Caderno de Educação Financeira para o 2.º ciclo

Fevereiro 25, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o caderno no link:

http://blogue.rbe.mec.pt/cadernos-de-educacao-financeira-dge-2039375

As Crianças na Mediação Familiar – Curso breve em Lisboa, Porto, Funchal e Faro

Fevereiro 25, 2017 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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INSCRIÇÕES ABERTAS

LISBOA– até 9 Março

PORTO– até 21 de Março

FUNCHAL  – até 27 de Março

FARO– até 28 Abril

mais informações:

http://imap.pt/noticia/as-criancas-na-mediacao-familiar/

Uma criança é um ser em (trans)formação permanente. Qual o impacto da alimentação neste processo? 4 de março na Biblioteca Orlando Ribeiro

Fevereiro 25, 2017 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Palestra para Todos

Uma criança é um ser em (trans)formação permanente. Qual o impacto da alimentação neste processo?

Os nutrientes adicionados industrialmente serão tão benéficos para o corpo humano como os que estão naturalmente presentes nos alimentos?

Será que tudo aquilo que podemos comer é alimento?

O que é, na verdade, um alimento?

O objetivo desta palestra é dar a conhecer às crianças, aos pais e educadores em geral, alguns dados importantes sobre a natureza dos alimentos, proporcionando-lhes orientações simples que lhes permitirão fazer escolhas alimentares conscientes.

Biblioteca Orlando Ribeiro

Data: 2017-03-04 às 16:00

Contactos: Tel: 218 172 660

bib.oribeiro@cm-lisboa.pt

Observações: Entrada livre

Biblioteca Orlando Ribeiro
Antigo Solar da Nora
Estrada de Telheiras, 146
1600-772 Lisboa
(Freguesia do Lumiar)

 

Férias da Páscoa na Culturgest

Fevereiro 24, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Manhãs: das 10h às 13h
Tardes: das 14h30 às 17h30
50€ (5 manhãs ou 5 tardes)
Marcação prévia
Lotação: 16 participantes

mais informações:

http://www.culturgest.pt/arquivo/2017/se/04/ferias-pascoa.html

Por trás de cada criança difícil há uma emoção que esta não sabe expressar

Fevereiro 24, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://uptokids.pt/ de 9 de fevereiro de 2017.

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Uma criança difícil é, geralmente, uma criança insegura que procura reconhecimento constante.

Por trás de cada criança difícil esconde-se um caos emocional revestido de raiva e até de desobediência, que nunca é fácil de abordar por parte dos pais ou professores.

Recorrer ao castigo ou às palavras num tom mais elevado e agressivo, apenas conseguirá intensificar ainda mais as emoções negativas, a sua frustração e até a sua baixa autoestima.

Nunca saberemos o porquê de algumas crianças nascerem com uma personalidade mais complexa do que outras.

No entanto, em vez de perdermos tempo a perceber a razão para a personalidade difícil das nossas crianças, devemos entender, simplesmente, que há pessoas que têm mais necessidades, que precisam de mais atenção.

Façamos uma reflexão sobre isto.

Crianças difíceis são crianças exigentes

Uma criança difícil não ouve, não obedece e costuma reagir de forma desmedida a certas situações. Isto faz com que mergulhemos num círculo de sofrimento onde o vínculo com esta criança vai sendo carregado de tensões, ansiedade e muitas lágrimas.

Muitos pais e mães acabam por se questionar. “Serei um mau pai/mãe?” “Estarei a fazer algo errado?”

Estas questões são perfeitamente normais, mas irão apenas alimentar ainda mais a frustração. Antes de cairmos nest espiral, esperimentemos algumas estratégias.

Assumir que temos um filho mais exigente

Há crianças que crescem sozinhas, que sem sabermos como nem porquê são mais maduras, receptivas, obedientes e autónomas. No entanto, é perfeitamente normal que algum dos irmãos desta mesma criança demonstre, desde os primeiros meses de vida, mais necessidades e requeira mais atenção dos pais. São bebés que choram mais do que o normal, que dormem pouco e que vão do riso ao choro em poucos segundos.

Temos de assumir que há crianças “super-exigentes”. Precisam de mais reforços, mais apoio, palavras e segurança.

Longe de nos culparmos por termos “feito algo errado”, devemos entender queo estilo de criação nem sempre é o responsável por moldar uma criança difícil.

No entanto, é da nossa responsabilidade saber (pelo menos tentar) dar uma resposta a esta criança exigente e isso requer paciência, esforços e muito carinho.

Saber lidar com uma criança difícil

Se para os adultos já é difícil poder compreender e controlar as nossas emoções, para uma criança exigente isso será ainda mais complicado. Por isso, analisemos quais necessidades imediatas de uma criança difícil.

Uma criança difícil procura sentir-se reconhecida em tudo o que faz. São crianças inseguras que precisam de reforços com muita frequência. Quando não os encontram ou não os recebem, sentem-se frustradas e

A autoestima baixa faz com que ciúmes(até dos irmãos), com que procurem atenção para se sentirem bem, com que sintam tudo de forma mais intensa, nomeadamente emoções como o medo e a solidão.

Conforme vão crescendo, a sensação de insegurança pessoal e de falta de reconhecimento traduz-se em raiva e em reações desproporcionais quando, no fundo, o que existe é apenas medo, tristeza e angústia.

É necessário canalizar estas emoções e oferecer estratégias para que a criança deixe de precisar de tantos reforços externos para se sentir bem.Esta criança deve ser capaz de controlar o seu próprio mundo emocional com a nossa ajuda.

Chaves para ajudar uma criança difícil

1.  O poder do reforço positivo

O reforço positivo não consiste em dar um abraço quando uma criança faz algo que não deve. É mais que isso: trata-se de não fazer uso do castigo ou do grito porque isso despoletará uma reação ainda mais negativa na criança.

Devemos aproximar-nos da criança e perguntar-lhe porque teve determinada atitude, ou porque reagiu de determinada forma.Com calma, iremos explicar que o ato cometido não é correto, e iremos explicar também o porquê. A seguir, iremos indicar como devemos agir nesta situação.

Por último, iremos fazer uso do reforço positivo:”eu confio em ti”, “eu sei que tu podes fazer melhor do que isso”, “eu apoio-te, amo-te e fico triste por te ver a ter essas reacções. Tu és muito melhor que isso, confia em ti”.

2. Oferecer confiança, dar responsabilidades e estabelecer limites

A criança deve entender desde muito cedo que todos temos limites, e que para ter direitos é preciso cumprir com algumas obrigações.

É necessário que a criança se habitue a alguma rotina e que saiba o que pode esperar de cada momento.

Uma criança exigente precisa de segurança e se a educarmos em ambientes muito estruturados onde o reforço positivo esteja presente, iremos ajudá-la a sentir-se mais tranquila.

Dê-lhe confiança, convença-a de que é capaz de fazer muitas coisas, incentive-a assumir responsabilidades com as quais poderá aumentar a sua autoestima.

A importância da Inteligência Emocional

A Inteligência Emocional deve estar presente na criação de todas as crianças. É necessário ajudá-la a identificar as suas emoções e traduzir em palavras o que sente.

Desde muito pequenos iremos habituá-los a esta comunicação emocional falando sobre “o que se sente”. Os miúdos precisam de saber expressar a tristeza, a raiva e o medo.

Deste modo poderão desabafar emocional quando sentirem necessidade mas, para isso, devemos criar uma relação de confiança e proximidade ente pais/filho. Nunca julgue os seus filhos pelos que dizem nem se ria, em tom de gozo, deles. É necessário ser receptivo e propiciar sempre um diálogo fluido, ameno e cúmplice.

Texto original em Melhor Saúde, adaptado por Up To Kids®

 

Pode um jogo online engordar uma criança? Autoridades de saúde dizem que sim

Fevereiro 24, 2017 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.tsf.pt/ de 14 de fevereiro de 2017.

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Nuno Guedes

Direção-Geral da Saúde alerta: pais devem ter cuidado com a publicidade na Internet a alimentos nocivos e dirigida, especialmente, a crianças e adolescentes.

O diretor do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da Direção-Geral da Saúde (DGS) dá um exemplo que ele próprio já encontrou na Internet: um jogo, patrocinado, com chocolates.

À partida, parece uma brincadeira inofensiva, mas Pedro Graça diz que estamos perante uma das típicas publicidades “insidiosas” comum na Internet e nas redes sociais.

São casos como este e muitas outras formas de publicidade a alimentos nocivos para a saúde, para crianças e adolescentes, que levam a DGS a estar preocupada com a publicidade na Internet e a fazer um alerta aos pais, mas também ao Estado que deve regular.

Em declarações à TSF, Pedro Graça diz que um estudo recente feito no Canadá concluiu que 90% da publicidade a alimentos na Internet envolvia produtos de “má qualidade nutricional”, algo que em Portugal, até com a internacionalização de muitas marcas, “não será muito diferente”.

O responsável da DGS recorda que a publicidade nos meios tradicionais (rádios, TV, imprensa) foge cada vez mais para a Internet, um sítio onde, segundo afirma, os anúncios estão “fora de controlo” e onde as crianças e adolescentes passam cada vez mais tempo.

Pedro Graça sublinha que “estimamos que uma criança está em média uma ou duas horas por dia em frente à televisão, mas se lhe juntarmos a Internet esse tempo em frente aos ecrãs duplica e mesmo triplica ou quadruplica, o que aumenta a nossa preocupação”.

Um crescimento do sedentarismo que, segundo o especialista, é acompanhado muitas vezes pela publicidade a produtos altamente calóricos e maus do ponto de vista nutricional.

O diretor do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável cita ainda um estudo da Fundação para a Ciência e Tecnologia que diz que 55% das crianças portuguesas acedem à Internet diariamente por conta própria, a partir do seu quarto, enquanto que os pais portugueses são aqueles que na Europa menos “controlam os conteúdos de uma forma interativa com os filhos” (68 %).

Em declarações TSF, o deputado do PS, Pedro Delgado Alves, explica que as mudanças ao Código da Publicidade que estão a ser discutidas no Parlamento também vão atingir a Internet, mas admite que é muito difícil, quase impossível, regular tudo o que chega às crianças e adolescentes.

ouvir a reportagem no link:

http://www.tsf.pt/sociedade/interior/pode-um-jogo-online-engordar-uma-crianca-autoridades-de-saude-dizem-que-sim-5665827.html

Quando TV, tablet e telemóvel se transformam em babysitters

Fevereiro 24, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Reportagem do Expresso de 27 de janeiro de 2017.

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ler a reportagem no link:

http://www.internetsegura.pt/sites/default/files/Estudo%20Crescendo%20entre%20Ecras.pdf

 

 

Kaspersky : “Dois terços das crianças europeias têm medo de utilizar a Internet”

Fevereiro 23, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do http://wintech.pt/ de 7 de fevereiro de 2017.

Escrito por João Fernandes

Um estudo elaborado pela Kaspersky Lab que marca o Dia da Internet Segura 2017 revela que o crescente número de ameaças que as crianças encontram online está agora a ter efeitos negativos, com dois terços (67%) das crianças europeias com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos a admitirem que têm medo ou estão preocupadas em estar online. Desde brinquedos que podem ser hackeados, a assédios em plataformas de jogos como Minecraft, não é surpresa nenhuma que as crianças comecem a ter medo do que podem encontrar online. Mas o que pode ser feito para reconstruir a sua confiança? A Kaspersky Lab apoia o Dia da Internet Segura 2017 para fazer face a este problema.

De acordo com as pesquisas elaboradas, quase um terço (29%) das crianças tem medo que um desconhecido as possa intimidar; 23% tem medo de que um desconhecido lhes peça para fazer algo com o qual não estão confortáveis; 22% receia que um desconhecido lhes peça para fazer alguma coisa ilegal; e 21% teme que pessoas desconhecidas consigam aceder a informações que colocaram online mesmo depois de as terem apagado.

A juntar a isso, as crianças questionadas têm consciência de que as suas próprias atividades online lhes podem causar problemas com os seus colegas, com um em cada quatro (41%) a admitir arrependimento relativamente a publicações que possam ter afetado amigos ou outras pessoas.

“As vantagens de as crianças estarem online e conectadas são muitas. Por isso, é fácil esquecermo-nos de que crianças e jovens são por si só vulneráveis e que se podem expor a perigos, tendo ou não consciência disso, na utilização da Internet e dispositivos conectados“, afirma Alfonso Ramirez, Diretor Geral da Kaspersky Lab Iberia. “O tema deste ano para o Dia da Internet Segura é ‘unidos por uma Internet melhor’. A preocupação com a segurança é um dever que tem de ser partilhado por indústria, governo, professores e pais, para atenuar os riscos e fornecer às crianças um ambiente online seguro onde possam trabalhar, descansar e brincar.”

A Kaspersky Lab recomenda que pais, professores e a própria indústria trabalhem em conjunto para criar um ambiente seguro para as crianças, para que estas possam aprender e explorar online, de forma a não terem medo ou estarem preocupadas quando ligadas à Internet.

Em baixo os principais conselhos da Kaspersky Lab para garantir a segurança online das crianças:

  1. Falar com eles sobre possíveis perigos – Os pais podem sentir que falar com os filhos sobre perigos online é demasiado repetitivo. No entanto, pode ajudar a lembrar que os mesmos perigos e conselhos aplicados aquando da utilização da Internet se aplicam no mundo real;
  2. Encorajá-los a falar sobre as suas experiências online e, em particular, sobre qualquer coisa que os faça sentir desconfortáveis ou ameaçados;
  3. Definir regras claras sobre o que podem e não podem fazer online e explicar o porquê das mesmas terem sido impostas. Estas devem ser revistas à medida que a criança cresce.
  4. Utilizar um Software de Controlo Parental para estabelecer um âmbito do que é aceitável – quanto tempo (e quando) podem estar online, que conteúdos devem ser bloqueados, que tipo de atividades devem ser bloqueadas (chat rooms, fóruns, etc.). Os filtros do Controlo Parental podem ser configurados para diferentes perfis de um computador, permitindo que haja uma personalização dos mesmos para diferentes crianças.
  5. Não esquecer de utilizar as configurações fornecidas pelo seu ISP, fabricante do dispositivo e fornecedor da rede do seu telemóvel. Por exemplo, a maioria dos telemóveis permite prevenir compras in-app, para que evite compras quando a criança está a jogar;
  6. Proteger o computador através da utilização de um Software de Segurança na Internet – Os melhores produtos de Segurança na Internet incluem agora um módulo de controlo parental que permite que os pais coloquem uma barreira protetora em torno das crianças – reduzindo os riscos a que estas estão expostas online.
  7. Não esquecer os smartphones ou tablets – que são dispositivos sofisticados. A maioria dos dispositivos móveis vem com controlos parentais, e os fornecedores de softwares de segurança podem oferecer aplicações para filtrar conteúdos inapropriados, etc.
  8. Utilize os ótimos conselhos disponíveis na Internet – por exemplo o site do Dia da Internet Segura (http://www.saferinternet.org/safer-internet-day).

Este questionário foi desenvolvido pela Opinion Matters e pedido pela Kaspersky Lab tendo sido realizado com 5.000 crianças com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos na Alemanha, França, Espanha, Itália e Benelux num período de 10 dias.

 

 

Oficina Gratuita de “Máscaras de Carnaval” | Atmosfera m Lisboa e Porto 25 de fevereiro

Fevereiro 23, 2017 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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OFICINA GRATUITA | MÁSCARAS DE CARNAVAL

Este sábado, todas as crianças, entre os 6 e os 12 anos, estão convidadas a participarem na oficina “Máscaras de Carnaval”, nos espaços Atmosfera m em #Lisboa e no #Porto.

Inscrições: Lisboa Início:14h30 atmosferam.lisboa@montepio.pt

Porto Inísio:14h45 atmosferam.porto@montepio.pt

Encontro Nacional de GAAF – 4 de maio em Lisboa

Fevereiro 23, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição até dia 20 de abril

O Instituto de Apoio à Criança (IAC) tem por objetivo principal contribuir para o desenvolvimento integral da criança, na defesa e promoção dos seus direitos, sendo a criança encarada na sua globalidade como sujeito de direitos na família, na escola, na saúde, na segurança social e justiça.

Em 1998, o IAC criou os Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) que, sendo um projeto de mediação escolar, pressupõem a existência de uma equipa multidisciplinar. Estes gabinetes surgiram com a principal diretriz de intervir a um nível direto junto das crianças, famílias e comunidade escolar, promovendo um ambiente mais humanizado e facilitador da integração social.

Sendo uma preocupação da Mediação Escolar oferecer aos seus parceiros formação variada, vimos convidar para mais um Encontro Nacional de GAAF, que irá decorrer no dia 4 de Maio de 2017, em Lisboa.

A inscrição deverá ser enviada para o seguinte e-mail: secretariado.alhsac@iacrianca.pt

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