Once missing, never forgotten

Maio 25, 2017 às 9:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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This study is a first step in this direction and it aims to develop evidence on the decision- making process of launching a publicity appeal, running a publicity appeal, the effectiveness of a publicity appeal, and the impact of a publicity appeal. This is done in order to identify existing knowledge, but also to shed light on operational challenges and gaps in knowledge which call for further research in this under-researched area. Our intention with this project was to improve our understanding of these issues and lay the grounds for further research to be undertaken in 2017 – 2018 (pending available funding).

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Once missing – never forgotten

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Até hoje, ninguém sabe o que é feito destas crianças

Maio 25, 2017 às 7:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.tvi24.iol.pt/ de 25 de maio de 2017.

Esta quinta-feira, assinala-se o Dia Internacional da Criança Desaparecida. Em Portugal, há pelo menos nove casos misteriosos que continuam por resolver. Rui Pedro e Maddie são apenas os mais misteriosos

Manuela Micael

Alguns desapareceram há mais de 20 anos. Misteriosamente. Outros desapareceram mais recentemente. Para as famílias de qualquer uma destas crianças é tempo demais sem saber notícias.

Maddie e Rui Pedro são, talvez, os casos mais mediáticos. Mas, além deles, há outras sete crianças de que nada se sabe e sobre as quais muito se especula. A Polícia Judiciária até pode ter encerrado formalmente as investigações, mas não desistiu de as procurar e mantém os apelos por informações sobre eles na sua página da Internet.

Esta quinta-feira, assinala-se o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas.

Carina Macedo de Carvalho

Data de desaparecimento: Entre 1 de setembro de 2013 e 30 de setembro de 2013

Idade atual: 18 anos

Carina tinha 15 anos quando desapareceu. Não se sabe muito bem o dia em que o desaparecimento aconteceu, mas sabe-se que está prestes a completar quatro anos.

Até setembro do ano passado, Carina era procurada pelo Tribunal de Família e Menores da Comarca de Lisboa Oeste – Sintra. Esse interesse da Justiça, no âmbito de um processo de promoção e proteção de menores, só se mantinha até a jovem completar a maioridade, o que aconteceu a 17 de setembro de 2016.

Contudo, apesar de já ter completado 18 anos, a sua fotografia continua a fazer parte da lista de desaparecidos da Polícia Judiciária.

Madeleine Beth McCan

Data de desaparecimento: 3 de maio de 2007

Idade atual: 14 anos

É um dos casos mais mediáticos de crianças desaparecidas em Portugal e que nunca chegaram a ser encontradas. Até hoje, 10 anos depois, a fotografia de Maddie faz parte da página de pessoas desaparecidas da Polícia Judiciária e a sua história já fez correr muita tinta, envolvendo autoridades portuguesas e britânicas.

Maddie desapareceu do Ocean Club, na Praia da Luz, em Lagos, onde estava de férias com os pais. Estaria no quarto a dormir com os dois irmãos gémeos mais novos, quando desapareceu. Os pais jantavam num restaurante do empreendimento turístico e foi quando a mãe vou verificar as crianças ao quarto que deu pela falta dela.

Tatiana Paula Mesquita Mendes

Data de desaparecimento: Entre 1 de maio de 2005 e 31 de maio de 2005

Idade atual: 18 anos

Também se pode chamar Odete Araújo Freman ou Odete Araújo Freman Frima. Foi considerada como desaparecida em Maio de 2005. Nasceu na Guiné Bissau e, tal como consta do site da Polícia Judiciária, foi “adoptada” por um casal com a concordância da mãe. Viajou para Portugal em maio de 2004 com o casal.

Porém, cerca de um ano depois, em maio de 2005, a mãe adotiva passou a informação que a menor tinha por si sido entregue a uma outra pessoa, ainda em 2004, e que a menina tinha falecido depois algures na zona de Badajoz/Espanha, em acidente de viação.

A sua fotografia, porém, continua a fazer parte da lista de desaparecidos da PJ.

Sofia Catarina Andrade de Oliveira

Data de desaparecimento: 22 de fevereiro de 2004

Idade atual: 15 anos

O caso de Sofia será um dos casos em que se suspeita de sequestro parental. A criança terá sido subtraída à mãe pelo pai, cerca das 20:45, no centro de Câmara de Lobos.

De acordo com informação que consta do site da PJ, na fuga com a menor de dois anos, o suspeito apanhou um táxi e, posteriormente, boleia de um familiar, tendo sido deixado a pé, com a filha, pelas 21:30, no Caniço de Baixo. Por volta das 23:30m, o pai da criança deslocou-se à Esquadra da PSP de Câmara de Lobos, onde se encontrava a mãe a participar o desaparecimento da menor, altura em que aquele já não trazia a filha consigo.

Até hoje é um mistério o que realmente lhe aconteceu.

Jorge Manuel Sepúlveda

Data de desaparecimento: 15 de agosto de 1991

Idade atual: 40 anos

É um dos casos de desaparecimentos de crianças mais antigos em Portugal. Jorge, natural de Massarelos, no Porto, tinha 14 anos quando desapareceu. Na página da PJ dedicada aos casos de pessoas desaparecidas nada se diz sobre as circunstâncias do desaparecimento.

Rui Manuel Correia Pereira

Data de desaparecimento: 2 de março de 1999

Idade atual: 31 anos

O caso do Rui Manuel é outro dos mais antigos. Natural de Vila Nova de Famalicão, Braga, desapareceu há 18 anos, sem deixar rasto.

A PJ mantém a fotografia do jovem na lista de desaparecidos e alerta para algumas características especificas: uma pequena cicatriz junto do olho esquerdo, outra entre o lábio superior e a narina direita e um grande sinal de nascença nas costas.

João José Gomes Teles

Data de desaparecimento: 6 de outubro de 1998

Idade atual: 35 anos

Natural de Câmara de Lobos, na Ilha da Madeira, João frequentava o 9º ano, quando desapareceu. Tinha 16 anos. Desapareceu do Largo do Machiqueiro, em Câmara de Lobos. Até hoje, não há pistas sobre o seu paradeiro.

Rui Pedro Teixeira Mendonça

Data de desaparecimento: 4 de março de 1998

Idade atual: 30 anos

Tinha 11 anos quando desapareceu. Foi andar de bicicleta, perto da escola de condução propriedade da família e nunca mais se soube nada dele. Têm sido várias as notícias de supostos avistamentos, mas que não deram em nada e até isso se foi esvaindo ao longo do tempo.

Pelo seu desaparecimento, já foi condenado Afonso Dias. Cumpriu dois terços da pena e saiu em liberdade em março deste ano. Dezanove anos depois do seu desaparecimento. Mas ainda hoje Afonso Dias se declara inocente e o que aconteceu exatamente a Rui Pedro permanece um mistério.

A luta da mãe de Rui Pedro, Filomena Teixeira, que nunca desistiu de saber do paradeiro do filho, tem comovido o país ao longo de todos estes anos.

Cláudia Alexandra Silva e Sousa

Data de desaparecimento: 13 de maio de 1994

Idade atual: 30 anos

Filha de uma família pobre e numerosa do lugar de Lamela, freguesia de Oleiros, concelho de Vila Verde, desapareceu, a caminho da escola, num 13 de maio.

As versões sobre o seu desaparecimento são mais que muitas e os pormenores tornam o caso ainda mais misterioso. Correu o boato de que os pais a venderam, “por 400 contos”, de que foi levada por uma tia para Espanha, de que estaria em Odivelas, onde seria vítima de maus tratos, ou de que teria sido levada para Espanha. Nenhuma destas pistas se revelou proveitosa.

É o segundo desaparecimento de crianças mais antigo, ainda sem solução, registado na página da Polícia Judiciária.

 

O Instituto de Apoio à Criança dispõe da Linha 116 000 SOS-Criança Desaparecida (grátis)

Mais informações:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-sos/sos-crianca-desaparecida

 

X Conferência Crianças Desaparecidas: IAC assinala o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas em 30 de maio

Maio 25, 2017 às 2:39 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança, que tem como missão a defesa e a promoção dos Direitos da Criança, vai assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas com a X Conferência Crianças Desaparecidas que terá lugar no Auditório Almeida Santos da Assembleia da República, no próximo dia 30 de Maio.

Este ano, a Conferência irá centrar-se mais uma vez nas medidas de natureza jurídica e humanitária que são imprescindíveis para um digno acolhimento dos refugiados, com especial menção para as crianças não acompanhadas, que têm merecido a nossa maior preocupação, e à tarde exibiremos um filme “A Boa Mentira”, do realizador Phillipe Falardeau, sobre a vida destas crianças nos campos de refugiados.

Pode consultar o Programa AQUI.

 

Dicas de Segurança para crianças e jovens: PROTEGE-TE

Maio 25, 2017 às 1:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.iacrianca.pt/index.php/atualidades/noticias/item/836-dicas-de-seguranca-para-criancas-e-jovens-protege-te

Crianças Desaparecidas na Europa: Crianças que fogem de situações complicadas em casa

Maio 25, 2017 às 12:30 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Por ocasião do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, celebrado a 25 de maio por todo o mundo, a Missing Children Europe (MCE) http://missingchildreneurope.eu/ lançou o seu relatório “Números e Tipologias de 2016”. Este relatório revela a evolução das tipologias que vão aparecendo nas diversas Linhas de Apoio 116 000 por toda a Europa.

O Instituto de Apoio à Criança faz parte do conjunto de ONG que em 2001 fundou a Missing Children Europe, Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e em 2004 criou uma linha específica no âmbito do SOS Criança para atendimento nestes casos tão complexos do desaparecimento e exploração sexual de crianças. Quando em 2007, a Comissão Europeia criou o número único europeu, o Ministro da Administração Interna, reconhecendo o trabalho do IAC nesta área, atribuiu ao SOS Criança  essa linha telefónica com o nº 116000, que é igual em todos os Países da União Europeia.

As Linhas de Apoio às crianças desaparecidas, associadas à MCE, estão acessíveis através do número 116 000 em 31 países da Europa. Desde 2015, esta rede de parceiros tem apoiado um número cada vez maior de crianças. Em Portugal, é o Instituto de Apoio à Criança que desde 2004 atende estas chamadas com uma equipa multidisciplinar disponível para prestar apoio emocional, psicológico e legal às crianças e suas famílias.

Em 2016 houve um aumento de 12% no que toca aos apelos recebidos de crianças, comparativamente ao ano anterior. Os contactos duplicaram devido a canais de informação como SMS, EMAIL e CHAT.

Em 2016, as fugas representaram 57% dos casos reportados às linhas 116000. Os raptos parentais foram o segundo grupo, com 23% dos casos.

De acordo com os relatórios divulgados pela UNICEF e INTERPOL, mais de 50% de crianças migrantes desaparecem dos seus centros de recolhimento na Europa em menos de 48 horas. Os casos de crianças migrantes aumentaram em 2% em 2015 e 7% em 2016. Os números poderiam ser maiores, mas a falta de clareza nos papéis e responsabilidades das autoridades na prevenção e resposta a este grupo particularmente vulnerável de crianças constitui uma grande preocupação, pois existe pouca proteção e resposta para os mesmos.

Os raptos criminais constituem menos de 1% dos casos reportados em 2016, enquanto que a tipologia perdidos/outra forma de desaparecimento constitui 13% do total das situações.

Um em cada cinco casos de crianças desaparecidas são de natureza transfronteiriça, revelando-se assim a importância da colaboração e cooperação entre os governos nacionais, as linhas de apoio, as forças policiais e outros serviços de proteção infantil, bem como com os mediadores de conflitos familiares internacionais.

Em 2016, 42% dos casos de crianças desaparecidas que foram reportados às linhas 116 000 foram encontrados no mesmo ano, número inferior ao de 2015, que foi de 46%.

Enquanto mais crianças foram localizadas nas outras quatro categorias (raptos parentais, crianças perdidas, crianças migrantes não acompanhadas) regista-se um decréscimo significativo no número de crianças em fuga que foram encontradas, de 57% em 2015 para 46% em 2016.

Também relevante é o número acrescido de crianças que fogem três ou mais vezes consecutivas. Isto chama a atenção para um grupo vulnerável de crianças e jovens cujos problemas, em casa ou com outras razões para fugirem, persistem após a primeira fuga.

As crianças, que fogem repetidamente, são forçadas a usar estratégias cada vez mais arriscadas para sobreviver, tais como dormir na rua e mendigar, expondo-se assim ao risco da exploração sexual.

As Linhas de Apoio de alguns países (Bulgária, Chipre, Grécia, Roménia, Sérvia, Eslovénia e Espanha) não receberam qualquer apoio financeiro dos seus governos nacionais em 2016. Noutros países, o financiamento das autoridades nacionais apenas suportou metade dos orçamentos necessários.

O financiamento é o principal desafio para a rede de Linhas de Apoio, que se deparam com o risco de falta de recursos humanos ou de ter de encerrar por não terem apoios e formas de subsistir.

As Linhas de Apoio 116000 responderam a mais de um milhão de apelos relativos a crianças desaparecidas desde 2011.

Em 2016, quinze Linhas de Apoio receberam um subsídio da Comissão Europeia, que teve início em meados de 2016 e que terá a duração de 24 meses.

Ler o relatório estatístico (números e tipologias) do MCE de 2016 :

http://missingchildreneurope.eu/Portals/0/Docs/Annual%20and%20Data%20reports/Missing%20Children%20Europe%20figures%20and%20trends%202016.pdf

Vídeos de campanhas do MCE pelo youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=ARTDAYLmIWE

https://www.youtube.com/watch?v=cAsm63Craik

Texto traduzido e retirado da Press Release do MCE para divulgação a partir de 25 de maio 2016

Para assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, o IAC leva a cabo mais uma Conferência. Este ano será a X Conferência Crianças Desaparecidas, que terá lugar na Assembleia da República, no dia 30 de maio.

Para aceder ao programa, entre no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/atualidades/noticias/item/878-x-conferencia-criancas-desaparecidas

TEXTO INTEGRAL para download

 

 

 

Maioria das crianças desaparecidas encontradas dois dias depois – declarações de Manuel Coutinho do IAC à TVI

Maio 25, 2017 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem da http://www.tvi24.iol.pt/ de 24 de maio de 2017.

A reportagem contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança.

Visualizar o vídeo da reportagem no link:

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/criancas/raptos-parentais-aumentam-em-2016#cxrecs_s

Perto de 40 crianças foram sinalizadas como desaparecidas em 2016 ao Instituto de Apoio à Criança (IAC), que observou um aumento de 38% no número de casos de raptos parentais, de acordo com dados divulgados à agência Lusa.

No total, o IAC registou 37 casos de desaparecimento de crianças e jovens, mais dois do que no ano anterior, tendo a maioria (17) sido por fuga de casa ou de uma instituição e 14 por rapto parental, mais cinco casos do que em 2015.

Houve ainda dois casos de desaparecimentos de crianças migrantes não acompanhadas e dois casos de crianças perdidas. Noutras duas situações não é especificada a causa do desaparecimento.

Do total de crianças desaparecidas, há 15 que ainda não foram localizadas, adiantam os dados do IAC.

Nas restantes situações, em que a criança foi localizada, a duração do desaparecimento é variável, sendo que na maioria dos casos (24%) foi inferior a 48 horas.

Crianças migrantes preocupam especialistas

Em entrevista à agência Lusa, a propósito do Dia Internacional da Criança Desaparecida, que se assinala na quinta-feira, o coordenador do serviço SOS-Criança, Manuel Coutinho, manifestou preocupação com a situação das crianças migrantes.

“O que nos está a trazer muita preocupação” é a situação das “crianças migrantes não acompanhadas fugidas da guerra, que são muitas, que se deslocam pela Europa, e depois desaparecem, supondo-se que vão para as redes de tráfico”, disse Manuel Coutinho.

Mas as situações de raptos parentais, quando uma criança é levada ou mantida num país diferente do da sua residência por um dos pais ou detentores da sua guarda, contra a vontade do outro.

O aumento dos raptos parentais e o impacto que têm nas crianças constitui uma preocupação para o psicólogo, sublinhando que “é um mau trato psicológico” que tem de ser eliminado da vida das famílias.

“As pessoas têm muitas vezes esta atitude irrefletida porque os adultos estão numa grande conflitualidade, mas a criança fica partida por dentro, fica para sempre com um trauma psicológico bastante grave e deixa de confiar nas pessoas”, frisou.

 

Instituto de Apoio à Criança recebe 10 pedidos de ajuda por dia – reportagem da SIC Notícias

Maio 25, 2017 às 11:30 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da http://sicnoticias.sapo.pt/ de 24 de maio de 2017.

A reportagem contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança.

visualizar a reportagem no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-05-24-Instituto-de-Apoio-a-Crianca-recebe-10-pedidos-de-ajuda-por-dia

Há cada vez mais pais ou mães que raptam os filhos. O Instituto de Apoio à Criança recebe 10 pedidos de ajuda por dia. Os dados foram revelados na véspera do Dia Internacional da Criança Desaparecida, que se celebra na quinta-feira.

 

Encontro nacional do projeto CUIDAR – Culturas de Resiliência à Catástrofe entre Crianças e Jovens com a participação de Ana Sotto-Mayor do IAC

Maio 25, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Ana Sotto-Mayor, do Serviço Jurídico do Instituto de Apoio à Criança, participa no painel “Iniciativas participativas com crianças e jovens em Portugal” onde irá apresentar o Projeto T.A.L.E.

mais informações sobre o encontro no link:

https://allevents.in/lisbon/crian%C3%A7as-e-jovens-na-redu%C3%A7%C3%A3o-do-risco-de-cat%C3%A1strofes/1369600709742600#


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