Colónia de Férias de Verão 2017 da AJUDE – Associação Juvenil para o Desenvolvimento (Cruz Quebrada)

Junho 20, 2017 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Semana: 30€

Dia: 8€*

Para as famílias

2 irmãos: 50€/semana

3 irmãos: 70€/semana

* Pode variar em dias de atividades específicas, como excursões e outras atividades pagas

Obrigatória a inscrição do Encarregado de Educação como Sócio AJUDE

INSCRIÇÕES

geral@ajude.pt

+351 214 140 332 | +351 967 461 027

Sede: Rua Dr. Gilberto Monteiro nº 2, Cruz Quebrada

 

 

 

Dia Mundial do Refugiado – 20 de junho

Junho 20, 2017 às 2:29 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança, Divulgação | Deixe um comentário
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Petição:

http://www.unhcr.org/withrefugees/petition/

mais informações:

http://www.unhcr.org/

http://www.refugiados.pt/

http://www.cpr.pt/

O CEDI do IAC disponibiliza online a publicação:

 Infocedi nº60 Crianças Refugiadas

 

Como explicar a tragédia às crianças: “é preciso transmitir-lhes segurança”

Junho 20, 2017 às 11:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.dn.pt/de 18 de junho de 2017.

Rui Marques Simões

No rescaldo do incêndio de Pedrógão Grande, é importante dosear a informação transmitida a crianças e adolescentes, explica o psiquiatra Pedro Pires

Ninguém está preparado para lidar com uma tragédia brutal, num contexto e com uma dimensão completamente inesperadas, como o grave incêndio que espalhou a morte em redor de Pedrógão Grande (norte do distrito de Leiria). E mais complicado parece explicá-lo a crianças e adolescente. A prioridade deve ser transmitir-lhes segurança, explica, ao DN, o psiquiatra da infância e adolescência Pedro Pires, colaborador do Programa Nacional para a Saúde Mental nessas áreas.

“O importante é transmitir segurança. O principal medo da criança é pensar que isso lhe pode acontecer. É preciso tranquilizá-la, explicando que é uma experiência isolada e que a criança, no mundo onde vive, está em segurança”, aponta o psiquiatra.

Depois, o grau de profundidade da explicação de uma tragédia como o incêndio de Pedrógão Grande deve variar consoante a idade. “Numa criança pequena, em idades mais precoces, antes da adolescência, é evitável dar explicações detalhadas: até pode ser negativo dar detalhes e mostrar a crueza da realidade, porque a criança não tem – de modo geral – capacidade psíquica e cognitiva de compreensão da totalidade da situação. Já num adolescente é importante abordar este assunto. A conversa deve ser mais detalhada e é importante falar e esclarecer as dúvidas”, descreve Pedro Pires.

De resto, a exposição aos conteúdos mediáticos, como imagens televisivas e partilhas de redes sociais, também deve doseada e intermediada, para não afetar espetadores com idades mais sensíveis. “Não é demais repetir o controlo que deve existir nos media, principalmente quanto à imagem. É um conteúdo traumático sobre o qual criança não tem capacidade de elaborar [raciocínios]. Pela idade, não tem capacidade para aguentar a exposição ao sofrimento. E os pais devem procurar, no que for possível, que crianças pequenas não visualizem essas imagens”, conclui o colaborador para a infância e adolescência do Programa Nacional para a Saúde Mental.

 

 

Lançamento do jogo de tabuleiro e gigante «Refugiados»

Junho 20, 2017 às 6:00 am | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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Nota de Imprensa

 

«Refugiados» lançado dia 20

Jogo pretende sensibilizar crianças e jovens para o problema dos refugiados

O jogo «Refugiados» vai ser lançado dia 20 de junho no Parque Urbano da Quinta da Marialva, em Corroios, Seixal, às 14:30.

Criado pela editora Ideias com História, em parceria com o Instituto de Apoio à Criança, o jogo «Refugiados» apresenta-se como um instrumento pedagógico com o objetivo de sensibilizar crianças e jovens em relação à questão dos refugiados.

O jogo apresenta-se em três variantes: gigante, em que as crianças são os próprios peões de jogo, de tabuleiro numa versão simplificada (versão júnior) e numa segunda versão de tabuleiro mais desenvolvida, esta última lançada apenas em novembro, e que está dirigida a crianças, jovens e adultos.

O jogo gigante, baseado numa tela com 6X4 metros, pode ser jogado por equipas, e está assente em cartas com diversas perguntas, a que as crianças terão que responder. Paralelamente, há desafios que devem ser completados pelas crianças, simulando situações vividas pelos refugiados nas suas rotas de fuga, como a travessia do Mediterrâneo.

Na apresentação do jogo, dezenas de crianças do Agrupamento de Escolas de Vale de Milhaços vão jogar a versão gigante do jogo, além de desenvolverem diversas atividades relacionadas com a temática dos refugiados.

O jogo vai ser apresentado nos próximos meses em diversas escolas do país.

O jogo tem uma versão gigante, com seis metros por quatro, em que as crianças são os próprios peões de jogo

 

Para mais informações:

Cláudia Outeiro (Instituto de Apoio à Criança) – mailto:claudia.outeiro@iacrianca.pt

(965606698)

Miguel Correia (editora Ideias com História) – mailto:miguelcorreia@ideiascomhistoria.pt

(966274157)


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