Farta da má educação dos alunos, professora escreve carta emocionante

Fevereiro 17, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jn.pt/ de 26 de janeiro de 2017.

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Professora queixa-se dos alunos e dos pais em extensa carta Arquivo

“Estou farta da má educação de uma percentagem cada vez maior de alunos e do protecionismo dos pais”, escreveu uma professora espanhola, numa carta tornada pública na segunda-feira.

Eva María Romero Valderas é professora em Marchena, uma localidade de Sevilha, em Espanha. Num ato de desespero, e de alerta para os pais que têm filhos na escola, escreveu uma carta ao jornal “La Voz de Marchena“, que já se tornou viral.

Na carta, a professora destaca “a falta de educação” de uma franja cada vez maior dos alunos, que é acompanhada do “protecionismo dos pais”, que querem que os filhos alcancem os objetivos “sem esforço e sem sofrer”.

Mas, não são só os pais ou os alunos os alvos visados pela docente, que não poupa a administração das escolas, “que muda as leis que regem o trabalho dos professores sem fornecer o tipo de formação mais adequado”.

Num extenso documento, lembra também a falta compreensão que diz sentir por grande parte da sociedade espanhola. A professora refere que perde tempo em casa a corrigir exames e a preparar as aulas, que gasta dinheiro do próprio bolso para melhorar o seu desempenho e que, com regularidade, escuta a expressão: “Que bem vivem”.

“Gosto de ensinar. Gosto de estar com os alunos, gosto deles e de os encorajar. Considero-me um motor social de mudança, uma força geradora. Não sou um burro de carga disposto a aguentar até arrebentar”, concluiu a docente.

 

 

Chama-se “Violentómetro”, nasceu há três meses e já tem listas de espera

Fevereiro 17, 2017 às 5:39 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da http://visao.sapo.pt/ de 16 de fevereiro de 2017.

Março vai ser o mês do “Violentómetro”, um projeto nascido no México para combater a violência doméstica que a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) adaptou para Portugal e fará chegar, em breve, a dezenas de escolas no País. Com um formato semelhante a uma régua de papel, o medidor da agressividade nas relações teve um impacto inesperado na população universitária transmontana quando, em finais de novembro, foram distribuídos os primeiros 1300 exemplares. “Houve uma procura muitíssimo superior ao esperado”, confirmou à VISÃO Ricardo Barroso, psicólogo e professor da UTAD. “As pessoas receberam os conteúdos do dispositivo com surpresa. Alguns comportamentos não são considerados agressivos e foi para nós evidente que ainda há muito por fazer na consciencialização relativa a este assunto”, explica aquele docente universitário, um dos mentores da versão portuguesa do projeto.

O “Violentómetro” pode também ser comparado a um marcador de livros, próprio para estar à mão ou guardar na carteira. Identifica trinta comportamentos, menos graves ou muito graves, cuja permissividade e escalada fazem aumentar o risco de maus tratos. Esses podem começar com piadas agressivas, chantagens, mentiras ou desprezo. E por aí acima, até á morte. “Quanto mais cedo estivermos atentos e travarmos a agressão, melhor. Por vezes, a violência começa com sinais muito ténues”, resume Ricardo Barroso.

Pedidos de todo o País

A notícia sobre este projeto correu célere e atulhou os serviços da UTAD com pedidos provenientes de todo o território nacional (de resto, quem o quiser fazer deve escrever para rorebelo@utad.pt).

Neste momento, há 56 escolas de todo o País, incluindo dos arquipélagos dos Açores e Madeira, em lista de espera para receber o “Violentómetro” e distribui-lo pelos alunos, confirmou à VISÃO Ricardo Barroso. Por esta altura, decorrem também conversações com três municípios da Grande Lisboa para que o projeto possa também chegar a outras franjas da população. “Os custos da impressão são integralmente assumidos pela UTAD, faz parte da nossa responsabilidade social enquanto universidade”.

Dentro de algumas semanas, mais um passo será dado.

No âmbito de um projeto-piloto com a autarquia de Alfândega da Fé será distribuído um “kit” de prevenção contra a violência doméstica nas escolas, que inclui, além do “Violentómetro”, um manual de boas práticas que será o instrumento para ações de formação e grupos de trabalho, envolvendo professores, psicólogos e alunos. “Vamos discutir tudo isto com os jovens”, assume Berta Nunes, presidente daquele município do nordeste transmontano, recentemente considerado a mais transparente do País. “Queremos vincar a ideia de que há uma escalada na violência. Temos de pará-la logo no início. Os ciúmes e as tentativas de controlar o outro não são sintomas de uma relação saudável e há um longo caminho a percorrer para estancar o problema”, explica a médica de formação.

mais informações no link:

http://www.utad.pt/vPT/Area2/noticias/Paginas/2016/noticias_novembro/violentometro.aspx

Carta da Criança Hospitalizada e Zebedeu – Um Príncipe no Hospital em destaque no site da DGS

Fevereiro 17, 2017 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Publicações IAC-CEDI | Deixe um comentário
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Texto do site da https://www.dgs.pt/

A Carta da Criança Hospitalizada foi preparada por várias associações europeias em 1988, e o Sector da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança (IAC) publica, desde 1996, a sua versão em português.

A Carta da Criança Hospitalizada, nos seus dez princípios, define de forma clara um conjunto de direitos da Criança que, uma vez garantidos, asseguram a excelência do acolhimento e estadia da criança no hospital.

Em 2012, procurando cumprir um dos direitos consignados na própria Carta da Criança Hospitalizada – direito a receber uma informação adaptada à sua idade e compreensão -o IAC lançou o livro “Zebedeu – Um Príncipe no Hospital”, que aborda os direitos da criança no hospital, numa linguagem adaptada à compreensão do público infantil.

Para aceder a estes conteúdos, visite o website do IAC.

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Temos trabalhos de casa a mais?

Fevereiro 17, 2017 às 10:03 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 15 de fevereiro de 2017.

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Distribuição de preservativos nas escolas aumentou 57% em 2016

Fevereiro 17, 2017 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 13 de fevereiro de 2017.

PRESERVATIVOS  DISTRIBUIÇÃO NAS ESCOLAS AUMENTOU 57% EM 2016

RUTE COELHO

Dia Mundial. O Programa Nacional para a Infeção VIH/Sida aumentou em 57% a entrega de contracetivos no ensino público no ano passado.

A oferta de preservativos nas escolas públicas portuguesas teve uma subida.de 57% em 2016, segundo dados oficiais do Programa Nacional para a Infeção VIH / Sida e Tuberculose (PNIVHTB) avançados ao DN. Hoje assinala-se o Dia Internacional do Preservativo, com uma tónica cada vez maior na prevenção.

Em 70% das escolas secundárias do ensino público e em 30% das universidades do Estado foram distribuídos 124 790 preservativos masculinos e femininos em 2016. O PNIVHTB, da Direção-Geral da Saúde, aumentou em 57% a entrega de contracetivos nas escolas em relação aos valores de 2015, ano em que foram distribuídos um total de 79 203 preservativos masculinos e femininos, segundo contas feitas pelo DN aos dados oficiais. Maria Eugénia Saraiva, presidente da Liga Portuguesa contra a Sida, explicou que “algumas das estruturas apoiadas pela Direção-Geral da Saúde, nomeadamente unidades de saúde e escolas, também solicitam preservativos às associações comunitárias, e por isso o número de preservativos rececionados por estes organismos é maior do que o assinalado”.

Depois de sucessivas críticas do Grupo de Ativistas em Tratamento (GAT) a um “racionamento de preservativos” por parte do PNTVHTB, tendo chegado a frisar, em agosto de 2016, que “o material de prevenção tem sido cada vez mais insuficiente para as necessidades”, o programa melhorou a situação, pelo menos nos estabelecimentos públicos de educação. Pela primeira vez nos últimos três anos foram também distribuídos preservativos, num total de 11995, em escolas do ensino privado: dos níveis básico e pós-secundário, de educação e formação de adultos, cursos profissionais e vocacionais. Nas escolas, a responsabilidade da distribuição recai sobre o Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno, “em articulação com as unidades de saúde”, referiu o gabinete do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

Esse apoio partilhado ao aluno “poderá passar pelo encaminhamento dos jovens para a consulta de planeamento familiar, o que permitirá uma resposta integrada e abrangente”. O ministério garante que não está prevista a distribuição gratuita de preservativos em meio escolar.

Já a distribuição de preservativos nas unidades públicas de saúde diminuiu, tendo passado de 1,5 milhões em 2015 para 1,3 milhões em 2016. “Em alguns casos, devido a constrangimentos de materiais, foram fornecidas quantidades inferiores às solicitadas”, admitiu Isabel Aldir, diretorado Programa Nacional para a Infeção VIH/Sida e Tuberculose, ressalvando que não ficou comprometida a entrega continuada. Em 2016 “foi sugerido às entidades registadas na plataforma informática para acesso a materiais preventivos que as quantidades pedidas fossem de acordo com um plano de distribuição a três meses, assegurando-se materiais para todas as instituições que no-los solicitam”, concluiu Isabel Aldir.

“Educação Sexual é, infelizmente, política”

CRÍTICAS O psiquiatra critica “desinvestimento” dos governos PSD-CDS. liga contra a Sida lamenta haver escolas sem educação sexual.

O psiquiatra Daniel Sampaio, que coordenou o grupo de trabalho que esteve na origem da atual Lei de Educação Sexual (de 2009), afirma que “infelizmente, a Educação Sexual é uma questão política” e critica “o desinvestimento que houve nos governos PSD-CDS na área da educação para a saúde”. Confrontado com a maior distribuição de preservativos nas escolas em 2016, o psiquiatra assinalou o facto como positivo, mas insistiu que “é preciso voltar a ter uma perspetiva de educação para a saúde”. A lei de 2009, lembra, “não abrangia apenas a educação sexual mas a alimentação, a atividade física, a prevenção do álcool e das drogas e a violência”.

Daniel Sampaio vê um caminho difícil pela frente. “Neste ano foi divulgado o Referencial da Educação para a Saúde, que já suscitou polémica por preverá educação sexual no pré-escolar.”

Maria Eugenia Saraiva, presidente da Liga Portuguesa contra a Sida (LPCS), assinala que “uma das grandes preocupações da Liga é ainda existirem escolas que não garantem e nem promovem efetivamente a Educação Sexual”. A Liga “concorda com o Referencial de Educação para a Saúde, que admite a existência de Educação Sexual no pré-escolar e que visa a adoção de estilos de vida saudáveis e desenvolvimento de competências sociais e emocionais, sempre adequando a informação às diferentes faixas etárias”.

Maria Eugenia Saraiva defende que se vá mais além do que a simples distribuição de preservativos nas escolas. “Os nossos jovens merecem que exista uma articulação entre os ministérios da Educação e da Saúde e que a Educação Sexual não seja pontual ou ocasional e seja efetiva.”

Em 2015, os casos de infeção por VIH nas faixas etárias dos 15 aos 19 anos foram 17, dos 20 aos 24 anos foram 120 e dos 25 aos 29 anos foram 147. Gonçalo Lobo, presidente da Associação Abraço, critica a “falta de articulação entre os diferentes ministérios nesta matéria”. O facto de “haver o dobro dos preservativos nas escolas não nos garante que tenham sido distribuídos nos estabelecimentos de ensino onde há maior necessidade”.

 

A escola está a mudar. Tablets e TPCs diferentes aliviam costas dos alunos

Fevereiro 17, 2017 às 7:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 15 de fevereiro de 2017.

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