Período de candidaturas à primeira edição do Prémio Rui Osório de Castro – Oncologia Pediátrica

Junho 13, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No Dia da Criança, a 01 de junho, inicia oficialmente o período de candidaturas à primeira edição do Prémio Rui Osório de Castro / Millennium bcp. No valor de 15.000€, a atribuição pretende distinguir projetos que contribuam qualitativamente para a área da oncologia pediátrica.

O processo de submissão das candidaturas inicia a 01 de junho e termina a 30 de outubro 2016. Em Fevereiro de 2017 é apresentado o projeto vencedor. Está elegível para se candidatar qualquer pessoa singular, grupos de trabalho e instituições sem fins lucrativos que apresentem um projeto que promova a melhoria dos cuidados prestados às crianças com doença oncológica – estudos científicos, projetos de investigação, formação, projectos com impacto psicossocial, entre outros.

Os interessados poderão consultar o regulamento em www.froc.pt e para mais informações poderão enviar um email para info@froc.pt ou através do telefone 217 915 007.

Os projetos serão apreciados por um júri de cinco elementos que se especializam nas diferentes vertentes da área da oncologia – Professor António Gentil Martins, Dr. Nuno Farinha, Presidente da SHOP (Sociedade de Hematologia e Oncologia Pediátrica) e médico pediatra oncologista do Hospital de São João do Porto, Dra. Maria de Jesus Moura, Diretora da Unidade de Psicologia IPOFG de Lisboa, Engª. Maria Karla de Osório de Castro, Presidente do Júri e Presidente do Conselho de Administração da Fundação Rui Osório, e Dra. Margarida Cruz Directora Geral da ACREDITAR.

O prémio é uma iniciativa da Fundação Rui Osório de Castro, instituição de solidariedade social sem fins lucrativos que apoia a oncologia pediátrica nas áreas da informação e da investigação científica, e a Fundação Millennium bcp. Foi apresentado no âmbito do 2º Seminário de Oncologia Pediátrica, realizado no dia 20 de fevereiro, na Fundação Calouste Gulbenkian, e pretende ser atribuído anualmente, a partir de 2017.

Dr. Fernando Nogueira, Presidente da Fundação Millennium bcp, destaca a importância desta atribuição “ Porque a saúde das crianças é um bem precioso e porque a regressão demográfica em Portugal é uma evidência, a Fundação Millennium bcp na área da ciência procura apoiar projectos de investigação ligados à saúde pediátrica. Associámo-nos a este prémio porque queremos ter parceiros credíveis e especializados na matéria, apoiamos este prémio para que o conhecimento progrida e a doença regrida, apoiamos este prémio para que as crianças com doença oncológica e as suas famílias tenham menos sofrimento e mais esperança, apoiamos este prémio para que os profissionais da área possam ter ganhos de realização profissional e pessoal. Apoiamos porque é uma boa causa.”

Cristina Potier, da Fundação Rui Osório de Castro, refere “Só nos podemos sentir satisfeitos. O Prémio Rui Osório de Castro / Millennium bcp é mais uma forma de responder ao objectivo a que nos propusemos, quando começámos em 2009, de promover, incentivar e apoiar a investigação científica dedicada ao cancro infantil, contribuindo assim para o avanço da medicina em Portugal. Acreditamos que este Prémio poderá proporcionar condições para que investigadores, psicólogos e outras pessoas que tenham bons projetos os possam colocar em prática.”

Para mais informações, visite www.froc.pt

 

Palestra “Compromisso para uma Estratégia Nacional de Erradicação da Pobreza” 15 de junho em Lamego

Junho 13, 2016 às 7:34 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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lamego

mais informações:

http://www.eapn.pt/eventos/980/palestra-compromisso-para-uma-estrategia-nacional-de-erradicacao-da-pobreza

Algumas marcas nunca somem: campanha poderosa contra abuso infantil

Junho 13, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://awebic.com/ de 28 de maio de 2016.

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Por Rogério Fonseca

Uma luta que parece não ter fim é da violência e abuso sexual contra crianças. Infelizmente, esse problema não se restringe apenas ao Brasil.

Em diversas partes do mundo essa é uma questão muito delicada de ser resolvida.

Mas agora, essa luta conta com um forte aliado para conscientizar pais, responsáveis, crianças e toda sociedade envolvida direta e indiretamente com esse assunto.

Uma organização alemã não-governamental chamada Inocência em Perigo tem a meta de acabar com o abuso de crianças.

E eles não estão sozinhos nessa batalha. O pessoal da organização vai contar com a ajuda importante de uma agência de publicidade chamada Publicis Pixelpark.

A agência criou uma campanha de sensibilização contra todos os tipos de violência e abuso sexual contra crianças chamada “Some touches never leave” (em uma tradução livre seria algo como “Algumas marcas nunca saem”).

A campanha mostra de imagens instigantes de impressões de mãos feitas por agressores nos corpos de várias crianças.

O foco da campanha é educar não só os pais, mas também crianças e funcionários do governo para falar abertamente sobre o assunto e reconhecer que o problema existe.

Fonte: demilked.com.

Faça sua parte nessa luta e ajuda a acabar com a violência e abusos sexuais contra as crianças. Divulgue essa ideia!

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http://www.innocenceendanger.org/

 

Jornada sobre os Direitos da Criança – 17 de junho Parque da Devesa V.N. Famalicão

Junho 13, 2016 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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JORNADA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA

“Realiza-se a 17 de junho, no Parque da Devesa (Vila Nova de Famalicão), uma Jornada sobre os Direitos da Criança.
Estão previstas diversas atividades lúdico-pedagógicas, nomeadamente a realização de workshops, a apresentação de spots publicitários e a pintura de um mural sobre os Direitos da Criança. Esta ação insere-se no Grupo de trabalho Interconcelhio Infância e Juventude.

+ info:
Isabel Amorim
Técnica do Núcleo Distrital de Braga
EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza
braga@eapn.pt
Rua Ana Teixeira da Silva, n.º 34, 1º Esq.
4700-251 Braga
Tel. + 00351 253 331 001 Fax: + 00351 253 331 002
www.eapn.pt

 

O Respeito assenta no Amor. A Obediência assenta no medo

Junho 13, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto publicado no site http://uptokids.pt/ de 18 de maio de 2016.

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Uma das forças maiores na nossa mentalidade, que tem viajado ao longo dos tempos é de que os filhos devem obediência aos pais. Mas queremos que eles nos obedeçam ou que nos respeitem? É que existe uma linha que separa a obediência do respeito. E cada uma delas assenta em dois pilares diferentes. Pilares que não se complementam e que muitas vezes se confundem entre si. O pilar da obediência assenta no medo. Se fizeres isto, acontece-te aquilo. Se não fizeres o que te digo, acaba-se logo a brincadeira. De generoso  – e de ensinamento  –  isto tem muito pouco. De que forma aprendemos? Como é que enraizamos conhecimento? Pensemos um pouco sobre isto. O que é que nos leva a agir como agimos com os nossos filhos? Será que agimos de certa maneira por causa deles? Ou será por causa de nós? Aprendemos quando alguém nos repreende ou quando alguém nos apoia? Quando alguém nos grita ou quando nos faz pensar? Aprendemos mais com alguém de quem temos medo ou com quem nos inspira? E isto aplica-se às mais pequenas coisas. E às maiores também. Há várias formas de fazer a mesma coisa. E é importante lembrarmos que as palavras que usamos, a forma como falamos tem um impacto profundo em quem recebe a nossa mensagem. E nós não queremos que os nossos filhos tenham medo de nós. Se tiverem medo, ao contrário do que possamos pensar, não irão confiar em nós. O pilar do respeito assenta no amor. A obediência diz: Não penses. Faz. O respeito diz: As razões pelas quais é importante fazeres são… Obedecer é fazer o que o outro diz sem questionar. Ter de obedecer é ser coagido a aceitar as coisas sem ter a possibilidade de entendê-las, de questioná-las, de conhecer as suas causas, as suas razões. Obedecer é uma acção passiva. Obedecer implica subordinação da vontade, obriga ao cumprimento de um pedido ou de uma ordem de forma cega e imponderada. E nós queremos que os nossos filhos aprendam a pensar pela sua própria cabeça. Só assim conseguirão ser completamente autónomos.

O respeito assenta no amor. No amor pelo outro, na empatia, na compreensão. O respeito assenta na liberdade. Na liberdade de questionar para entender e poder escolher. E liberdade, todos temos direito a ela. Liberdade de opção, de compreensão das causas, no entendimento das razões. O respeito assenta no diálogo. Os pais mais ensinam respeito. Educam pelo  respeito. Não pela obediência. Ensinam-no respeitando eles próprios os filhos. Sabem que os filhos têm direito a comunicar os seus interesses, as suas emoções. As suas vontades. Que são tão nobres e válidas – ou mais –  quanto as nossas. Pode ser desafiante. Claro que é desafiante. Mas é muito gratificante em termos de autonomia, de afecto, de formação das emoções quando sabemos transmitir aos nossos filhos – com amor e tranquilidade – a razão pela qual o respeito é fundamental. Lidar com outro ser humano tão complexo e completo quanto nós próprios somos é sempre desafiante. Especialmente numa cultura que coage as crianças a obedecerem sem questionar. Uma cultura cujo foco primordial deveriam ser as crianças e o seu bem estar. Mas o foco primordial é facilitar a vida dos pais. E isso é como construir uma casa pelo telhado. Temos de ouvir os nossos filhos não apenas com os ouvidos, mas com a alma. Escutarmo-los profundamente. E saber que como seres humanos que são – não seres inferiores ou menos capazes – devem ter voz activa nas decisões que os implicam. Para que saibam ao longo da vida escolher em liberdade. Prevenindo para perigos, alertando para situações que possam surgir. Mas dando-lhes a escolher o caminho que querem traçar. Fazendo perguntas em vez de impor opiniões, oferecendo ferramentas emocionais para que possam voar. Desde muito pequeninos. Enquanto pais, somos figuras de proa na vida dos nossos filhos. Somos tantas vezes o seu leme e o seu farol. Quanto mais os nossos filhos se sentirem respeitados e livres, quanto mais voarem, mais colaborarão connosco, mais solidários serão, mais fortes crescerão. Crianças que não se sentem livres, vivem encarceradas nos seus próprios medos, muitos dos quais não conseguem discernir, têm receio de comunicar – e muito menos libertar-se. O mesmo se passa ainda com tantos de nós. Se calhar consigo, não é verdade? Em encarceramento, não há capacidade de expansão da mente, de concretizar, de produzir. O foco fica descentrado. Fica desfocado. Não há como realizar-se na escola, tirar boas notas. Não há como viver em paz. E temos escolas – e casas  – repletas de crianças encarceradas, que aparentemente – e só aparentemente – manifestam alegria e serenidade. Exigir obediência dá-nos a sensação de poder. O prazer do poder. E por isso satisfaz-nos. Porque temos necessidade de controlo. De sentir poder. Para nos sentirmos grandes, importantes. Com força. E tudo isto sacrificando e abafando  – tantas vezes – a luz que irradia dos nossos filhos e o que eles trazem consigo para nos ensinar. Pais e filhos são seres humanos, antes de tudo. E o ser humano é maioritariamente emoção. Emoção!. Achamos que os nossos filhos até uma determinada idade, não têm capacidade para tomar decisões. Não porque o vejamos pessoalmente, mas porque o que lemos e o que ouvimos nos leva a acreditar nisso como verdade absoluta. Passamos a agir por pré-conceito. Em piloto automático. Os nossos filhos vão ser capazes de tomar decisões quando os deixarmos tomar decisões. Sem questionar. Sem ralhar. Sem repreender ou interferir. Acreditando neles. Confiando. Dando-lhes crédito. Se o fizermos desde que são muito pequenos, muito cedo conseguirão fazê-lo de forma autónoma. Mas isso por vezes não nos dá jeito. E por isso não fomentamos. Devemos observar. Não apenas agir. Se formos promotores do respeito, se nos corações dos nossos filhos semearmos a semente da liberdade, eles vão saber ser livres. Livres dentro de si. Mesmo que não o vejamos imediatamente, que os resultados não apareçam visivelmente aos nossos olhos, a semente vai estar dentro das suas mentes e dentro dos seus corações, a crescer.

 


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