-se. A conduta de pequena delinquência e os comportamentos disruptivos também baixam”, explica.

A avaliação que o responsável pela Universidade das Ilhas Baleares faz deste projecto é bastante positiva já que o trabalho em conjunto permite que os filhos percebam “que os pais se preocupam porque durante quatro meses, os pais vêm todas as semanas para falar e comunicar com eles e isso é positivo. Temos miúdos que dizem que não sabiam que os pais se preocupavam

e que se interessavam em melhorar em família. Descobrem que há um projecto de família, que podem dizer coisas à família, confiar que a família pode ajudar”. E está dado o passo da confiança, pois “se aprendem a pedir ajuda, outros assuntos como o bullying, problemas de isolamento, depressão, como aprendem a falar sobre isso e ganham confiança com os pais e irmãos, também a ganham com os professores e com os colegas. Aprendem a comunicar melhor” e a pedir ajuda quando o caso assim o justifica.

Presente na reunião esteve também Jorge Negreiros, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, que pretende também adoptar este projecto, bem como a responsável do departamento de psicologia da Universidade dos Açores, Célia Carvalho.

 

Escrito por Carla Dias para o Correio dos Açores, em 17 de maio de 2018

Ação de formação “Gestão de Comportamentos e Prevenção de Negligência, Abusos e Maus Trato” 5 e 6 junho, Sacavém e Braga

Maio 29, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações através do mail e no link:

geral@academiabc.pt

http://www.academiabc.pt/site/

 

Jovens não empregados que não estão em educação ou formação – Estatística da OCDE

Maio 29, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Imagem retirada do Facebook da OECD Education and Skills

Across OECD countries, 14% of people between the ages of 15 and 29 are not in education, employment or training.

See how your country compares https://bit.ly/20GWtpC

Curso de Mediação Familiar – 18 junho a 14 novembro, Lisboa

Maio 29, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://imap.pt/formacao/curso-de-mediacao-familiar-lisboa-2018/

Agressões. “Os professores ficam arrasados, deprimidos, doentes”

Maio 29, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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FILIPA BERNARDO/ GLOBAL IMAGENS

Notícia do Diário de Notícias de 13 de maio de 2018.

Joana Capucho

Uma professora foi recentemente agredida a socos e pontapés por quatro familiares de um aluno. Só em Lisboa, a violência contra docentes levou a abrir 87 inquéritos no ano passado

“Em tom impróprio, aquele pai entrou na escola, com o dedo apontado a mim, a insistir que eu tinha batido no filho”. M., professor de primeiro ciclo, de 61 anos, era coordenador da escola onde foi agredido por um encarregado de educação, em abril de 2016. “Chamámos a criança para esclarecer o mal entendido. Dirigi-me ao menino como “filho” – uma expressão que uso frequentemente com os alunos – e, do nada, o pai deu-me uma cabeçada na face, eu caí de costas e fiquei a sangrar do nariz. Foi uma situação muito complicada”, recorda.

M. foi um dos 23 docentes que em 2015/16 pediram apoio psicológico/jurídico à Associação Nacional de Professores (ANP). Um caso que seguiu para o Ministério Público, tendo terminado com a condenação do agressor a pena suspensa e multa. Mas nem sempre este tipo de casos seguem para tribunal. “Os casos que nos são reportados passam a ser acompanhados pelo Gabinete de Defesa do Professor, mas muitos não chegam ao tribunal. Os professores desistem de avançar com o processo com medo de intimidações e também devido à morosidade dos mesmos”, adiantou ao DN Manuel Oliveira, vice-presidente da ANP.

No ano letivo passado, a associação registou 22 casos de agressões físicas ou psicológicas a professores por parte de alunos, encarregados de educação e pais. Já este ano, registou 17, mas o dirigente acredita que muitas situações ficam por reportar. “Os números de agressões conhecidos serão inferiores ao real. Há casos de professores que não comunicam nem pedem ajuda. Sofrem em silêncio. E sofrem muito”, lamenta.

Só no Ministério Público de Lisboa, a violência contra professores motivou a abertura de 87 inquéritos em 2017. Na passada terça-feira, o tema voltou à discussão com o caso de uma professora de Educação Física na Escola Primária do Lagarteiro, no Porto, que foi agredida a socos e pontapés por quatro familiares de um aluno de oito anos, após o repreender durante uma aula.

Para Filinto Lima, da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), “é muito preocupante a forma como os agressores conseguem entrar facilmente numa escola e agredir um professor em funções profissionais”. Reconhece que é algo comum a outras áreas, como a medicina, mas reforça que “na educação, é horrível, porque é deseducar”. Situações, prossegue, que ofendem uma classe inteira.

Segundo Manuel Oliveira, os docentes são vítimas “de agressões físicas e psicológicas, de chantagem por parte dos alunos e dos familiares”. Atos de violência com um enorme impacto na vida dos docentes: “Sofrem um grande desgaste emocional. Os professores ficam arrasados, deprimidos, doentes. Por vezes, não têm capacidades para dar continuidade à profissão”.

Mais intervenção nas escolas
Como tinha “uma boa relação com a comunidade escolar”, M. manteve-se a lecionar na mesma escola após ser agredido pelo pai de um aluno. “Psicologicamente, não fiquei muito afetado, porque existia essa boa relação. Mas fiquei muito preocupado porque, do nada, entra-se numa escola e agride-se uma pessoa, porque o filho disse alguma coisa”, afirma.
As agressões aos docentes afetam, segundo o vice-presidente da ANP, “a autoestima, a imagem do professor”. Não são raros os casos de “depressões graves, de profissionais que não conseguem voltar a trabalhar”.

Destacando “as repercussões psicológicas difíceis de ultrapassar”, Filinto Lima, representante dos diretores, considera que “há formas de tentar diminuir a possibilidade de ocorrerem agressões nas escolas”. “Se tivéssemos mais mediadores de conflitos, psicólogos e assistentes sociais, estas situações podiam ser prevenidas”. E apela, ainda, ao apoio jurídico e psicológico às vitimas.

 

 

 

 

Famílias na União Europeia

Maio 28, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Gráfico retirado do Facebook do Parlamento Europeu – Gabinete em Portugal

XI Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, 29 maio no Centro de Estudos Judiciários

Maio 28, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/atualidades/noticias/item/934-x-conferencia-criancas-desaparecidas

19% das crianças desaparecidas na Europa enfrentam violência e abuso

Maio 28, 2018 às 11:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 25 de maio de 2018.

LUSA

Segundo um relatório da Missing Children Europe, Uma em cada 5 crianças desaparecidas nas linhas de atendimento enfrentaram situações de violência, abuso, negligência e exploração.

Uma em cada cinco crianças desaparecidas na Europa enfrentou situações de violência, abuso, negligência ou exploração, segundo um relatório da organização Missing Children Europe, divulgado esta sexta-feira.

A rede europeia de linhas de atendimento 116 000 existe em 32 países e em Portugal é gerida pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC). Em 2017, esta rede recebeu 188.936 chamadas em toda a Europa e prestou apoio a casos relativos a 5.621 crianças desaparecidas.

De acordo com o relatório lançado para assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, que se assinala esta sexta-feira em todo o mundo, 19% das crianças declaradas desaparecidas nas linhas de atendimento enfrentaram situações de violência, abuso, negligência e exploração. Os jovens em fuga são as principais vítimas, pelas situações a que involuntariamente se expõem “nos seus percursos de fuga” ou “na procura desesperada dos seus sonhos”.

Em 2017, os jovens que fugiram ou foram expulsos de casa constituíram 57,2% dos casos de crianças desaparecidas relatadas às linhas 116 000, mantendo-se como o no maior grupo de crianças desaparecidas em toda a Europa.

O relatório salienta que a maioria das crianças encontradas sem vida eram jovens em fuga e que a percentagem de crianças/jovens que fogem repetidamente aumentou de 15% em 2016, para 16% em 2017. Os raptos parentais constituíram o segundo maior grupo de casos, com 23,2% dos casos.

Em Portugal, os dados do SOS Criança Desaparecida alinham-se com esta realidade, numa proporção ligeiramente superior para os raptos parentais, de 32% (e 51% para as fugas nacionais). Em 2017, 46% das crianças desaparecidas comunicadas às linhas 116 000, foram encontradas ainda nesse ano, um aumento de 4% em relação a 2016.

O relatório destaca também que, apesar de existirem milhares e milhares de crianças migrantes desaparecidas dos centros de acolhimento da Europa, são poucos os casos denunciados quer a estas linhas quer às autoridades policiais.

Segundo a Missing Children Europe, a subnotificação desses desaparecimentos e a falta de clareza sobre os papéis e responsabilidades em relação à prevenção e resposta a esse grupo muito vulnerável de crianças continua a ser uma questão preocupante.

O documento revela ainda que os raptos criminais representaram menos de 1% dos casos registados em 2017, como nos anos anteriores, enquanto os casos de crianças perdidas, feridas ou desaparecidas aumentaram em comparação com o ano passado, correspondendo a 14,3% dos casos.

Um em cada seis casos de crianças desaparecidas tinha natureza transfronteiriça, mostrando a importância da cooperação internacional entre os governos, as linhas 116 000, os tribunais e outras autoridades de proteção da criança, particularmente as autoridades centrais de cada estado membro.

No seu relatório a Missing Children Europe alerta que embora os governos nacionais garantam a maior parte do financiamento das linhas de apoio, as instituições que as gerem queixam-se que não tiveram acesso a financiamento das autoridades nacionais em 2017, pelo que a falta de recursos financeiros e humanos são os principais desafios citados repetidamente.

Segundo a organização, embora estas linhas diretas tenham respondido a mais de 1,2 milhões de chamadas relacionadas com crianças desaparecidas desde 2011, a falta de financiamento estável e contínuo coloca as linhas 116 000 em risco de encerramento.

 

Descarregar o relatório citado na notícia a no link:

Figures and Trends Report 2017

 

 

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