Pense bem. O nome que escolhe para o seu filho pode traçar-lhe o destino

Outubro 20, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da http://visao.sapo.pt/ de setembro de 2016.

philippe-huguen

A facilidade com que se pronuncia um nome, o facto de ser comum ou não, ou a proximidade do apelido ao fim do alfabeto são fatores que, acredite-se ou não, podem ter relevância na vida futura dos nossos filhos.

Uma das razões que pode lançar o seu filho para o sucesso pode residir no nome que você lhe dá. Pelo menos é o que dizem uma série de estudos sobre como o nome dado a uma criança pode influenciar o seu sucesso no futuro. Selecionamos sete.

A importância da forma como se pronuncia

Se o nome for fácil de pronunciar, pode chegar a altos cargos no futuro. Foi essa a conclusão de uma pesquisa efetuada pela Universidade de Nova Iorque. Adam Alder, um dos psicólogos participantes, explicou à revista Wired que “quando é fácil de compreender, nós tendemos a gostar mais”.

Se o nome for comum, maior é a probabilidade de ser contratado

Num estudo levado a cabo pela Universidade de Marquette, no Wisconsin, Estados Unidos, foi possível descobrir que as pessoas que têm os nomes mais comuns são aquelas que têm uma maior probabilidade de serem contratadas. As pessoas com nomes mais raros não tinham a mesma sorte.

Partilhar a inicial do nome com um colega de trabalho pode significar que trabalhem bem juntos

É o que afirma a Wisconsin School of Business. Numa pesquisa, os investigadores conseguiram descobrir que quem partilha a letra inicial do nome com outros colegas de trabalho consegue trabalhar melhor em grupo do que com aqueles com quem não partilha. Partilhar a mesma letra inicial resulta num melhor trabalho coletivo e em melhor adaptabilidade aos conflitos.

Nomes incomuns estão frequentemente associados a delinquência juvenil

Um estudo da Universidade de Shippensburg na Pensilvânia sugeriu a possibilidade de existir uma relação entre os nomes incomuns e a criminalidade juvenil. Isto deve-se à maneira como são tratados pelos seus colegas por causa do seu nome, o que torna mais difícil o estabelecer de um relacionamento. Outro dos motivos para os jovens recorrerem ao crime pode mesmo até ser o simples facto de não gostarem do seu nome.

Nomes mais próximos do final do alfabeto, pode tornar-se um comprador compulsivo

Segundo uma publicação na Social Science Research Network, pessoas com apelidos mais próximos do final do alfabeto podem vir a tornar-se no futuro ávidos compradores compulsivos, tendo uma maior suscetibilidade a estratégias promocionais por terem passado em crianças muito tempo no final das listas de chamadas. Ora, isto aplica-se sobretudo nos países onde as turmas são organizadas pelo ordem alfabética do apelido. Restaria testar se esta teoria seria válida em Portugal, onde tudo se organiza a partir do nome próprio.

Mulheres que ocupem altos cargos utilizam mais frequentemente o nome completo

Investigadores do website LinkedIn revelaram num estudo que as mulheres que se apresentam de forma mais frequente com o seu nome completo do que os homens de forma a adquirirem um ar mais sério e profissional.

Ter um primeiro nome curto pode significar um cargo executivo

No mesmo estudo levado a cabo pelo LinkedIn, foram analisados mais de 100 milhões de perfis para perceber quais eram os nomes mais comuns para diretores executivos no seio de uma empresa. Os nomes com uma ou duas silabas eram aqueles que mais se destacavam. Um cientista afirmou que por vezes os homens utilizam alcunhas de forma a parecerem pessoas mais amigáveis e receptivos.

 

 

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