Ao encontro do desconhecido – reportagem da TV Record sobre a fuga de menores, com a participação de Manuel Coutinho do IAC

Março 9, 2018 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A reportagem contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Reunião entre o Instituto de Apoio à Criança e o Partido Comunista português

Março 9, 2018 às 5:05 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC recebeu hoje, dia 9 de março de 2018, uma comitiva do PCP encabeçada pelo deputado europeu e vereador da Câmara Municipal de Lisboa Dr. João Ferreira na sede do Instituto de Apoio à Criança. O Instituto de Apoio à Criança esteve representado pela sua Presidente Dra. Dulce Rocha e pela Dra. Matilde Sirgado, igualmente da Direção do IAC.

Comunicado do Instituto de Apoio à Criança sobre I Encontro Natália Pais

Março 9, 2018 às 4:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Professor não me chateie, a Educação Física nem sequer conta para a média…”

Março 9, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Alexandre Henriques publicado no https://www.publico.pt/ de 17 de fevereiro de 2018.

Alexandre Henriques

A Educação Física não é mais do que nenhuma das outras áreas, mas não é inferior a nenhuma delas.

É mentira! É mentira quando dizem que os alunos não alteraram a sua atitude nas aulas de Educação Física por esta não contar para a média de acesso ao ensino superior.

Quem vos escreve está no terreno, dá aulas todos os dias e nestes cinco anos em que a Educação Física foi remetida para uma posição inferior – responsabilidade de Nuno Crato, o ministro que mais prejudicou as Expressões – vários foram os alunos que proferiram a afirmação que consta no título deste artigo. E se o disseram a mim, certamente que disseram a muitos colegas meus…

Há quem diga que a Educação Física é uma disciplina muito específica… Verdade! Há quem diga que os alunos não têm culpa de não terem jeito para a Educação Física… Também é verdade!

Mas essas verdades não podem colocar em causa a essência do ensino, um ensino que se quer transversal e responsável pela formação completa do aluno, do homem, do cidadão. A Educação Física faz isso tudo, aliás, se há disciplina que trabalha as componentes sociais, cognitivas e físicas em simultâneo é a Educação Física.

Reparem neste simples exemplo…

Para jogar futebol, o aluno tem de calcular e recalcular continuamente as movimentações dos seus colegas de equipa, dos seus adversários, conhecer uma série de regras, aplicar as suas capacidades físicas e técnicas, cumprindo com relações sociais de respeito e cooperação. Todos estes conceitos são aplicados na prática e em milésimos de segundo. Já viram quantas “luzinhas” são acesas no cérebro do aluno só por dar uns pontapés numa bola como alguns dizem? Não se iludam, essas “luzinhas” são transversais a todas ou quase todas as profissões, a Educação Física é isto, a Escola é isto…

O Ronaldo é um génio, o Miguel Ângelo foi um génio, Mozart foi um génio e a genialidade não se mede apenas em números e letras. Existem diferentes tipos de inteligência, e todas elas são importantes, todas elas são semelhantes e todas elas fazem parte de um desenvolvimento salutar de uma crianças/jovem.

Mas eu sou aluno de 18 e 19 valores e não tenho culpa de não conseguir fazer uma cambalhota e assim já não vou conseguir entrar para a faculdade…

Pergunto-vos, alguma vaga de Medicina ou de Engenharia Aeronáutica ficou por ocupar nos últimos cinco anos? Não, óbvio que não!

O que preferem? Um médico com uma média de 19 valores que tirou um 10 a Educação Física ou um médico que tem média de 19 valores e tirou um 15 a Educação Física?

Eu prefiro um médico que saiba trabalhar em equipa, tenha uma elevada inteligência emocional para lidar com os seus pacientes e apresente elevada destreza na sua coordenação fina para realizar as suas operações.

Há também quem afirme que a Educação Física baixa a média a um número significativo de alunos. A esses só lhes peço uma coisa… Provem! Até lá, aconselho ao leitor que visite uma escola e analise as pautas afixadas. Depois digam qual é a disciplina que em média tem classificações mais elevadas…

Não é justo! Quem quer afastar a Educação Física, esquece-se sempre dos alunos que têm dificuldade a Português, Matemática, Inglês, História, Física, Química, Filosofia, etc, por que razão esses alunos não podem abdicar do seu calcanhar de Aquiles para não prejudicarem a sua média? Por que é que só falam da Educação Física??? Alguém que me esclareça pois ainda não consegui perceber como uma disciplina que é fundamental para o desenvolvimento salutar dos nossos jovens, num país que tem uma elevada taxa de obesidade, pode simplesmente ser tão desvalorizada, tão desprezada, até pelos próprios professores das outras áreas curriculares.

A Educação Física não é mais do que nenhuma das outras áreas, mas não é inferior a nenhuma delas. A Educação Física merece o mesmo estatuto, o mesmo respeito, a mesma dignidade e essa dignidade passa pela paridade com as suas parceiras.

Um país que, apesar de ter sido mais uma vez Campeão da Europa, é um país sem cultura desportiva, um país amador que exige medalhas profissionais, um país que passa horas a discutir arbitragens, que vive da calúnia, da polémica, que cria sistematicamente suspeitas, que não sabe perder, não sabe ganhar, um país que precisa com urgência de uma política desportiva ao nível do 1.º ciclo, um país que encara a atividade física como um extra e não como uma necessidade absoluta.

 

Este é o país que nos últimos cinco anos disse aos seus alunos: Meninos, a Educação Física é só para passar, pouco interessa se tens 10 ou 20 valores, pouco interessa se corres muito ou pouco, pouco interessa se te esforças ou não, é para entreter, é recreio, o que interessa são as outras, essas são as que contam efetivamente para a tua média.

Não! Basta! Queremos um país evoluído? Então a Educação Física que volte ao lugar que merece.

O autor escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

Professor, pai e autor do Blogue ComRegras

Lançamento Happy Onlife: Recurso Educativo sobre segurança online – 14 de março no Palácio Galveias

Março 9, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.erte.dge.mec.pt/ de 22 de fevereiro de 2018.

No dia 14 de março, pelas 16h45m, no Palácio Galveias (Campo Pequeno 57 A) em Lisboa, irão ser apresentados os recursos educativos Happy Onlife, desenvolvidos pelo Joint Reserach Center da Comissão Europeia, que têm como objetivo aumentar a literacia e as competências digitais das crianças entre os 8 e os 12 anos.

O Programa Media Smart, juntamente com a Universidade Católica Portuguesa, são os responsáveis pela tradução destes recursos para português e pela sua disseminação em Portugal.

Para além do lançamento do jogo Happy Onlife, será dada a conhecer a forma como este pode ser trabalhado nas escolas e em casa, para que todos consigam promover um comportamento de maior segurança online junto das crianças e adolescentes.

Programa:

16h45: Receção aos Convidados.

17h00: Boas Vindas: Secretária Geral da APAN – Manuela Botelho.

17h15: Apresentação do Jogo Happy Onlife – Patrícia Dias e Rita Brito – Investigadoras da Universidade Católica.

17h30: Mesa Redonda sobre a Segurança Online com a presença de:

Rute Agulhas  – Psicóloga e Terapeuta Familiar

Tito de Morais – Fundador do Site Miúdos Seguros na Net

Pedro Marques – Fundação para a Ciência e Tecnologia

A confirmação de presença deve ser feita até ao dia 10 de março para o endereço mediasmart@apan.pt, ao cuidado de Susana Paiva.

mais informações sobre o jogo:

https://web.jrc.ec.europa.eu/happyonlife/

Alunos não fazem Educação Física e são vice-campeões de obesidade infantil

Março 9, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 19 de fevereiro de 2018.

No 1.º ciclo são os professores titulares que dão as aulas de Educação Física, mas nem todos se sentem capacitados para o fazer, diz o vice-presidente do Conselho Nacional das Associações de Professores e de Profissionais de Educação Física.

LUSA

Muitos alunos do 1.º ciclo não fazem aulas de Educação Física, apesar de Portugal ser vice-campeão europeu da obesidade infantil, alertou nesta segunda-feira o Conselho Nacional das Associações de Professores e de Profissionais de Educação Física.

“Gostávamos que a Educação Física fosse uma realidade no 1.º ciclo, mas temos sérias dúvidas que esteja a ser leccionada”, lamentou Nuno Fialho, vice-presidente do Conselho Nacional das Associações de Professores e de Profissionais de Educação Física (CNAPEF).

No 1.º ciclo são os professores titulares que dão as aulas de Educação Física, mas nem todos se sentem capacitados para o fazer, explicou, acrescentando que esta disciplina faz parte das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) e é facultativa.

“A formação inicial dos professores é muito generalista e por isso muitos não se sentem à vontade para dar esta parte do currículo, que acaba por não ser leccionado”, lamentou. No entanto, “Portugal é vice-campeão de obesidade infantil”, alertou.

Mas nem tudo são más notícias. Segundo Nuno Fialho, já se nota um esforço no sentido de os professores do 2.º ciclo ajudarem os colegas a darem aulas aos alunos mais novos.

Além disso, existem regiões que já valorizam o desporto: na Região Autónoma da Madeira, por exemplo, há um grupo específico de professores que dão aulas de Educação Física e nos Açores existem projectos de coadjuvação.

O CNAPEF está também preocupado com os alunos do ensino secundário, desde que o anterior ministro da Educação, Nuno Crato, decidiu que a disciplina não contava para a média do secundário.

“Não temos nenhum estudo sobre o impacto da medida de Nuno Crato, mas ouvimos muitos entendidos, entre professores e outros profissionais, que nos dizem que os alunos estão menos activos”, afirmou o vice-presidente, sublinhando que os alunos que mais precisam são os que menos fazem exercício.

BE e PCP apresentam propostas

Os deputados do Bloco de Esquerda vão apresentar no Parlamento, esta terça-feira, uma recomendação ao Governo para que avalie as consequências das alterações feitas pelo anterior Governo em relação à disciplina de Educação Física no ensino secundário.

A recomendação defende ainda a valorização da disciplina através da inclusão das suas classificações para o cálculo da média de conclusão do ensino secundário e acesso ao ensino superior.

Esta ideia foi defendida pelo actual ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e confirmada em 2016 pelo secretário de estado João Costa, que prometeu que a medida começaria a ser aplicada aos alunos que entrassem este ano para o ensino secundário.

No entanto, até ao momento ainda não foi publicado nenhum diploma nesse sentido, o que preocupa o Conselho Nacional das Associações de Professores e de Profissionais de Educação Física.

O PCP também vai apresentar na terça-feira um projecto de resolução que recomenda ao Governo a reposição da carga lectiva da disciplina de Educação Física e a valorização do desporto escolar.

 

 

 


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