Atelier de POP UP – 3 dezembro na Biblioteca Municipal D. Dinis – Odivelas

Novembro 28, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-odivelas.pt/index.php/biblioteca-municipal-d-dinis

Nove milhões de crianças abandonadas vivem em áreas rurais da China

Novembro 28, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.swissinfo.ch/por/ de 10 de novembro de 2016.

afp

Autoridades chinesas revelaram nesta quinta-feira que mais de 9 milhões de crianças foram deixadas em áreas rurais por seus pais, que foram para a cidade em busca de trabalho.

Estas crianças, que ficaram com os avós e, em muitos casos, sozinhas, são uma das trágicas consequências das últimas décadas da ascensão econômica do gigante asiático.

Milhões de camponeses deixaram as áreas rurais para trabalhar em grandes centros urbanos, onde normalmente seus filhos teriam acesso limitado à escola e à saúde devido ao sistema de registro familiar chinês.

As famílias se veem, assim, obrigadas a deixar seus filhos com parentes.

Um censo do governo revela que existem 9,02 milhões de crianças nessa situação no país, segundo o ministro de Assuntos Civis em um comunicado em seu site.

Cerca de 90% (8,05 milhões) vivem com seus avós, 3% com outros parentes e 4% totalmente sozinhos, ou seja, quase 400.000 menores.

Existem várias tragédias relacionadas a essa situação.

Em 2015, quatro irmãos de 5 a 14 anos de idade foram abandonados por seus pais durante meses e se suicidaram ingerindo pesticida na remota província de Guizhou, sudoeste do país.

“O fluxo de trabalhadores migrantes para as zonas urbanas afetou a unidade familiar e muitos pais não têm consciência de suas responsabilidades”, explicou Tong Lihua, diretor de uma ONG que ajuda essas crianças.

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10 filmes que abordam a inclusão de pessoas com deficiência

Novembro 27, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site https://catraquinha.catracalivre.com.br/ de 25 de julho de 2016.

por Redação

Do Centro de Referências

Para garantir a efetiva inclusão de crianças e adultos, é necessário que as deficiências sejam lidas em um contexto de diversidade, assumindo que todos temos perfis e necessidades específicas e aprendemos cada um a nossa maneira.

Para contribuir com essa reflexão, o Centro de Referências em Educação Integral selecionou filmes que têm como tema a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência. As obras podem ser um excelente disparador para debater, em sala de aula e também em família, a necessidade da construção de uma sociedade inclusiva.

Veja abaixo aqueles que tem classificação livre e pode ser visto pelas crianças.

Aqui você confere a lista completa

Cordas (2014)

O curta animado “Cordas” narra a amizade entre Maria, uma garotinha muito especial e Nicolás, seu novo colega de classe, que sofre de paralisia cerebral. A pequena, vendo algumas das impossibilidades do amigo, não desiste e faz de tudo para que ele se divirta e consiga brincar. Reconfigurando e recriando jogos e atividades, Maria celebra a vida do colega, aprende ao passo que ensina e emociona a todos – inclusive os espectadores -, com as possibilidades do sonho e de uma amizade verdadeira. Ao final, uma surpresa especial, que lembra a todos da importância do educar e da relação que se estabelece no ensino e aprendizagem.

Sempre amigos (1998)

O filme relata a parceria, a amizade e as dificuldades enfrentadas por dois garotos: Kevin, extremamente inteligente, sofre de uma doença degenerativa e, por conta disso, acaba ficando isolado do convívio social, e vivendo mais no mundo da imaginação; e Max, um gigante de 13 anos, que não tem o desenvolvimento esperado na escola e por conta disso é discriminado no ambiente pelos colegas. Quando os dois se encontram, uma bela amizade nasce e com ela uma relação de inteligência e força, como um contraponto às injustiças cometidas nas demais relações de convivência.

Uma lição de amor (2001)

O filme conta a história de Sam Dawson, um homem com deficiência mental que tem uma filha Lucy que, quando completa 7 anos, começa a ultrapassar intelectualmente seu pai. Uma assistente social ao ver a situação quer tirar a guarda internando Lucy em um orfanato. A situação se transforma em um briga jurídica em que se discute o papel do pai e se pessoas com limitações intelectuais como Sam podem ser responsáveis por crianças.

A pessoa é para o que nasce (2002)

Documentário relata a história de três irmãs cegas de Campina Grande, Maria das Neves, Regina Barbosa e Francisca da Conceição. A narrativa mostra a leitura de mundo das mulheres e a dedicação do trio à música.

Janela da Alma (2001)

No documentário, 19 pessoas dão seus relatos de como lidam com a deficiência visual. As histórias acabam abordando o olhar de uma forma mais sensível e menos ligada diretamente com o espectro exterior, sugerindo que a sociedade em geral, mesmo com a possibilidade de ver, deixou de enxergar o que é visível aos olhos.

Amy uma vida pelas crianças

Após a morte de seu filho, Amy deixa seu marido para se tornar professora em uma escola para crianças deficientes. Descobrindo uma nova razão para viver, ela se dedica a ensinar crianças surdas a falar, ao mesmo tempo em que elas o ensinam o verdadeiro sentido do amor.

 

 

Há 300 mil jovens “nem-nem” — não estudam, nem têm trabalho

Novembro 26, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do http://p3.publico.pt/ de 10 de novembro de 2016.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Estatísticas do Emprego 3.º trimestre de 2016 9 de novembro de 2016

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Número de jovens desempregados ou inactivos baixou face a 2015, mas aumentou na comparação entre trimestres este ano

Texto de Pedro Crisóstomo

O número de jovens que não estão empregados nem a estudar aumentou no terceiro trimestre deste ano em relação aos três meses anteriores, em contraciclo com a redução global do desemprego no mesmo período. Há 301,7 mil jovens “nem-nem”, pessoas da faixa etária dos 15 aos 34 anos que estão desempregados ou contabilizados nas estatísticas como inactivos.

O aumento entre o segundo e o terceiro trimestre tem acontecido nos últimos anos e voltou a repetir-se em 2016, com um aumento de 11.700 mil pessoas, de 290 mil para 301,7 mil. É preciso ter em conta que os valores do INE não são ajustados de sazonalidade, estando em causa a comparação em cadeia entre o período que vai de Abril a Junho com os meses de Julho a Setembro, isto é, coincide com o período em que terminam os ciclos lectivos. Já quando se compara o número de jovens nesta situação com os valores de 2015, há uma descida, com menos 16.800 “nem-nem” do que no terceiro trimestre do ano passado.

O número de “nem-nem” aumentou nos jovens que completaram, no máximo, o 9.º ano (são 133 mil) ou o ensino secundário ou um curso de especialização tecnológica (109 mil). Já entre os jovens que acabaram o ensino superior, o número de “nem-nem” diminui (passando para 58,8 mil). Aliás, o maior aumento, detalha o INE, aconteceu entre os mais jovens, dos 15 aos 19 anos. Aqui, a taxa mais do que duplicou, “passando de 2,7% no segundo trimestre de 2016 para 5,9% no terceiro trimestre do mesmo ano”. O contrário aconteceu entre os jovens adultos dos 25 aos 34 anos que não tinham um emprego, nem estavam a estudar ou em formação. Aqui houve uma diminuição de 11,8 mil do segundo para o terceiro trimestre.

Os “nem-nem” representam 13,3% dos 2,2 milhões de jovens dos 15 aos 34 anos. Estatisticamente, são referidos pelo INE como os “jovens não empregados que não estão em educação ou formação” e referem-se às pessoas que em determinado período “não estavam empregados (isto é, estavam desempregados ou eram inactivos), nem frequentavam qualquer actividade de educação ou formação ao longo de um período específico (na semana de referência ou nas três semanas anteriores)”.

“Atendendo à importância” dos jovens nesta situação, o INE, ao divulgar os dados do desemprego do terceiro trimestre, deu a conhecer alguns números sobre esta realidade. O grupo de jovens “nem-nem” é composto “principalmente, por mulheres (52,6%; 158,6 mil), pessoas dos 25 aos 34 anos (58,8%; 177,3 mil), com um nível de escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3.º ciclo do ensino básico (44,1%; 133,1 mil) e desempregados (54,8%; 165,3 mil)”.

Mais 59 mil pessoas empregadas

Quanto aos dados globais do desemprego, os números do INE mostram uma redução da taxa trimestral para os 10,5%, depois de o desemprego ter descido para 10,8% nos meses de Abril a Junho. Do total de pessoas que se encontravam desempregadas entre Abril e Junho, “39,6% saíram dessa situação no terceiro trimestre de 2016: 22,9% tornaram-se empregados e 16,7% transitaram para a inactividade”.

O desemprego de longa duração também diminui, mas ainda há 347.200 cidadãos fora do mercado de trabalho há 12 meses ou mais tempo. Relativamente ao emprego, onde também se registou um aumento, o acréscimo em cadeia foi de 59 mil pessoas. E tanto aumentou o número de trabalhadores a tempo completo (são 4,1 milhões) como o de pessoas a trabalhar a tempo parcial (são 555.500).

As estatísticas do INE permitem ainda ver que, entre estes, há 213,1 mil subdesempregados. Este é o universo de cidadãos que, no inquérito do INE, declararam querer trabalhar mais horas e se mostraram disponíveis para isso no período de referência do inquérito ou nas duas semanas seguintes.

O subemprego de trabalhadores a tempo parcial diminuiu 3,1% em relação ao trimestre homólogo, o equivalente a 7000 indivíduos; em relação ao trimestre anterior diminuiu 5,3%, em 12.100 pessoas. Agora, “corresponde a 4,6% da população empregada total e a 38,4% da população empregada a tempo parcial (note-se que o número de trabalhadores a tempo parcial, no mesmo período, correspondia a 11,9% da população empregada total)”.

O INE explica que o aumento do emprego se deveu “tanto ao fluxo líquido positivo do emprego com a inactividade (o número de pessoas que transitaram do emprego para a inactividade foi inferior, em 20,3 mil, ao de pessoas que transitaram da inactividade para o emprego), como – e sobretudo – ao fluxo líquido positivo do emprego com o desemprego (38,7 mil)”.

 

 

 

Uma escola portuguesa tem chamado a atenção do Brasil

Novembro 25, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.tsf.pt/ de 10 de novembro de 2016.

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Barbara Baldaia

O curso online “Fazer a Ponte” existe desde 2006 e já foi frequentado por mais de 2.000 professores e investigadores brasileiros. A Ponte é uma escola diferente, sem salas e sem testes de avaliação.

Na escola da Ponte, o diretor Paulo Topa faz a ligação via facebook para o Brasil. Atende Wilson Azevedo, do Aquifolium Educacional.

Wilson é o responsável por “Fazer a Ponte”. É este o nome do curso online com uma equipa de professores da Escola da Ponte. A escola, por ser diferente, há muito tempo que fascina os brasileiros.

Wilson ficou curioso com o que leu no livro de Rubem Alves, “A Escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir” ao ponto de ter atravessado o Atlântico e ter vindo viver para Portugal. Pôs a filha a estudar na escola.

O professor brasileiro gostou da experiência e decidiu espalhar a palavra pelo Brasil. O curso existe há 10 anos e, diz ele, já formou mais de 2000 professores e educadores, sobretudo brasileiros. Wilson Azevedo tenta ser preciso: o que se procura é uma aprendizagem mais efetiva.

Vale a pena fixar 3 ou 4 ideias.

Ao contrário das escolas normais, a escola da Ponte não está dividida por turmas nem por idades – está organizada por graus de aprendizagem: iniciação, consolidação e aprofundamento.

Os alunos não aprendem todos o mesmo ao mesmo tempo. Seguindo o programa oficial do ministério da educação, são eles que definem o que aprender e quando aprender.

Da mesma forma, são também os miúdos que dizem quando é que se sentem prontos a ser avaliados e de que forma.

Paulo Topa diz que a maior parte das perguntas que chegam do Brasil tem a ver com a avaliação, com o facto de não haver testes.

As duas traves-mestras da Ponte são “autonomia” e “responsabilização”.

Ao aplicar alguns destes métodos, as escolas brasileiras que vieram beber a experiência da Ponte sentiram já melhorias. Não se trata de empinar matéria. Wilson Azevedo realça que o que é realmente importante é a aprendizagem.

Wilson diz que no Brasil há professores universitários que procuram aprender com o método da Ponte.

Uma escola sem salas de aula, onde o portão está sempre aberto, sem professores a papaguear a matéria, sem testes de avaliação iguais para todos. Uma escola onde cada um é como cada qual.

E, já agora, uma escola onde todas as semanas, os alunos se reúnem em assembleia geral.

ouvir a reportagem no link:

http://www.tsf.pt/sociedade/educacao/interior/uma-escola-portuguesa-tem-chamado-a-atencao-do-brasil-5491526.html

 

 

 

Já está disponível para download o InfoCEDI n.º 66 sobre Crianças com Diabetes

Novembro 25, 2016 às 1:00 pm | Publicado em CEDI, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Já está disponível para consulta e download o nosso InfoCEDI n.º 66. Esta é uma compilação abrangente e actualizada de dissertações, estudos, citações e endereços de sites sobre Crianças com Diabetes.

Todos os documentos apresentados estão disponíveis on-line. Pode aceder a esta publicação AQUI.

IX Encontro Concelhio de Bibliotecas Escolares de Leiria : Agarrar o olhar: o papel da ilustração na literatura

Novembro 25, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://eventos.ccems.pt/encontrobeleiria/#1

 

 

Compendium of good practices on the implementation of the Council of Europe Convention on Action against Trafficking in Human Beings

Novembro 25, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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compendium

Descarregar o compêndio no link:

http://www.coe.int/en/web/anti-human-trafficking/-/10th-european-anti-trafficking-day-18-october-publication-of-compendium-of-good-practices-to-fight-human-trafficking

 

Teatro Infantil “Um Natal Especial” 18 dezembro em Lisboa

Novembro 24, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Sinopse:

Neste Natal, Carlota, que adora receber presentes, fará uma grande viagem rumo à terra do Pai Natal. Pelo caminho irá fazer novos amigos e conhecer os países por onde passa. Será que ela conseguirá falar com o Pai Natal? Não percas esta viagem que irá transformar o coração da Carlota e o teu também!

Saiba mais sobre o nosso trabalho em: https://muzumbos.blogspot.pt

https://www.facebook.com/Muzumbos

A Erradicação da Pobreza: realidade ou utopia? 28 de Novembro |Teatro da Trindade Lisboa

Novembro 24, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A entrada é gratuita, mas sujeita a inscrição. As inscrições devem ser enviadas para mj.vicente@eapn.pt

mais informações:

http://www.eapn.pt/eventos/1041/a-erradicacao-da-pobreza-realidade-ou-utopia

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