Conflitos parentais afetam entre 4 a 7 mil crianças por ano em Portugal

Junho 15, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 1 de junho de 2016.

SIC

visualizar na reportagem no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2016-06-01-Conflitos-parentais-afetam-entre-4-a-7-mil-criancas-por-ano-em-Portugal

As guerras familiares na barra do tribunal atingem entre 4 a 7 mil crianças por ano em Portugal. A alienação parental é causa de muitos desses conflitos. O fenómeno, em que um dos pais manipula a criança contra o outro, foi discutido na Conferência Internacional sobre Igualdade Parental, em Santarém.

 

Fórum Construir Juntos promove ação de sensibilização sobre Gestão de Stress

Junho 15, 2016 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Hiperactividade e défice de atenção Avaliação psicológica em crianças – formação no ISPA

Junho 15, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ispa

Objectivos 

Identificar e classificar os comportamentos disruptivos presentes na PHDA

Conhecer quais as possíveis causas neurobiológicas da PHDA e seu impacto social, escolar e emocional

Desenvolver competências de avaliação e intervenção multi-modal na PHDA

Competências 

Reconhecer e identificar crianças com PHDA

Realizar avaliação psicológica de crianças com PHDA

Intervir com a criança, a família e a escola

Calendarização

Julho 7, 2016  a Julho 9, 2016

mais informações no link:

http://fa.ispa.pt/formacao/hiperactividade-e-defice-de-atencao

 

Ui, é lixo? Eu reciclo! Oficina para Crianças 18 de junho na Biblioteca Municipal de Belém

Junho 15, 2016 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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reciclo

Oficina para Crianças

Ui, é lixo? Eu reciclo!

PARA FAMÍLIAS com crianças dos 4 aos 10 anos

Construção de jogos e brinquedos com materiais recicláveis.

Mín e máx participantes: 6 e 12 crianças

Biblioteca Municipal de Belém

Data: 2016-06-18 às 10:30

Contactos: Tel.: 218 172 580

bib.belem@cm-lisboa.pt

Observações: Entrada gratuita, mediante inscrição prévia.

 

Hiperatividade : Diagnóstico ou Sintoma?

Junho 15, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://uptokids.pt de 19 de maio de 2016.

pathfinder

As opiniões dividem-se! Enquanto uns fazem uma abordagem puramente biológica – como é o caso dos Estados Unidos, onde a taxa de incidência de TDAH (Transtorno do Défice de Atenção com Hiperatividade), ronda os 9% da população infantil em idade escolar -, outros adotam uma perspetiva psico-social, compreendendo a questão à luz de problemáticas situacionais – sendo exemplo disso a França, em que os diagnósticos são inferiores a 0,5%.

A hiperatividade por si só não encerra um diagnóstico, mas é antes um sintoma. E pode ser um sintoma de variadíssimas questões:

  • Simplesmente ser criança: as crianças mexem, pulam, gritam, brincam, correm, cansam quem observa de tanta atividade, mas não se cansam. Não são adultos, são mesmo assim: CRIANÇAS! Saudavelmente, crianças!

Quando, ainda assim, parece ser uma agitação excessiva, a lista pode continuar:

  • Excesso de atividades: Pode acontecer que a agenda semanal da criança está tão sobrecarregada de atividades, que a própria criança entra num ritmo de agitação provocado por não ter mais momentos de puro lazer e descontração. Por muito atrativas e apreciadas que as atividades sejam, é importante priorizar algumas para que a semana não seja vivida num corrupio de horas de entrada e saída do que quer que seja.
  • A hiperatividade também surge no registo do chamado “fuga para a frente”, isto é, a criança que não está bem por alguma razão e age muito para não pensar. É o sentir que “não posso parar”. Às vezes até chegam a conseguir relatar que não conseguem parar (o que também dá indícios sobre o mal estar).

Naturalmente que uma criança mais “agida”, terá mais dificuldade em concentrar-se. Especialmente se a agitação estiver relacionada com algum desconforto. Nesse caso terá outros indícios, como não conseguir ver um filme completo (quando pela idade isso é já esperado); mudam rapidamente de brincadeira e de brinquedo, como se se cansassem facilmente do que têm; dormem pouco; parecem compreender as regras, mas habitualmente não as cumprem, etc.

Ponderando o cenário acima descrito, e percebendo que a hiperatividade por ser significado de um mal-estar associado, como será possível a concentração? Utilizando uma expressão popular, se a criança “ está tão preocupada com os seus botões”, e canalizando a sua energia para a ação, como sobrará para estar atenta? Percebe-se, assim, a habitual relação feita entre os dois sintomas: Hiperatividade e Défice de Atenção.

Todos nós sabemos que, ao tomar um analgésico, a razão da dor não desaparece. O que é eliminado é simplesmente o sintoma. Acontece, então, que o problema subsiste, só anulamos o sintoma que dá expressão a esse problema. Exemplo: um analgésico elimina uma dor de cabeça, mas (imaginando que essa é uma dor provocada por falta de visão) não corrige a questão oftálmica – atua somente no sintoma, não na raiz do problema. Precisamente o que se passa com a medicação aplicada à Hiperativade e/ou ao Défice de Atenção.

Atualmente, os diagnósticos de TDAH somam-se e multiplicam-se a uma velocidade preocupante e as crianças, adicionalmente ao rótulo, recebem medicação para anular a agitação e garantir a concentração. Resolve o problema? Não! Quando param a medicação, mantêm o mesmo padrão de comportamento – a medicação age exclusivamente sobre o momento da toma e sobre o comportamento (sintoma). Não age no que origina o comportamento hiperativo e a dificuldade de concentração. Conseguem melhores resultados escolares? Sim! Enquanto tomam o medicamento, os níveis de atenção são aumentados, o que garante maior segurança no sucesso escolar. Isso justifica que se medique sem compreender o que está na base do desenvolvimento de um comportamento menos adequado? Discordo, em absoluto!

imagem@pathfinder


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