‘Bullying’: Instagram torna-se a pior rede social e destrona o Facebook

Julho 26, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jornaleconomico.sapo.pt/ de 19 de julho de 2017.

Estudo britânico analisou casos de cyber-bullying, abuso e dependência das redes sociais e concluiu que 42% dos casos acontecem no Instagram, em comparação com 37% no Facebook.

O Facebook deixou de ser a pior rede social no que diz respeito a bullying online. O lugar é agora ocupado pelo Instagram, uma rede de partilha de imagens que conta com mais de 10 mil jovens apenas no Reino Unido, de acordo com um estudo divulgado esta quarta-feira pela organização anti-bullying Ditch The Label (ou Abandonar o Rótulo, em português).

O estudo analisou casos de cyber-bullying, abuso e dependência das redes sociais e concluiu que 42% dos casos acontecem no Instagram, segundo noticia o Mashable. O valor compara com 37% no Facebook e 31% no Snapchat, outra rede social focada na partilha de fotografias e vídeos predominantemente usada por jovens.

Os dados revelam uma migração do Facebook para o Instagram, de acordo com a organização britânica, já que estudos anteriores mostravam que a primeira era a rede social que contabilizava o maior número de casos de bullying. As formas mais comuns de cyber-bullying incluem comentários ofensivos em perfis e fotografias, mensagens indesejadas e denúncias faltas de fotografias como abusivas.

“Sabemos que os comentários ‘postados’ por outras pessoas podem ter um grande impacto e é por isso que recentemente investimos fortemente em novas tecnologias para ajudar a fazer o Instagram um lugar seguro e solidário”, disse em comunicado o responsável pela política do Instagram, Michelle Napchan, citado pelo Mashable.

“Através do uso de tecnologias de aprendizagem, comentários ofensivos no Instagram são agora automaticamente bloqueados para que não aparecem nas contas das pessoas. Nós também damos às pessoas a opção de desativar os comentários ou de fazerem as suas próprias listas de palavras ou emojis proibidos”, acrescentou.

O estudo mencionado na notícia é o Annual Bullying Survey 

mais informações:

https://www.ditchthelabel.org/69-people-done-something-abusive-towards-another-person-online/

 

 

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