Quer que o seu filho tenha melhores notas? Solução está nos vegetais

Maio 22, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.noticiasaominuto.com/ de 14 de maio de 2017.

Conclusão é de um estudo publicado na Appetite, que demonstra que refeições saudáveis se traduzem em melhores notas escolares.

As crianças que comem vegetais ao jantar têm tendência a ter um melhor desempenho no dia seguinte e a obter melhores notas na escola. Já as bebidas com gás têm o efeito inverso.

Estes factos são comprovados num estudo de investigadores australianos, citado pelo Daily Mail e publicado no jornal especializado Appetite, que demonstra que os vegetais são ricos em antioxidantes, que ajudam a manter um ADN saudável, característica fundamental para um melhor funcionamento do cérebro.

Para medir o efeito do consumo de vegetais em crianças entre os oito e os 15 anos, os investigadores perguntaram aos pais com que frequência os seus filhos comiam vegetais ao jantar.

De uma amostra de mais de 4.200 crianças, os resultados demonstram que as que têm hábitos mais saudáveis têm também melhores notas na escola, numa média superior a 86 pontos. Em contrapartida, e especialmente em casos de excesso de consumo de bebidas com gás, os resultados são mais negativos.

Por isso, já sabe: se quer que os seus filhos melhorem o desempenho escolar, aumente a dose de vegetais nas refeições, sobretudo ao jantar, e diminua a ingestão de bebidas com gás.

A notícia do Daily Mail é a seguinte:

Why forcing your children to eat fruit and vegetables every night will see them do better at school the next day

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Associations between selected dietary behaviours and academic achievement: A study of Australian school aged children

 

 

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“Menores vivem grande sofrimento” entrevista de Dulce Rocha do IAC ao DN

Maio 22, 2017 às 4:23 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista da Drª Dulce Rocha, presidente do IAC (Instituto de Apoio à Criança) ao Diário de Notícias de 18 de maio de 2017.

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APSI organiza o Dia Nacional da Segurança Infantil no dia 23 de Maio

Maio 22, 2017 às 12:01 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No próximo dia 23 de Maio, a APSI vai organizar pela primeira vez em Portugal o Dia Nacional da Segurança Infantil.

Cascais foi o concelho escolhido para assinalar esta iniciativa que conta com a co-organização da Câmara Municipal de Cascais. Esperam-se cerca de 500 crianças do 1º e 2º ciclo e a presença de mais de 15 parceiros.

Durante o dia, as crianças irão participar e estar envolvidas em diversas atividades relacionadas com a segurança e hábitos de vida saudáveis.

O momento “alto” do evento reunirá todas as crianças e parceiros em torno da junção (simbólica) dos fatores essenciais para a segurança, que para além de ser um direito da criança, é uma condição fulcral para a sua saúde e bem estar.

A iniciativa decorrerá no Parque Marechal Carmona, em Cascais, das 10h00 às 17h00.

Consulte aqui o Programa.

Fidget Spinner. Chega a Portugal o brinquedo banido nas escolas dos EUA e Reino Unido

Maio 22, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://observador.pt/ de 13 de maio de 2017.

O Fidget Spinner, o brinquedo que se tornou viral em vários países, chega esta semana a Portugal. São um total de cinco mil unidades que irão ser postas à venda em lojas em todo o país.

As crianças terão de agradecer à AvailableGadget, uma empresa da Maia, que “percebeu o potencial deste produto e decidiu investir no Fidget Spinner, sendo atualmente a única a colocá-lo nas lojas portuguesas”, contou uma fonte da empresa ao Dinheiro Vivo, acrescentando que este brinquedo tem tanta probabilidade de se tornar viral como aconteceu com o Pokémon Go, por exemplo.

 Fidget Spinner. O brinquedo viral que anda a agitar os pátios das escolas

 Nalgumas escolas nos Estados Unidos e Reino Unido, o brinquedo foi proibido por distrair as crianças. O Fidget Spinner é um brinquedo pequeno e com poucas funcionalidades. De várias cores, tem três pontas e um botão que, quando premido, faz com que o brinquedo gire.

O brinquedo agora viral esteve para não chegar ao mercado porque a sua criadora não tinha dinheiro para o comercializar. Agora, a procura é tanta que as lojas de brinquedos estão a ter dificuldade em manter o stock.

 

Encontro Comemorativo dos 20 anos da Rede Construir Juntos, em 30 de junho

Maio 22, 2017 às 11:31 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança está a organizar um Encontro Comemorativo dos 20 anos da Rede Construir Juntos, que terá lugar no dia 30 de junho, no Auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude, em Lisboa.
Há vinte anos, o Instituto de Apoio à Criança desafiou um conjunto de Organizações da sociedade civil com projetos de apoio a crianças e jovens a partilhar experiências e conjugar esforços no combate à pobreza infantil, cientes de que só o trabalho em rede permite resultados duradouros e sustentáveis.
Em 1 de Julho de 1997, foi constituída a Rede “Construir Juntos”, que integra instituições de Solidariedade Social de Norte a Sul do País e região autónoma dos Açores. Refira-se que na altura contou com o apadrinhamento do Secretário de Estado da Inserção Social, Dr. Rui Cunha.
Esta rede congrega, atualmente, cerca de uma centena de instituições com responsabilidade na área da Infância/ Juventude e que têm em comum o desenvolvimento de ações que visam uma mais ajustada coordenação de esforços no combate à exclusão social dos grupos desfavorecidos, englobando estes, crianças e jovens em situações de perigo e respetivas famílias.
Nestes vinte anos, foram múltiplas as iniciativas da Rede, designadamente no combate ao abandono escolar e à exclusão social através de projetos de formação, em que se investe no desenvolvimento de competências pessoais e sociais. Esses projetos de educação para a cidadania tiveram bastante sucesso, merecendo especial menção o que respeita à aposta na valorização dos jovens apoiados pelas diversas organizações. A mais emblemática terá sido a criação da Rede Juvenil “Crescer Juntos” constituída pelos jovens apoiados pelas entidades parceiras e que muito tem feito pelo Direito à Participação.
Assim, neste Encontro, pretende-se refletir sobre a importância do trabalho em rede, equacionar o caminho percorrido e as mais valias desta rede de parceiros e as suas diversas atividades e projetos, reforçando o papel do terceiro sector na promoção do exercício de cidadania dos grupos mais vulneráveis.
A participação neste evento é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória.

Consulte o Programa do Encontro.

Aceda à Ficha de inscrição.

Depressão na infância – não ignore a Baleia Azul no meio da sala

Maio 22, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Num espaço de semanas ou meses, diversas séries ou tendências da internet, como a baleia azul, têm vindo a intensificar o diálogo e a reflexão sobre a auto-mutilação, o suicídio e os comportamentos de risco entre os jovens. Pois bem, mais do que sobre os jovens, hoje pretendo chamar a atenção que estes comportamentos não se prendem apenas com adolescentes… uma criança também pode sentir depressão, uma criança pode tentar suicídio, uma criança pode isolar-se e até auto-mutilar-se.

São pensamentos horríveis e assustadores e que nos colocam a questão: Mas que motivo teria uma criança para ficar deprimida?

Primeiro que tudo, e muito antes de continuar sequer a reflexão, há algo que todos nós adultos temos de compreender: as crianças não estão apenas a começar a crescer, elas estão também a começar a sentir. Sentir é algo constantemente novo para elas, o que quer dizer que dia sim, dia sim, as crianças conhecem um sentimento novo. Imaginam o quão avassalador isto é? É verdade que todos nós passámos por isso e hoje estamos todos cá, contudo, temos agora uma coisa chamada relatividade. Ou seja, com base na nossa experiência de vida, temos a capacidade de relativizar o que sentimos e perceber com a maturidade de hoje, os sentimentos que tivemos na altura. Esta capacidade de maturação permite-nos entender o sofrimento, a dor, a alegria e o êxtase com maior ponderação. Ou seja, se calhar já não consideramos que deixar cair o rebuçado ao chão é a pior coisa do mundo, tendo já perdido um familiar, por exemplo. Mas com as crianças não… o que quer dizer que se a criança deixar cair o rebuçado ao chão, este é realmente o maior problema da vida dela, não tem como comparar e, pior, não tem como saber que melhora depois. É uma estreia.

Por isso imaginem o peso que tem para estas crianças passar por períodos mais complicados, como por exemplo, o afastamento de alguém, perder algo de que gostem muito, uma mudança repentina ou mesmo a morte de um familiar próximo. É como se fosse um mar e um oceano de novidades negativas que se aproximam.

Outro ponto fundamental para entender é que, enquanto nós adultos somos capazes de dialogar e exprimir o que sentimos por palavras, organizando e refletindo sobre as emoções, as crianças não sabem ainda como fazer isso. Por isso, muitas vezes as expressões que elas passam são confusas, mal percebidas e catalogadas de outra forma. Por exemplo, as crianças expressam-se pelo corpo. Ora, quando estão em situação de desconforto, as crianças tendem a ficar mais agitadas, mais irrequietas ou com uma maior tendência para a oposição. Por isso, muitas vezes, crianças com depressão são confundidas com hiperativas ou mal criadas.

Outra reflexão a ter é que, tal como nos adultos, a depressão infantil não se reflete sempre da mesma forma: sim, para algumas crianças significa muita agitação irrefletida, mas para outras poderá ser o isolamento, o afastar-se da escola, a recusa de uma atividade, entre tantas outras coisas.

Como lidar com os sentimentos de uma criança

Por isso, existem vários pontos a ter em atenção. O primeiro é nunca diminuir a dor da criança. Pensemos, quando nos sentimos tristes, sentimo-nos tristes. O alguém nos dizer que não vale a pena estar triste não muda nada, e para as crianças acontece o mesmo. Contudo, o adulto deve apresentar um papel contentor que lhe mostre que tudo passa e que tudo ficará bem. Falar sobre as emoções e os sentimentos é também essencial, de forma a facilitar e a promover o diálogo. Por fim, é essencial pedir ajuda. E não só as crianças… pais, professores, monitores, todos os responsáveis da criança devem saber quando pedir ajuda a um profissional para ajudar. Porque a depressão não é apenas uma doença de adultos, e se é séria em adultos, também o é em crianças.


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