Desigualdades educativas estão a diminuir

Outubro 12, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.educare.pt/ de 26 de setembro de 2016.

O relatório citado na notícia é o seguinte:

Estado da Educação 2015

Sara R. Oliveira

Menos retenções e desistências nas escolas. Menos alunos e menos professores. Menos estudantes com piores resultados. Docentes mais velhos e com mais formação. O Relatório da Educação 2015 do Conselho Nacional de Educação apresenta dados do setor.

Menos professores no sistema, e mais velhos, menos alunos nas escolas, com algum desencanto à mistura. Menos retenções, menos abandono escolar, menos despesas do Estado com o setor. O Conselho Nacional de Educação (CNE) voltou a analisar vários documentos, estudos, relatórios, que mostram como anda a comunidade educativa em Portugal nos últimos anos. O Relatório da Educação 2015 está feito e é apresentado nesta hoje depois da abertura do ano letivo 2016/2017 com as intervenções de David Justino, presidente do CNE, e do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

O Relatório da Educação mostra algum desencanto dos alunos, o que não acontecia há 15 anos, quando havia uma maior percentagem a responder que gostava muito da escola. São as raparigas que estão mais desencantadas. De modo geral, a percentagem de alunos que referem gostar muito da escola tem vindo a diminuir. Os alunos do 6.º ano são os que mais frequentemente referem gostar da escola, numa percentagem que, no entanto, desceu de 92% em 2001/2002 para 82,3% em 2013/2014. Neste ano letivo, os alunos do 8.º ano estão mais insatisfeitos do que os colegas do 10.º ano, com percentagens superiores nas opções não gosto nada e não gosto muito. Portugal foi, entre os países da OCDE, o que registou o maior decréscimo da percentagem de raparigas com 15 anos que responderam gostar muito da escola entre 1997 e 2014.

“Ao contrário do discurso de algum senso comum, a pressão e a exigência da escola sobre os alunos têm vindo a diminuir nos últimos 15 anos e, mais uma vez, são as raparigas que mais sentem essa pressão das tarefas escolares”, sublinha David Justino, presidente do CNE, na introdução do relatório. Na sua perspetiva, as desigualdades educativas diminuíram e a melhoria do desempenho médio dos alunos deve-se à redução acentuada do grupo dos estudantes com piores resultados. “Se é certo que há um pequeno contributo dos resultados dos alunos mais proficientes, o maior contributo vem da redução da proporção dos alunos mais fracos”, acrescenta.

Além disso, a percentagem de escolas, inseridas em meios desfavoráveis, cujos alunos obtiveram resultados acima da média passou de 19% em 2003 para 34% nos testes PISA de 2012. “A elas se deve a capacidade de contrariar os determinismos sociais do desempenho educativo, obtendo resultados bem acima do que a origem social dos seus alunos deixaria estimar”, realça o presidente do CNE. “Arriscamo-nos a dizer que nunca tivemos tão bons alunos como os que têm passado pelas escolas nos últimos anos. O problema está em saber se os estamos a tratar bem e a educá-los melhor. Ora, esta responsabilidade não é exclusiva da escola, mesmo quando uma parte significativa das escolas portuguesas continuam a fazer a diferença, a contrariar os determinismos sociais e a superar as melhores expectativas”, afirma.

Pressão com os trabalhos de casa
Mais de 30% dos alunos garantem que sentem alguma ou muita pressão com os trabalhos da escola. São os jovens do 10.º ano que mais sentem essa pressão. E há aqui dados que se podem cruzar. Os alunos que apresentam as percentagens mais elevadas em não sentirem pressão com os trabalhos da escola são os que gostam muito da escola. Por outro lado, os que dizem gostar nada da escola são os que dizem sentir muita pressão com os trabalhos da escola. Ainda assim, a percentagem dos alunos que referem sentir alguma ou muita pressão com os TPC tem vindo a diminuir e em 2013/2014 apresenta mesmo os valores mais baixos para todas as idades e sexos.

Os dados de 2013/2014 indicam uma relação, estatisticamente significativa, entre alunos que afirmam não gostar nada da escola e os que manifestam uma pior relação com os colegas. Há, portanto, uma correlação entre o gostar da escola e a relação com os colegas e mesmo com os professores. Em 2012, a maior percentagem de alunos infelizes encontra-se em escolas onde os resultados do PISA estão abaixo da média da OCDE, sendo também nestas escolas que, de 2003 a 2012, aumentou a percentagem de alunos que se sentem excluídos.

Há menos alunos nas escolas. Em 2014/2015, relativamente ao ano anterior, o número em todos os níveis de educação e ensino diminuiu. É no 2.º ciclo que se regista a maior quebra, com menos 12 179 alunos. Nos próximos cinco anos, segundo o Relatório da Educação, estima-se uma redução anual do afluxo de novos alunos no 1.º ciclo, cerca de duas vezes maior à dos últimos 10 anos e que previsivelmente não será contrariada antes de 2021/2022. Entre 2006 e 2015, o ensino público não superior perdeu 73 572 alunos e o privado ganhou mais 18 912. E em 2014/2015, o peso percentual dos alunos a frequentar vias profissionalizantes, no Secundário, diminuiu 1%, o que representa um decréscimo de 5388 alunos.

A taxa de abandono precoce desceu para 13%, mas, por outro lado, Portugal tem uma das elevadas taxas de retenção escolar da Europa. Um pouco mais de um terço dos alunos com 15 anos têm já no seu trajeto pelo menos uma retenção. Proporção que aumenta para 40% nos alunos do Secundário, e o número médio de retenções ultrapassa os dois anos. No Ensino Superior, há menos procura por parte dos alunos, a que o agravamento das condições financeiras das famílias e as dificuldades de inserção no mercado de trabalho não são alheios. Depois de um crescimento até 2010, os cinco anos seguintes registaram uma quebra de cerca de 20% nas primeiras matrículas nos três ciclos de Ensino Superior. Em 2014/2015, há menos 4,8% de inscritos no Superior face a 2005/2006 e menos 11,8% do que em 2010/2011.

Os dados indicam que há mais crianças, mais 7267, apoiadas no âmbito da Intervenção Precoce na Infância entre 2012 e 2015. Nos últimos três anos, há mais crianças com Necessidades Educativas Especiais nas escolas regulares e menos nas escolas especiais em todos os níveis de educação e ensino. E assiste-se à diminuição do número de técnicos afetos à educação especial no continente nos últimos quatro anos.

Só 0,4% têm menos de 30 anos
Há menos professores nas escolas. Entre 2006 e 2015, do pré-escolar ao Secundário, a diminuição atingiu os 24%. No privado, a diminuição foi menos acentuada, de 5,9%. O Ensino Superior também não escapou à redução, com uma perda de 13,6%: menos 30% no privado e menos 6,6% no público. O envelhecimento da classe docente é um tema recorrente e já atinge todos os níveis de educação. Em 2014/2015, os docentes com 50 e mais anos de idade representavam 43,2% no ensino público e 18,4% no privado, do pré-escolar ao Secundário, e 39,4% no Ensino Superior. Os que tinham menos de 30 anos totalizavam apenas 0,4% no público e 7,3% no privado.

O corpo docente continua maioritariamente feminino na educação pré-escolar e nos ensinos Básico e Secundário, diminuindo gradualmente a percentagem à medida que se progride no nível de ensino. O que não acontece no Superior, cujo corpo docente é maioritariamente masculino, com exceção do ensino politécnico privado em que as mulheres se encontram em maioria. Em termos de formação, aumentou o número de docentes do pré-escolar e do Básico e Secundário com doutoramento ou mestrado e de doutorados no Superior: 150% no politécnico e 33% no universitário, entre 2006 e 2015.

Há menos retenções e desistências. Em 2015, a taxa do Ensino Básico regular e dos cursos científico-humanísticos do Secundário, em todos os anos de escolaridade, diminuiu. E aumentou a taxa de conclusão no Básico e dos cursos científico-humanístico, dos cursos profissionais e dos cursos tecnológicos no Secundário. Segundo o relatório, em 2015, a maioria das escolas apresenta resultados médios de classificação interna e externa que as colocam dentro de um intervalo-padrão de variabilidade, em todos os ciclos e níveis de ensino. Relativamente à tendência de sobrevalorização da classificação interna, ela é maior nas escolas privadas do que nas públicas, em todos os ciclos e níveis de ensino. No Básico, a grande maioria dos alunos não tiveram as suas classificações internas finais alteradas na sequência dos resultados obtidos nas provas finais.

“No Ensino Secundário, o impacto das classificações de exame no cálculo da classificação final de cada disciplina apresenta variações mais ou menos significativas consoante a disciplina analisada. No entanto, esse impacto é pouco relevante para a reprovação dos alunos”, lê-se no relatório.

Escolas não podem mostrar dados pessoais de alunos na Net

Outubro 12, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/de 12 de outubro de 2016.

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Mariana Oliveira

Em causa divulgação de informação em sites abertos. Publicação de fotografias e vídeos de alunos em ambiente escolar suscita “as maiores reservas” da Comissão Nacional de Protecção de Dados.

A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) condena numa deliberação recente o que considera ser “uma prática generalizada” de divulgar dados pessoais dos alunos nos sites das escolas, como as pautas com as classificações, imagens dos menores e os horários lectivos. E alerta para os riscos que esta publicação traz para essas crianças e jovens, nomeadamente para a sua segurança.

A comissão diz que os dados podem ajudar a produzir “juízos estigmatizantes com elevado potencial discriminatório” ou permitir a um criminoso saber a hora a que uma criança sai da escola.

É esta constatação que leva a comissão a emitir “orientações precisas” às escolas públicas e privadas, desde o pré-escolar até ao ensino secundário, sobre o que podem difundir através da Internet, numa deliberação datada de 6 de Setembro.

A porta-voz da CNPD, Clara Guerra, afirma que esta deliberação foi tomada por iniciativa da própria comissão, na sequência de diversas queixas de pais feitas ao longo dos últimos anos e que não sabe contabilizar. Clara Guerra adianta que alguns destes casos já resultaram na aplicação de coimas às escolas.

Na deliberação, a comissão destaca o papel das escolas na formação e desenvolvimento individual das crianças, realçando que estas instituições têm uma particular obrigação de “proteger activamente os alunos e respeitar os seus direitos fundamentais”.

A CNPD considera compreensível e desejável que as escolas recorram à Internet como um meio expedito e eficaz de divulgar informação, mas sublinha que a exposição pública dos dados dos menores detidos pelas escolas “é altamente violadora da privacidade e tem um impacto muito significativo na vida actual e futura dos alunos”.

A comissão lembra que a Internet “é acessível por qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo”, os dados podem ser copiados e reproduzidos infinitamente, propiciando “a utilização abusiva dessa informação para vários fins, inclusivamente com propósitos criminosos”. E nota que nos sites pode ser divulgada um manancial de informação útil sobre a actividade escolar que não envolve dados pessoais, isto é, “informação relativa a uma pessoa singular, identificada ou identificável”.

Consentimento dos pais

A publicação de fotografias e vídeos de alunos em ambiente escolar suscita “as maiores reservas” da comissão. A comissão diz que a divulgação de imagens e até da voz dos alunos, por iniciativa das escolas, “cria um universo de oportunidade para reproduzir e adulterar os dados, fomentando a sua reutilização para outras finalidades que não são sequer à partida imagináveis”.

A deliberação refere que esta questão não está prevista na lei, mas considera que mesmo o consentimento expresso e livre dos pais pode não ser suficiente. E lembra um acórdão da Relação de Évora, de Junho de 2015, que impôs aos pais o dever de se absterem de divulgar fotografias ou informações que permitissem identificar a filha nas redes sociais.

“Em todo o caso, compreendendo o interesse subjacente à divulgação das actividades da escola, será admissível a divulgação de imagens que não permitam a identificação das crianças e jovens”, lê-se no texto, que aconselha as escolas a privilegiar “a captação de imagens de longe e de ângulos em que as crianças não sejam facilmente identificáveis”. Mesmo nestes casos a CNPD considera ser necessário o consentimento dos pais, já que existe uma certa subjectividade na definição do que é uma imagem identificável.

A comissão não admite sequer remeter estes conteúdos para uma área reservada dos sites, acessível só a utilizadores com palavra-passe, uma solução que a comissão defende no caso das pautas de avaliação e nas listas de alunos matriculados. “Não é possível controlar a forma como cada um dos utilizadores pode vir a fazer do uso das imagens, inclusivamente manipulando-as ou reproduzindo-as em redes sociais e divulgando informação não só sobre si e sobre o seu educando, mas também sobre as restantes crianças”, justifica.

Pautas devem ser retiradas

Relativamente às pautas com as avaliações dos alunos, considera-se que não podem ser publicadas em site de acesso livre e que as que já o foram devem ser retiradas. A comissão admite que essa informação seja publicada em áreas reservadas dos sites, “sujeita a mecanismos rigorosos de autenticação de utilizadores devidamente autorizados”. Mas insiste que cada encarregado de educação só deve ter acesso aos dados do aluno que tutela.

Lembrando que as pautas só são afixadas no interior das escolas “por um curto período de tempo”, sustenta que a regra deve ser igualmente seguida na Internet. “As classificações devem ser eliminadas do sítio com eficácia, isto é, não apenas ‘escondidas’, mas efectivamente apagadas, não podendo nunca exceder o prazo máximo do final do ano lectivo em causa.”

Também as listas dos alunos matriculados apenas podem ser divulgadas em áreas reservadas dos sites e não devem conter “mais informação do que a necessária”. A CNPD alerta ainda para os perigos da informação dispersa, que apesar de não ter o nome dos alunos, pode ser cruzada com outros dados permitindo, por exemplo, perceber qual é o horário de uma determinada criança.

 

 

Casamento infantil : a triste realidade de uma boda a cada 7 segundos

Outubro 12, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Texto do http://pt.euronews.com/ de 11 de outubro de 2016.

euro

Dulce Dias

Durante o tempo que vai levar a ler este parágrafo, já uma menina de menos de 15 anos foi obrigada a casar-se. Segundo a ONG Save The children, a cada 7 segundos, uma rapariga de menos de 15 anos é forçada ao matrimónio – na maior parte dos casos, com um homem muito mais velho.

As meninas oriundas de zonas de guerra ou refugiadas por causa dos conflitos são particularmente vulneráveis – mas não são as únicas. Países como o Afeganistão, o Iémen ou a Somália são particularmente apontados do dedo pela ONG mas outros que não estão em guerra, como a Índia, também praticam o casamento infantil.

Sahar*, 14 anos, grávida de dois meses

Sahar casou-se há um ano, no Líbano. Hoje tem 14 anos e está grávida de dois meses. Do dia do casamento recorda: “Tinha-o imaginado um dia de festa – mas foi miserável. Sentia-me mal, estava muito triste”.

Sahar é oriunda da Síria mas a guerra levou-a a fugir para o Líbano e foi, oficialmente, com o objetivo de a proteger que o pai a forçou a casar-se aos 13 anos.

Infelizmente, esta história não é única. Em 2013, uma em cada quatro adolescentes sírias entre os 15 e os 17 anos refugiadas na Jordânia estava casada, segundo um relatório da ONG Save the Children (em inglês).

Um relatório publicado propositadamente neste 11 de outubro, primeiro Dia Internacional das Meninas, decretado pela ONU para fazer avançar a condição feminina no mundo.

Uma condição que começa pela educação – algo que, normalmente é negado às meninas que são forçadas ao casamento.

Khadra* fugiu do marido aos 16 anos

Khadra queria ser médica. Aos 15 anos, quando estava no secundário, o pai casou-a com um homem com o dobro da idade dela. Obviamente, Khadra abandonou os estudos e, ao final de um ano de maus tratos físicos conseguiu fugir do marido. Foi então que soube que estava grávida.

A uma gravidez complicada seguiu-se um parto de cesariana e Khadra esteve três dias sem recuperar a consciência.

Com um filho nos braços, voltar para os bancos da escola já não era uma opção.

“O casamento infantil é o início de um ciclo de desvantagens que nega às meninas os direitos básicos de aprenderem, de se desenvolverem e de serem simplesmente crianças”, explica Helle Thorning-Schmidt.

A directora da Save the Children continua: “As raparigas que se casam demasiado jovens têm mais probabilidade de serem confrontadas à violência doméstica, aos abusos e às violações. Engravidam e estão expostas a doenças sexualmente transmissíveis, incluindo a sida. Como geram crianças antes de o corpo estar completamente preparado para a maternidade, enfrentam consequências devastadoras para a própria saúde e a dos respetivos bebés.”

700.000.000 de casamentos infantis

Entre as mulheres adultas de hoje, a ONU calcula que 400 milhões de mulheres entre 20 e 49 anos já foram casadas ou tiveram uma união informal quando eram meninas.

Ao todo, atualmente, há cerca de 700 mulheres e raparigas que foram forçadas ao casamento infantil, um número que, segundo a UNICEF, alcançará os 950 milhões em 2030, se nada for feito para contrariar a tendência.

Inverter a tendência

Cinco grande factores – casamento precoce, nível de educação, gravidez adolescente, mortalidade materna e proporção de mulheres nos respetivos parlamentos – contribuem para o desenvolvimento ou não das raparigas, que contabilizam, actualmente, 1100 milhões de seres humanos.

São esses fatores que a Save the Children destaca no indíce de oportunidades das raparigas, que comporta 144 países e no qual Portugal aparece muito bem posicionado em 8.° lugar, à frente de pa’ises como a Suiça, a Alemanha ou a França. O primeiro lugar é ocupado pela Suécia.

* Sahar e Khadra são nomes fictivos, para proteger a identidade das duas meninas

 

Apresentação da Plataforma “Ainda estou aprender” 13 outubro no Auditório Multimédia do Instituto de Educação da Universidade do Minho

Outubro 12, 2016 às 10:00 am | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.ciec-uminho.org/index_pt.html

Curso “Acolhimento de emergência de crianças em risco”

Outubro 12, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ispa

Objectivos 

Melhorar o conhecimento sobre a vivência emocional da criança acolhida

Aprofundar as metodologias de observação da interacção criança-pais

Desenvolver as competências sobre trabalho terapêutico em acolhimento institucional

Competências 

Compreender a experiência da criança acolhida. Usar metodologias de observação da interacção criança-pais.

Programa 

Crianças em risco  – Vivências emocionais (3h)

Especialização do acolhimento de emergência (3h)

Lei de promoção e protecção e enquadramento legislativo na área da protecção da infância (3h)

O papel da família no acolhimento de crianças e jovens (3h)

O meio social como espaço terapêutico (3h)

Processo, rotinas e papéis (3h)

Metodologias 

Exposição teórico-prática, discussão de casos

Duração 

18 horas

Calendarização

Terça, Novembro 8, 2016 – 18:30 – 21:30

Terça, Novembro 15, 2016 – 18:30 – 21:30

Terça, Novembro 22, 2016 – 18:30 – 21:30

Terça, Novembro 29, 2016 – 18:30 – 21:30

Terça, Dezembro 6, 2016 – 18:30 – 21:30

Terça, Dezembro 13, 2016 – 18:30 – 21:30


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