“O que se dá com o coração, nunca é obrigação!”

Fevereiro 14, 2017 às 7:21 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC-Fórum Construir Juntos, no âmbito da campanha de solidariedade “O que se dá com o coração, nunca é obrigação!”, dinamizada pelo Núcleo de Estudantes de Química da Associação Académica de Coimbra, recebeu brinquedos e roupas destinadas a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade.
Esta iniciativa é o símbolo da união que representa o Natal e irá contribuir para que haja mais sorrisos nesta quadra festiva.

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Sessão de cinema dinamizada pelo IAC – Fórum Construir Juntos, 6 de dezembro 2016 em Coimbra

Fevereiro 14, 2017 às 5:17 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC- Fórum Construir Juntos, em Coimbra, em parceria com a Associação Fila K, promoveu, no passado dia 6 de dezembro uma sessão de cinema que decorreu no Conservatório de Música de Coimbra, pelas 21h40.

O filme seleccionado foi “Vão-me buscar Alecrim”.

Sinopse: Lenny , é um nova-iorquino divorciado e pai de dois rapazes. Durante apenas duas semanas por ano, tem a guarda dos filhos Frey, de sete anos, e Sage, de nove. Apesar de todo o amor que lhes dedica, Lenny tem uma vida desregrada, não conseguindo assumir a responsabilidade que duas crianças exigem. Dessa forma, e apesar do seu esforço genuíno, essas semanas acabam por ser uma aventura no limiar da irresponsabilidade, entre o riso e a inquietação.

 

Plataforma de Apoio aos Jovens (Ex)acolhidos (PAJE)

Fevereiro 14, 2017 às 4:13 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito das atividades de Sensibilização / Informação o Instituto de Apoio à Criança – Fórum Construir Juntos tem promovido ações de formação.

Assim, no dia 11 de outubro teve lugar uma sessão de apresentação da Plataforma de Apoio aos Jovens (Ex)acolhidos (PAJE). Esta sessão que decorreu no Auditório da Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais, foi dinamizada por João Pedro Gaspar e contou com a presença de 20 participantes, elementos das equipas técnicas das instituições parceiras da Rede Construir Juntos e elementos dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família – Psicólogos, Técnicos de Serviço Social, Professores e Estagiários. Os objetivos desta Plataforma passam por evitar a exclusão, promovendo a inclusão social, laboral, etc., proporcionando apoio também em situações burocráticas do quotidiano (IRS, arrendamento, direitos do trabalho, apoios sociais, procura de emprego/formação, etc.), com a ajuda de voluntários das áreas em causa, que eventualmente criarão laços de confiança e interesse mútuo, concorrendo para um contexto securizante, tão necessário para quem já sofreu abandonos.

Na sequência desta colaboração, no dia 22 de novembro, durante o Seminário da Rede Construir Juntos, foi assinado protocolo de cooperação entre a Plataforma PAJE e o Instituto de Apoio à Criança.

 

Partilhar fotos íntimas ou insultar? Normal

Fevereiro 14, 2017 às 1:30 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.dn.pt/de 13 de fevereiro de 2017.

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DN/Lusa

Um em cada quatro jovens acha normal partilhar fotos íntimas ou insultar nas redes sociais

Um em cada quatro jovens considera normal partilhar fotografias íntimas ou insultar alguém através das redes sociais, de acordo com um estudo da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, a ser divulgado na terça-feira.

O estudo sobre violência no namoro “apresenta dados preocupantes”, dos quais a UMAR, num comunicado hoje divulgado, destaca que 24% dos jovens inquiridos “considera normal partilhar fotos íntimas ou insultar através das redes sociais” e 14% “legitima a violência psicológica”.

Dos cerca de 5.500 jovens inquiridos no estudo, 19% “já foi vítima de violência psicológica”.

O mais recente estudo da UMAR sobre Violência no Namoro é apresentado na terça-feira, Dia dos Namorados, em Lisboa, numa conferência de imprensa que contará com a presença da secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino.

 

 

 

PSP registou 1787 casos de violência no namoro entre jovens alunos

Fevereiro 14, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.dn.pt/ de 14 de fevereiro de 2017.

A atriz Sofia Arruda, de 28 anos, confessou ter sido vítima de violência no namoro durante a adolescência. “Quero alertar os jovens que não podem permitir este tipo de situações, nem praticá-lo”, adiantou num vídeo publicado no Youtube. Para sensibilizar os jovens para a questão, contou que tinha um namorado que “morria de ciúmes” e que a dominava   |  Orlando Almeida / Global Imagens

A atriz Sofia Arruda, de 28 anos, confessou ter sido vítima de violência no namoro durante a adolescência. “Quero alertar os jovens que não podem permitir este tipo de situações, nem praticá-lo”, adiantou num vídeo publicado no Youtube. Para sensibilizar os jovens para a questão, contou que tinha um namorado que “morria de ciúmes” e que a dominava
| Orlando Almeida / Global Imagens

 

Rute Coelho

Queixas aumentaram nos últimos anos, e com maior incidência nos ex-namorados. PSP e APAV fazem ações de sensibilização

Manuela (nome fictício), de 20 anos, da geração das redes sociais e da informação ao segundo, era vítima numa relação de violência com o namorado. Humilhada verbalmente em frente aos amigos dele, era também agredida quando estavam sós. A jovem, ainda a estudar numa escola secundária, nunca teve coragem de contar aos pais, com quem vivia, até porque o namoro era recente. Um dia, lembrou-se de uma ação de sensibilização para a violência no namoro que a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) tinha feito no liceu. Falou com uma amiga e dirigiu-se à APAV. Ia finalmente denunciar o que estava a viver e pedir apoio. O caso foi contado ao DN pela psicóloga Helena Sampaio, da APAV, que tem experiência no atendimento de vítimas e nas ações de sensibilização sobre o tema nas escolas.

“A violência no namoro é transversal a idades e a classes sociais e cada vez mais expressiva”, afirma perentória Helena Sampaio. Os últimos dados oficiais da PSP, de 2016, do Programa Escola Segura, que abrange 1,1 milhões de alunos, mostram a dimensão do fenómeno: 1787 casos denunciados à polícia, a maioria dos quais (1020) entre ex-namorados e 767 entre namorados. Desses, 103 ocorreram entre menores de 17 anos: 58 entre ex-namorados e 45 entre namorados.

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Há três anos que a violência no namoro tem vindo sempre a aumentar, com a maior subida a registar-se de 2013 para 2014 (mais 501 casos), aumento explicado pelo facto de esta prática ter passado a ser punida criminalmente a partir de 2013, integrada no crime público de violência doméstica.

Helena Sampaio, que tem realizado ações de sensibilização nas escolas, garante que encontra muitos casos de “violência mútua” entre os jovens namorados. “Começa pela violência verbal nas redes sociais e depois evolui para a agressão física, a ponto de rapaz e rapariga serem ambos vítimas e agressores, num duplo papel”. E admite que há uma “banalização dos atos de violência entre jovens”.

Apesar de os números de 2016 indicarem que houve quase dois mil casos registados pela PSP, o subintendente Hugo Guinote, coordenador do Programa Escola Segura da polícia, ressalva que as ocorrências entre menores de 17 anos são apenas 5,80% do total de casos, “mantendo-se estabilizada esta proporção em 2015 (5,83%) e em 2016 (5,76%).

Os dados mostram que as denúncias têm vindo a aumentar nos últimos anos. “Atendendo a que as ações de sensibilização, especificamente sobre esta temática, têm vindo a aumentar em proporções muito mais acentuadas – tendo-se verificado mais 37,75% de ações de 2014 para 2015 e mais 32,5% de 2015 para 2016 – e a própria comunidade escolar se tem mobilizado muito mais na denúncia, este ligeiro aumento é uma evidência do período de desocultação que ainda estaremos a atravessar, e que é precisamente um dos objetivos do Programa Escola Segura”, referiu.

Namorados escolhem as roupas

Daniel Cotrim, assessor técnico da direção da APAV, conhece a realidade pelas ações de sensibilização nas escolas. “A verdade é que em 2017 as raparigas portuguesas ainda não contam aos pais que têm namorado.” Sublinhando que esse paradigma “tem de ser alterado”, Cotrim recorda o que tem notado nas estudantes: “A grande maioria das raparigas dizem que os namorados é que lhes escolhem as roupas quando vão sair na sexta-feira à noite e que eles têm acesso às passwords de e-mail e Facebook (e o contrário não acontece), que a primeira relação sexual é quase forçada, o ciúme desmesurado é visto como natural e a traição deles como uma falha delas.” Quando as vítimas são menores, a APAV contacta os pais e incentiva-os a assistir às consultas de acompanhamento. “A maior parte dos pais são apanhados de surpresa. Primeiro não acreditam, depois ficam irritados por não saberem do namoro e acabam por se culpar a eles próprios.”

 

I Concurso de Criatividade – Geração Saudável com Arte!!

Fevereiro 14, 2017 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Senado da Itália aprova projeto de lei contra cyberbullying

Fevereiro 14, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://istoe.com.br/ de 1 de fevereiro de 2017.

Ansa

ROMA, 01 FEV (ANSA) – Por ampla maioria, o Senado da Itália aprovou um projeto de lei para combater o fenômeno do “cyberbullying” no país. Assinado pela parlamentar de centro-esquerda Elena Ferrara, o texto recebeu 224 votos a favor e um contra.   

No entanto, como alguns artigos foram modificados pelos senadores, o projeto precisará ser chancelado mais uma vez pela Câmara dos Deputados, que já o havia aprovado em setembro do ano passado.   

A principal alteração diz respeito à separação da tutela dos menores daquela dos adultos. Segundo Ferrara, os maiores de idade já possuem instrumentos de defesa no código penal, mas a proteção dos mais jovens precisa ser “reforçada”.   

Além de definir o fenômeno do “cyberbullying”, que nada mais é do que o assédio virtual, a iniciativa prevê que o menor possa pedir a remoção de ataques na web aos gestores do site em questão sem que seus pais o saibam. Caso o dono da página ignore a solicitação, o jovem, agora acompanhado pelos genitores, deverá se dirigir às autoridades.   

O texto ainda estabelece medidas de prevenção e educação nas escolas, tanto para vítimas quanto para agressores. Todos os colégios também terão de destacar um professor para monitorar e combater o cyberbullying e colaborar com a Polícia. Adolescentes com mais de 14 anos que cometerem bullying poderão ser convocados a uma delegacia para “procedimentos de advertência”.   

“Estamos satisfeitos pela aprovação do novo texto, que prevê referências específicas aos menores. Torcemos para que a Câmara aprove rapidamente o texto”, disse Fosca Nomis, responsável pelas relações institucionais da ONG Save The Children na Itália.   

Por definição, o bullying é toda agressão ou incômodo com o objetivo de causar o isolamento ou marginalização das vítimas. O projeto tipifica diversos comportamentos dos agressores, desde ofensas até a indução ao suicídio, passando pela violência física. (ANSA)

mais informações nos links:

https://www.savethechildren.it/blog-notizie/approvata-al-senato-la-legge-la-prevenzione-e-contrasto-del-cyberbullismo

http://www.senato.it/leg/17/BGT/Schede/Ddliter/47271.htm

 


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