26ª Ação de Formação para Animadores “Apanha-me se puderes!!” Novos Desafios para o Educador do Séc. XXI

Agosto 23, 2017 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC – Projecto Rua vai promover entre os dias 19, 20 e 21 de Outubro de 2017 mais uma ação de formação para interventores sociais. Este evento irá decorrer na Quinta das Águas Férreas em Caneças, em regime residencial, com o apoio da Câmara Municipal de Odivelas.

À semelhança dos anos anteriores, será uma formação intensa onde se pretende contribuir para um enriquecimento do interventor social e para uma maior eficácia da sua intervenção.

Esta formação terá por base uma análise ao desenvolvimento cognitivo e comportamental dos jovens dos dias de hoje, onde se pretende refletir sobre a adequação das estratégias de intervenção. Neste sentido, será destacada a promoção da participação e autonomia dos jovens, como ferramentas para prevenir comportamentos de risco.

Pretendemos partilhar, numa aprendizagem experiencial, princípios metodológicos do IAC – Projecto Rua onde aliamos a técnica, o lúdico e a afetividade.

Para a dinamização desta Ação de Formação, contamos com os contributos de António Maia – Psicólogo Clínico na Divisão de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, António Santinha – Diretor da Unidade de Apoio à Autonomia da Direção de Infância e Juventude da SCML , Maria João Regala – Psicóloga Clínica Consultora na SCML e Vitória Monteiro – Diretora de Desenvolvimento da 5 P’s.

mais informações:

A/c Paula Paçó

Tel: 217 818 590

E-Mail: iac-prua@iacrianca.pt

 Pode aceder ao programa e à ficha de inscrição AQUI.

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Livros de exercícios diferentes para meninos e meninas. Serão elas mais limitadas? A Porto Editora parece achar que sim

Agosto 23, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 22 de agosto de 2017.

Exercícios para crianças, dos quatro aos seis anos, em livros da Porto Editora, estão na mira da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. Editora rejeita acusações.

Clara Viana

A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) está a analisar dois blocos de actividades publicados pela Porto Editora para crianças dos 4 aos 6 anos, que têm a particularidade de estarem divididos por género: um destina-se a meninos, e tem capa azul, outro a meninas e a capa está pintada de rosa. Acrescendo o facto de que alguns dos exercícios propostos, apesar de idênticos, serão de muito mais fácil resolução no livro para raparigas.

Na sua página do Facebook, a CIG informa que tem recebido muitos alertas sobre esta situação, que foi denunciada nesta terça-feira nas redes sociais, acrescentando que depois da análise das publicações irá “agir em conformidade”. “O assunto não é indiferente, nem vai morrer aqui”, confirmou ao PÚBLICO uma fonte da Comissão para a Igualdade e Cidadania de Género, que depende da presidência do Conselho de Ministros.

O PÚBLICO comparou os dois livros, que foram publicados no Verão de 2016. O que é destinado a eles, chama-se Bloco de Actividades para Rapazes. O que se destina a elas intitula-se Bloco de Actividades para Meninas. No conjunto das 62 actividades propostas, existem seis cuja resolução é mais difícil no livro dos rapazes e três que apresentam um grau de dificuldade superior no das meninas.

Mas a maior parte das actividades reproduzem uma série de velhos estereótipos. Apenas alguns exemplos: eles brincam com dinossauros, com carrinhos e vão ao futebol, enquanto elas brincam com novelos de lã, ajudam as mães e vão ao ballet; eles pintam piratas, elas desenham princesas. O universo caseiro do lar surge muito mais associado ao género feminino do que ao masculino.

Atitude discriminatória

“Total estupefacção”. Foi assim que a professora do Instituto Superior de Economia e Gestão, Sara Falcão Casaca, com diversa investigação sobre a igualdade de géneros, diz ter reagido quando se deparou com a imagem dos blocos de actividades nas redes sociais. Salvaguardando que apenas viu duas páginas, frisa ser “muito preocupante a representação social, transposta para os blocos de actividades, sobre o que os rapazes e as meninas estão aptos a desenvolver do ponto de vista das suas capacidades cognitivas”. “Assume-se que os rapazes estão aptos a desenvolver actividades de complexidade superior”, acrescenta.

A investigadora sublinha ainda que uma editora “que trabalha para um público infantil e juvenil, produzindo materiais educativos e manuais escolares e pedagógicos, deveria orientar-se sem desvios pelas políticas públicas em vigor. Ou seja, deveria co-responsabilizar-se por uma educação para a igualdade de género, para a não discriminação e a cidadania.”

Confrontada com a descrição das publicações, que desconhecia, a deputada socialista Elza Pais, ex-secretária de Estado da Igualdade, considerou “absolutamente inadmissível” que se reproduzam daquele modo “estereótipos de género”, que consubstanciam uma atitude “discriminatória”.

Editora rejeita acusações

Em resposta ao PÚBLICO, a responsável pelas publicações infanto-juvenis da Porto Editora, Susana Baptista, nega que existam exercícios com graus de dificuldade diferente para rapazes e raparigas. “Em ambas as edições são trabalhadas as mesmas competências, na mesma sequência e com exercícios semelhantes. A diferença está na ilustração e na abordagem artística que as diferentes ilustradoras fizeram”, refere, para acrescentar: “E se há um exemplo em que o exercício, no caso das meninas, é aparentemente mais fácil, há vários outros em que os exercícios são aparentemente mais difíceis” no livro que é dirigido a elas.

Quanto ao facto de terem optado por fazerem dois blocos de actividade distintos, um para rapazes e outro para raparigas, Susana Baptista esclarece que “são propostas editoriais de grande sucesso – ambas as edições estão em vias de esgotar – o que significa que pais e crianças gostam destas publicações.

Esta responsável diz ainda que a Porto Editora compreende “a preocupação que esteve na origem desta polémica”. Mas “estas publicações não reflectem uma visão discriminatória e preconceituosa, com a qual, obviamente, não nos identificamos”, sublinha de seguida.

Um exemplo de um exercício proposto para os meninos:

Um exemplo de um exercício proposto para as meninas:

 

 

 

 

Children consuming online time ‘like junk food’

Agosto 23, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.bbc.com/ de 6 de agosto de 2017.

Parents must intervene to stop their children overusing social media and consuming time online “like junk food”, the children’s commissioner has said.

In an interview with the Observer, Anne Longfield criticised the ways social media giants use to draw children into spending more time.

She said parents should be proactive in stopping their children from bingeing on the internet in the summer holidays.

Ms Longfield has launched a campaign to help parents with the issue.

She said: “It’s something that every parent will talk about especially during school holidays; that children are in danger of seeing social media like sweeties, and their online time like junk food.

“None of us as parents would want our children to eat junk food all the time.

“For those same reasons we shouldn’t want our children to do the same with their online time.”

The commissioner added: “When phones, social media and games make us feel worried, stressed and out of control, it means we haven’t got the balance right.

“With your diet, you know that, because you don’t feel that good. It’s the same with social media.”

Last year, industry watchdog Ofcom said the internet overtook television as the most popular media pastime for children in the UK.

Children aged five to 15 are spending 15 hours a week on the internet.

Ms Longfield said children should be helped to understand that sites encourage them to continue their use based on what they have previously been doing online.

A study earlier this year of screen time and mental wellbeing among teenagers suggested that moderate use of devices may be beneficial.

The research, which appeared in the journal Psychological Science, was based on self-reported data from 120,000 15-year-olds in England.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

A Large-Scale Test of the Goldilocks Hypothesis : Quantifying the Relations Between Digital-Screen Use and the Mental Well-Being of Adolescents

 

 

 


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