Audição da Criança : Guia de Boas Práticas

Fevereiro 8, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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descarregar o guia no link:

https://crlisboa.org/2017/imagens/Audicao-Crianca-Guia-Boas-Praticas.pdf

Violência Juvenil e Bullying na Escola – Debate na Escola EB2,3 Mário de Sá Carneiro, em Camarate, 9 de Fevereiro(18.30)

Fevereiro 8, 2018 às 4:34 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-loures.pt/Conteudo.aspx?DisplayId=3836

Geração Stress : 25% dos jovens sentem-se ansiosos ou stressados diariamente

Fevereiro 8, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do site https://mood.sapo.pt/ de 24 de janeiro de 2018.

Um estudo realizado com jovens entre os 16 e os 24 anos, no Reino Unido, mostra que a nova geração sente muita pressão relativamente aos resultados académicos, mercado de trabalho e devido a questões financeiras.

Um novo estudo realizado pela consultora Mintel sobre estilos de vida saudáveis conclui que são os jovens entre os 16 e os 24 anos que mais sofrem com a ansiedade diária e o stress decorrente de várias áreas da vida. O estudo conduzido no Reino Unido indica que são os resultados académicos, a dificuldade de entrar e permanecer no mercado de trabalho e as consequentes questões financeiras os principais fatores causadores destes sentimentos.

O stress é praticamente universal nos dias que correm. Segundo o estudo, 85% dos britânicos sofrem de ansiedade ou de stress às vezes, com três em cada 10 (29%) a dizerem que sofrem pelo menos três vezes por semana e 15% indica que o sentem todos os dias. Mas são os jovens que estão a vivenciar os mais altos níveis de ansiedade e de stress, pois 25% das pessoas de 16 a 24 anos sentem alguma ansiedade ou stress todos os dias.

Enquanto isso, parece que a idade traz um elemento de calma, já que apenas 9% dos mais de 55 anos dizem que se sentem ansiosos e stressados diariamente e um quarto (25%) diz que não experimenta mesmo nenhum stresse, indica a pesquisa. «Os jovens da Grã-Bretanha estão a sentir pressão em várias frentes, incluindo por fatores académicos, profissionais e financeiros, e em alguns isso está a causar ansiedade e stress diariamente», comenta Richard Caines, analista sénior da Mintel.

Entre as formas mais comuns de lidar com este tipo de sentimentos estão ouvir música (44% no geral e 64% não faixa dos 16-24 anos), caminhar (39%) e comer alimentos reconfortantes (32%), o último aumentando para duas em cada cinco (39%) nas mulheres. No entanto, parece que os consumidores não estão a encontrar tempo suficiente para relaxar, pois apenas um terço (33%) diz que tira algum tempo para relaxar todos os dias. E apesar da importância percebida da saúde mental, apenas três em cada 10 (31%) dizem sentir-se estimulados mentalmente todos os dias, enquanto menos de metade (46%) dos consumidores sentem-se mentalmente estimulados menos de três vezes por semana.

A teoria está, no entanto, apreendida: dormir o suficiente (69%), fazer uma dieta saudável (68%) e exercitar-se regularmente (65%) são classificados como os três principais hábitos para se manterem saudáveis.

Já a prática nem por isso, revela o estudo. Apenas um quinto (22%) dos consumidores diz que dorme o suficiente todos os dias. A faixa etária entre os 45-54 anos (14%) é a que pratica menos quantidades diárias de sono suficiente. Apesar de comer uma dieta saudável é visto como um importante fator de saúde, apenas um quinto (20%) dos consumidores diz que come cinco porções de fruta ou vegetais diariamente. E quanto ao exercício, apenas 14% dos consumidores praticam alguma atividade física diariamente e 26% diz que os faz entre três e seis vezes por semana.

«Os consumidores têm boas intenções de dormir o suficiente, fazerem uma dieta saudável e exercitarem-se regularmente. No entanto, o que acontece na realidade é uma imagem muito diferente. Esta lacuna entre perceção e realidade é realçada pelo facto de que tão poucos consumidores acreditam que são pouco saudáveis para a sua idade», conclui o especialista.

A pesquisa mostra por fim que as pessoas estão interessadas em soluções para corrigir os seus maus hábitos. Dez por cento utilizam aplicações de telemóvel para o efeito e 45% estão interessados em faze-lo. E são a camada mais jovem a mais interessada neste tipo de soluções, exatamente 57%. Veja agora, na galeria no início do artigo, alguns sinais de como o stress se pode estar a transformar em depressão.

mais informações na notícia da Mintel:

Generation stress: 25% of UK 16-24s feel anxious or stressed every day

 

 

Férias de Carnaval no Museu Coleção Berardo

Fevereiro 8, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://pt.museuberardo.pt/educacao/atividades/pablo-picasso-e-suas-mascaras

Nasceram menos sete crianças por dia em 2017

Fevereiro 8, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.dn.pt/ de 10 de janeiro de 2018.

Dados do Ministério da Justiça registam que há menos 2702 crianças em 2017 do que em 2016, uma diferença de, em média, menos 7,3 bebés por dia

António nasceu em dezembro e, não fossem as cólicas, seria sempre um anjinho, do tipo “come e dorme”. Não foi planeado, até porque os pais nem este ano dariam esse passo. “Melhor assim, foi a melhor coisa do mundo e preparámos tudo durante a gravidez”, diz a mãe, Madalena, de 31 anos. E já fazem contas ao segundo filho. O bebé, agora com um mês e uma semana, nasceu num ano em que Portugal voltou a ter menos crianças, recuando, aproximadamente, até aos números de 2015 (85 500 nascimentos).

Dados do Ministério da Justiça registam que há menos 2702 crianças em 2017 do que em 2016. Os registos e notariado indicam 88 150 nascimentos no ano passado, quando no período anterior eram 90 852, uma diferença de, em média, menos 7,3 bebés por dia. E, apurou o DN, os testes do pezinho revelam também uma descida, informação que deverá ser hoje disponibilizada pelo Instituto Nacional Ricardo Jorge.

As duas fontes de informação chegam à mesma conclusão: depois de dois anos em que a taxa de natalidade aumentou, os portugueses voltaram a ter menos crianças. Diferenças na ordem dos dois/três mil nados-vivos, o que para os especialistas são naturais na evolução demográfica da sociedade portuguesa (ver entrevista).

Acrescentam que a subida nos anos anteriores correspondem à recuperação das crianças “adiadas” nos anos da crise. A realidade deste ano é consequência do adiar da maternidade, do facto de haver menos mulheres em idade fértil, de uma migração negativa, da não divisão de tarefas domésticas e da falta de apoio à 1. ª infância.

Madalena Vilela sempre quis ter filhos e disse que seria mãe aos 30. “Quase, fui aos 31, mas ultimamente até dizia que seria mais tarde ao ver o exemplo das minhas amigas.” Só que a vida sentimental deu uma volta de 360 graus, precisamente quando em 2016 foi de férias à Madeira, berço da sua família materna. Conheceu o António Morgado, 32 anos, que até é de Aveiro, apaixonaram-se e ela trocou Lisboa pelo Funchal.

“Namorávamos há três meses quando soubemos que estava grávida, conversámos e decidimos ter a criança. E preparámo-nos para a sua chegada, por exemplo, o Tozé (o diminutivo do companheiro) deixou de fumar, fazíamos programas mais calmos que se adaptassem à minha situação de grávida e ao novo membro da família, tudo muito tranquilo e assim tem continuado”, conta Madalena.

Ajuda a sua atividade profissional, a comunicação digital de uma startup portuguesa para a qual já trabalhava em Lisboa. Tinha, entretanto, acumulado com outro emprego na ilha, que deixou. O companheiro é chefe de sala de um grande grupo hoteleiro, trabalha perto de casa, o que permite estar mais vezes com o filho. A mãe irá tirar 120 dias de licença de parto, o pai vai ficar o último mês com o António. Nome que o bebé herdou do avô paterno e que se repete nas gerações seguintes.

O casal entende que os irmãos não devem ter uma grande diferença de idades e querem o segundo filho. “Gostaríamos que nascesse dentro de um ano e meio”, explica Madalena. E ficam por aqui? “Eu teria o terceiro, o quarto e o quinto, mas ficaremos por aqui na primeira ronda, depois logo se vê.”

Portugal tem vindo a registar grandes quebras de natalidade desde 1976 (ver gráfico), quando havia mais do dobro de nascimentos do que atualmente. A taxa de natalidade recuperou um pouco nos últimos cinco anos da década de 90 do século passado, sendo a partir daí que se verifica o maior declínio. Mas o grande salto negativo aconteceu nos anos da crise económica, registando quase menos 20 mil nascimentos entre 2010 e 2013. É em 1982 que deixa de haver substituição de gerações em Portugal, ou seja, 2,1 nascimentos por mulher em idade fértil. É o índice sintético de fecundidade e que em 2017 volta ao 1,3, o mais baixo da UE, média também de Espanha, Grécia, Chipre e Polónia.

 

 


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