Conferência “Audição da Criança em Tribunal” e lançamento do livro ilustrado – 3 novembro no ISCTE

Outubro 25, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Entrada gratuita sujeita a inscrição prévia

mais informações no link:

http://www.oa.pt/cd/Conteudos/Artigos/detalhe_artigo.aspx?sidc=31634&idc=32038&ida=150099

Crianças desaparecidas: caso mais antigo tem quase 40 anos

Outubro 25, 2016 às 6:30 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem da http://sicnoticias.sapo.pt/ de 24 de outubro de 2016.

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Visualizar a reportagem no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2016-10-24-Criancas-desaparecidas-caso-mais-antigo-tem-quase-40-anos

 

 

Webinar Faz o que Eu Faço & Faz o que Eu Te Digo – Um convite para a leitura e para a exploração prática da temática da identidade de género e da segurança na Internet. 25 de outubro 18h30 – BR, 21H30 – PT

Outubro 25, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Esta webinar tem como ponto de partida uma história deste livro, “Virtual… Só na tua cabeça!” para a construção de uma narrativa digital sobre questões de segurança e privacidade na Internet e outras…

Neste âmbito, será apresentado um cenário de aprendizagem com recurso às TIC, bem como alguns exemplos de exploração da referida história.

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O livro da autoria da Dulce Mourato, membro do grupo Geisext da Universidade de Lisboa e da organização destas webinares, dirige-se a todos e a todas (educadores, docentes, formadores, crianças e “jovens de todas as idades”) com a explicação de como se pode usar este manual de boas práticas, em atividades de aprendizagem e de lazer e na participação de uma comunidade virtual, em temas tão díspares como: a maravilhosa aventura do nascimento; a identidade de género, a sexualidade e o respeito pelo outro; uma possível explicação da morte com ajuda da natureza; a utilização das tecnologias com segurança e bom senso; a acessibilidade e o respeito pela diferença e, finalmente, a participação pública e a forma de lidar com seniores com problemas de memória.

O livro tem o prefácio da Dra. Dulce Rocha – Presidente Executiva do Instituto de Apoio à Criança e é uma fonte de inspiração para atividades práticas com ligações ao mundo virtual de uma comunidade online.

Faça a sua inscrição aqui

mais informações:

http://www.webeducacaosexual.com/projeto-2016/webinar-25-de-outubro/

O meu monstro no armário – Oficina para crianças dos 6 aos 10 anos 29 de outubro na Biblioteca Orlando Ribeiro

Outubro 25, 2016 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Oficina por Ana Maymone
PARA CRIANÇAS dos 6 aos 10 anos

O que mais te assusta? Qual é o teu maior pavor?
Transforma o teu medo num monstro terrível, dando-lhe uma forma bem assustadora, e escreve uma estória em que ele está envergonhado, pois encontra-se numa situação embaraçosa (por exemplo, fechou-se no armário para te assustar e esqueceu-se da chave do lado de fora).

Recorrendo ao desenho e recortes, constrói o teu monstro e ilustra a estória que criaste num livro animado.

Nº mínimo e máximo de participantes: 5 a 15

Preço: 5€/ criança

Contactos: + INFO e Inscrições: anamaymone@gmail.com

https://www.facebook.com/ana.maymone.3

 

Biblioteca Orlando Ribeiro

Antigo Solar da Nora Estrada de Telheiras, 146

1600-772 Lisboa

(Freguesia do Lumiar)

Contactos:

Tel.: 218 172 660

E-mail geral: bib.oribeiro@cm-lisboa.pt

Ritalina, a droga legal que ameaça o futuro

Outubro 25, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.psicologiasdobrasil.com.br/ de 31 de março de 2016.

ritalina

É uma situação comum. A criança dá trabalho, questiona muito, viaja nas suas fantasias, se desliga da realidade. Os pais se incomodam e levam ao médico, um psiquiatra talvez.  Ele não hesita: o diagnóstico é déficit de atenção (ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH) e indica ritalina para a criança.

O medicamento é uma bomba. Da família das anfetaminas, a ritalina, ou metilfenidato, tem o mesmo mecanismo de qualquer estimulante, inclusive a cocaína, aumentando a concentração de dopamina nas sinapses. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like, como a própria medicina define. Ou seja, vira zumbi — um robozinho sem emoções. É um alívio para os pais, claro, e também para os médicos. Por esse motivo a droga tem sido indicada indiscriminadamente nos consultórios da vida, a ponto de o Brasil ser o segundo país que mais consome ritalina no mundo, só perdendo para os EUA.

A situação é tão grave que inspirou a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração bombástica: “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”, disse ela em entrevista ao Portal Unicamp. “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”, diz ela.

O fato, no entanto, é que o uso da ritalina reflete muito mais um problema cultural e social do que médico. A vida contemporânea, que envolve pais e mães num turbilhão de exigências profissionais, sociais e financeiras, não deixa espaço para a livre manifestação das crianças. Elas viram um problema até que cresçam. É preciso colocá-las na escola logo no primeiro ano de vida, preencher seus horários com “atividades”, diminuir ao máximo o tempo ocioso, e compensar de alguma forma a lacuna provocada pela ausência de espaços sociais e públicos. Já não há mais a rua para a criança conviver e exercer sua “criancice”.

E se nada disso funcionar, a solução é enfiar ritalina goela abaixo. “Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la a lidar com essa criança. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada”, diz a médica.

Mas os problemas não param por aí. A ritalina foi retirada do mercado recentemente, num movimento de especulação comum, normalmente atribuído ao interesse por aumentar o preço da medicação. E como é uma droga química que provoca dependência, as consequências foram dramáticas. “As famílias ficaram muito preocupadas e entraram em pânico, com medo de que os filhos ficassem sem esse fornecimento”, diz a médica. “Se a criança já desenvolveu dependência química, ela pode enfrentar a crise de abstinência. Também pode apresentar surtos de insônia, sonolência, piora na atenção e na cognição, surtos psicóticos, alucinações e correm o risco de cometer até o suicídio. São dados registrados no Food and Drug Administration (FDA)”.

Enquanto isso, a ritalina também entra no mercado dos jovens e das baladas. A medicação inibe o apetite e, portanto, promove emagrecimento. Além disso, oferece o efeito “estou podendo” — ou seja, dá a sensação de raciocínio rápido, capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo, muito animação e estímulo sexual — ou, pelo menos, a impressão disso. “Não há ressaca ou qualquer efeito no dia seguinte e nem é preciso beber para ficar loucaça”, diz uma usuária da droga nas suas incursões noturnas às baladas de São Paulo. “Eu tomo logo umas duas e saio causando, beijando todo mundo, dançando o tempo todo, curtindo mesmo”, diz ela.

TEXTO ORIGINAL DE ANTROPOSOFY

 


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