Projeto Europeu MaPchIPP – Multidisciplinaridade na Proteção à Criança

Agosto 28, 2017 às 1:02 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) tem por objetivo principal contribuir para o desenvolvimento integral da criança, na defesa e promoção dos seus direitos, sendo a criança encarada na sua globalidade como sujeito de direitos na família, na escola, na saúde, na segurança social e na justiça.

Pretende estimular, apoiar e divulgar o trabalho de todos aqueles que se preocupam com a procura de novas respostas para os problemas da Criança em Portugal, assim como colaborar com instituições congéneres, nacionais e estrangeiras.

O IAC integra desde 2016 o projeto MAPChiPP – projeto europeu para o desenvolvimento da formação de competências multidisciplinares na área da Proteção da Criança -, que é liderado pela associação congénere Alemã “DIJuF”, em colaboração com parceiros experientes da Estónia, Holanda e Hungria. Foi desenvolvido um programa de formação que vai ser testado também nos países dos parceiros associados, nomeadamente, Portugal, Finlândia, Roménia e Reino Unido.

Convidamos agora todos os interessados a registarem-se em www.mapchipp.com para que possam obter mais informações sobre o projeto, usufruir de um arquivo de materiais e recursos na área da proteção da criança e integrar uma rede de profissionais de diferentes países.

Para mais informações consulte o flyer MAPChiPP-Flyer_PT e registe-se em www.mapchipp.com/register.

Teríamos o maior gosto em contar com a sua participação. É muito importante que um grande número de profissionais da área da proteção à Criança dê a sua contribuição. Só assim teremos o êxito desejado, que se traduzirá em mais conhecimento e melhores procedimentos no nosso cotidiano.

Com os melhores cumprimentos,

A Presidente da Direção

(Maria Dulce Rocha)

 

 

Sabe de que forma os brinquedos do seu filho influenciam o seu futuro?

Agosto 28, 2017 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do https://ionline.sapo.pt/ de 16 de agosto de 2017.

Shutterstock

Até a forma como brincamos com a criança assenta em estereótipos.

As meninas costumam brincar com peluches cor-de-rosa e os meninos com carrinhos. Poderão estes hábitos ter impacto no futuro? Estudos dizem que sim: os bebés que brincam com brinquedos que ajudama  desenvolver para uma maior sensação espacial ou que estimulam a confiança física – como carros, robôs, pequenos puzzles, etc – costumam dominar profissões onde estas características são imprescendíveis. Características essas que estão mais associadas ao sexo masculino do que feminino.

Assim, este tipo de empregos costuma ter muito mais homens do que mulheres. Mas será que os pais ou os educadores têm influência nesta situação?

A BBC fez um teste e colocou um bebé do sexo masculino com roupas de menina e vice-versa. Edward passou a ser Sophie e Marnie ‘transformou-se’ em Oliver. Os adultos que interagiram com eles posteriormente não sabiam os seus verdadeiros nomes de julgaram que Sophie era,d e facto, uma menina, e Oliver um menino.

Na experiência é possível ver que os educadores oferecem a Oliver brinquedos como robots, peças para montar, e dão –lhe ainda um triciclo e um pequeno pónei para montar. Já Sophie temd e interagir com fantoches e peluches, brinquedos que não estimulam tanto o desenvolvimento cerebral.

Quando se aperceberam da mudança de roupas e de nome, entenderam que a forma como brincam com as crianças baseia-se também em estereótipos e pode ter uma grande influência no seu desenvolvimento.

 

 

Que sociedade queremos para os nossos filhos?

Agosto 27, 2017 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto publicado na http://visao.sapo.pt/ de 14 de agosto de 2017.

Aqui ficam algumas dicas de como promover a responsabilidade e a consciência social no seu filho – dos 5 aos 10 anos – usando o exemplo japonês

heguei a um extremo. Ao Extremo Oriente. De facto quando mudamos de continente não mudamos só de língua. Mudamos de comida e de forma de comer – aqui come-se cru e não cozinhado e os talheres dão lugar a “pauzinhos” –, mudamos a forma como vivemos a estação do ano – aqui chove no verão e usam-se sombrinhas – e até mudamos de mentalidade – mais importante do que aprender a tabuada, as crianças devem aprender a ser cidadãos responsáveis e contribuintes para uma harmonia social. Cheguei ao Japão.

Se na última crónica falei da importância da espiritualidade na educação das crianças, com histórias de Serra Leoa e Portugal, hoje exploro a importância da consciência de responsabilidade para a harmonia social na educação das crianças, a sociedade dos nossos filhos. O Japão tem cerca de 127 milhões de pessoas. Em cada 100 japoneses, 64 têm entre 15 e 65 anos, 23 japoneses têm mais de 65 anos e apenas 13 têm entre os 0 e 14 anos. Talvez seja devido a número que está a ser tão difícil entrevistar crianças japonesas para recolher as suas dicas sobre responsabilidade.

Tenho a teoria que somos pouco tolerantes a mistérios e por isso criamos mitos para nos tranquilizar. Em relação ao Japão isto é gritante. Tratando-se de uma cultura tão diferente, especialmente na forma como (inter)agem uns com os outros e com o mundo, ouvi uma série de comentários estranhos quando anunciei que o Japão faria parte do “Kids” (saber mais em http://www.mariapalha.com).

Há medida que cá estou identifico algumas causas para estes mistérios sociais.

O primeiro talvez seja ao nível religioso, os japoneses nascem xintoístas e morrem budistas ( o que a meu ver pode estar na base de uma sociedade tolerante e pouco moralista), depois o facto de ser uma nação em uma ilha, sem fronteiras diretas com outros países. Em seguida o facto de, até à Segunda Guerra Mundial, o país não ter sofrido muitas influências exteriores ou até ao início do século passado a maioria dos japoneses viver em comunidades rurais. As questões geográficas também têm influência com certeza: a maioria do território do país é montanhoso, e por isto as poucas áreas planas são onde as muitas pessoas se juntam para viver, vivendo literalmente, em cima umas outras.

Uma enorme densidade populacional ou pequenas comunidades rurais, não deixam espaço para excentricidades ou caprichos individuais. A harmonia social e a identidade de grupo surgem como uma forma de sobrevivência. Sem a clara noção do impacto que se tem no outro, sem que todos contribuam responsavelmente para o bem-estar do próximo, a com(vivência) no território Japonês seria impossível.

Esta harmonia social e identidade de grupo sente-se de várias formas, mas no crossing de Shibuya em Tóquio (um cruzamento atravessado pelo maior número de pessoas do mundo) vê-se a olhos nus ou direi a sentidos nús? Vê-se por exemplo, no sentido de oportunidade do japonês, que é marcado em cada interação. Nos diversos aromas (nem demais, nem de menos). Através dos sons (o silêncio na correria ou as músicas harmoniosas enquanto o sinal está verde) nas aparências (indumentárias á base de preto e branco para não destoar e ninguém se sentir mal). Nas paisagens que mais parecem um suave patch work organizado pela mão humana.

Aqui cada um é peça fundamental para a conciliação de ideias e emoções verdadeiras que podem produzir sensações de bem-estar ao grupo. Um por todos e todos por Um “seria o mantra dos japoneses.Ao contrário do mantra revelado pelo inquérito feito à população portuguesa, da Universidade Católica, em 2014, que mostra que a sociedade portuguesa está cada vez mais “Cada um por si, e salve-se quem puder” ou as revelações feitas no livro escrito pela jornalista Marisa Moura que tenta responder à pergunta “O que é que os portugueses têm na cabeça?” e onde através de vários inquéritos, pensadores e histórias, revela um Portugal com uma enorme InConsciência coletiva, o que significa menos atos civicos, mais individualismo e maior preocupação em chegar mais além, por si e para si. Tal como veio reforçar o Expresso em 2014 através do artigo de Diogo Agostinho.

Como podemos reverter este ciclo?

Ganhando cada vez mais consciência da nossa responsabilidade e no impacto que podemos ter nos outros, nas ações que podemos escolher ter para contribuir para o bem-estar dos que nos rodeiam. E por isto, uma das perguntas que faço às crianças para introduzir a responsabilidade é qual seria a primeira lei que criavam se fossem eleitos o Rei/presidente do mundo.

Em Portugal, o Diogo de 8 anos disse-me “todos deviam andar de skate e apanhar ar”, a Inês de 6 anos, acrescentou “acho que todos deviam proteger a natureza e cuidar das florestas, é dela que vivemos”, e a Shi, japonesa de 9 anos, dizia que todos devíamos nascer especialistas de chopsticks (“pauzinhos”), pois assim não havia discriminação”. O isac de 8 anos defendia “que devíamos cuidar da nossa escola, da nossa comunidade e da nossa família”.

No Japão a responsabilidade e harmonia social são levadas muito a sério, e para isto as crianças, desde cedo, que as praticam. Quando digo cedo, falo do facto de desde os 3 anos que vão sozinhas para a escola, podendo assim ter um contacto direto com a comunidade. Por seu lado, os pais juntam-se a grupos de atividades comunitárias, os Kodomo Kai, e têm como objetivo desenvolver atividades que promovam o bem-estar comunitário, melhorem algumas condições do bairro e ainda ajudem a criança a aprender a ter atos cívicos.

Os kodomo kai (grupos de pais e filhos) têm atividades como recolha de lixo, reciclagem, distribuição de roupas ou até ensinar ao grupo das crianças a agradecer a um estranho que lhe faça uma boa ação. Aos 5 anos as crianças entram para a escola e as expetativas sobre estas, mudam. Eles vão agora, em contexto protegido, aprender a ser bons cidadãos, cidadãos cívicos. E por isto, ao longo do primeiro ciclo, não há matéria escolar nem testes, há sim, uma serie de práticas, cujo o objectivo é ensinar a esta criança, a ser um cidadão civicamente ativo. Alguém consciente de que é responsável por contribuir para a harmonia social da sua escola, na sua comunidade e na sua família. Apenas no 5º ano as crianças começam a sua vida de testes e matérias. “Afinal de que vale ser um ótimo aluno, se não apanha o seu próprio lixo, se não diz obrigado, se não ajuda um amigo triste?” Perguntava-me a Akiro enquanto me explicava algumas destas coisas.

E como o nosso currículo de primeiro ciclo ainda não segue as linhas japonesas, aqui ficam algumas dicas de como promover a responsabilidade e consciência social no seu filho – entre os 5 e os 10 anos:

Entre os 4 e 5 anos é esperado que as crianças consigam: arrumar a cama, por a roupa na máquina, guardar a roupa, ajudar a pôr a mesa, limpar o pó, regar as plantas, incentivar a pequenos atos generosos em casa, como agradecer, partilhar e ajudar nas tarefas que contribuem para o bem estar de todos.

Entre os 6 e 8 anos é esperado que as crianças consigam: Lavar a loiça, pôr e levantar a mesa, varrer, aspirar, guardar as compras, pendurar a roupa no estendal, voluntariar-se para ajudar na escola.

Entre os 9 e 11 anos: Preparar lanches rápidos, limpar os móveis, ajudar a fazer o jantar, guardar a loiça, fazer a lista de supermercado, ajudar um adulto que precise ajuda

Ao nível emocional:

Entre os 4 e 5 anos a criança vai imitar o que fizer e é importante demonstrar generosidade: Explicando as decisões generosas que vai tomando, por exemplo “comprei duas cópias do livro e vou dar um deles á tua tia, porque ela me disse que também gostava muito”. Agradecer, sorrir, dar passagem, ajudar alguém que esteja a precisar e até, promovendo comportamentos menos egoístas “hoje vamos fazer gelado, o teu amigo joão adora gelado, vamos convida-lo para vir cá comer a sobremesa?” Elogiar sempre que a criança tem uma demonstração generosa “foste muito generoso em partilhar o brinquedo com o teu irmão”

Ao nível de generosidade na comunidade: a melhor forma de a transmitir e viver, é sem dúvida através de voluntariado. Existem muitos grupos de voluntariado de famílias nas freguesias. Inscrevam-se, passem tempo de qualidade em família e contribuam para o bem-estar da sua comunidade.

Entre os 6 e 8 anos: Nesta fase a criança deve entender que generosidade é mais que partilhar os seus brinquedos.

É durante este período que as crianças começam a desenvolver empatia e a ter a capacidade de se colocar no lugar dos outros, por isto, a exigência em relação à forma como ajudam quem está a precisar de ajuda, como se preocupam como o amigo que está triste pode sem aumentada.

Entre os 9 e 11 anos: A dica para promover a generosidade nestas idades é uma regra de 3 simples:

1 – Faça você mesmo: a criança vai tender a imitar

2 – Fale sobre isso: importante falar sobre atos generosos e debatendo em diversos momentos

3 – Encoraje e dê reforço positivo sempre que haja um ato generoso.

Boas praticas, mas cuidado com extremismos, não deixemos que as nossas crianças se tornem adultos demasiado cedo.

No Japão o sentido de responsabilidade é tão elevado e intrínseco que as pessoas recorrem “ao melhor lugar do mundo para morrer” (uma floresta na base do Mt Fuji onde vão para cometer suicído e assim tomar responsabilidade sobre as suas vidas e deixar de ter impacto negativo na vida dos outros).

Mais amor por favor.

 

 

 

Crianças preferem livros ao YouTube na Alemanha

Agosto 26, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://exame.abril.com.br/ de 13 de agosto de 2017.

Mais de 60% das crianças entre 6 e 13 anos alemãs têm a leitura como forma de entretenimento principal no país europeu

Por Daniela Barbosa

São Paulo – Avessas às novas tecnologias, as crianças na Alemanha gostam de passar o tempo lendo livros, revistas e histórias em quadrinhos. Pelo menos foi isso que apontou uma pesquisa publicada recentemente e realizada pelas editoras Panini, Gruner + Jahr, Egmont Ehapa Media, Spiegel e Zeit.

De acordo com o estudo, que ouviu cerca de 2000 famílias, mais de 60% das crianças entre 6 e 13 anos preferem a leitura como forma de entretenimento principal no país europeu. Isso não significa, no entanto, que elas não acessem a internet; mas quando acessam somente 30% delas assistem vídeos no YouTube e outros 28% gostam de jogos online.

Para os pais ouvidos na pesquisa, o gosto pela leitura está relacionado principalmente ao incentivo que as crianças costumam receber em casa e na escola. Eles costumam mostrar que o hábito tem o poder da ativar a criatividade.

Outros dados

A leitura só não aparece como passatempo preferido entre as crianças de 4 e 5 anos que participaram do levantamento. Nesta faixa etária, a televisão acabou sendo o melhor mecanismo de entretenimento dos pequenos, que muitas vezes estão ainda em processo de alfabetização – o que justificaria tal porcentagem.

Já tecnologias que estão caindo em desuso, como o DVD, são apreciadas apenas por 15% das crianças.

Outro dado que chamou atenção foi o uso de celulares entre as crianças por lá. Menos de 40% delas possuem um aparelho na faixa etária entre 6 e 9 anos. Já 84% das crianças maiores, entre 10 e 13 anos, têm celular no país.

 

 

Cuáles son las apps imprescindibles para profesores y docentes?

Agosto 25, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.educaciontrespuntocero.com/

por Pablo Espeso

Por aquí ya hemos hablado en alguna ocasión de los recursos imprescindibles para un profesor: páginas web, plataformas o sitios en los que encontrar ideas, actividades y, en general, todo tipo de materiales para usar en clase. También tenemos ideas para asignaturas más específicas, pero no nos habíamos parado a pensar en todos aquellos docentes que, día a día, utilizan su smartphone o tablet en el aula. ¿Cuáles son las apps imprescindibles para cualquier profesor?

La realidad es que una buena parte de la vida en el aula puede realizarse exclusivamente con un teléfono móvil, o con una tableta. A través de un dispositivo como estos pueden gestionarse notas y asistencia o comunicarse con las familias, realizar presentaciones, trabajos o tomar notas, crear tu propio contenido exclusivo para tus alumnos o incluso evaluar a través de herramientas de gamificación. A continuación encontrarás una selección de apps que hacen más llevadera la vida del docente: son las apps imprescindibles para profesores.

Un LMS

A medida que las TIC han ido adentrándose en las aulas, cada vez son más las plataformas de aprendizaje adecuadas a este nuevo contexto. Se les llama LMS, Learning Management System, y permiten que los alumnos puedan visualizar contenido volcado por un profesor en un portal web. De este modo podrán acceder a todo tipo de recursos alrededor de una asignatura, materia o lección.

Ejemplos hay muchos pero siempre es recomendable seguir algunas pautas para elegir el más adecuado a nuestro entorno: Edmodo, Google Classroom, Moodle… son solo algunos de los más reconocidos, y prácticamente todos tienen apps para poder gestionar la información desde otros dispositivos. Además, también muchos de ellos permiten la comunicación con las familias, una característica cada vez más deseada en la era digital.

Almacenamiento en la nube

Cada vez son más frecuentes los sistemas de almacenamiento en la nube que nos permite compartir cualquier tipo de archivo, entre diferentes dispositivos, así como por supuesto categorizar y organizar información, ya sea para un uso personal o incluso para enviársela a nuestros alumnos.

De nuevo, plataformas de almacenamiento en la nube hay muchas, decenas de diferentes servicios que podemos adecuar a nuestros intereses. Algunos más conocidos como Dropbox o OneDrive, y otros más minoritarios pero que merece la pena estudiemos para poder incorporarlos a nuestro día a día como docentes.

Apps de ofimática

Lo que antaño era exclusivo de ordenadores ahora ha abierto un nuevo mundo de posibilidades a través de smartphones y tablets. Existen innumerables apps de ofimática con las que, además de abrir y visualizar ficheros que nos envíen, también podemos editar y personalizar los nuestros propios. Edición de textos, hojas de cálculo, bases de datos…

En esto siempre ha existido una suite de cabecera: Microsoft Office que en esta nueva etapa está dominando el mercado de la ofimática con Office 365, compuesta por los programas que conocemos de siempre (Word, Excel, PowerPoint) junto con algunos añadidos como OneNote u Outlook para el correo electrónico. Todo en formato de app o accesible a través de un navegador o del software más tradicional.

Junto a Office 365 han ido apareciendo unas cuantas alternativas que merece la pena plantear: Google Drive, Apple iCloud o varias decenas de diferentes alternativas que podemos encontrar en las respectivas tiendas de apps.

Para las presentaciones

Tener un proyector o una pizarra digital en clase es algo cada vez más habitual, y una de las cosas que podemos hacer para aprovechar al máximo estas tecnologías es utilizarlas para mostrar contenido: presentaciones, por ejemplo, en formato digital.

Si te interesa crear tus propias presentaciones para morstrarlas en el aula, entonces necesitarás una app que te permita crearlas directamente desde el tablet o el smartphone: al igual que sucede con las suites de ofimatica, también existen multitud de apps con las que crear presentaciones para clase. Por ejemplo el conocido PowerPoint, pero también alternativas más visuales como Prezi, que tiene algunos resultados increíbles.

Estas apps en ocasiones te permiten elaborar desde cero la presentación, y otras veces solo mostrarla y proyectarla. Puede que lo tengas que hacer a través de un cable o, más cómodo, de forma inalámbrica. Sea como fuere, al docente del siglo XXI le ayudará saber que todo esto puede hacerlo desde el dispositivo de su bolsillo.

Para tomar notas

No solo nuestros alumnos deben tomar notas en él aula. Para los docentes surgen numerosas oportunidades a lo largo del día en las que una libreta vendría de maravilla para tomar apuntes, recoger información (por ejemplo, de una prueba de evaluación, de un debate…). Por supuesto, también hay apps para ello.

Ejemplos hay muchos. OneNote, de Microsoft, cumple con esta misión: tomar notas, compartirla e incluso editarlas de forma colaborativa entre varios profesores o alumnos. Y no se ciñe exclusivamente a notas de texto: también reseñas imágenes o vídeos, enlaces a páginas web o incluso dibujos hechos a mano, o con un lápiz digital.

Otra de las opciones más representativas en lo que a apps para tomar notas se refiere es Evernote, aunque como decimos hay muchas más de donde elegir.

Apps de diseño

Otra grata posibilidad que los nuevos dispositivos móviles han traído a cualquier usuario son aquellas que permiten dar rienda suelta a nuestra parte más creativa: diseñar, editar imágenes, crear infografías… en definitiva, crear imágenes digitales.

De nuevo las posibilidades se cuentan por decenas e incluso podemos subdividirlas en diferentes categorías: para dibujar, para crear infografías o para editar vídeo. Aquí hay que hacer un importante estudio previo para pensar qué es exactamente lo que quiere el docente, y con ello buscar aquella app que mejor se adecue a sus intereses.

Juegos y concursos

La gamificación tiene su espacio en clase, y además de divertir al docente también le sirve para evaluar. Aplicaciones como Kahoot o Trivinet permiten plantear un ‘concurso’ y que los alumnos se unan a participar. Son solo dos de los muchos ejemplos de plataformas para evaluar a nuestros estudiantes, la mayoría de ellas desde nuestro teléfono móvil.

El profesor es el encargado de crear el juego de preguntas y respuestas, ya sea a través de un dispositivo móvil o desde el ordenador; una vez lo tenga, puede enviárselo a sus alumnos para que estos participen. La muchas de estas plataformas tienen la respectiva app que podemos descargar e instalar para acceder directamente a todo el contenido, y junto con todas las demás herramientas permiten redondear este ‘pack’ de apps imprescindibles para docentes.

 

 

 

Faltam apoios e também futuro aos jovens que passaram por casas de acolhimento

Agosto 25, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 13 de agosto de 2017.

2513 jovens saíram de centros de acolhimento em 2016 Paulo Pimenta

Novo programa com sede em Coimbra está a acompanhar cerca de 100 jovens que estiveram no sistema de acolhimento. Para o investigador João Pedro Gaspar, são um exemplo vivo das falhas do sistema actual.

Clara Viana

Foi retirado à família, esteve em instituições de acolhimento, regressou ao agregado familiar, mas no final de Julho recorreu ao apoio da Plataforma de Apoio a Jovens Ex-Acolhidos (PAJE) para sair daquela casa que “o estava a desgraçar”. Tem 23 anos. Na família tudo continuava na mesma: desemprego, alcoolismo, violência doméstica.

O caso é relatado ao PÚBLICO pelo investigador da Universidade Coimbra, João Pedro Gaspar, que em 2016 fundou a PAJE depois de ter trabalhado anos com instituições de acolhimento (que recebem crianças e jovens que são retiradas às famílias por estarem em risco) e de ter seguido, para a sua tese de doutoramento, o percurso de jovens acolhidos que tinham como projecto de futuro a construção de uma vida independente. A maioria falhou.

De acordo com os resultados do último relatório Casa — Caracterização Anual da Situação de Acolhimento de Crianças e Jovens, divulgado no final de Julho pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social, o mesmo se passou com muitos dos 2513 jovens que saíram dos lares em 2016. Só 15,7% conseguiram levar por diante um projecto de autonomização. A maioria regressou à família.

Este foi também o destino de vários dos cerca de 100 jovens que já pediram apoio à PAJE porque o regresso ao agregado familiar não resultou.

“Voltaram a ser vítimas dos pais quando arranjaram emprego e estes lhes extorquiram o ordenado ou os ‘empurraram ’ para a prostituição”, refere o investigador de Coimbra.

Falhas do sistema

Para João Pedro Gaspar, estes desfechos são um exemplo das “falhas que há no sistema e que devem ser colmatadas com urgência”, a começar pela criação de um programa de seguimento dos jovens que terminam a sua experiência de acolhimento. A existência de um programa destes “fará grande diferença na vida destes jovens, contribuindo para transições positivas e para a sua autonomização bem-sucedida”, defende.

A autonomização é o projecto de vida de 36% das 8175 crianças e jovens que estavam em lares de acolhimento em 2016, mas sem apoio de retaguarda a sua concretização é “terrivelmente difícil e praticamente impossível”, alerta João Pedro Gaspar, lembrando que no próprio relatório Casa se chama a atenção para o facto, quando se refere o seguinte: “Nenhum jovem oriundo de população não acolhida se torna autónomo aos 21 anos, pelo que estes jovens, pelas circunstâncias em que viveram e em que vivem (maioritariamente sozinhos) dificilmente possuem capacidade para uma autonomização plena naquela idade.”

A maioria dos que pediram apoio à PAJE têm idades entre os 22 e os 30 anos. Cerca de 53% recorreram a este programa, que tem sede na Universidade de Coimbra, em busca de apoio psicológico e/ou aconselhamento, 35% são pedidos assistencialistas: porque precisam de comer, vestir-se, medicar-se ou porque necessitam de apoio judicial, ajuda para entrevistas de emprego ou até para saber como fazer comida. Os outros 12% procuram a PAJE por ambas as razões (apoio psicológico e assistência).

“Uns foram para a família e não resultou; outros saíram para a autonomia e correu mal… outros têm problemas graves de doença mental/psiquiátrica e vieram sem qualquer acompanhamento ou foram entregues a familiares que, também eles, sofrem do mesmo problema”, relata João Pedro Gaspar, que aponta para um perfil comum: “Autonomização mal sucedida, ‘desaparecimento’ das instituições e falta de rede de suporte.”

Segundo os dados do relatório Casa, mais de metade dos jovens que estavam acolhidos em 2016 tinham sido alvo de medidas de protecção quando viviam com a família e muitos deles já tinham estado acolhidos antes. Ou seja, já tinham sido retirados dos agregados familiares, colocados em instituições, regressado de novo às famílias para serem depois novamente retirados.

João Pedro Gaspar aponta a propósito outra que considera ser uma das “falhas” do sistema: “Enquanto a criança/jovem permanece no acolhimento nem sempre se trabalha com as famílias e quando isso acontece por vezes é feito por equipas separadas ou seja, as equipas que trabalham com os jovens não são as mesmas que trabalham com os agregados. Não é feito um trabalho conjunto – família, jovem, ‘sistema’ – visando o futuro projecto de vida do jovem.”

Quanto às casas de acolhimento, João Pedro Gaspar defende que “é preciso promover a sua qualidade, que está muito aquém do desejado”. Refere a propósito que a sua “heterogeneidade é quase tão grande como a das mais de 8000 crianças acolhidas” e que por isso, à semelhança do que sucede com a família onde se nasce, o factor sorte tem um papel a desempenhar: muito depende das instituições onde as crianças e jovens são colocados e, “principalmente, dos cuidadores que com eles privam”.

descarregar o relatório mencionado na notícia no link:

http://www.seg-social.pt/documents/10152/15292962/Relatorio_CASA_2016/b0df4047-13b1-46d7-a9a7-f41b93f3eae7

Quando um jovem decide deixar de viver

Agosto 25, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto publicado na http://visao.sapo.pt/ de 15 de agosto de 2017.

ROBERTO SCHMIDT

Patrícia Fonseca

No espaço de três meses, três alunos da mesma escola secundária mataram-se da mesma forma, debaixo de comboios na zona Oriental de Lisboa. A VISÃO teve acesso a um inquérito realizado a 150 colegas das vítimas.

Antes de entrarem na estação de Braço de Prata, em Lisboa, os comboios descrevem uma pequena curva. Quem está na plataforma pode vê-los surgir, a uma centena de metros, como se brotassem das entranhas da Terra. Quase todos desaparecem na outra ponta do horizonte de forma tão rápida como apareceram – são Intercidades e Alfas Pendulares que seguem para a Gare do Oriente.

Naquele início de tarde tórrido de maio, Bruna saiu da escola à hora de almoço, meteu-se por um atalho de terra batida e, em poucos minutos, chegou à linha de caminho de ferro. Quando o maquinista entrou na curva, viu-a no meio da via, caminhando de forma aparentemente descontraída e desligada do mundo, de costas para o comboio. Naqueles breves segundos, em que travou a fundo, vários passageiros aperceberam-se do que estava prestes a acontecer. Entraram todos em pânico, ficaram depois em estado de choque. Não havia como evitar o pior.

A menina de 14 anos teve morte imediata. A polícia chegaria depois para recolher o seu corpo, na zona da curva traiçoeira, bem como os ténis e a mochila da escola, abandonados ao lado da linha. Nessa altura, ainda não sabiam – não podiam saber –, que aquela tragédia estava longe de ter sido um acidente. Bruna tinha decidido morrer assim.

A maldita baleia azul

As marcas de automutilação no seu corpo, bem como as informações recolhidas posteriormente pelas autoridades junto da família e de amigos, levaram a classificar a sua morte como suicídio – e como o primeiro caso fatal devido ao “jogo” Baleia Azul, tal como viria a ser revelado no programa Sexta às 9, da RTP. O inquérito à sua morte, tal como todos os que estão sob investigação relacionados com o fenómeno do chamado “jogo da morte”, está nas mãos da Unidade de Combate ao Crime Informático da Polícia Judiciária e da Direção Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), por determinação da procuradora-geral da República. Estavam em investigação cerca de 20 casos em maio mas, neste momento, o Ministério Público e a PJ, contactados pela VISÃO, preferem não adiantar quaisquer pormenores sobre a evolução da situação.

Bruna estaria deprimida, já tinha tentado suicidar-se antes e, por esse motivo, uma familiar próxima tinha-a levado às urgências do Hospital D. Estefânia, alguns dias antes. Medicaram-na com tranquilizantes e enviaram-na para casa, com uma carta dirigida ao médico de família, para que este a referisse para ser mais tarde atendida nos serviços de Pedopsiquiatria. Os seus problemas familiares eram conhecidos na escola e na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco da sua área de residência, onde estava referenciada desde fevereiro.

A cadeira vazia

Naquele 15 de maio, Bruna tinha ido à aula de Português. Desde então, e até ao último dia de aulas, na semana passada, a sua professora não conseguia deixar de olhar para a sua cadeira vazia com um misto de tristeza e inquietação.

“Quando há um aluno que vem à escola de manhã e de tarde se suicida, o mundo fica do avesso e o professor questiona a sua função e, pior ainda, questiona-se a si próprio”, diz Carmo Machado. Até porque esta não era a primeira aluna da Secundária D. Dinis a acabar com a sua vida neste ano letivo. Foi a terceira. Três mortes em sequência, que ocorreram da mesma forma, nas linhas de comboio da zona de Lisboa, em três meses seguidos.

Em março, Tiago, de 16 anos, a frequentar o 11º ano, atirou-se para a frente de um comboio depois de deixar uma longa carta à mãe, onde explicava que a sua decisão não era culpa dela, nem de ninguém. Ele simplesmente não gostava de si e da sua imagem. Sonhava ser modelo mas tinha uma deformação no rosto devido a um problema de saúde, acreditava que só iria piorar com a idade, e não queria viver assim.

Em abril, Tiago, de 17 anos, no 12º ano na área de Economia, pôs termo à vida na mesma linha férrea. As autoridades policiais ainda consideraram a hipótese de poder ter sido sugado para a linha devido à velocidade a que o comboio circulava, mas tudo indica que se atirou devido à depressão que sofria, sendo acompanhado por um psiquiatra. Também ele terá deixado uma nota suicida à família, segundo os seus amigos.

“Cada vez mais me convenço de que a primeira tarefa de um professor é trabalhar a relação humana com os seus alunos, mostrar-lhes novas perspetivas de vida, deixar uma semente de mudança em alunos que dela necessitam avidamente. Jovens adolescentes a quem, por vezes, falta quase tudo: famílias estruturadas, ambientes propícios à aprendizagem e à curiosidade para aprender, autoestima, autoconfiança e até comida…”, refere Carmo Machado.

E a escola, sabe-o bem, pode ser um lugar de grande solidão. “No meio de centenas de jovens barulhentos, há sempre um silêncio intransponível dentro de alguns. Quantas vezes, numa aula em frente a três dezenas de seres fervilhantes de vida, de sonhos e de mágoas, não me senti impotente para conseguir chegar a todos? Quantas vezes não me apeteceu simplesmente ignorar o programa? Destruir o manual? Sair da sala com eles para as ruas da cidade? Explicar-lhes que a vida é dura e difícil, injusta muitas vezes, implica ganhos e perdas, mas vale a pena ser vivida até ao fim. Sem batota.”

O que fazer?

Formalmente, não existem diretivas do Ministério da Educação sobre a forma como os professores, ou as escolas, devem agir em casos de suicídio. Cada instituição atua em função dos meios que dispõe e, claro, da sensibilidade das direções. A Direção-Geral de Educação, em resposta à VISÃO, esclarece apenas são promovidas ações de “Promoção da Saúde Mental” ao longo do ano em várias escolas, em articulação com a Direção-Geral de Saúde, e que “nos casos de depressão ou da manifestação de qualquer outra sintomatologia no âmbito da saúde mental, o psicólogo escolar deve avaliar a situação e, se necessário, articular com os serviços de saúde competentes”. No caso da D. Dinis, há um psicólogo (da área educativa, não clínica) para cerca de mil alunos.

A VISÃO sabe que, apesar do Plano Nacional de Prevenção do Suicídio 2013-2017 destacar as escolas como um terreno privilegiado de ação, não foram disponibilizados meios adicionais para a D. Dinis lidar com a morte destes três alunos. Foi apenas recomendado um reforço das interações entre a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, a Administração Regional de Saúde e a Santa Casa da Misericórdia, que já colaboram usualmente com a escola, acompanhando situações previamente sinalizadas.

A direção da D. Dinis (que preferiu não prestar declarações) decidiu promover, embora sem saber se da forma mais correta, encontros com pais e professores para abordar o tema. A PSP, através do programa Escola Segura, reforçou as ações de prevenção junto dos estudantes. E também psicólogos do programa +Contigo, desenvolvido pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, foram convidados a deslocarem-se a Chelas pelo corpo diretivo. Inicialmente, focaram-se na sensibilização dos professores, para que pudessem identificar sinais de alerta nos alunos: tristeza, isolamento, alteração nos padrões de rendimento escolar, desinteresse geral por todas as atividades, comportamentos violentos e impulsivos, entre outros. O trabalho será retomado em setembro, agora junto dos alunos. E, mais uma vez, pro bono. As verbas que este programa recebia da Direção-Geral de Saúde foram “cativadas” e, desde há dois anos, não há financiamento.

Tema não deve ser tabu

O enfermeiro José Carlos Santos, fundador do +Contigo em 2009, confirma as dificuldades financeiras, embora garanta que, devido à “generosidade” da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e da Administração Regional de Saúde do Centro, o programa continue a funcionar a nível nacional, tendo envolvido, só este ano, cerca de 6400 alunos, do Algarve aos Açores. Sobre a intervenção prevista na escola de Lisboa, e sem querer adiantar pormenores, reconhece apenas que o caso é raro no panorama nacional, pelo facto de terem sucedido três suicídios em sequência, mas que o desespero que revela é, entre os jovens, cada vez mais usual.

“No último ano, o aumento de comportamentos autolesivos e suicídios foi muito evidente”, revela, preocupado. Por isso não se cansa de repetir que, sempre que há uma situação detetada numa escola, “não se deve negar o acontecimento” ou fingir que ele não sucedeu. “É um problema grave e, sem uma rápida intervenção, há sérios riscos de fenómenos de imitação.”

Falar sobre o assunto, garante, não é desaconselhado – muito pelo contrário. “Este tema não pode ser tabu, tem de se trabalhar o luto, resolver as questões da culpa e não permitir que se glorifique o que fizeram, entendendo-os como atos de coragem.” Um jovem que se suicida, recorda, “está numa situação de grande sofrimento” e “quase sempre existem questões do foro mental associadas”. Há uma vulnerabilidade crescente nas raparigas, nota, e os alunos do 10º ano têm demonstrado maiores níveis de depressão. Já não é possível ajudar os que morreram, mas há muitos à espera de um sinal de atenção, nas contracurvas da vida.

Reportagem publicada na VISÃO 1272 de 20 de julho

 

 

 

 

Parents, here’s the truth about online predators

Agosto 24, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da http://edition.cnn.com de 3 de agosto de 2017.

By Christine Elgersma, Common Sense Media

Every parent worries about online predators at some point. And while it’s smart to be cautious, the facts show that it’s actually fairly rare for kids to be contacted by adult strangers seeking sexual communication. Of course it’s natural to be concerned when your kid goes into an unknown world. But instead of acting out of fear, arm yourself with the facts so that you can help your kids be smart, cautious, and savvy. If the concerns below ring true, use some of these strategies to be proactive in protecting your kids — they’ll make your kid safer and help you feel a lot better.

The concern: Every time I read the news, it feels like there’s an article about some creep contacting a kid in a game.

The facts:

  • According to the University of New Hampshire’s Youth Internet Safety Study (YISS), reports of unwanted sexual solicitations declined 53 percent between 2000 and 2010. As of 2010 only 9 percent of kids who use the internet received an unwanted sexual solicitation.
  • The YISS report also found that two specific kinds of contact — requests for offline meetings and situations that kids found extremely upsetting — declined between 2005 and 2010.
  • When there’s a report of an online predator (like the one about Roblox in 2017), multiple news outlets jump on the story, and they often appear in many outlets over a week or two, so it may feel like it’s more common than it is. Also, it makes for a popular article since it plays on parents’ fears.
  • The University of New Hampshire’s Crimes Against Children Research Center reports that kids are more likely to pressure each other to send or post sexual content than an adult.

The strategy: More than inspiring fear in our kids, we want to arm them with information. So when you talk to your kid, tell them there’s a chance someone could approach them online to get personal information, exchange pictures, and/or meet in person, and it might be someone who feels like an online friend. It’s not the norm, and it’s not a reason to be afraid all the time. It’s simply a reason to be aware and know that if someone starts asking for personal information or talking about sexual stuff, it’s time to get help from an adult.

5 myths and truths about kids’ Internet safety

The concern: I can’t keep up with all of the media my kid is into, so I don’t know what games and apps to keep my eye on.

The facts:

  • According to the New England Journal of Public Policy, contact with online predators happens mostly in chat rooms, on social media, or in the chat feature of a multiplayer game (Roblox, Minecraft, Clash of Clans, World of Warcraft, and so on).
  • Most games meant for kids — like Roblox and Animal Jam — have built-in features and settings that are designed to prevent inappropriate comments and chat. Though they’re often imperfect, they do help.
  • Games that aren’t designed only for kids have fewer controls, settings, and safeguards.
  • Any app or online space that allows contact with strangers without moderation or age verification can allow contact between kids and adult strangers.
  • Teens sometimes visit adult sites, chat rooms, and dating apps out of curiosity about sex and romance.

The strategy: First, stay on top of what your kid is doing online by asking them which apps, games, and other tech they use. If they’re on social media, friend or follow them. Set rules about times and places for device use — for example, banning phones and tablets from bedrooms. Find out how they chat — is it through an app or through their phone’s SMS texting? (If they’re using an app, it won’t be easy for you to see it, so ask to do occasional spot checks.) Make rules around who they can chat with — for instance, only people they know in real life. If your kid’s a gamer, use these questions to probe deeper: Do you like multiplayer games — and why? Do you chat with others while you’re gaming? What’s been your experience so far? What would you do if someone you didn’t know contacted you? Help them set privacy settings to limit the contacts in their games.

The concern: I don’t even understand how this works — does an adult pose as a kid, then ask to meet?

The facts:

  • Only 5 percent of online predators pretend they’re kids. Most reveal that they’re older — which is especially appealing to 12-to-15-year-olds who are most often targeted.
  • Some predators initiate sexual talk or request pictures immediately and back off if refused. They’re in it for an immediate result.
  • In contrast, some predators engage in “bunny hunting,” which is the process of picking a potential victim for “grooming”: They’ll look at social media posts and public chats to learn about the kid first.
  • Once they’ve selected someone, they may begin the grooming phase, which often involves friending the target’s contacts, engaging in increasingly personal conversations to build trust, taking the conversation to other platforms (like instant messaging), requesting pictures, and finally requesting offline contact.
  • Sometimes if a kid shares one compromising picture, a predator will engage in “sextortion,” which involves demanding more pictures or contact under threat of exposure or harm.

The strategy: We often tell kids not to talk to strangers or share personal information, but a kid’s online relationships can feel just as real as their offline ones. So before they start chatting with anyone online, kids need to know some basic digital citizenship and online privacy information. For instance, kids should never share a phone number, address, or even last name with someone they’ve never met. Also, sharing sexy pictures or being overtly sexual online leaves an unwanted legacy, with or without creepy adults, so we need to teach kids about being mindful about their digital footprint. Plus, having nude pictures of a minor — even if you are a minor — is against the law and teens can get into legal trouble as a result. Finally, it’s important to teach kids that if someone is asking a kid for sexy pictures or chat, that person is not a friend, no matter how cool or understanding they seem.

Apps to help keep track of what your kids are doing online

The concern: How would I even know if this is happening to my kid if they don’t come out and tell me?

The facts:

  • Predators target kids who post revealing pictures, divulge past sexual abuse, and/or engage in sexual talk online.
  • There’s some conflicting research about what ages are most at-risk, but 12 to 15 seems to be prime time, and girls are more frequent victims.
  • Teen boys who are questioning their sexuality are the second-most targeted group because they often feel talking about it online is safer than sharing in real life.
  • Sometimes, teens egg each other on to pursue contact with strangers online, and it can feel like a game.
  • Teens want to feel special, validated, attractive, and understood at a time when they’re separating from their parents, so an older “friend” who’s very interested in them can feel exciting and special.
  • Most often, teens engage in relationships with predators willingly, though they often keep them secret.
  • If your kid withdraws and becomes secretive around a device (hiding the screen, clicking from a window suddenly), it could be an indicator.
  • Phone calls and gifts from unknown people are possible signs.
  • Porn on the device your kid uses might be a sign.

The strategy: The tricky part is that most tweens and teens withdraw and are sometimes secretive; it’s part of their development. If, however, you notice these in the extreme, that’s a concern — no matter the reason. Spot checks on the devices your kid uses to monitor for sexy posts and pictures and knowing some lingo can help, but open communication — without accusation or overreaction — is usually the most effective.

7 reasons parents should care about kids and online privacy

The concern: This already happened to my kid, and I don’t know what to do next.

The facts:

  • Your kid told you.
  • You saw something on his or her phone or social media.

The strategy: First, don’t panic. Instead, gather evidence: Take screenshots, save communications, and so on. Talk with your kid about the details without making them feel like it’s their fault or that they’re in trouble. Then report it to the platform or service your kid is using, block the person, and find the reporting features on other apps and games your kid uses together. Finally, contact the police. Even though it may seem like a one-time thing, that it’s over, or you don’t want to make it a big deal, it’s best to let the authorities know in case the person is a known offender and to prevent them from doing it to other kids.

 

 

 

VIII Festival Revelação de Vozes da Diáspora Cabo-verdiana

Agosto 24, 2017 às 3:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Press Release

 VIII Festival Revelação de Vozes da Diáspora Cabo-verdiana

 

26 Agosto 2017

Discoteca B. Leza

Lisboa

Realiza-se no próximo dia 26 de Agosto, às 19h30, na Discoteca B.Leza, Lisboa, o VIII Festival Revelação de Vozes da Diáspora Cabo-verdiana, evento que acontece pela 2ª vez em Portugal.

Dada a especial colaboração entre o Instituto de Apoio à Criança e a Fundação Infância Feliz, cuja Presidente é a Dra. Adélcia Pires, mulher do antigo Presidente Pedro Pires e dado o interesse deste concurso, especialmente na dimensão cultural e de apoio aos jovens com aptidões artísticas, agradecemos a divulgação de tão interessante acontecimento.

Estará presente a Dra. Lígia Fonseca, mulher do atual Presidente da República de Cabo Verde.

 

Press Release: Campanha Nacional de Recolha de Material Escolar

Agosto 24, 2017 às 2:33 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Press Release

 

Campanha Nacional de Recolha de Material Escolar

 

2 e 3 Setembro 2017

Lojas Continente

 

O Instituto de Apoio à Criança em parceria com a Karingana wa Karingana e a Cáritas Portuguesa, com a colaboração da Missão Continente e o apoio fundamental de vários patrocinadores vão realizar a 4ª edição da Campanha Nacional de Recolha de Material Escolar destinada a crianças de famílias com dificuldades.

O material escolar angariado será distribuído por todo o país por voluntários organizados pela Cáritas Portuguesa.

A Campanha Nacional de Recolha de Material Escolar tem como objetivo a promoção dos Direitos da Criança, colocando o enfoque no – Direito à Educação –fundamental para promover a igualdade de oportunidades, a compreensão, a tolerância e o respeito e a amizade entre todos.

Numa perspetiva de desenvolver uma cultura universal dos Direitos Humanos e em particular a Defesa e a Promoção do Direitos da Criança, Manuela Eanes, Presidente Honorária do Instituto de Apoio à Criança, mais uma vez foi convidada para Embaixadora da Campanha, procurando sensibilizar cada um de nós para a necessidade de efetivar este direito fundamental – o Direito à Educação, na certeza de que irá contribuir para que mais crianças sintam mais alegria, mais bem-estar e mais dignidade, no início deste ano escolar – a educação é o motor de desenvolvimento das sociedades –  educar é um ato de amor.

A Campanha Nacional de Recolha de Material Escolar terá lugar nas Lojas Continente, nos próximos dias 2 e 3 de Setembro.

Manuela Eanes, Embaixadora da Campanha, e os representantes da Cáritas Portuguesa e da Karingana wa Karingana estarão presentes na loja Continente, no Centro do Colombo, no próximo dia 03 de Setembro, a partir das 16 horas.

Contando com a vossa colaboração, pedimos o vosso apoio para a divulgação da Campanha.

 

 Lisboa, 23 de Agosto de 2017

 

 

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