Centro Qualifica Camões

Março 16, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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camoes

mais informações:

http://cqepcamoes.wixsite.com/qualificacamoes

O projeto de vida e interesse da criança: a criança em situação (Formação)

Março 16, 2017 às 4:42 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Objetivos:

O projeto de vida da criança enquanto elemento essencial para a concretização do seu superior interesse.
Reflexão sobre os vínculos afetivos próprios da filiação.
As medidas de colocação: sua interligação e dificuldades.
A harmonização entre as diversas intervenções em benefício da criança e do jovem.
Destinatários:

Juízes/as e Magistrados/as do Ministério Público. Advogados/as e outros/as profissionais da área forense

Data e local: Centro de Estudos Judiciários – Auditório, Lisboa (ver localização)

23 e 24 de março de 2017

 

Programa e documentação
DIA 23 MARÇO

09h45 – Abertura
Direção do CEJ

10h00 – Estudo e definição do projeto de vida da criança – da vinculação à autonomização

Raquel Corval, Psicóloga, Escola de Psicologia da Universidade do Minho

11h00 – Intervalo

11h15 – O que são os vínculos afetivos próprios da filiação?

Isabel Alberto, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra

12h15 – Debate

Moderação: Ana Massena, Procuradora da República, Docente do CEJ

14h30 – Uma criança, um projeto de vida

Mesa redonda

Com a participação de representantes das seguintes instituições:

Luís Villas-Boas, Refúgio Aboim Ascensão
Ana Faustino, APDMF – CrescerSer
Ana Gaspar, SCML
Rosário Ataíde, ISS Coimbra
Maria Luísa Costa, ISS Porto
Moderação: Maria Perquilhas, Juíza de Direito, Docente do CEJ

 

DIA 24 MARÇO

10h00 – Benefícios e constrangimentos da Medida de Acolhimento Familiar

Ana Paula Alves, ISS Lisboa

11h00 – Intervalo

11h15 – O Acolhimento Residencial de Jovens: como superar o desafio?

Rui Godinho, SCML

12h15 – Debate

Moderação: Ana Teresa Leal, Procuradora da República, Docente do CEJ

14h30 – A visão e decisão integrada da situação da criança – compatibilidade entre processos

A compatibilidade entre a proteção e a tutela educativa

Chandra Gracias, Juíza de Direito, Tribunal de Família e Menores da Comarca de Lisboa

A compatibilidade entre a proteção e as providências tutelares cíveis

Julieta Monginho, Procuradora da República, Tribunal de Família e Menores de Cascais da Comarca de Lisboa Oeste

16h30 – Debate

Moderação: Paulo Guerra, Juiz Desembargador, Diretor-Adjunto do CEJ

Programa
Ficha de inscrição
ebook – Intervenção em sede de promoção e proteção de crianças e jovens (edição bastante extensa de 2005)

 

 

O que leva uma criança a dizer que apoia o Estado Islâmico?

Março 16, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da http://www.bbc.com/portuguese/ de 27 de fevereiro de 2017.

thinkstock

Matthew Price BBC Radio 4

Ele tem 10 anos de idade, o rosto pequeno e redondo e um olhar atento. Você sabe que ele é inteligente porque ele faz muitas perguntas. Mas, neste caso, a curiosidade o levou a ter problemas.

Hoje em dia, ele prefere não repetir as palavras ditas há pouco mais de um ano na frente de seus colegas em uma escola primária no oeste de Londres.

Na época, ele ficou na frente da classe e disse que apoiava o grupo extremista autodenominado “Estado Islâmico” (EI).

A declaração provocou uma série de intervenções de seus professores. que acionaram os serviços para menores de idade do governo britânico.

O caso também foi encaminhado para a Prevent – um programa que trabalha com indivíduos que correm risco de serem radicalizados.

Ataques em Paris

Por razões óbvias, não vamos revelar a identidade do menino, mas vamos chamá-lo de Haaruun.

Ele vive em Londres com sua mãe e vários irmãos. E foi quando ele tinha 9 anos que tudo começou.

“Eu vi a notícia sobre os ataques em Paris”, diz ele, referindo-se ao atentado que ocorreu na capital francesa em novembro de 2015.

“Me sentei no computador e procurei ‘ISIS’ (sigla pela qual o grupo era identificado) no Google, que me levou ao site da BBC News (site de notícias da BBC em Inglês). Eu li tudo e então eu vi Children of the Califado (“Filhos do Califado”, documentário sobre crianças recrutadas como soldados pelo grupo) no site (do canal britânico) Channel 4 e fiquei impressionado”, lembra ele.

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“E então eu acessei em outras páginas…”

Foram esses outros sites que deixaram Haaruun exposto à brutalidade dos jihadistas e o tornou, de acordo com assistentes sociais que acompanham o seu caso, “vulnerável à radicalização”.

“Eu vi alguns vídeos de execuções brutais e pessoas sendo queimadas”, diz o garoto. “Eles eram acorrentados e depois ateavam fogo neles.”

Não há emoção em seu relato. Nem quando ele descreve um outro vídeo: “os homens caminham com as mãos atrás das costas. Depois, eles são golpeados e obrigados a sentar”.

E não pisca quando diz a seguinte frase: “Depois, cortam a cabeça deles”.

Mil casos

Esse é apenas um dos casos nos quais a equipe da Prevent trabalha. Desde 2012, o programa já atendeu mil casos, tanto de crianças da mesma idade de Haaruun quanto de adolescentes e adultos.

A maioria estava relacionada à radicalização islamista, embora no último ano tenham aumentado os casos relacionados ao extremismo de direita.

Na verdade, Haaruun viu aqueles vídeos sobre a brutalidade do “EI” em um site de extrema-direita que tentava desqualificar o Irã, usando o grupo como exemplo. A curiosidade do garoto o levou a continuar acessando outros sites para encontrar mais vídeos.

“Eu aproveitava os fins de semana, quando todos já tinham saído e a casa ficava vazia. Eu sentava na frente na frente do computador da sala para fazer buscas”, lembra.

Mas ele não era o único em sua escola interessado no assunto.

“Havia crianças que brigavam entre si, e alguns diziam: ‘Ah, o Hezbollah é mais forte que o Estado Islâmico’.”

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De acordo Haaruun, muitas crianças de sua classe conhecem o EI porque suas famílias vêm do Oriente Médio.

“Um grupo oito garotos não parava de falar sobre o assunto e pesquisavam sobre isso, inclusive em sala de aula”, diz a criança.

“Certa vez, um dos meus colegas colocou a palavra ‘ISIS’ em um site de busca e começou a ver um vídeo. Eu disse para ele parar e quando o professor veio ver o que estava acontecendo, todos disseram que nada”, conta.

“Eu sabia que assistir aqueles vídeos era errado, mas não era o único que fazia. Não era justo. Com as outras pessoas não aconteceu nada”, diz ele.

Bullying

O que não sabiam seus professores, e acabou descobrindo o especialista que assumiu o caso – é que Haaruun estava sofrendo bullying na escola.

Ela não fala muito sobre isso, embora conte que alguns de seus colegas – muçulmanos ou não – o chamavam de “terrorista”.

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De acordo com especialistas, as piadas aparentemente foram um fator importante que levou ao isolamento de Haaruun e alimentou seu interesse no “Estado islâmico”.

Aos poucos, ele se tornou um especialista no grupo jihadista e foi logo depois disso que ele se levantou em sala de aula e se declarou um simpatizante do EI. Pouco depois, uma mulher chamada Mariam foi a sua casa.

“Minha mãe me disse que alguém tinha vindo me ver. E quando Mariam disse o motivo da visita, eu pensei que eu iria para a cadeia”, relembra.

Mariam, que trabalha para a Prevent e prefere não revelar seu sobrenome, diz que demorou até que ela ganhasse a confiança de Haaruun.

“Tivemos que nos encontrar várias vezes até que ele se abrisse e falasse sobre tudo o que tinha visto”, explica.

Foi um ano de trabalho, durante o qual Haaruun mostrou a Mariam os sites que visitou e, juntos, debateram os vídeos.

A assistente social também o fez criar uma lista de coisas que o faziam feliz, outras de coisas que lhe interessavam e uma última do que o deixava com medo.

Na primeira, a criança escreveu “paz”, “família” e “Islã”. E “guerra” no segundo.

Na lista de coisas que ele temia, escreveu “Estado islâmico”. Mas também “escola”.

E foi este último item que acendeu o alerta sobre um possível caso de bullying.

‘Lavagem cerebral’

A mãe de Haaruun tentou lidar com o problema, mas ele encontrou uma forma de continuar vendo o que ele queria. “Ela não conseguia acompanhar as perguntas que ele fazia”, diz Mariam.

Hoje isso não acontece. A Prevent já terminou o trabalho com Haaruun, e ele diz que aprendeu que não deve “ver as coisas ruins, sites ruins”.

“Mariam me contou quais são repercussões e o impacto disso e que elas não são boas”, explica ele.

“Se você continuar assistindo, vão fazer uma lavagem cerebral em você e convencê-lo a se juntar ao Estado Islâmico, e eles vão terproblemas e você vai parar na cadeia”, diz ele, de maneira direta.

Mas isso poderia realmente acontecer com Haaruun?

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“Não estamos sugerindo que ele se tornaria um terrorista. O que estamos dizendo é que ele estava vulnerável a isso”, afirma Mariam. “Poderia ter acessado um bate-papo e falado com alguém que está lá para radicalizar pessoas.”

“É um jovem vulnerável que está vendo coisas, formando opiniões – mas não podemos prever como isso evoluído sem a intervenção do Prevent”, admite.

“Não estamos dizendo que ele pegaria uma bomba e explodiria alguém. Mas trata-se de minimizar esse risco.”

Haaruun continua sendo a criança curiosa que sempre foi. Mariam e outras pessoas de sua equipe querem mostrar a ele o que chamam de “espaços seguros” para a aprendizagem.

As pessoas em sua escola, em sua família e em outras atividades o ajudam a explorar um mundo mais amplo, mas de uma forma segura.

Ele diz que quer ser advogado ou contador. E, depois de uma pausa, acrescenta com um sorriso tímido: “Ou jornalista”.

 

 

Pós-Graduação em Mediação de Conflitos com Especialização cm Mediação Familiar – 10ª Edição

Março 16, 2017 às 10:41 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Pós-Graduação em Mediação de Conflitos com Especialização cm Mediação Familiar – 10ª Edição (220 HORAS)

Curso reconhecido pelo Ministério da Justiça
Lisboa: 24 de Março de 2017

Esta especialização pretende em primeira instância habilitar/capacitar os mediadores familiares para o exercício da sua actividade profissional. Neste sentido serão facultados aos formandos conhecimentos específicos sobre os princípios orientadores da mediação familiar, enquanto método (não judicial) de resolução alternativa de conflitos. Nesta formação pretende-se abordar o fenómeno de negociação e suas vantagens, as etapas do processo de mediação familiar, a conduta e papel do mediador, bem como aspectos éticos e deontológicos desta actividade.

Saiba mais AQUI.

 

10 razões para limitar a exposição dos menores de 12 anos a telemóveis, tablets e afins

Março 16, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://visao.sapo.pt/ de 2 de março de 2017.

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O pediatra Hugo Rodrigues comenta à VISÃO as 10 razões apresentadas por uma terapeuta ocupacional pediátrica americana para proibir a exposição às tecnologias a crianças menores de 12 anos

A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadiana de Pediatria recomendam que crianças dos 0 aos 2 anos não sejam expostas a nenhuma tecnologia e que o seu uso seja limitado a uma hora por dia a crianças dos 3 aos 5 anos e a duas horas por dia a crianças dos 6 aos 18 anos.

Mas o que se passa na realidade é que a quantidade de tempo que as crianças passam à frente das tecnologias é muito maior do que é aconselhável e, com isso, estão a prejudicar seriamente a sua saúde. Quem o diz é Cris Rowan, uma terapeuta ocupacional pediátrica. Num artigo que escreve para o The Huffington Post, alerta todos os pais, professores e governos para a importância de regular o tempo dedicado às tecnologias.

Pedimos ao pediatra Hugo Rodrigues, que escreve para a Bolsa de Especialistas da VISÃO, um comentário às 10 razões apresentadas por Cris Rowan para banir o uso de tecnologias a menores de 12 anos.

  1. Crescimento cerebral impróprio

A exposição excessiva a tecnologias tem sido associada a um défice do funcionamento executivo cerebral e de atenção, a atrasos cognitivos, a uma aprendizagem debilitada, à diminuição da capacidade de autoregulação e ao aumento da impulsividade.

O desenvolvimento cerebral só termina depois dos 20 anos na maior parte das pessoas, pelo que todos os estímulos a que as crianças e adolescentes estão expostos podem condicionar esse desenvolvimento.

Relativamente à capacidade de atenção, os estímulos dos chamados “ecrãs” são múltiplos e curtos, o que não estimula corretamente o funcionamento executivo, a atenção e aprendizagem. Para além disso, a capacidade de visualização 3D e orientação viso-espacial (coordenação entre visão e orientação espacial) encontra-se comprometida nos ecrãs, pois a imagem tem apenas duas dimensões e não três.

A impulsividade e a auto-regulação podem ficar comprometidas na medida em que mesmo a socialização que se consegue através das tecnologias está sempre intermediada por um aparelho, o que diminui a capacidade de controlo pela sensação de proteção que provoca. A este facto acrescem ainda os conteúdos (vídeos e jogos, por exemplo) que muitas vezes aumentam a agressividade e a impulsividade.

Por fim, relativamente ao défice cognitivo parece-me uma afirmação um pouco exagerada, porque essa relação é extremamente controversa e difícil de provar.

  1. Atraso no desenvolvimento

Porque implicam pouco movimento, as tecnologias acabam por atrasar o desenvolvimento da criança, e, por consequência, ter um impacto negativo no seu desempenho académico.

O desenvolvimento motor encontra-se condicionado pela ausência de estimulação nesse sentido. Particularmente a motricidade fina, que é a área mais afetada. Não tem nada a ver montar um puzzle num tablet ou com peças reais! A orientação tridimensional é algo que só se consegue com peças verdadeiras… Outro exemplo são as formas 3D, que num ecrã não existem (a esfera e um círculo, o cubo um quadrado, …).

Também em termos de linguagem, o desenvolvimento se encontra afetado. A linguagem verbal e escassa na maior parte dos programas e aplicações é muitas vezes “maltratada”, com abreviaturas e ortografia sem regra. A linguagem não verbal não se aprende sem socialização, porque requer contacto face a face e nenhum ecrã o consegue.

  1. Obesidade

O uso da televisão e de jogos de vídeo está relacionado com um aumento da obesidade. As crianças que têm aparelhos tecnológicos nos quartos têm 30% maior incidência de obesidade.

Completamente de acordo. A obesidade é a epidemia do século XXI e o sedentarismo um dos seus principais fatores de risco. Para além disso, o contacto permanente com os aparelhos tecnológicos estimula também a prática de “snacking”, que é o consumo pouco regrado de alimentos pouco nutritivos e muito densos do ponto de vista calórico (por exemplo, bolachas, chocolates, batatas fritas, etc).

  1. Privação de sono

75% das crianças com 9/10 anos têm privação de sono, o que acaba por prejudicar negativamente o desempenho académico;

Também completamente de acordo. O sono é um aspeto fundamental do dia-a-dia das crianças e adolescentes e um dos pilares do seu desenvolvimento. Os ecrãs tem um efeito nocivo na quantidade e qualidade do sono, que tem obrigatoriamente que ser “combatido”.

  1. Doenças mentais

O uso exagerado de tecnologias é considerado um dos fatores responsáveis pelo crescimento das taxas de depressão infantil, ansiedade, defeitos de vinculação, défice de atenção, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento problemático da criança.

Esta relação é controversa, mas é verdade que o isolamento social e a dependência da tecnologia que se cria podem ter interferência no humor, levando a situações de ansiedade e depressão, por exemplo. Também os conteúdos dos programas e jogos pode moldar o comportamento nesta fase tão vulnerável, levando a comportamentos problemáticos.

Quanto a relação com autismo, psicoses e doenças bipolares, as tecnologias podem ajudar a que surjam episódios de descompensação, mas não atuar como causa dessas doenças.

  1. Agressividade

As crianças estão expostas, através dos media e das tecnologias, a agressão explícita, o que pode influenciá-las a ter um comportamento agressivo.

Completamente de acordo. O controlo de conteúdos tem que ser uma prioridade para todos os pais. As crianças aprendem por imitação, pelo que tem que se selecionar muito bem tudo a que elas têm acesso.

  1. Demência digital

Os conteúdos mediáticos de “alta velocidade” podem contribuir para um défice de atenção e para uma diminuição das capacidades de concentração e de memória.

Já expliquei um pouco no ponto 1. Apesar das crianças poderem ficar muito tempo ligadas às novas tecnologias, isso não significa que tenham uma grande capacidade de concentração. A questão é que os estímulos são muito curtos, o que faz com que, na verdade, elas não estejam muito tempo atentas, mas sim atentas durante pequenos períodos de tempo de cada vez.

  1. Vício em tecnologia

Uma em cada 11 crianças, dos 8 aos 18 anos, é viciada em tecnologia.

Completamente de acordo. Este é um problema real, com o qual nós ainda não sabemos lidar adequadamente. Vai ser um enorme desafio nos próximos tempos porque se trata de uma verdadeira dependência em grande parte dos casos.

  1. Emissão de radiação

Em maio de 2011, a Organização Mundial da Saúde classificou os telemóveis e outros dispositivos sem fio com um risco de categoria 2B (possível carcinogénico), devido à emissão de radiação. As crianças são ainda mais vulneráveis a estes perigos.

Completamente de acordo. Hoje em dia vivemos completamente rodeados por radiações (Bluetooth, Wi-Fi) e muitas delas são ainda algo desconhecidas em termos de consequências para a saúde. O que é um facto é que existe a noção de que o número de casos de cancros em idade pediátrica estão a aumentar e tem obrigatoriamente que haver fatores ambientais que o justifiquem.

  1. Insustentável

A forma como as crianças são educadas não é sustentável. Não há futuro para as crianças que usam a tecnologia em excesso.

Acho demasiado negativo dizer que não há futuro. Cabe-nos a nós, adultos, fazer as escolhas certas para podermos ajudar as nossas crianças a serem adultos saudáveis, felizes e responsáveis. Para isso, é preciso usar sempre o bom-senso e tentar retirar das tecnologias o que podem ter de bom sem sofrermos o efeito negativo do seu (mau) uso.

Depoimento recolhido por Sara Soares

 

 


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