Rádio Miúdos põe crianças a ouvir português no mundo todo

Fevereiro 10, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Reportagem da http://www.tvi24.iol.pt/de 29 de janeiro de 2017.

miudos

Visualizar a reportagem no link:

http://www.tvi24.iol.pt/videos/sociedade/radio-miudos-poe-criancas-a-ouvir-portugues-no-mundo-todo/588d349b0cf2fb4149171b7f

É uma rádio online para crianças, pais e educadores. Nasceu em 2015 e é ouvida em quase 90 países. Tem quatro radialistas “miúdos” e foi distinguida este mês pela Comissão Europeia em Portugal

A Rádio Miúdos (RM) é o projeto distinguido pela Representação da Comissão Europeia em Portugal com o primeiro prémio, no valor de três mil euros, do concurso de empreendedorismo “Canvas – Projetos Que Marcam”

http://www.radiomiudos.pt/

Palestra “Os Direitos da Criança” 13 de fevereiro nas Caldas da Rainha com Laborinho Lúcio

Fevereiro 10, 2017 às 3:22 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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palestra_educacao

mais informações:

http://aerp.pt/portal/

Os brinquedos e a segurança das crianças

Fevereiro 10, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto de José Morgado publicado a 29 de janeiro na http://visao.sapo.pt/

Sendo os brinquedos um produto claramente dirigido às crianças fica quase estranho como podem ser perigosos

Os acidentes com crianças não sendo uma matéria simpática para se abordar exigem uma atenção séria dada a frequência com que ocorrem e a gravidade potencial das consequências.

Deve dizer-se que continuamos a ser um dos países europeus em que acontece maior número de acidentes domésticos com crianças.

Em muitas circunstâncias verificar-se-á alguma negligência ou excesso de confiança na supervisão dos miúdos a que se junta a inexperiência e o à vontade próprios dos mais pequenos.

São excessivamente frequentes as quedas em escadas mas sobretudo preocupantes as quedas em varandas. Neste caso é inaceitável a quantidade de varandas que se continuam a ver com gradeamentos construídos na horizontal, uma escada convidativa para a escalada de crianças pequenas como acontece em qualquer aparelho de um parque infantil. Mesmo em edifícios recentes ou em construção ainda se observa esta opção o que não poderia acontecer. O povo afirma com ingenuidade que “ao menino e ao borracho põe Deus a mão por baixo” mas a verdade é que são recorrentes os episódios de quedas com consequências trágicas.

Uma outra área de cuidado e fonte de inúmeros acidentes são as piscinas sobretudo as piscinas domésticas pois a rapidez e o silêncio em que decorre a tragédia mais exigem uma atenção permanente aos comportamentos das crianças.

O acondicionamento de matérias tóxicas em recipientes e locais resguardados é uma outra imposição bem como a protecção de tomadas de corrente ou o cuidado com equipamentos cujo simples funcionamento possa ter alguma perigosidade.

Uma referência ainda a uma outra fonte de preocupação que ainda não há muito tempo foi objecto de notícia, o perigo que advém de alguns brinquedos.

Sendo os brinquedos um produto claramente dirigido às crianças fica quase estranho como podem ser perigosos.

Recordo que segundo dados relativos à actuação da ASAE foram apreendidos nos últimos dois anos mais de 10 000 brinquedos perigosos. Foi proibida ainda a comercialização de mais 10 brinquedos sendo que a fiscalização é sempre reforçada na época de Natal, o tempo da compra de brinquedos.

Em cerca de 400 brinquedos avaliados mais de metade revelaram-se “maus” ou “medíocres” no que toca a critérios de segurança. Dados divulgados pela DECO apontam para que no espaço europeu os brinquedos estarão na origem de cerca de 52 mil acidentes por ano.

Os riscos e a necessidade de atenção às características dos brinquedos colocados ao dispor das crianças têm sido recorrentemente objecto de avisos de alerta.

A DECO refere mesmo que a existência do símbolo CE colocado nos brinquedos não é garantia da sua segurança pelo que mais se exige a atenção e escrutínio dos adultos. É também necessária uma particular atenção a brinquedos adquiridos através da net.

No entanto e face a este cenário, mais do que o trabalho da ASAE, os alertas da DECO ou da Associação para a Promoção da Segurança Infantil, importa sublinhar o papel dos pais e dos outros adultos próximos que deverão ser os verdadeiros “inspectores” da segurança dos brinquedos e “salva-vidas” durante as actividades das crianças. No entanto e como sempre, parece-me que devemos usar de algum bom senso e evitar excessos de zelo que também não são positivos, ainda que em matéria de segurança infantil o excesso seja melhor que o defeito.

Esta matéria é verdadeiramente séria, reforço o facto de continuarmos a ser um dos países da Europa com taxa mais alta de acidentes domésticos envolvendo crianças, de que as quedas de janelas ou varandas, os afogamentos ou o contacto com materiais perigosos não devidamente acondicionados, são apenas exemplos tragicamente frequentes.

Parece também de sublinhar que num tempo em que os discursos sobre a protecção da criança estão sempre presentes, em que é recorrente a referência aos perigos dos brinquedos, também se verifica um número altíssimo de acidentes o que parece paradoxal.

Por um lado, protegemos as crianças de forma que, do meu ponto de vista, me parece excessiva face às suas necessidades de autonomia e desenvolvimento e em muitas circunstâncias, adoptamos atitudes e comportamentos altamente negligentes e facilitadores de acidentes que, frequentemente, têm consequências trágicas.

E não adianta pensar que só acontece aos outros.

Uma nota final para realçar que a dor e a culpa que alguém pode carregar depois de episódios desta natureza serão, creio, suficientemente fortes para que deixemos de lado o discurso da culpabilização que muitas vezes é uma tentação mas que nada acrescenta ou resolve.

(Texto escrito de acordo com a antiga ortografia)

 

A internet segura também se faz no telemóvel

Fevereiro 10, 2017 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da http://rr.sapo.pt/ de 7 de fevereiro de 2017.

Neste Dia Europeu da Internet mais Segura, fique a conhecer algumas dicas para navegar de modo mais responsável no “smartphone”.

Quando se fala em internet é o computador que vem logo à ideia, mas a verdade é que também navegamos nela no telemóvel, onde a vulnerabilidade não é menor.

A coordenadora do Centro Internet Segura, da Fundação Para a Ciência e Tecnologia, esteve no programa Carla Rocha – Manhã da Renascença para dar algumas dicas de segurança.

Ao usar um “smartphone” deve:

  • Proteger o telemóvel com uma password e activar o autobloqueio
  • Ligar o Bluetooth, o wifi ou o GPS só quando é necessário, porque é uma porta de entrada.
  • Nunca fazer downloads de aplicações fora dos mercados próprios dos sistemas operativos
  • Usar um antivírus e fazer análises regulares ao conteúdo. Sofia Rasgado sublinha que “nunca ninguém se lembra desta ideia de descarregar um antivírus para o telemóvel”

Um mundo sem fronteiras nem príncipes africanos

Esta terça-feira, assinala-se o Dia Europeu da Internet mais Segura. Apesar dos todos os avisos e de algumas campanhas, há ainda muitas pessoas – miúdos e graúdos – a fazer um mau uso da internet, expondo-se ao ponto de ficarem vulneráveis. Algumas acabam mesmo sendo vítimas de crimes, como burlas e bullying.

“A internet é um mundo e não há fronteiras”, lembra a coordenadora do Centro Internet Segura. “Cabe a cada um de nós ter uma acção proactiva, consciente e responsável para cumprir o seu papel e tornar a internet um lugar seguro e próprio”, apela.

Sofia Rasgado confirma ainda que não existem príncipes africanos que precisem da nossa ajuda para receber heranças de milhões, pelo que o melhor é apagar logo o e-mail com essa mensagem ou fazer uma denúncia na Polícia Judiciária.

Para sensibilizar as pessoas para os perigos da internet, o Centro Internet Segura da Fundação Para a Ciência e Tecnologia lançou, no ano passado, uma série televisiva chamada “Net com consciência”, que “de uma forma lúdica aponta para como navegar em segurança e utilizar os dispositivos móveis responsavelmente”.

A série foi também disponibilizada em língua gestual portuguesa e em áudio-descrição.

Mais recentemente, houve outra campanha, dirigida a crianças dos 3 aos 8 anos, com seis episódios de “Histórias do Lucas”, incluídas no espaço ZigZag, na RTP1 e RTP2.

 

Sábados em Cheio em Janeiro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures e Tardes Mágicas, na Biblioteca Municipal Ary dos Santos, em Sacavém em fevereiro

Fevereiro 10, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sabados

tardes

mais informações nos links:

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170207105429830.pdf

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170203103141003.pdf

Nas salas de aulas reina a “pequena indisciplina”

Fevereiro 10, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 7 de fevereiro de 2017.

fernando-veludo

Só 0,01% dos alunos foram transferidos compulsivamente de escola em 2014/2015, revela o Ministério da Educação. Aulas expositivas “potenciam” problemas, dizem pais e directores.

Clara Viana

Este é um dos casos em que as minorias contam. Segundo um inquérito realizado junto dos directores de 45 agrupamentos frequentados por 53.664 alunos, 8,23% dos estudantes tiveram em 2015/2016 participações disciplinares. E, no entanto, a nível internacional, os professores portugueses são dos que se queixam mais de problemas de indisciplina em sala de aula, conforme dão conta inquéritos internacionais a docentes.

“Basta um aluno ou dois malcomportados por turma para darem cabo de uma aula”, comenta a propósito Alexandre Henriques, professor do 3.º ciclo e secundário e autor do inquérito sobre indisciplina nas escolas, feito em colaboração com a Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), que nesta terça-feira será publicado no blogue ComRegras de que também é responsável.

É o segundo inquérito sobre o tema realizado por Alexandre Henriques. O primeiro retratava a situação em 2014/15. Para que pudessem ser feitas comparações entre ambos, o autor levou em linha de conta apenas uma parte dos agrupamentos que este ano responderam ao inquérito, de modo a abranger um universo de alunos idêntico ao do ano passado: cerca de 35 mil. Resultados: o número de alunos, neste universo, com participações disciplinares passou de 2014/2015 para 2015/2016 de 2641 para 3035; registou-se também um acréscimo nos dois tipos de medidas disciplinares previstas pelo Estatuto do Aluno. Nas medidas ditas correctivas, de que o exemplo mais frequente é a ordem de saída da sala aula, passou-se de 4,18% para 5,28%; nas sancionatórias, que podem levar à suspensão ou à transferência compulsiva de escola, a oscilação foi de 1,96% para 2,28%.

participacoes-medidas

Em números absolutos, nos agrupamentos inquiridos há registo de 3807 medidas correctivas em 2015/2016 que foram aplicadas a 1854 alunos, o que quer dizer que muitos dos visados são repetentes na matéria. O mesmo se passa nas medidas sancionatórias, com um total de 1054 aplicadas a 802 alunos.

participacoes-alunos“Suspender um aluno não se faz”

Em resposta ao PÚBLICO, o Ministério da Educação indicou que em 2014/2015, últimos números que tem disponíveis, “foram instaurados 215 procedimentos disciplinares que originaram transferência de escola (a medida sancionatória mais gravosa), o que representa 0,01% do total de mais de um milhão de alunos”.

“Sou director há 14 anos e nunca suspendi um aluno, nem nunca o farei. Porque mandar um aluno para a rua é mandar também o problema para a rua e isso não se faz. Isto não quer dizer que não tenhamos tido problemas graves, mas conseguimos resolvê-los na escola”, refere a propósito o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira.

Ao contrário da evolução de crescimento identificada nas conclusões apontadas no estudo de Alexandre Henriques em colaboração com a ANDAEP, Manuel Pereira dá conta de que no agrupamento de que é director, agrupamento de Escolas de Cinfães, “há uma diminuição clara da indisciplina”, o que ele atribuiu à “grande política de proximidade com os alunos e encarregados de educação”.

O aumento reportado no estudo não significa “que haja mais casos de indisciplina nas escolas, mas sim que estas estão mais atentas ao fenómeno e o reportam mais”, afirma Filinto Lima, responsável da ANDAEP, que lamenta que o Ministério da Educação não tenha dados públicos sobre este tema, tornando assim impossível ter um retrato nacional da indisciplina na escola.

 

participacoes-disciplinaresAulas expositivas potenciam indisciplina

Apesar destas limitações, Filinto Lima não tem dúvidas de que, nesta matéria, “é a pequena indisciplina que reina nas escolas”. Os alunos que olham para trás, que atiram um avião de papel, que falam uns com os outros, são alguns dos casos que aponta.

“Difícil é sentá-los e depois mantê-los cativados e pró-activos durante a sala de aula”, afirma, para acrescentar que as aulas expositivas, com o professor a debitar a matéria, ainda muito frequentes em Portugal, acabam por potenciar “situações de indisciplina”.

“Pede-se às crianças que fiquem imóveis numa sala de aulas durante 50 minutos”, lembra o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascenção, acrescentando que muito do que está em causa também aqui são as práticas pedagógicas em sala de aula. “Aquilo que é normal numa criança, uma forma de estar mais irrequieta, é vista muitas vezes como indisciplina”, frisa.

Jorge Ascensão considera, por isso, que há sempre “algum exagero” quando se fala de indisciplina nas escolas. “Desde a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que existe uma tendência de vitimização por parte dos professores que, por vezes, quase leva a crer que Portugal é um país de crianças gangsters. Claro que há situações graves nas escolas, mas sempre as houve”, diz.

Os dados de um inquérito aos professores realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), em 2013, dão conta de que os docentes portugueses estão entre os que dizem gastar mais tempo a manter a ordem em sala de aula: 17,7% do tempo de aulas é consumido nesta tarefa contra uma média de 13,1% na OCDE. No mesmo inquérito, Portugal está entre os cinco países com uma maior percentagem de professores (38%) a reportarem terem turmas em que mais de 10% dos alunos têm problemas comportamentais.

 

http://www.comregras.com/

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