Estratégias para o seu filho se concentrar nas aulas

Abril 30, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://uptokids.pt/

Ponto prévio:

A incapacidade de manter a atenção pode ter origem em motivos diversos, desde a ansiedade, a depressão e até a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA).

Crianças com problemas de aprendizagem, por exemplo, facilmente se distraem. Regra geral, sentem maiores dificuldades em iniciar projetos, dividir tarefas e assumir responsabilidades, prejudicando assim a vida académica e social.

Se for o caso do seu filho, procure descobrir o que mais o perturba. Estará a ajudá-lo a dar o primeiro passo para superar as dificuldades. Nem sempre é fácil abordar o assunto de forma positiva e construtiva mas a comunicação é fundamental.

Crie algumas estratégias para o manter focado e se concentrar nas aulas:

1 – Organize uma lista com os livros, cadernos e outros materiais utilizados durante o ano letivo. Essa lista servirá, diariamente, para que o seu filho se certifique que transporta sempre, de casa para escola e da escola para casa, tudo o que realmente precisa.

2 – Procure que fique sentado junto a um colega que seja um bom modelo a seguir. Quanto menos barulho na sala maior a capacidade de concentração.

3 – Ensine-o a descobrir e sistematizar a informação. A probabilidade de manter a atenção aumenta substancialmente quando há organização. Incentive-o, por exemplo, a fazer resumos, ou tópicos, sobre a material lecionada.

4 – Mantenha as rotinas. É fundamental estabelecer hora e local para todas as atividades. Alterações, não programadas, podem potenciar as dificuldades de concentração.

5 – Simplifique a agenda. Crianças sobrecarregadas com atividades tendem a ser mais distraídas.

6 – Crie um local de estudo, arrumado e sem ruído. Quanto menos distrações, melhor. Televisões e telefones não são bons aliados.

7- Incentive-o a privilegiar as atividades ao ar livre. Controle o tempo que o seu filho passa a ver televisão e a jogar em computadores e tablets. Atividades desportivas e o contato descontraído com outras crianças são de extrema importância.

8 – Celebre as conquistas. O excesso de críticas é prejudicial. Olhe para o elogio como um bom aliado e mostre satisfação sempre que o seu filho apresente bons resultados.

O psicólogo e especialista em terapia para crianças, o norte-americano Jeffrey Bernstein, deixa-lhe outras dicas importantes para ajudar uma criança distraída.

  • Tenha consciência
    Lembre-se que estas crianças muitas vezes se sentem diferentes das outras e precisam por isso de maiores incentivos.
  • Evite gritar
    Ao gritar só o confunde ainda mais, tornando-o mais propício à desconcentração.
  • Mantenha-se calmo, firme e não seja controlador
    Esteja tranquilo, não crie expectativas inalcançáveis e tente não dar demasiadas ordens.
  • Seja pro-activo e comunicativo com os professores
    As crianças desatentas desistem rapidamente quando têm de enfrentar obstáculos. Mantenha-se envolvido na vida escolar do seu filho para que o possa ajudar a superar eventuais dificuldades.
  • Incentive o seu filho
    Ensine-o a tornar as tarefas complexas noutras mais pequenas e viáveis. As crianças sentem-se mais motivadas ao alcançar pequenas vitórias.
  • Faça listas
    É estimulante para uma criança ‘riscar’ as tarefas já cumpridas.
  • Ajude, mas não faça por ele
    Ajudar demasiado uma criança a concluir um problema difícil pode fazê-la sentir-se bem momentaneamente, mas não estará a ajudá-la verdadeiramente.
  • Promova a auto-estima do seu filho
    A maioria das crianças desatentas sente-se inferior aos outros. Demonstre ao seu filho não só que gosta, mas que também acredita nele.

 

Aula Aberta “Escolas ONLINE: Utilização saudável das tecnologias e da Internet no contexto educativo” – 9 de maio na Póvoa de Santo Adrião

Abril 30, 2018 às 4:38 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Apesar da entrada ser livre, é sujeita à lotação do espaço, pelo que é necessária inscrição prévia através dos seguintes contactos:

Câmara Municipal de Odivelas – Gabinete de Saúde, Igualdade  e Cidadania

Plano Estratégico Concelhio de Prevenção das Toxicodependências (PECPT)

Tel.: 219 320 970 | e-mail: gsi@cm-odivelas.pt (ou, em alternativa, pedro.fernandes@cm-odivelas.pt e/ou  sandra.silva@cm-odivelas.pt)

 

9 mentiras que os pais têm de parar já de contar às crianças

Abril 30, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do https://www.noticiasmagazine.pt/ 11 de abril de 2018.

 

«NÃO VAI DOER NADA»

Qualquer pai gostaria de livrar um filho de todo o sofrimento, mas certas dores fazem parte e as mentiras que lhes contamos só as torna piores. Se ele gritar ao ter de levar uma vacina, por exemplo, tranquilize-o dizendo que é uma picada pequenina e passa num instante, em vez de lhe prometer que não vai doer nada. Afinal, basta-lhe levar a primeira para saber que o enganou e perder a confiança em si.

«ÉS MESMO UM ARTISTA»

Claro que é legítimo dizer isto à criança, desde que seja verdade e não esteja a elogiá-la em vão apenas para ficar contente. A ser esse o caso, pode acontecer que acabe por magoá-la sem intenção se ela perceber (e acredite: miúdos são ótimos a ler a linguagem corporal dos adultos) que os pais não estão a ser sinceros. O resultado não é bom, seja um desenho ou um boneco de plasticina? Releve os aspetos em que se destaca, como a originalidade, a iniciativa ou a escolha de cores.

«NÃO SEI O QUE ACONTECEU À TUA PINTURA»

Esta é outra frase que pode dizer ao seu filho se não souber, de facto, onde foi parar a tão procurada folha, mas nunca se tiverem sido os pais a dar-lhe sumiço enquanto dormia a sesta. É um facto que não pode guardar todos os desenhos que ele faz. Porém, para evitar enganos, designe uma gaveta ou caixa para o efeito e explique-lhe que naquele lugar das pinturas especiais só cabem os trabalhos mais mágicos. Depois dê-lhe a responsabilidade de decidir quais quer guardar.

«O PAI NATAL ESTÁ A VER-TE»

Embora a fantasia do Pai Natal possa ser mantida até depois dos 5-6 anos em nome da imaginação, sem prejuízo para o desenvolvimento infantil, não é boa ideia (também em nome da imaginação) servir-se do velhinho de barbas para ameaçar o seu filho de que ficará sem presentes se não se portar bem. Castigos devem ser justos, proporcionais à falta e dados na hora, como consequência de algo a corrigir. Imputar as culpas ao Pai Natal não só não é justo, como um dia a criança irá cobrar a mentira aos pais

«OLHA QUE ME VOU EMBORA»

Às vezes é só o que apetece: a criança está à mesa há horas e não dá sinais de ir comer a sopa tão cedo? «Olha que me vou deitar e ficas às escuras.» Queremos sair de casa, já sem tempo para nada, e ela descalça os sapatos e faz-se de morta? «Levanta-te do chão ou deixo-te sozinha.» Claro que a política de instilar medo nunca foi boa conselheira, pelo que é preferível dizer-lhe que se não entrar já no elevador deixa de haver tempo para irem comer o tal gelado mais tarde.

«NUNCA VOU DEIXAR QUE TE MAGOES»

Oposta à política do medo, a política da superproteção também não resulta pelo facto de não estar ao nosso alcance protegê-los de tudo o tempo todo. Nunca lhes diga «nunca vou». De novo, o melhor é agarrar-se à verdade para os fazer sentirem-se seguros sem, no entanto, deixar de lhes explicar – sempre com palavras tranquilizadoras para não gerar uma ansiedade acrescida – que existem perigos reais aos quais têm de estar atentos, como falar com estranhos ou largarem a mão dos pais num centro comercial.

«O PARQUE INFANTIL ESTÁ FECHADO»

E quem diz o parque diz a piscina ou qualquer outro lugar onde prometeu que levava o seu filho antes de chegar à conclusão que afinal não dá mesmo jeito nenhum. Seja qual for o cenário, não lhe minta. Ensine-lhe que nem sempre as coisas correm como nós queremos, por muito que nos custe, e que certos compromissos como ir às compras ou visitar os avós têm prioridade, sob pena de ficarmos com a despensa vazia ou magoarmos alguém querido. Ele acabará por perceber.

«NÃO TEMOS DINHEIRO PARA ISSO»

Desferir sem rodeios esta frase se a criança lhe pede um bolo ou um brinquedo pode assustá-la, já para não mencionar o facto de estar a faltar à verdade. Explique-lhe antes que não podemos ter tudo o que nos apetece porque o dinheiro não estica. Que ir à Disneyland, mudar de casa, de carro ou passar umas férias divertidas em família exige alguns sacrifícios, mas vai valer a pena. Sobretudo, envolva-a na questão das poupanças familiares (sem forçar nada) para que se sinta integrada.

«DÁ-ME SÓ UM MINUTO»

Somos ótimos a despachar as crianças com esta frase, mas não a use se souber que vai levar mais do que um minuto a poder ir brincar com elas, passear ou dar-lhes a atenção de que precisam. Conta demorar ainda uns dez minutos a terminar o bolo para pô-lo no forno? Ou um bom quarto de hora a preencher o IRS e a limpar o quarto? Pois diga-lhes isso: que vai só despachar aquela tarefa urgente e depois fica livre. Ser franco e pedir-lhes ajuda também as ajuda a entender o mundo à sua volta.

 

Concurso “77 Palavras Contra a Discriminação Racial “

Abril 30, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Concurso é aberto a qualquer cidadão/cidadã residente em Portugal, independentemente da sua nacionalidade ou profissão, a partir dos 7 anos de idade.

O prazo de candidatura termina a 4 de maio de 2018.

mais informações no link:

http://www.cicdr.pt/-/77-palavras-contra-a-discriminacao-racial?inheritRedirect=true

 


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