Portugal por Miúdos de José Jorge Letria 16 outubro no Museu Nacional de Arqueologia | Mosteiro dos Jerónimos

Outubro 13, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/focolunar/

CML cede nova casa ao Instituto de Apoio à Criança

Outubro 13, 2016 às 1:13 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.cm-lisboa.pt/ de 12 de outubro de 2016.

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O Instituto de Apoio à criança vai ter novas instalações. O prédio, localizado na Avenida da República, foi cedido pela Câmara Municipal de Lisboa.“ Este acordo vai permitir dar um destino mais feliz a um edifício que tem história na cidade“, disse o Presidente da CML após a assinatura da Escritura de Constituição do Direito de Superfície sobre o Imóvel, que teve lugar no dia 12 de outubro nos Paços do Concelho.

Com a constituição do direito de superfície a favor do Instituto de Apoio à Criança pelo prazo inicial de 25 anos, o IAC pode agora concretizar o Projeto – SONHO e “ter instalações com dignidade para melhor servir a criança”.

Para o Presidente da CML, o dia de hoje permite à CML o cumprimento da obrigação em tornar Lisboa uma cidade cada vez mais inclusiva, uma questão central na construção da cidade.

O acordo  assinado permite ainda o renovar de laços futuros entre a CML e o IAC, em prol dos direitos das crianças. “É uma prioridade da CML dar força às entidades que estão no terreno dando-lhes condições para agir,” disse Fernando Medina que elogiou ainda a “solução feliz” encontrada para o edifício que acolheu anteriormente a Livraria Municipal. 

 “ Um sonho antigo e possível graças ao apoio da autarquia” disse Manuela Eanes, presidente do IAC, que agradeceu o empenho e determinação de Fernando Medina e da sua equipa na concretização deste acordo entre as duas entidades.

A nova casa irá funcionar nos números 21 e 21A da Avenida da República permitindo, por um lado, o desenvolvimento das atividades do IAC e por outro a concentração de todos os projetos da instituição, nomeadamente o SOS/Criança, o SOS/Criança Desaparecida, o Projeto Rua, a Atividade Lúdica e a humanização dos serviços de atendimento à criança. 

A solução encontrada permite também que o IAC passe a ter um reforço da sua sustentabilidade financeira, estimando-se que as obras de instalação possam estar concluídas no prazo de seis meses.

O IAC é uma instituição sem fins lucrativos, criada em 1983, com o objetivo principal de contribuir para o desenvolvimento integral da criança, na defesa e promoção dos seus direitos.

mais fotografias no link:

http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/cml-cede-nova-casa-ao-instituto-de-apoio-a-crianca

 

 

Já está disponível para download o InfoCEDI n.º 65 sobre Cyberbullying

Outubro 13, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Já está disponível para consulta e download o nosso InfoCEDI n.º 65. Esta é uma compilação abrangente e actualizada de dissertações, estudos, citações e endereços de sites sobre Cyberbullying.

Todos os documentos apresentados estão disponíveis on-line. Pode aceder a esta publicação AQUI.

Sexóloga tira dúvidas a adolescentes através do WhatsApp

Outubro 13, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Texto do http://visao.sapo.pt/ de 27 de setembro de 2016.

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Jovens podem tirar dúvidas relacionadas com a sexualidade através do WhatsApp. Projeto tem o patrocínio de uma marca de preservativos e a colaboração da sexóloga Vânia Beliz.

Se é pelo WhatsApp que os miúdos andam, então vamos falar com eles por aí. Foi isso que pensaram a sexóloga Vânia Beliz e a marca de preservativos Control. E assim nasceu o projeto ControlTalk, destinado a esclarecer de forma gratuita e anónima às dúvidas dos adolescentes relacionadas com a sexualidade.

A receita é simples: um número de telefone (934 059 910) e uma sexóloga com muita experiência a falar com jovens disponível para lhes responder de forma clara e direta.

“O nosso objetivo é responder às perguntas dos miúdos, de forma rápida, eficaz, segura e anónima”, adianta Vânia Beliz, a mentora do projeto. “Os miúdos tendem a sentir alguma dificuldade em aceder ao médico ou á enfermeira e também não falam com os pais sobre questões relacionadas com a sexualidade. Acabam por se aconselhar com os pares”, conta a especialista.

Já há cartazes a anunciar o serviço espalhados pelas escolas do país e agora espera-se que os adolescentes gravem o número e usem sempre que forem assaltados pelas angústias das primeiras experiências sexuais, das modificações do corpo e da turbulência que as hormonas trazem.

Vânia Beliz já tem uma ideia acerca das principais perguntas que irá receber, uma vez que tem uma vasta experiência de sessões em escolas. “Espero das raparigas questões sobre contraceção, gravidez e também sobre o aspeto físico. Dos rapazes, mais sobre a performance sexual – uma primeira vez que não corra bem pode deixar marcas para o resto da vida – ou ainda sobre o uso do preservativo”, nota.

A especialista também prevê que fazer encaminhamento dos jovens para o centro de saúde, nomeadamente para a consulta de planeamento familiar, que é gratuita e muitos nem sabem que existe.

Não está descartada a hipótese de a linha ser usada também pelos pais, com dúvidas relativamente ao momento e à forma de falar destes temas com os filhos. “A sexualidade não é só a relação sexual. São os afetos, a forma como nos relacionamos com os outros. Não pensamos resolver todos os problemas, mas pelo menos encaminhar e desmistificar.”

As perguntas podem ser enviadas durante todo o dia, mas as respostas serão dadas entre as 18:00 e as 20:00.

Vânia Beliz Sexologia

https://www.facebook.com/V%C3%A2nia-Beliz-Sexologia-516302375086802/

 

 

 

 

Workshop “Bullying” – 20 outubro no Centro de Formação da APAV em Lisboa

Outubro 13, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições, até 18 de Outubro

mais informações no link:

http://www.apav.pt/apav_v3/index.php/pt/1332-formacao-apav-bullying-20-outubro

Crianças sem Internet ficam com medo e ansiosas (e até os TPC fazem)

Outubro 13, 2016 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://zap.aeiou.pt/ de 26 de setembro de 2016.

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Uma experiência realizada pela psicóloga infantil Yekaterina Murashova observou o comportamento de um grupo de crianças norte-americanas que tiveram que passar um dia inteiro sozinhas e sem acesso à Internet e outras tecnologias atuais.

A pesquisa foi realizada com 68 adolescentes de 12 a 18 anos que voluntariamente se submeteram a esta “tortura”, deixando de lado computadores, smartphones, videojogos e qualquer outro tipo de aparato eletrónico.

Apesar de estarem sem diversos confortos, eles tinham acesso a outros recursos, como livros, lápis e canetas, cadernos, instrumentos musicais, caminhadas, desporto, etc. Passear pela cidade, desde que sem contato com aparelhos eletrónicos, também era permitido.

Durante a experiência, a atividade preferida foi cozinhar e comer. Outros preferiram ler revistas ou livros. Houve mesmo alguns que, tomados pelo tédio, chegaram a pegar nos livros escolares para fazer os trabalhos de casa.

Desporto e atividades físicas também foram bastante realizados.

Outro ponto observado por Murashova foi que o tempo sem Internet levou os jovens a brincarem com o seu lado criativo.

Mesmo sem ter conhecimentos ou aulas anteriores, algumas crianças resolveram brincar com pintura e instrumentos musicais.

E por falar em criatividade, alguns realmente pensaram “fora da caixa”: um miúdo passou cinco horas a andar de autocarro pela cidade.

A experiência não correu assim tão bem: apenas três dos participantes – dois rapazes e uma rapariga – chegaram bem ao final das oito horas.

Um dos rapazes ocupou o tempo a construir uma miniatura de um navio, com pausas para refeições e para brincar com o seu cão.

Três crianças tiveram pensamentos suicidas. Cinco tiveram ataques de pânico e vinte e sete voluntários passaram por algum tipo de desconforto físico como tonturas e dores.

Todos demonstraram sintomas de medo ou ansiedade e tentaram dormir para ver se o tempo passava, mas não conseguiam devido ao seu estado mental perturbado.

Terminada a experiência, 14 jovens imediatamente acederam às redes sociais e 20 pegaram no telemóvel para ligar para amigos. Outros ligaram a TV ou computadores.

Mas nada de exageros: apesar dos resultados preocupantes durante a experiência, nenhum dos jovens apresentou traumas nos dias depois da pesquisa.

Canal Tech

 


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