10 Dicas para melhorar o sono das crianças (e dos pais!)

Julho 26, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://uptokids.pt/ de 3 de julho de 2017.

Dormir é uma necessidade primária, inerente a todo o ser humano.

A privação de sono reflete-se geralmente no nosso estado de humor, níveis de atenção e rendimento no trabalho. No caso das crianças o sono é também fundamental para o seu desenvolvimento, pois é durante o sono que são produzidas maiores quantidades de hormona do crescimento. Para além da quantidade de horas de sono, que vai diminuindo até à adolescência, é importante que a criança tenha um ambiente adequado e que sejam implementadas algumas rotinas no que respeita ao sono. Aqui ficam algumas dicas para melhorar o sono das crianças e, consequentemente, dos pais que há muito anseiam por uma noite de sono tranquila.

1. Certifique-se que o seu(sua) filho(a) tem as horas de sono diárias necessárias, de acordo com a sua idade

Primeiro mês 19 horas 24 meses 13 horas
Até aos 3 meses 18 horas Dos 3 aos 7 anos Entre 10 a 11 horas
Até aos 6 meses 16 horas Dos 7 aos 12 anos Entre 9 a 10 horas
Até aos 12 meses 15 horas Adolescentes Entre 8 a 9 horas

 

2. Permita que a criança brinque e gaste energias antes do deitar

Poderá inclusivamente fazer deste momento antes de deitar, um momento de brincadeira entre pais e filho(a), aproveitando assim para estimular o seu desenvolvimento e fortalecer também a relação e o vinculo emocional existente entre ambos.

3. Tenha cuidado com a alimentação

Tenha algum cuidado na escolha dos alimentos que dará ao seu filho(a), sobretudo na refeição do jantar. Alguns alimentos são estimulantes e outros não são adequados por provocar uma digestão mais lenta, o que não irá favorecer o período de sono.

4. Antes de deitar a criança, poderá dar-lhe um banho ou aplicar-lhe um creme realizando uma massagem localizada

Este ritual, para além de ajudar a criança a sentir-se mais relaxada, irá promover também os laços entre pais e filho, através do toque e dos cuidados prestados pelas figuras cuidadoras.

5. Defina um ritual à hora de deitar

Ao deitar poderá definir um ritual de embalar, cantar, ler uma história, ou dar-lhe um objeto de conforto. Quando despertar, ajude a criança a encontrar o seu objeto de conforto, faça-lhe umas caricias e embale-a, o importante é que de forma progressiva, esta se consiga autorregular sozinha.

6. Não substitua um mau hábito por outro

Não promova um mau hábito ao deitar, como por exemplo, dar-lhe um biberão para adormecer. Se uma criança adormece tendo como última recordação beber leite pelo biberão, ficará condicionada a depender de um biberão para voltar a adormecer quando acorda a meio da noite.

7. Evite colocar a criança a dormir na cama dos pais

A partir dos 3 ou 4 meses é apropriado tirar a criança do quarto dos pais e passá-la para o seu. Ainda assim, vai muito a tempo de o fazer, se optar pelos 6 meses de idade. Evite sempre que a criança durma na cama dos pais, pois para além da interferência na rotina do casal, tal inviabiliza a independência da criança. É preferível que os pais fiquem junto da criança até esta adormecer, regressando posteriormente ao seu quarto.

8. E se a criança chorar a meio da noite?

É importante que a criança aprenda que é hora de dormir, e que deve fazê-lo sozinha. Quando a criança chorar, os pais devem dirigir-se ao seu quarto para a acalmar. No entanto, não se apresse a socorrer a criança de cada vez que ela chorar. Em vez disso, aumente progressivamente os intervalos de tempo em que se dirige ao quarto do seu filho. Se a criança se levanta e vai para a cama dos pais, deve ser levada de volta para o seu quarto e estar com ela o tempo suficiente para lhe explicar que tem de dormir na sua cama.

9. Esteja atento(a) a alterações nas rotinas de sono do seu(sua) filho(a) e eventuais perturbações do sono que possam surgir

Até aos 5 anos de idade é esperado que as crianças desenvolvam rotinas elaboradas para adiar o sono, são mais suscetíveis de querer uma luz acesa e de dormir com  o brinquedo ou o cobertor preferido. Estes objetos, designados por objetos transicionais em Psicologia, ajudam a criança a passar da dependência que caracteriza a criança para a independência que caracteriza a criança mais velha. Caso a criança apresente outros comportamentos menos normativos, tais como, oposição ao deitar, fobia ao deitar, insónias ou terrores noturnos, estes poderão ser sinais de que algo não está bem.

10. Procure ajuda profissional

Se o seu(sua) filho(a) apresenta dificuldades ou perturbações ao nível do sono que estão a interferir significativamente no seu bem estar físico e emocional, se já tentou alterar rotinas e implementar estratégias diferentes e, ainda assim, o seu sono não melhorou, o mais indicado será procurar a ajuda de profissionais como o pediatra ou o psicólogo infantil, que o(a) ajudarão a perceber o que se passa e como melhorar o sono do(a) seu(sua) filho(a)…e dos pais.

 

 

 

Sessões sobre os Direitos da Criança 2017

Julho 26, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito do Plano Anual da Comissão Social da Freguesia de Santo António dos Olivais de Coimbra, foram dinamizadas duas sessões relativas aos Direitos da Criança, tendo sido explorado o conto infantil Tanto, Tanto. O Jardim de Infância dos Olivais acolheu a primeira sessão, no dia 5 de junho, dirigida a 3 grupos, num total de 50 de crianças. No Jardim de Infância de Montes Claros, no dia 8 de junho, decorreu a segunda sessão de 124 crianças, divididas em 3 grupos.

Ainda, no dia 8 de junho, visitámos o Sorriso – Associação dos Amigos do Ninho dos Pequenitos, em Coimbra e contámos, a história do Zebedeu, Um Príncipe no Hospital a um pequeno grupo de crianças da creche e pré-escolar. A Brincar, a Brincar se aprendeu a perder o medo de ir ao médico!

Tratar os Media por ‘Tu‘ : Guia Prático de Educação para os Média

Julho 26, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Com autoria de Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella (CECS – Universidade do Minho) e de Amália Carvalho, acaba de ser publicada a obra “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media” pela Direção-Geral da Educação. O livro pretende oferecer aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos dos Ensinos Básico e Secundário um conjunto de propostas práticas para a abordagem dos média em contexto de sala de aula.

Descarregar o guia no link:

http://www.cecs.uminho.pt/investigadores-do-cecs-publicam-guia-pratico-de-educacao-para-os-media/

 

‘Bullying’: Instagram torna-se a pior rede social e destrona o Facebook

Julho 26, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jornaleconomico.sapo.pt/ de 19 de julho de 2017.

Estudo britânico analisou casos de cyber-bullying, abuso e dependência das redes sociais e concluiu que 42% dos casos acontecem no Instagram, em comparação com 37% no Facebook.

O Facebook deixou de ser a pior rede social no que diz respeito a bullying online. O lugar é agora ocupado pelo Instagram, uma rede de partilha de imagens que conta com mais de 10 mil jovens apenas no Reino Unido, de acordo com um estudo divulgado esta quarta-feira pela organização anti-bullying Ditch The Label (ou Abandonar o Rótulo, em português).

O estudo analisou casos de cyber-bullying, abuso e dependência das redes sociais e concluiu que 42% dos casos acontecem no Instagram, segundo noticia o Mashable. O valor compara com 37% no Facebook e 31% no Snapchat, outra rede social focada na partilha de fotografias e vídeos predominantemente usada por jovens.

Os dados revelam uma migração do Facebook para o Instagram, de acordo com a organização britânica, já que estudos anteriores mostravam que a primeira era a rede social que contabilizava o maior número de casos de bullying. As formas mais comuns de cyber-bullying incluem comentários ofensivos em perfis e fotografias, mensagens indesejadas e denúncias faltas de fotografias como abusivas.

“Sabemos que os comentários ‘postados’ por outras pessoas podem ter um grande impacto e é por isso que recentemente investimos fortemente em novas tecnologias para ajudar a fazer o Instagram um lugar seguro e solidário”, disse em comunicado o responsável pela política do Instagram, Michelle Napchan, citado pelo Mashable.

“Através do uso de tecnologias de aprendizagem, comentários ofensivos no Instagram são agora automaticamente bloqueados para que não aparecem nas contas das pessoas. Nós também damos às pessoas a opção de desativar os comentários ou de fazerem as suas próprias listas de palavras ou emojis proibidos”, acrescentou.

O estudo mencionado na notícia é o Annual Bullying Survey 

mais informações:

https://www.ditchthelabel.org/69-people-done-something-abusive-towards-another-person-online/

 

 


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