Um triste capítulo da história da Suíça – retirada de crianças

Fevereiro 15, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto publicado no http://www.swissinfo.ch/por/ a 4 de fevereiro de 2017.

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Eles foram retirados das suas famílias e colocados em outros lugares. Milhares de crianças, muitas delas nascidas fora do casamento ou de famílias em condição de penúria, foram levados à abrigos ou transferidos para famílias de acolho.

Para muitos, as consequências dessas decisões legais foram traumáticas. Esse capítulo inglório da história da Suíça é tema de uma exposição recente e um livro.

“Assim que o oficial de justiça foi embora, o terror recomeçou”. Essa citação de Edith Lüthi-Hess resume em uma frase todo o drama das crianças escravizadas (Verdingkinder). Ela está no início do livro relativo à exposição do fotógrafo Peter Klaunzer (Agência Keystone) no centro cultural Polit-Forum Käfigturm, em Berna.

Ele fotografou 25 pessoas e escreveu seus perfis. Todos foram retirados de suas famílias ainda na infância e levados a outras famílias em fazendas no interior do país. Poucos têm histórias positivas para contar sobre esse período da sua vida. Muitos viveram abusos sexuais e violência nas famílias de acolho.

A prática de retirar crianças de famílias em situações precárias durou até o século 20. Apenas em 1981, depois da ratificação da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, a Suíça aboliu essa e outras medidas.

A exposição foi realizada em cooperação com a associação “Netzwerk-verdingt” e está aberta até 17 de março de 2017.

(Texto: Christian Raaflaub, swissinfo.ch)

mais fotos no link:

http://www.swissinfo.ch/por/inf%C3%A2ncia-roubada_um-triste-cap%C3%ADtulo-da-hist%C3%B3ria-da-su%C3%AD%C3%A7a/42918782

 

Hoje é dia Internacional da Criança com Cancro. E se puder fazer a diferença?

Fevereiro 15, 2017 às 4:08 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://sol.sapo.pt/ de 15 de fevereiro de 2017.

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Marta F. Reis

Cerca de 200 mil crianças são todos os anos diagnosticadas com a doença. Em Portugal surgem 350 novos casos. Saiba como ajudar.

Hoje assinala-se o Dia Internacional da Criança com Cancro. Os tumores na infância são raros mas afetam todos os anos 200 mil famílias. Em Portugal surgem 350 novos casos de cancro anualmente antes dos 18 anos de idade.

Eis cinco formas de ajudar:

IPO de Lisboa

O apelo foi feito esta semana e pode ajudar crianças mas também adultos. O IPO de Lisboa apela à dádiva de sangue. De segunda a sexta, entre as 9h e as 16h, aos sábados entre as 9h e as 11h. “Temos estacionamento reservado e gratuito. A sua ausência ao trabalho é justificada, sem perda de direitos”, informa a instituição. Deve dirigir-se ao 2.º andar do Pavilhão Central e se juntar um grupo de amigos pode marcar uma hora para a dádiva através do telefone 217200479.

Acreditar

A primeira associação de pais e amigos de crianças com cancro no país começou a apoiar famílias em 1994 e tem três casas que recebem crianças e pais deslocados em tratamentos em Lisboa, Coimbra e Porto. Pode contribuir tornando-se sócio com donativos através do número 760 01 060. O custo de cada chamada é de 0,60€ + iva, dos quais 0,48€ revertem a favor da associação.

Fundação Rui Osório de Castro

Esta fundação trabalha com profissionais de saúde e com as famílias. Foi criada em 2009 para apoiar crianças com cancro e promover o seu bem-estar físico e emocional, através da divulgação de informação sobre a temática e promoção da investigação científica nesta área. Este ano lançaram um peluche “xi-coração”, cujas vendas revertem para a instituição. Está por exemplo à venda na loja Paez shoes no Chiado, na Rua do Alecrim, em Lisboa.

Associação Terra dos Sonhos

Trabalham com crianças e jovens diagnosticados com doenças crónicas e/ou em estado avançado de doença e ajudam a realizar sonhos. Para a Associação Terra dos Sonhos, não há impossíveis. Pode patrocinar o sonho de uma criança, seja uma ida à Disney ou nadar com golfinhos. Pode contactar a instituição no site http://www.terradossonhos.org. Aceitam também donativos através do número 760 305 306. O custo de cada chamada é de 0,60€ + iva, dos quais 0,48€ revertem a favor da associação.

#TogetherWeCan

É o mote da campanha lançada este pela organização World Child Cancer. A ideia é tornar esta hastag viral nas redes sociais, com uma fotografia de um punho erguido em sinal de vitória ou de solidariedade entre duas pessoas. Também pode fazer um donativo através do site http://www.worldchildcancer.ogr. Cinco libras garantem apoio nutricional a cinco crianças e famílias em tratamento nos Camarões. Dez libras pagam uma semana de cuidados paliativos a quatro crianças no Malawi e 25 libras garantem o acesso a diagnóstico a 10 crianças no Bangladesh.

 

Operação Nariz Vermelho

http://www.narizvermelho.pt/

 

 

Tire o tablet ao seu filho e dê-lhe um instrumento musical

Fevereiro 15, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://lifestyle.sapo.pt/

sapo

Muitos pais, para calar os filhos e/ou para os manter sossegados, não hesita em dar-lhes um tablet ou um smartphone para as mãos. Nada de mais errado, a fazer fé nas últimas descobertas! Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro «El cerebro del niño explicado a los padres», «O cérebro da criança explicado aos pais» em tradução literal, diz que, se querem ter filhos (mais) inteligentes, têm de lhes tirar o iPad e dar-lhes um instrumento musical para as mãos.

De acordo com este especialista, citado pela edição online do jornal El País, as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatría Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem. «Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve», assegura Álvaro Bilbao.

 «A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializará», assegura o especialista. «Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá», exemplifica o neuropsicólogo, que garante que os seis primeiros anos de vida são primordiais no processo.

Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, «no chão, se for caso disso», como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer desporto e a experimentar atividades. «A criança deve sentir que tem uns pais que se preocupam com ela», defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez.

O que sugerem as últimas investigações internacionais

Estas são algumas das estratégias que os estudos e os especialistas defendem:

– Estudar música

Um estudo da Universidade de Toronto, publicado na revista Psychological Science, relacionou o desenvolvimento cognitivo com a aprendizagem de música. Durante um ano, três grupos de crianças de seis anos estudaram, separadamente, canto, piano e expressão dramática. Os que aprenderam música revelaram padrões de inteligência maiores no final.

– Não ver televisão

Há uns anos, estavam na moda os filmes de desenhos animados em DVD que aliavam figuras desenhadas à música clássica de compositores como Mozart e Beethoven. Muitos especialistas afirmavam que estimulavam a inteligência de bebés e crianças, uma teoria que muitos estudos internacionais desmentiram. A Associação Americana de Pediatria diz mesmo que as crianças com menos de dois anos não devem ver televisão.

– Evitar os programa de desenvolvimento cerebral

Nos últimos anos, surgiram muitos jogos eletrónicos e aplicações móveis que asseguram que treinam o cérebro e estimulam a memória. A verdade é que não existe qualquer base científica que o comprove.

Veja na página seguinte: O tipo de filmes que deve privilegiar

– Ver filmes numa língua estrangeira

As crianças que veem filmes numa língua estrangeira tendem a adaptar-se mais facilmente a outros vocábulos e a outros sons. De acordo com um estudo europeu sobre competência linguística, levado a cabo pelo Ministerio de Educación, Cultura y Deporte de Espanha, os espanhóis têm dificuldade em compreender e em falar inglês porque, ao contrário dos portugueses, veem tudo dobrado.

– Ler a duas vozes antes de ir para a cama

As histórias que os pais leem aos filhos para os adormecer devem ser lidas a duas vozes. O progenitor lê uma página e a criança lê a seguinte e por aí fora… Um estudo realizado no Canadá garante que este método permite melhorar a capacidade de aprendizagem dos mais pequenos.

Texto: Luis Batista Gonçalves

Pós-Graduação de “Mediação de Conflitos em Contexto Escolar” (B-Learning) – Coimbra: 11 de Março

Fevereiro 15, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança, em parceria com a RED APPLE, está a organizar um curso de Pós-Graduação de “Mediação de Conflitos em Contexto Escolar” (B-Learning) que terá como principal objetivo dotar os técnicos para elaborar, planear, gerir e avaliar Projetos de Mediação de Conflitos em Contexto Escolar.

Mais informações em:

http://www.red-apple.pt/pos-graduacoes/item/48-mediacao-escolar

 

 

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