5 técnicas de estudo recomendadas por Harvard

Agosto 3, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.educacionyculturaaz.com/

Qué estudiante nunca quiso estudiar un libro por ósmosis? Lamentablemente no existe una solución mágica para aprender algo en un segundo. Pero sí existen técnicas y consejos para que el tiempo que le dedicás al estudio te rinda de verdad.

Las pruebas y los exámenes son de las cosas más temidas en la vida académica de los estudiantes. Son un verdadero mal necesario que precisan de mucha dedicación y estudio para salir con éxito. Conoce los 5 mejores consejos que sí funcionan a la hora de ponerte a estudiar.

Lejos de ser un método universal, los siguientes consejos si funcionan mejor que otros. Forman parte de un nuevo libro de Peter C. Brown, Henry L. Roediger III y Mark A. McDaniel, de la prestigiosa Universidad de Harvard. Se titula “Make It Stick: the Science of Succesful Learning”, y se focaliza en la manera de aprender y cómo retener los datos importantes que tarde o temprano necesitaremos. Los responsables del texto condenan técnicas como el subrayado, destacar con colores fluorescentes y la repetición sin parar, como técnicas inútiles y contraproducentes. A cambio, señalan las siguientes recomendaciones como 100% efectivas:

1.Toma apuntes a mano

Si, ya sabemos que escribir en tu laptop, en tu Tablet o en tu celular es mil veces más rápido. ¿Pero adiviná qué? Los especialistas de Harvard aseguran que ese tiempo extra que te lleva escribir a mano, influye en qué tanto logras retener el conocimiento. Al escribir con lápiz y papel demoras más pero te obliga a reflexionar sobre lo que escribes en la página. Esa primera instancia te ayuda a pensar y visualizar la información; por el contrario, cuando solo traspasas la información a tu dispositivo electrónico no la analizas mientras lo haces.

2. Dedica tiempo a estudiar varias materias a la vez

Tienes que aprender a organizarte de manera que consigas aprender diferentes asignaturas al mismo tiempo. Los autores aseguran que esta manera de estudiar, alternando entre una materia y otra, favorece la retención y facilita la comprensión de lo leído. Al principio puede hacerte pensar que estudiaste menos de lo que realmente estudiaste, pero te llevarás una grata sorpresa cuando te des cuenta de lo efectivo de este método.

3.Deja pasar tiempo entre tus horas de estúdio

Aprender todo en una sesión eterna de 9 horas seguidas no sirve. Esa información desaparecerá días u horas después del examen. Para retener lo aprendido, tienes que dejar pasar un par de horas en tus momentos de estudio para dejar reposar la información y evitar el atracón innecesario.

4.No leas las cosas mil veces

No te confundas: pasar horas y horas releyendo un mismo libro de texto no te grabará las líneas en el cerebro. Es mejor dedicar menos tiempo a la lectura y más al recuerdo mental; de esta manera podrás enfocarte en la retención y lo recordarás luego.

5.Enfréntate a desafíos

Estudiar siempre ejercicios sencillos y conocidos puede ser más cómodo, pero la verdadera manera de aprender es cuando te ves obligado a resolver un problema o responder una pregunta nueva. De este modo facilitarás posteriormente el aprendizaje. Para ello es muy útil estudiar en grupo para realizarse mutuamente preguntas para recordar lo aprendido.

Fuente: El Confidencial

 

 

Bebés e crianças ao sol: Proteção máxima

Agosto 3, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://lifestyle.sapo.pt/

Saiba como proteger os mais pequenos da exposição solar.

O sol e as crianças andam muitas vezes de mão dada – porque as crianças devem viver boa parte do tempo ao ar livre, a brincar no jardim, no parque infantil, na praia… Por isso o contacto com os raios solares acontece desde cedo: há muito que os bebés deixaram de estar sempre resguardados em casa, contactando com o ambiente exterior, principalmente no Verão.

O sol é benéfico, conhecido que é o seu papel na síntese da vitamina D, essencial ao crescimento saudável dos ossos. Mas este é um benefício que se obtém com uma exposição curta, para além da qual são maiores os prejuízos.

É que os raios solares e a pele desprotegida não são bons amigos, seja qual for a idade:

– Os infravermelhos são invisíveis, mas aquecem, o que os torna perigosos: podem causar insolação, uma situação grave em que há aumento da temperatura do corpo e desidratação.

– Os ultravioletas  A (UVA) contribuem para o envelhecimento prematuro e para o cancro cutâneo.

– Os ultravioletas B (UVB) podem ainda provocar queimaduras solares, cataratas e enfraquecer o sistema imunitário.

São razões mais do que suficientes para investir na proteção, sobretudo atendendo a que os bebés e as crianças são particularmente vulneráveis ao sol. Isto porque a sua pele é fina, o que facilita a passagem da radiação. Acresce que as glândulas sudoríparas ainda são imaturas, não produzindo suor suficiente para arrefecer o corpo. E a melanina, pigmento que protege a pele, está presente também ainda em quantidade insuficiente.

Porém, a pele de todos nós desde que somos bebés possui uma memória que vai registando as sucessivas agressões solares, aumentando o risco de doença de pele na idade adulta.

Regras de ouro 

Exposição Solar

Perante a fragilidade infantil e o risco futuro, há que prevenir – com proteção máxima. Desde logo, os bebés com menos de seis meses não devem ser expostos diretamente ao sol – o lugar deles é à sombra.

É também à sombra que todos nós, principalmente os mais pequenos, devemos ficar entre as 11h e as 17h, as horas em que a intensidade da radiação solar é maior.

Vestuário

É ainda fundamental que estejam bem “equipados” para enfrentar os raios – com roupas feitas de malha apertada, como o algodão, de preferência de cor escura, com um chapéu de abas largas que faça sombra sobre o rosto e proteja as orelhas e o pescoço, sem esquecer os óculos com proteção ultravioleta igual ou superior a 99%.

Protetor Solar

O protetor solar é indispensável. Deve ser escolhido um específico para crianças, que ofereça um fator de proteção elevado, que seja hipoalergénico, resistente à água e que confira defesa contra as radiações UVA e UVB (ecrã total). Idealmente deve ser à base de minerais como o dióxido de titânio ou o óxido de zinco, que refletem os raios UV e são menos alergénicos.

É antes da exposição – no mínimo 30 minutos antes – que o protetor deve ser aplicado. E com generosidade: tanto sobre a pele exposta como sobre a não exposta (por baixo do fato de banho), com especial atenção aos lábios, orelhas, mãos, pés, zona atrás dos joelhos, ombros e pescoço. A aplicação deve ser renovada a cada duas horas ou a intervalos menores se a criança transpirar muito ou estiver muitas vezes dentro de água.

O uso de protetor solar é, como o nome indica, uma medida de proteção, e não uma autorização implícita para estar mais tempo ao sol.

Água

É essencial promover a ingestão de líquidos – mesmo que a criança resista, ou que não pareça ter sede, há que insistir, para prevenir a desidratação. O sol é um amigo, mas não se pode abusar: e é de pequenino que se aprende a desfrutar em segurança do que ele tem para oferecer…

 

 

Como o mês em que nasceu influencia as doenças que pode vir a desenvolver

Agosto 3, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://visao.sapo.pt/ de 24 de junho de 2017.

Um estudo recente espanhol alega ter descoberto quais são as doenças crónicas que estão mais associadas a cada mês de nascimento

O estudo, realizado na Universidade de Alicante em Espanha, tinha como objetivo avaliar a associação entre o mês de nascimento de um indivíduo e o surgimento de 27 doenças crónicas a longo prazo. Liderado por Jose Antonio Quesada, o grupo de investigadores, analisou o mês de nascimento de cerca de 30 mil pessoas para perceber se a altura em que nasceram influenciou o desenvolvimento de doenças crónicas na fase adulta.

Publicado no jornal Medicina Clinica, o estudo descobriu, por exemplo, que os bebés que nasceram em agosto têm o dobro do risco de terem asma do que aqueles que nasceram no início do ano. Já os homens que nasceram em junho têm menos 34% de probabilidade de desenvolverem uma depressão e menos 22% de probabilidade de vir a sofrer de dores lombares.

Mas, segundo esta investigação, o melhor mês para nascer é mesmo setembro: os bebés que nasceram neste mês são os que têm a menor hipótese de desenvolver qualquer tipo de doença crónica.

Os investigadores acreditam que uma possível explicação está na exposição à luz solar. Enquanto a luz solar estimula a produção de vitamina D, a sua falta, nos primeiros meses de vida, pode ter efeitos prolongados na saúde física e mental. Em Portugal, os pais são aconselhados a dar vitamina D (que ajuda a regular milhares de genes durante o desenvolvimento) ao longo dos primeiros 12 meses de vida dos bebés.

“O mês de nascimento pode funcionar como um indicador de períodos de exposição precoce a vários fatores, como raios ultravioletas, vitamina D, temperatura, exposição sazonal a vírus e alergias que podem afetar o desenvolvimento no útero e do recém-nascido nos primeiros meses de vida”, explica o Quesada.

Segue-se a lista completa das doenças crónicas mais prováveis, consoante o mês de nascimento, segundo este estudo:

Janeiro

Homens: prisão de ventre, úlcera de estômago, dor lombar

Mulheres: enxaqueca, problemas de menopausa, ataque cardíaco

Fevereiro

Homens: problemas de tiróide, doenças cardíacas, osteoartrite

Mulheres: osteoartrite, problemas de tiróide, coágulo de sangue

Março

Homens: cataratas, doenças cardíacas, asma

Mulheres: artrite, reumatismo, prisão de ventre

Abril

Homens: asma, osteoporose, problemas de tiróide

Mulheres: osteoporose, tumor, bronquite

Maio

Homens: depressão, asma, diabetes

Mulheres: alergias crônicas, osteoporose, prisão de ventre

Junho

Homens: problemas cardíacos, cataratas, bronquite crónica

Mulheres: incontinência, artrite, reumatismo

Julho

Homens: artrite, asma, tumores

Mulheres: dor de pescoço crónica, asma, tumores

Agosto

Homens: asma, osteoporose, problemas de tiróide

Mulheres: coágulos sanguíneos, artrite, reumatismo

Setembro

Homens: asma, osteoporose, problemas de tiróide

Mulheres: osteoporose, problemas de tiróide, tumores malignos

Outubro

Homens: problemas de tiróide, osteoporose, enxaqueca

Mulheres: colesterol alto, osteoporose, anemia

Novembro

Homens: problemas crônicos de pele, doenças cardíacas, problemas de tiróide

Mulheres: prisão de ventre, ataques cardíacos, varizes

Dezembro

Homens: cataratas, depressão, problemas cardíacos

Mulheres: bronquite crónica, asma, coágulos sanguíneos

Os resultados deste estudo, não são, no entanto, consensuais. Robert Cuffe, embaixador da Royal Statistical Society, uma sociedade de estatísticas britânica, fala em “astrologia”, que “nunca foi grande ciência”. “Se procurarmos nos 12 meses cada uma das 27 doenças nos dois géneros (628 combinações possíveis), certamente vamos encontrar padrões de probabilidade que parecem extradordinários”, desvalorizou Cuffe, em declarações ao The Independent.

O especialista nota ainda que muitas das associações encontradas são diferentes das de um estudo semelhante, efetuado há dois anos, o que não aconteceria “se estas fosse associações reais”.

Cuffe refere-se a um estudo de 2015 da Universidade de Columbia, que concluiu que as pessoas que nasceram em maio tinham um menor risco de desenvolver uma doença ao contrário das que nasceram em outubro.

 

 


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