Vale a pena vacinar os rapazes contra o HPV? Com que idade?

Março 7, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da https://www.tsf.pt/ de 19 de fevereiro de 2018.

Rita Costa

A transmissão do Vírus do Papiloma Humano (HPV) é feita por contacto sexual e, por isso, muitos pais não veem urgência na vacinação, mas o pediatra Paulo Oom defende que quanto mais cedo melhor.

O pediatra Paulo Oom considera que a vacinação de rapazes contra Vírus do Papiloma Humano (HPV) deve ser feita o mais cedo possível. “Sabemos que a vacina é mais eficaz se for feita em idades mais precoces”, explica o pediatra.

Paulo Oom defende também que é uma boa ideia aproveitar as janelas de oportunidade. “Aproveitar outros momentos de vacinação, por exemplo, aos dez anos as crianças têm vacinas que fazem parte do Programa Nacional de Vacinação e, tal como nas raparigas, a vacina foi introduzida nesta idade também aproveitando um momento que já é conhecido de toda a população, as vacinas dos 10 anos, portanto, aproveitando esse momento devemos vacinar os rapazes nessa idade também”.

O pediatra acredita que a melhor forma de prevenir o vírus do papiloma humano é mesmo a vacinação. “A prevenção pode ser feita através do preservativo, mas sabemos que o preservativo não protege 100% dos casos de infeção por HPV e, portanto, aqui a vacinação tem um papel fundamental”, explica Paulo Oom.

Desde 2008, a vacina está incluída no Plano Nacional de Vacinação das raparigas. Sabe-se que a vacinação dos rapazes pode conferir a proteção individual e a proteção indireta dos(as) parceiros(as) e, por isso, a Direção Geral da Saúde já admitiu alargar a vacina aos rapazes.

ouvir a entrevista a Paulo Oom no link:

https://www.tsf.pt/sociedade/saude/interior/vale-a-pena-vacinar-os-rapazes-contra-o-hpv-com-que-idade-9128482.html

 

Pais podem vir a ser penalizados pelo consumo de álcool dos menores – Açores

Março 7, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Insular de 31 de janeiro de 2018.

Alteração à legislação integra estratégia maior do governo regional

A Região está a preparar uma alteração à lei que regula o consumo e a venda de álcool. Pode haver penalizações para os pais cujos filhos menores ingiram bebidas alcoólicas.

Os pais podem vir a ser penalizados pelo consumo de bebidas alcoólicas dos filhos menores. A medida integra a proposta de alteração – que o Governo Regional quer apresentar no parlamento açoriano – ao decreto que regula o consumo e a venda de álcool nos Açores.

A proposta – que prevê, ainda, que a idade mínima para o consumo de álcool passe dos atuais 16 para os 18 anos – integra um plano maior de combate e prevenção ao consumo de bebidas alcoólicas na Região.

O plano foi apresentado ontem, em Angra do Heroísmo. Quer a diretora regional da Prevenção e Combate às Dependências, quer o secretário regional da Saúde consideram tratar-se de um documento inovador.

Pela primeira vez, sublinham os responsáveis, a estratégia une todas as entidades com intervenção no problema.

“Tem a ver com a interligação e a dinâmica desde a prevenção até à reinserção. Trabalhar prevenção de um lado, tratamento do outro, reinserção no outro, torna-se pouco eficaz e, muitas vezes, é dinheiro que é investido, mas que não traz o retorno das vantagens esperadas porque não está articulado. Não estamos só a trabalhar com os agentes que estão na prevenção e no tratamento, mas estamos a trabalhar com os agentes que estão na oferta.

Nós não podemos diminuir a acessibilidade sem os trazer para trabalhar connosco”, disse Suzete Frias.

Rui Luís chama-lhe “estratégia dupla”.

“Esta estratégia para a redução dos problemas ligados ao consumo de álcool tem, a nosso ver, pela primeira vez, uma estratégia dupla, porque vai atacar ao nível dos problemas da oferta e da procura, ou seja, queremos intervir do lado de quem oferece os produtos, como o álcool, bem como do lado da procura e investir bastante ao nível da formação e da sensibilização para esses consumos e com a colaboração de todas as entidades termos uma ação integrada para minorar os problemas relacionados com o consumo de álcool, principalmente com os jovens”, afirmou.

PADRÕES SEVEROS

A estratégia ontem apresentada pela tutela pretende combater e prevenir um problema que é considerado grave nos Açores. A questão não é colocada tanto do ponto de vista da prevalência, mas sim dos padrões de consumo.

“Nós em termos de prevalências estamos abaixo da média nacional, onde nós estamos acima é nos anos de vida potencialmente perdidos por doenças associadas ao álcool, o que significa que temos menos gente a beber, mas quem bebe tem um padrão mais severo e mais grave”, afirmou a diretora regional da Prevenção e Combate às Dependências.

A prevenção mostra-se, de resto, essencial, por um lado para minorar a prevalência de doenças crónicas nos Açores – nomeadamente oncológicas – e, por outro, para evitar outro tipo de consumos aditivos, conforme considerou o secretário regional da Saúde.

“Embora estejamos aqui a falar meramente ao nível do consumo de álcool, nós todos sabemos que, principalmente para os jovens, o álcool é a porta de entrada para outros consumos ao nível dos comportamentos aditivos e dependências e, como tal, achamos que faz todo o sentido que essa aposta comece no álcool”, avançou Rui Luís.

METAS ATÉ 2020

Até 2020, o Governo Regional pretende reduzir em 2% o consumo de alguma bebida alcoólica ao longo da vida nos Açores, as prevalências de consumo de alguma bebida alcoólica nos últimos 12 meses, as prevalências de consumo de alguma bebida alcoólica nos últimos 30 dias, a prevalência de residentes açorianos que nos 12 meses anteriores à entrevista bebeu diariamente pelo menos uma bebida alcoólica; diminuir 8% a percentagem de consumo “binge” numa única ocasião, três ou mais dias por mês;  diminuir o número de condutores mortos em acidentes de viação com uma taxa de alcoolémia superior a 0,5; e reduzir a taxa de anos potenciais de vida perdidos por doenças atribuíveis ao álcool.

A 30ª Gala Internacional dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz decorrerá no dia 15 de julho

Março 7, 2018 às 10:20 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Gala dos Pequenos Cantores, iniciativa pioneira no género, nasceu em setembro de 1979 e, desde então, cumpriu os seus objetivos de que destacamos, a criação e divulgação de temas musicais próprios para crianças e por elas interpretadas, a divulgação dos “Direitos da Criança” e de entidades sem fins lucrativos colocadas ao serviço da criança e o fomento de laços de amizade entre os povos sem distinção de raça, cor, credo, sexo ou origem.

A Figueira da Foz, ao longo destes 29 anos e através da Gala Internacional dos Pequenos Cantores, teve o privilégio de receber mais de 440 participações, das quais cerca de metade estrangeiras, oriundas de mais de quarenta Países da Europa, América, África e Ásia. A 30ª Gala Internacional dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz decorrerá no dia 15 de julho, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.

Deste modo gostaríamos de convidar crianças, entre os cinco e os dez anos de idade a participar, pelo que agradecemos a melhor divulgação do evento junto dos vossos alunos. Mais informamos que a Organização da Gala dos Pequenos Cantores entregará uma comparticipação única de 400 € por canção concorrente e que o prazo de inscrição termina no dia 11 de maio, podendo o regulamento do evento ser consultado AQUI.

Palestra “Parentalidade Positiva” – 14 março em Mafra

Março 7, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

Os piores países do mundo para ser criança

Março 7, 2018 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia da https://www.tsf.pt/ de 15 de fevereiro de 2018.

Lusa

Seis nações africanas estão entre as 10 piores do mundo para se ser uma criança numa zona de guerra, indica um relatório da organização Save the Children divulgado esta quinta-feira.

A Síria encabeça a lista, seguida do Afeganistão, Somália, Iémen, Nigéria, Sudão do Sul, Iraque, República Democrática do Congo, Sudão e República Centro Africana.

O relatório, baseado em dados do Instituto Internacional para a Investigação da Paz de Estocolmo, analisa fatores como ataques contra escolas, o recrutamento de crianças soldados, violações, assassínios e falta de acesso humanitário.

Perto de 360 milhões de crianças em todo o mundo, ou seja, uma em seis, vivem em zonas afetadas por conflitos, segundo o relatório divulgado na véspera da Conferência de Segurança de Munique, no âmbito da qual líderes globais vão discutir políticas de segurança até domingo.

A Save the Children apela aos dirigentes mundiais para fazerem mais no sentido de responsabilizar os autores dos crimes contra as crianças.

“Crimes como estes contra crianças são o pior tipo de abuso imaginável e são uma violação flagrante do direito internacional”, disse Carolyn Miles, presidente da Save the Children.

descarregar o relatório da Save the Children em baixo:

The War on Children: Time to End Violations Against Children in Armed Conflict 


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