O 25 de Abril contado às Crianças e aos Outros – 30 de Abril, às 16h, na livraria Tigre de Papel em Lisboa

Abril 26, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Leitura para crianças por Joana Patricio, a partir de O 25 de Abril contado às Crianças e aos Outros, de José Jorge Letria
Domingo, 30 de Abril, às 16h, na livraria Tigre de Papel | entrada livre

Todos os anos têm um mês de Abril e todos os meses de Abril têm um dia 25. Porém, o dia 25 de Abril de 1974 foi um dia especial para os portugueses. Porquê? Porque o país e os seus habitantes voltaram a viver em liberdade, depois de quase cinquenta anos de tristeza e de silêncio.
Diz José Jorge Letria: «Eu tenho a certeza que em casa ou na escola já te falaram do 25 de Abril, mas não sei o que te disseram sobre o seu significado e a sua importância para a vida de Portugal. É por isso que vou contar-te esta história. Uma história pessoal como todas as histórias, mas que envolve muito do que é a minha memória sobre esse dia e sobre tudo aquilo a que ele veio pôr fim.»
O dia 25 de Abril de 1974 vale por si mesmo, ou seja, por aquilo que aconteceu nessas vinte e quatro histórias. Mas vale, principalmente, por aquilo com que acabou e por aquilo a que deu início.
E assim também começa este livro, especialmente escrito a pensar nos pequenos e jovens leitores, nos seus pais, nos seus familiares e nos seus amigos.

mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/115790848981109/

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Abril 26, 2017 às 3:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As casas de banho escolares – falar disto agora para resolver até setembro…

Abril 26, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Mário cordeiro publicado no https://ionline.sapo.pt/ de 11 de abril de 2017.

Pouco se fala do assunto, mas as consequências podem ser graves. Depois de ler este artigo, o leitor, seja pai, professor, diretor de escola ou meramente cidadão, faça o que puder para que as coisas melhorem!

As más condições das casas de banho escolares são um problema frequente no dia–a-dia das crianças. A maioria das crianças evitam usar a casa de banho da sua escola, muitas delas durante todo o dia.

As razões apontadas – e que poderiam sê-lo por qualquer leitor – incluem: cheiro desagradável, sujidade, portas que não fecham e falta de privacidade, sanitas partidas, ausência de papel higiénico, vandalismo e graffiti nas casas de banho, localização inconveniente das mesmas, o facto de estas se encontrarem por vezes trancadas e, em muitas escolas, só se poderem usar nos intervalos, em que a chusma de crianças a necessitar de ir à casa de banho é grande e, naqueles escassos 15-20 minutos, muita outra coisa há a fazer.

A falta de privacidade é o problema principal referido pela maioria das crianças; num estudo que fizemos, 70% relataram existência de urina e fezes no chão, paredes ou assento da sanita. Neste mesmo estudo, perto de quatro quintos das crianças referiram que as casas de banho eram “sujas, desagradáveis, a cheirar mal, assustadoras e locais de bullying”.

A retenção urinária e fecal por recusa de usar as casas de banho escolares são causa de problemas de saúde, psicológicos e educacionais significativos. No primeiro ciclo, as crianças estão a aprender os hábitos higiénicos, pelo que é fundamental adquirir comportamentos visando autonomia, intimidade e uma boa sexualidade, o que obriga a um nível mínimo de qualidade das instalações sanitárias.

Ao longo do tempo, a retenção pode levar a uma situação conhecida como síndroma de eliminação disfuncional, com um padrão alterado de micção e defecação, e com obstipação, micção infrequente ou síndroma da bexiga preguiçosa. Esta situação pode dar dor abdominal, levar a não conseguir reter as fezes (encoprese), infeções urinárias recorrentes, urgência miccional, enurese, refluxo vesico-ureteral e até lesões renais.

É sabido, também, que a melhor posição para o esvaziamento da bexiga é a posição sentada, com apoio para as coxas e os pés, e o corpo ligeiramente dobrado para a frente. Pois… mas, na prática, 85% das mulheres que usam as casas de banho públicas normalmente agacham-se quando o fazem, resultando num aumento de cerca de uma vez e meia do volume urinário residual. Do mesmo modo, em escolas com sanitas sujas e sem assentos, as meninas tendem a agachar-se para não tocarem nas sanitas, o que pode levar a uma micção incompleta e aumentar o volume residual urinário, com aumento do risco de disfunção vesical e infeção urinária.

Por outro lado, a pressa que as crianças têm de se “despachar”, entre outras razões para evitar o contacto com o assento da sanita, faz com que se verifiquem situações em que a urina reflui para a zona vulvovaginal, molhando depois as cuecas quando se levanta, o que é uma situação muito desagradável do ponto de vista psicológico.

Algumas crianças referem beber menos líquidos, com vista a terem de ir menos à casa de banho, mas isso pode levar a uma leve desidratação, que resulta em menor atenção, irritabilidade, mau humor e falta de concentração, e também aumentar o risco de infeção urinária ou obstipação.

Além destes efeitos físicos, os problemas causados por casas de banho escolares inaceitáveis podem provocar ansiedade e vergonha, especialmente nas crianças que acabam por sofrer de incontinência, podendo ser vítimas de bullying, o que afeta o rendimento escolar, com mais baixa autoestima, pior desempenho e mal-estar na escola.

Sabe-se igualmente que uma em oito meninas (cerca de 12,5%) tem o primeiro período menstrual (menarca) durante o 1.o ciclo e a ausência de condições sanitárias das casas de banho escolares, desde a falta de privacidade (casas de banho mistas) a outros pormenores, como a ausência de caixotes de lixo, pode tornar a menstruação uma experiência traumática que afeta a criança e perturba o desenvolvimento de uma sexualidade saudável.

É ainda de referir a importância das condições higiénicas na disseminação de doenças, designadamente gastroenterites e hepatite A, através da utilização de assentos, sabonetes ou torneiras contaminadas, ainda por cima quando sabemos que a utilização é feita nos intervalos, altura em que as crianças comem os lanches da manhã e da tarde, bem como antes das refeições principais, o que facilita a contaminação se houver má higiene.

Muitos pais “bramem”, nas reuniões de pais, por causa do “tamanho da maçã” ou porque “o Manel deu um encontrão ao Zé”, mas raramente referem as condições das casas de banho como um problema – e muitas direções escolares assobiam para o lado e ignoram a questão. Além disso, existe uma lacuna na legislação, a nível europeu. Em Portugal apenas existem algumas recomendações da responsabilidade do Ministério da Educação, que são escassas e insuficientes, e uma breve referência na Circular Normativa do Ministério da Saúde.

É necessário, pois, falar deste assunto sem papas na língua e que os jornalistas façam reportagens, pressionem e levantem questões a quem de direito – não esqueçamos que estamos a falar de crianças do 1.o ciclo, que ainda estão numa fase inicial da aprendizagem das regras de promoção de saúde e num contexto que deve ser eminentemente educativo e modelar.

Só para dar um exemplo de medidas que se podem tomar se se quiser fazer alguma coisa: num país escandinavo verificou–se que os meninos gostavam de pegar na sua “mangueirinha” e “regar” em todas as direções. Resposta: para lá de sermões, conselhos e normas, pintaram-se alvos em círculos, dentro da sanita. Resultado: as crianças passaram a querer acertar no “100” e deixaram de molhar o resto. Simples, não é? Aqui fica, à atenção de quem de direito. Com imaginação, criatividade e colaboração dos próprios alunos, conseguir-se-ão grandes avanços… mas só depois de reconhecer esta situação como um verdadeiro problema de saúde pública.

 

 

Dia Mundial do Brincar – 28 de maio de 2017 – Quem se junta a nós para “Brincar a Sério”? desafios para as escolas e para as organizações

Abril 26, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Dia Mundial do Brincar está de volta e com ele os desafios de 2017. Quem se junta a nós para “Brincar a Sério”?

Como daqui até ao dia 28 de maio é um “pulinho” não podemos perder tempo!

Deixamos em baixo desafios para as escolas e para as organizações, mas podem consultar mais informações na página de Facebook do Dia Mundial do Brincar em https://www.facebook.com/diamundialdobrincar

Não se esqueçam: é fundamental partilhar connosco fotografias, vídeos e/ou desenhos que tenham de todos os desafios que vão realizando. Poderão fazê-lo através do email iac-ludica@iacrianca.pt ou diretamente no nosso Facebook.

Brincam connosco?

Brincar a Sério nas escolas!

Este ano os novos desafios para as escolas têm por mote “A Brincar a Sério também se aprende!” ou não fosse a escola prova disso… O objetivo é sempre o mesmo: defender e divulgar o artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança – o “Direito de Brincar”. Consultem as nossas propostas!

Dossier “Brincar a Sério – Escolas” (1,641 Kb)

Para acompanharmos todas as escolas que se juntam a nós nesta comemoração, pedimos que se inscrevam preencham um pequeno formulário: https://goo.gl/forms/mHOoawbMuTv442Nw1

Brincar a Sério é produtivo!

Grandes organizações promovem atividades de team building como forma de fortalecer as suas equipas. Como fortalecíamos a nossa equipa em crianças? Brincávamos mais vezes juntos! A nossa proposta para as organizações é parar um momento (minutos ou horas) e pôr a equipa a brincar!

Dossier “Brincar a Sério – Organizações” (849 Kb)

Para acompanharmos todas as Organizações que se juntem a nós precisamos que façam um pequeno registo online com alguns dados: https://goo.gl/forms/V1chu3OeOvqCWXad2

mais informações:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-al/noticias-atividade-ludica/item/874-dia-mundial-do-brincar-2017


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