Bethany sobreviveu a um tumor cerebral. E suicidou-se depois, vitima de “bullying”

Novembro 18, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do http://observador.pt/de 1 de novembro de 2016.

paul-thompson

Tiago Palma

Tinha 11 anos quando resolveu suicidar-se em casa. Aos três, foi-lhe diagnosticado um cancro no cérebro. Derrotou-o. Mas não derrotou o “bullying” de que foi alvo por causa da doença.

Bethany, de volta a casa, no autocarro da escola, despediu-se da melhor amiga. E saiu.

Antes, confidenciou-lhe que se iria suicidar mal chegasse a casa. A amiga tentou demovê-la. Avisou a mãe de Bethany. Tarde demais. Quando esta chegou a casa, encontrou a filha na varanda de casa, morta sobre o chão. Bethany suicidara-se mesmo, com um tiro na cabeça, usando para isso a arma do pai. Tinha 11 anos.

“Quando a vi, fiquei em choque. Em que é que ela estaria a pensar? O que é que lhe aconteceu de tão grave, que a levou a pensar que ninguém a poderia ajudar, que aqueles que a amavam não a poderiam ajudar?”, questionou-se à revista Time a mãe de Bethany, Wendy Feucht.

Bethany era natural do Ohio, nos Estados Unidos. Com apenas três anos foi-lhe diagnosticado um tumor cerebral. Ao longo dos anos, foi operada várias vezes, o tumor foi removido, fez radioterapia, e venceu a doença. Mas Bethany tinha pela frente outro combate: contra o “bullying”. E não o venceu. Na escola onde estudava, a Triad Middle School, Bethany era troçada pelos rapazes. E tudo porque, após a operação, Bethany ficou com mazelas irreversíveis no rosto: o canto direito da boca era mais subido do que o esquerdo, aparentando um sorriso ligeiro. Os seus bullies apelidavam-na de “sorriso torto”. A situação prolongou-se por mais de um ano, sem que ninguém soubesse e agisse.

“Os rapazes na escola foram simplesmente implacáveis com ela. No começo ela reagia, chateava-se com eles. Depois, não conseguiu ignorar mais a situação. E fartou-se”, lamentou a mãe à Time. Wendy Feucht recorda a filha como uma criança “carinhosa e divertida”, que adorava super-heróis e animais. Bethany queria ser veterinária. “Eu sei que ela está no céu. E onde quer que esteja, está certamente feliz e perfeita. Ela nunca fez mal a ninguém. E tenho a certeza que vou voltar a encontrá-la um dia. É isso que me conforta na dor”, conclui.

 

Apresentação do livro “A análise do bem-estar das crianças e jovens e os direitos da criança” 21 de novembro em Lisboa

Novembro 18, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Livros | Deixe um comentário
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bem

Entrada livre, sujeita a confirmação prévia para:

EAPN Portugal:

fatima.veiga@eapn.pt

Tel. 225420803

 mais informações:

http://www.eapn.pt/eventos/1037/apresentacao-do-livro-a-analise-do-bem-estar-das-criancas-e-jovens-e-os-direitos-da-crianca

Mais de 370 condenados por crimes sexuais contra crianças no ano passado

Novembro 18, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.tvi24.iol.pt/ de 18 de novembro de 2016.

reuters

Segundo os dados do Ministério da Justiça, 82% das pessoas constituídas arguidas foram condenadas, já que em 2015 houve 462 arguidos. Associação de Apoio à Vítima sublinha que o fenómeno tem aumentado. Este ano, a Procuradoria-geral da República já abriu 954 inquéritos

Mais de 370 pessoas foram condenadas em 2015 por crimes sexuais contra crianças, um fenómeno que, segundo a Associação de Apoio à Vítima, tem aumentado e levou a Procuradoria-geral da República a abrir 954 inquéritos já neste ano.

Segundo dados do Ministério da Justiça (MJ), enviados à agência Lusa, quando se assinala o Dia Europeu sobre a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual, é possível constatar que 379 pessoas foram condenadas no ano passado por crimes contra a liberdade e a autodeterminação sexual.

Destas, 311 foram condenadas por abuso sexual de crianças e menores dependentes, enquanto 60 pessoas foram condenadas por pornografia de menores, cinco por recurso à prostituição de menores e três por lenocínio e tráfico de menores.

De acordo com o MJ, são pessoas condenadas em processos-crime na fase de julgamento nos tribunais judiciais de 1.ª instância, sendo que a contabilização é feita tendo em conta o crime mais grave pelo qual foram condenadas.

Quer isto dizer que 82% das pessoas constituídas arguidas foram condenadas, já que em 2015 houve 462 arguidos: 388 por abuso sexual de crianças e menores dependentes, 61 por pornografia de menores, sete por recurso à prostituição de menores e seis por lenocínio (facilitar a prostituição) e tráfico de menores.

O MJ refere também que no ano passado foram registados pelas autoridades policiais 1.044 crimes de abuso sexual de crianças/adolescentes/menores dependentes, além de 134 por lenocínio e pornografia de menores.

PGR já abriu 954 inquéritos em 2016

Já os dados da Procuradoria-geral da República (PGR) revelam que, nos primeiros seis meses de 2016, o Ministério Público abriu 954 inquéritos, sendo que em 230 deles houve diligência processual, entre 183 acusações e 47 suspensões provisórias.

Outros 580 inquéritos foram arquivados e é possível constatar que foi nas comarcas do Porto (120), Lisboa (108) e Lisboa Oeste (101) que ocorreu o maior número de inquéritos iniciados.

Já o maior número de acusações registou-se nas comarcas de Lisboa Oeste (21), Braga (18), Porto (17), Açores (16) e Lisboa (15).

Ao nível das perícias médico-legais, até ao dia 15 de novembro, o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) realizou 448, um número próximo dos 541 exames feitos em todo o ano de 2015.

A maior parte deles (174) foi na delegação do sul, que engloba os gabinetes de medicina legal forense de Setúbal, Vila Franca de Xira, Évora, Santiago do Cacém, Portalegre, Beja, Portimão, Torres Vedras, Faro e a Delegação de Lisboa.

Na delegação sul, a maior parte das perícias foram feitas a jovens entre os 13 e os 17 anos, no caso 87, em que 79 são raparigas e oito são rapazes.

O grupo etário seguinte é o dos 5 aos 8 anos, tendo sido realizadas 36 perícias a 27 meninas e a 9 meninos, havendo também um caso de um menina com menos de um ano de idade.

Para a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), tem-se “assistido a um aumento crescente dos crimes de abuso sexual contra crianças, investigados pela polícia”, chamando a atenção para o facto de “uma das formas mais preocupantes desta violência é a que acontece no seio da família, sabendo-se que os agressores são, normalmente, um familiar ou conhecido da criança”.

Especificamente para apoiar estas crianças e jovens, a APAV desenvolveu a rede CARE, através da qual foram ou estão a ser apoiadas 170 crianças e jovens.

Por outro lado, ajudaram 103 crianças no primeiro semestre deste ano: 83% do sexo feminino, 35% têm entre 14 e 17 anos e em 28,2% dos casos são filhos do autor do crime.

 

 

Laboratório de ilusões óticas – sábado 19 de novembro na Ludobiblioteca EB1 JI Areia-Guincho

Novembro 18, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ludo

mais informações:

https://www.facebook.com/Ludobiblioteca.EB1JIAreia.Guincho/?fref=ts

Notas sobem nos testes PISA, alunos estão mais responsáveis

Novembro 18, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.educare.pt/ de 28 de outubro de 2016.

Projeto de investigação demonstra que chumbar não é uma segunda oportunidade para aprender, que frequentar o pré-escolar faz diferença, que os pais estão mais escolarizados e que os professores assumem as suas responsabilidades. E que há cada vez mais alunos com bons desempenhos em escolas inseridas em meios socioeconómicos desfavorecidos.

Sara R. Oliveira

Os alunos portugueses sabem mais. Entre 2000 e 2012, os resultados médios a Matemática melhoraram cerca de 8%, subiram de 450 para 490 pontos, nos testes PISA. As notas, nos cinco ciclos PISA relativos a esse período, foram melhorando gradualmente a Matemática, Leitura e Ciências. A partir do ciclo de 2009, os resultados aproximaram-se da média da OCDE. No nosso país, há menos alunos muito fracos e mais alunos de excelência. Entre 2000 e 2012, por exemplo, a percentagem de alunos muito fracos a Matemática caiu de 30% para 21% e a percentagem de alunos de excelência subiu de 1% para 7% – tendência observada em apenas outros dois dos países considerados nesta avaliação, Polónia e Luxemburgo.

Portugal está, aliás, na lista dos três países, a par com o Luxemburgo e a Polónia, com os crescimentos mais relevantes nos resultados PISA. Apesar de ter sido o país mais afetado pela recessão económica, e sem qualquer aumento do PIB per capita nos últimos anos, destaca-se pela melhoria das notas nos testes PISA. Em contrapartida, Suécia, Finlândia, Holanda, França e Dinamarca obtiveram, em 2012, desempenhos mais baixos do que os alcançados em 2000, apesar dos aumentos do PIB per capita verificados nesses países.

“Afinal, porque melhoraram os resultados?”. Esta é a pergunta lançada por mais um Fórum aQeduto e que esta sexta-feira é analisada e debatida na Torre do Tombo, em Lisboa, das 18h00 às 20h00, com a presença do subdiretor-geral da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, João Baptista. Mais uma iniciativa do aQeduto: Avaliação, Qualidade e Equidade em Educação, projeto de investigação que constrói um corpo de referenciais sobre educação desde o início deste século, assente, por um lado, nos testes do PISA – Programme for International Student Assessment – que avaliam a literacia de jovens de 15 anos, que frequentem pelo menos o 7.º ano, de 65 países; e, por outro, no estudo internacional TALIS – Teaching and Learning International Survey, da OCDE, que aplica questionários a professores do 9.º ano de 35 países para perceber métodos de ensino, opiniões sobre a escola e sistema educativo, e como se sentem na profissão. O aQeduto resulta de uma parceria entre o Conselho Nacional de Educação (CNE) e a Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Há várias respostas para a pergunta lançada. Os resultados melhoram por uma conjugação de fatores. Entre 2003 e 2012, Portugal melhorou em 5% os resultados a Matemática devido a múltiplos contributos, com destaque para o efeito positivo do trabalho feito nas escolas. Há uma maior percentagem de escolas inseridas em meios socioeconómicos desfavorecidos que conseguem ter mais alunos com bons desempenhos. Portugal passou a ter mais 79% de escolas com resultados “acima do esperado”. Um sucesso que poderá estar relacionado com a formação e a motivação dos docentes, o alargamento da educação pré-escolar, a melhoria dos recursos pedagógicos e uma maior autonomia das escolas. Do lado dos problemas, os diretores continuam a mostrar a sua insatisfação com as instalações das escolas e o aumento do número de alunos que chegam aos 15 anos com pelo menos um chumbo no percurso.

Em 2003, cerca de 16% das escolas estavam inseridas em meios socioeconómicos favoráveis, um número que aumentou para 20% em 2012. Nesse ano, e nessas escolas, apenas 3% tiveram resultados abaixo dos 500 nos testes PISA, ainda assim muito próximos deste valor. Se o meio socioeconómico e cultural é favorecido, a probabilidade de obter resultados elevados é muito grande.

Nem irresponsáveis, nem mal-agradecidos

Os alunos são irresponsáveis e mal-agradecidos? Não. A maior parte dos alunos consideram que o sucesso escolar depende essencialmente do seu próprio esforço e garante que os professores ajudam bastante. Em Portugal, mais de 50% dos estudantes, independentemente da origem social, consideram o seu esforço muito importante – apenas os alunos suecos apresentam uma percentagem superior. E é em Portugal que os professores são mais bem vistos pelos alunos e é uma opinião que, na verdade, tem vindo a crescer desde 2003. “Os alunos portugueses consideram que recebem bastante apoio, são bem orientados e avaliados formativamente e que têm um bom relacionamento com os professores. Este tipo de opinião favorável em todas as dimensões não acontece em mais nenhum dos outros países considerados”, lê-se no estudo que se debruça sobre 11 países. “É surpreendente verificar que em países com resultados PISA muito elevados os professores não são bem vistos pelos seus alunos”, acrescenta-se.

As retenções voltam a ser contestadas. Chumbar é uma segunda oportunidade para aprender? A resposta é não. “Esta prática não contribui para que os alunos que chumbam alcancem o mesmo nível de aprendizagem que os colegas que frequentam o 9.º ano, mas que nunca chumbaram.” Os resultados demonstram que assim é. Os alunos do 9.º ano que nunca chumbaram conseguem melhores notas do que os colegas que já ficaram retidos pelo menos uma vez. “Esta diferença chega a ultrapassar os 60 pontos em Portugal e na Finlândia, significando que os alunos que já repetiram pelo menos um ano permanecem com um grande atraso na aprendizagem”, lê-se no documento.

Chumbar surge associado ao estatuto socioeconómico e cultural das famílias. Em Portugal, 87% dos alunos que chumbam são de famílias de estratos sociais económicos e culturais abaixo da média da OCDE. De igual modo, os alunos que chumbaram obtiveram, maioritariamente, classificações inferiores à média de referência no teste de Matemática PISA de 2012.

A escola está parada no tempo? Mais uma questão lançada pelo aQeduto. A resposta é não. A percentagem de escolas que, apesar de inseridas em meios desfavorecidos, conseguem resultados médios a Matemática superiores a 500 pontos aumentou de 19% para 34%. As escolas que fazem um trabalho acima do que seria expectável, uma vez que estão inseridas em meios desfavorecidos e conseguem resultados de excelência, aumentaram consideravelmente, passando de 19% para 34% entre 2003 e 2012. Segundo o aQeduto, estas são escolas que fazem a diferença e, por isso, seria importante tentar compreender as práticas que desenvolvem.

Na análise dos resultados, verifica-se que há uma tendência para as raparigas serem melhores a Leitura e os rapazes melhores a Matemática. Em Portugal, essa diferença é clara. A média dos rapazes a Leitura é muito baixa (468 pontos), registando-se apenas piores desempenhos a Leitura nos rapazes suecos. Já no que respeita a Matemática, há uma ligeira tendência para que os scores médios sejam favoráveis aos rapazes, mas esta tendência não se alastra a todos os países. Em Ciências, o panorama é mais equilibrado, ou seja, na maior parte dos países há uma igualdade de desempenhos entre sexos.

Pré-escolar faz a diferença

O ambiente escolar está difícil? Sim e não. Portugal é um dos países onde os alunos revelam um maior nível de felicidade e onde o relacionamento com os professores parece ser muito favorável. Verifica-se uma associação entre bom relacionamento com os docentes e a felicidade dos alunos na escola. Em 2012, os alunos portugueses foram os que mais consideraram ter um bom relacionamento com os professores (86%) e cerca de 25% sentiam-se muito felizes. A indisciplina e a falta de respeito nas salas de aula são, segundo os diretores, os problemas que mais afetam o aproveitamento dos alunos e o normal funcionamento da escola. “Estes problemas assumem grande dimensão em escolas inseridas em meios socioeconómicos mais desfavorecidos, embora não estejam circunscritos a este tipo de escola. Por outro lado, o consumo de drogas, a agressividade entre alunos e o mau relacionamento com professores são considerados apenas por uma percentagem muito baixa de diretores, mesmo em escolas que poderiam ser, à partida, mais problemáticas”, sublinha-se.

Os professores não descartam responsabilidades. Sentem-se satisfeitos e respeitados quando consideram que ajudam a aprender, conseguem estabelecer uma boa relação com os alunos, e mantêm a disciplina. A satisfação com a profissão e o respeito que sentem por parte da sociedade são, porém, pontos críticos. Portugal é o país com a maior percentagem de professores insatisfeitos com a profissão, embora a maioria continue satisfeita ou mesmo muito satisfeita. O sentimento de respeito por parte da comunidade é mais reduzido: 48% sentem-se desrespeitados ou muito desrespeitados e apenas 5% sentem-se bastante respeitados.

Andar no pré-escolar faz diferença. Os alunos que frequentaram o ensino pré-escolar obtêm, em média, um desempenho PISA a Matemática mais elevado e têm uma menor probabilidade de chumbar. Em 2003, pouco mais de 70% dos jovens de 15 anos tinham frequentado o pré-escolar pelo menos um ano. Em 2012, esse número já era de 85%. “No entanto, o que é absolutamente surpreendente é o facto de dez anos depois ainda se notar o efeito deste nível de ensino, dado que os alunos que frequentaram o pré-escolar têm em média mais 40 a 50 pontos”, lê-se no estudo.

Pais mais escolarizados

Os pais estão mais escolarizados. O nível de escolaridade das mães aumentou sobretudo nos níveis mais baixos. Contudo, o impacto da escolaridade nos resultados é mais evidente quando combinado com o estatuto profissional. Portugal destaca-se neste ponto. Apenas no nosso país se verificou um aumento simultâneo das qualificações mais baixas das mães e uma melhoria nos scores PISA. As mães portuguesas estão, em 2012, mais qualificadas do que no início do século, embora continuem a ser as menos escolarizadas entre os países considerados no estudo. Em Espanha, também se verificou uma acentuada redução da percentagem de mães com o 9º ano ou menos, embora sem reflexos nos resultados PISA. Em 2012, a maioria dos restantes países tem menos de 10% de mães com tão baixa qualificação.

A profissão dos pais, a educação e os recursos educativos são alguns dos aspetos que mais influenciam a aprendizagem dos filhos. A análise conclui que o facto de a mãe ser muito jovem e viver num agregado familiar alargado conduz a um aumento da probabilidade de o aluno obter desempenhos mais fracos. No entanto, o peso das variáveis relativas à família representa pouco mais de 20% da variabilidade dos resultados, o que significa que a família não é condição determinante para o sucesso na aprendizagem.

As escolas públicas e as escolas privadas servem populações diferentes. E Portugal é o país onde a escola pública serve uma maior heterogeneidade de classes sociais. No nosso país, as crianças de classes sociais muito favorecidas não frequentam escolas públicas, nem escolas privadas dependentes do Estado. É o país onde esta separação é mais visível. A escola privada é só para alunos de classes sociais elevadas e, no nosso país, no Luxemburgo e na Polónia, 95% dos alunos são de estratos sociais acima da média da OCDE. Por outro lado, em Espanha, Dinamarca e República Checa, as escolas privadas servem populações de estratos sociais mais próximos das que frequentam a escola pública.

mais informações no link:

http://www.oecd.org/pisa/keyfindings/pisa-2012-results.htm

 

 


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