O Dia Mundial do Brincar está de volta: dia 28 de maio

Maio 18, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Dia Mundial do Brincar está de volta e o dia 28 de maio está mesmo à porta! Não temos tempo a perder!

Quem se junta a nós para “Brincar a Sério“?

Mais uma vez convidamos todas as Organizações públicas e privadas a celebrarem esta data porque afinal brincar não é um direito só das crianças.

O desafio que vos colocamos é que no dia 28 de maio (sábado) ou no dia antes, 27 de maio, chamem todos os vossos colaboradores para brincar! Como quiserem, o tempo que quiserem, onde quiserem, com quem quiserem!

Podem parar 5 minutos para jogar ao STOP ou aproveitar a hora de almoço para jogar à bola. Podem ir mais além e dar asas à imaginação. Fazer desse dia um dia temático e todos terem de vir mascarados de acordo com o tema ou convidar os filhos dos colaboradores para vir à vossa organização trazer a magia da brincadeira.

São livres para brincar, até porque não há melhor brincar que o Brincar Livre!

O objetivo é sempre o mesmo: defender e divulgar o artigo 31º artigo da Convenção sobre os Direitos da Criança – o “Direito de Brincar“.

Poderão consultar mais informações na página de Facebook do Dia Mundial do Brincar em https://www.facebook.com/diamundialdobrincar

Para acompanharmos todas as brincadeiras das organizações que aceitam este desafio, pedimos que se inscrevam clicando no link abaixo e preencham um pequeno formulário:

http://goo.gl/forms/AZbVA8frXT

Não se esqueçam: é fundamental partilhar connosco fotografias e/ou vídeos  que tenham deste dia. Poderão fazê-lo para o email iac-ludica@iacrianca.pt ou diretamente no nosso Facebook.

Brincam connosco?

Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) atribui Prémio Pró-Autor ao IAC

Maio 18, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) decidiu atribuir ao IAC, na cerimónia comemorativa do Dia do Autor Português, no dia 20 de maio, o Prémio Pró-Autor, como forma de reconhecimento pelo contributo do Instituto de Apoio à Criança para a promoção dos valores culturais e da cidadania de Portugal.

O Prémio será recebido pela Presidente do IAC, Dra. Manuela Eanes.

mais informações sobre o evento no link:

https://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/presidente-da-republica-preside-a-cerimonia-do-dia-do-autor-em-que-a-spa-distingue-manuel-alegre-e-entrega-medalhas-de-honra

SPA

 

Rádio Miúdos quer todos a falar bom português

Maio 18, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Os luso-descendentes espalhados pelo mundo conhecem poucas palavras portuguesas. Escutam-nas em casa e quase sempre na forma imperativa: “Levanta a mesa”; “faz os trabalhos de casa”. A Rádio Miúdos quer ampliar o vocabulário das crianças falantes de português e dar-lhes música. Lá fora e cá dentro.

Uma emissora nacional online para miúdos dos zero aos 12 anos nasceu em Novembro do ano passado e já foi escutada em 60 países de todos os continentes. A Rádio Miúdos funciona 24 horas por dia e, para já, emite em directo apenas das 14h às 16h e de segunda a sexta-feira. Mas o objectivo é alargar o mais possível o horário das transmissões em directo e com cada vez mais miúdos do lado de lá do microfone.

“Queremos responsabilizá-los e torná-los donos da rádio”, diz João Pedro Costa, um dos fundadores da estação e profissional de rádio há mais de 30 anos. Passou pela RFM, RádioGeste, Rádio Macau, Euronews, entre outras emissoras. “O nosso maior sonho é que, com o passar do tempo, tenhamos sempre um locutor adulto e um locutor miúdo todos os dias, 24 horas por dia. Sempre na conversa, para praticar a oralidade”, diz, mas sublinha que a ideia foi “da visionária” Verónica Milagres.

“Há 20 anos que trabalho com crianças e sempre senti que fazia falta uma rádio para os mais novos”, contou ao PÚBLICO a professora de Música e cantora lírica, numa conversa telefónica que antecedeu a visita ao pequeno estúdio no Bombarral. “É um estúdio portátil”, diz João Pedro Costa, já no meio do equipamento, que junta material do seu espólio e outro que o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian permitiu adquirir.

Essa “portabilidade” tem-lhes permitido acompanhar iniciativas como o 2.º Encontro de Literatura Infantil da Lusofonia da Fundação O Século, que decorreu em Fevereiro. Instalaram uma espécie de tenda com todo o equipamento e aproveitaram para entrevistar escritores nacionais e dos países de expressão portuguesa que participavam no congresso. Fizeram alguns directos e muitas gravações.

Foi também na Fundação O Século que angariaram mais colaboradores para a Rádio Miúdos, como a escritora Margarida Fonseca Santos, que já tem dois programas: Histórias em 77 Palavras e Conversas de Carvão (este com a colaboração de Mariana Ramirez Sanchez, a partir de Barcelona). Os autores José Fanha e António Torrado também foram convocados e já estão a preparar rubricas que hão-de ir para o ar brevemente.

“Todos nos acolheram muito bem, deram-nos uma série de ideias e disponibilizaram-se para colaborar”, diz o radialista, muito entusiasmado com os projectos já em desenvolvimento de teatro radiofónico. “Vamos recuperar um formato que é muito divertido de realizar e também de se ouvir.”

A próxima deslocação da Rádio Miúdos será ao Festival Literário Livros a Oeste, na Lourinhã, de 3 a 7 de Maio. “Vamos instalar o estúdio na rua. Queremos estar onde estão as crianças, bem no meio da confusão. É esta a nossa natureza.”

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Crianças ao leme

Leonor Tapadas e Pedro Gonçalves, ela com dez anos e ele com nove, amigos e cúmplices, eram os dois locutores-mirins presentes na Rádio Miúdos no dia da visita do PÚBLICO, no final de Março. Era dia de workshop e os miúdos acabariam por entrevistar as “entrevistadoras”. Quiseram saber se gostavam da profissão que escolheram, pediram que se lhes explicasse o que era um blogue e o que fazia uma jornalista multimédia. Tudo muito profissional, com os miúdos a testar o som, a ajustar os auscultadores e os microfones, a gerir os silêncios e a repetir as frases que saíam meio gaguejadas… Sempre com supervisão e aconselhamento de João Pedro Costa (“sejam curiosos, perguntem o que não percebem”, “olhem para as entrevistadas”, “agradeçam no final”), numa relação bem-disposta e em atmosfera descontraída.

Antes de Pedro chegar, Leonor, filha da directora Verónica Milagres, tinha explicado que o seu colega de escola e amigo, depois de escutar algumas emissões da rádio, lhe pedira para participar: “Eu também gostava de fazer alguma coisa na Rádio Miúdos.” Depois de obtida a autorização dos pais, fizeram um directo com o rapaz nas férias de Carnaval. “Revelou ter muito jeito e adorou”, completa Verónica.

Leonor, que diz gostar de “dar notícias”, prossegue, embora timidamente e com várias hesitações: “Estamos os dois a gravar um programa sobre instrumentos musicais. Eu sou uma harpa e ele é um violoncelo.” Quem escolheu o tema? “Fomos nós. Gostamos de música. Eu toco flauta transversal e o Pedro quer ir aprender trombone”, justifica. Para dizer depois, entre risos: “Mas o trombone é maior que ele!”

Verónica Milagres já tinha informado que dois miúdos estavam a preparar um programa só deles: “Ali não se vai escutar a voz de adultos. São eles que estão a escolher o tema, que o estão a preparar e que o vão gravar. Quando tiverem tudo oleado e já conseguirem funcionar bem sozinhos, então experimentamos directos apenas com eles.” Ambos já participam em emissões em directo, mas sempre com os adultos na retaguarda.

A directora da Rádio sublinha: “Quando estamos a planear entrevistas ou outros programas, surgem dos miúdos perguntas e ideias que à partida não nos ocorreriam. É mesmo isso que queremos, que eles se identifiquem com os projectos. Porque os miúdos fazem parte da rádio.”

O jovem Pedro diz mesmo que “a Rádio Miúdos é uma ideia genial”. Vê-se que está feliz “no meio das máquinas e botões”. Tem um ar doce e calmo e anota no papel o texto que vai dizer quando se der início à gravação.

 

Continue a ler AQUI.

Rita Pimenta (Texto) e Vera Moutinho (Fotografia e vídeo) para o Público em 24 de abril de 2016

IX Encontro Nacional dos Técnicos Superiores de Educação Social “Educação Social nos Trilhos da Infância e Juventude” – 28 de maio em Lisboa

Maio 18, 2016 às 11:21 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/ApesAssociacaoPromotoraDaEducacaoSocial/

 

COMPASS : Manual de Educação para os Direitos Humanos com jovens

Maio 18, 2016 às 9:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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compass

Descarregar o manual no link:

http://www.dinamo.pt/images/dinamo/publicacoes/compass_2016_pt.pdf

a versão original pode ser consultada no link:

http://www.coe.int/en/web/compass/home

Conselho da Europa

Secretário -Geral

Um dos maiores desafios do século XXI é garantir que os Direitos Humanos são para todos e para todas.

Responder a novos desafios aos Direitos Humanos é um desafio permanente do Conselho da Europa. No entanto, os Direitos Humanos não podem ser implementados exclusivamente através de processos legais. Os Direitos Humanos são verdadeiramente respeitados, protegidos e reconhecidos quando os compreendemos, nos erguemos na sua defesa e quando os aplicamos nas nossas ações.

Assim sendo, a Educação para os Direitos Humanos – aprender sobre, através e para os Direitos Humanos – é essencial para a prevenção das violações dos Direitos Humanos e para tornar a Democracia um sistema sustentável. Assim, a Educação para os Direitos Humanos é particularmente relevante para crianças e jovens e é, em si, um Direito Humano, consagrado no Artigo 26º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A Carta sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos, adotada pelo Conselho de Ministros em 2010, insta os Estados-Membros a fomentarem oportunidades de acesso à Educação para a Cidadania Democrática e à Educação para os Direitos Humanos a todas as pessoas no seu território, através da educação, incluindo a educação-não-formal. A Carta reconhece também o papel insubstituível das organizações não-governamentais e das associações juvenis neste processo.

O COMPASS foi publicado pela primeira vez em 2002, como apoio ao trabalho de facilitadoras e facilitadores na área da Educação para os Direitos Humanos com jovens. O COMPASS, disponível em mais de 30 línguas, trouxe a Educação para os Direitos Humanos para a vida de inúmeros e inúmeras jovens na Europa e noutras regiões do Mundo. A sua versão para crianças – “Compasito” – teve igualmente um enorme sucesso.

Crescer nos dias de hoje na Europa pode ser difícil e doloroso. Demasiados e demasiadas jovens olham para o futuro com apreensão e medo, em vez de olharem com confiança. O trabalho em Direitos Humanos do Conselho da Europa faculta, às políticas de juventude e ao youth work, um enquadramento ético e legislativo no âmbito do qual deverão ser considerados os direitos e as responsabilidades dos e das jovens. As práticas em Educação para os Direitos Humanos com jovens, desenvolvidas através do COMPASS são exemplos da capacitação dos e das jovens enquanto cidadãos e cidadãs e educadores e educadoras responsáveis, na defesa dos Direitos Humanos.

Acredito que esta nova edição do manual inspirará e motivará os educadores e as educadoras para os Direitos Humanos no seu importante trabalho.

Thorbjørn Jagland

Atividades com crianças e jovens do Bairro Dr. Alfredo Bensaúde, com o apoio do Music Boxe

Maio 18, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A atividade “Music Boxe” é um projeto da Associação Jorge Pina, com a colaboração de diversos parceiros.

Sob o lema “Onde há vontade não há limitações”, o atleta Jorge Pina (que desde o verão passado está a desenvolver atividades no Bairro Dr. Alfredo Bensaúde) tem conseguido transmitir estímulos positivos e valores de cidadania às muitas crianças e jovens que tem estado a acompanhar (no bairro e na EB 1/JI Stª Maria dos Olivais).

À semelhança do que já aconteceu em outros bairros, o “Music Boxe” vai estar no dia 21 de maio no Bairro Dr. Alfredo Bensaúde, com muito desporto, música e dança. Em complemento, e com o apoio de algumas entidades do Grupo Comunitário Bensaúde, vão decorrer ateliers dinamizados pelos jovens da comunidade e exposição de trabalhos (Escola e IAC) e sobre o Ambiente.

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O seu filho está doente e tem de faltar ao trabalho? Há um subsídio para si

Maio 18, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 13 de maio de 2016.

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O subsídio para assistência a filhos corresponde a 65% da remuneração de referência do progenitor e pode estender-se até 31 dias por ano.

O Contas Connosco é um espaço de informação que tem como objetivo melhorar a sua relação com o dinheiro. Agrega num único espaço várias temáticas relacionadas com a gestão do dinheiro, das finanças pessoais e direitos ou deveres de todos nós. Clarifica os temas que são confusos ou pouco claros e aconselha sempre que possível. Procura não só esclarecer as pessoas como ajudá-las a aumentar a sua qualidade de vida, através de informação útil e prática.

Sabia que tem direito a um apoio em dinheiro da Segurança Social durante os dias em que se ausenta do trabalho para cuidar de um filho doente ou acidentado? Chama-se subsídio para assistência a filho e é aplicável independentemente da idade e seja ele biológico, adotado ou do cônjuge.

No caso de o filho ter menos de 12 anos, o progenitor tem direito a faltar ao trabalho até 30 dias por ano, seguidos ou interpolados, ou durante todo o período de eventual hospitalização, recebendo o respetivo apoio financeiro durante esse período. Já se o filho tiver mais de 12 anos o número de dias cai para 15 por ano, no máximo. A estes dias acresce ainda mais um por cada filho além do primeiro.

A idade porém não conta quando se trata de uma doença crónica ou de uma deficiência. Nestes casos os progenitores têm sempre direito a 30 dias por ano. E em nenhuma situação o apoio da Segurança Social pode ser usado cumulativamente pela mãe e pelo pai.

Mas para poder receber este subsídio, o progenitor tem de preencher vários requisitos. Tem, desde logo, de ter descontos durante seis meses (seguidos ou interpolados) e em dia e o outro progenitor tem de estar a trabalhar.

Além disso, tem de ser trabalhador por conta de outrem, a contrato, ou ser beneficiário do Seguro Social Voluntário (trabalhadores de navios de empresas estrangeiras ou bolseiros de investigação), ou estar a receber uma pensão de invalidez relativa, de velhice ou de sobrevivência e a trabalhar e a fazer descontos para a Segurança Social.

Também os trabalhadores na pré-reforma com redução de horário, os desportistas profissionais e os trabalhadores bancários podem beneficiar deste subsídio, que não pode ser acumulado com rendimentos do trabalho, subsidio de desemprego, de doença e outras prestações sociais (à exceção do rendimento social de inserção e o complemento solidário para idosos).

O subsídio para assistência a filho corresponde a 65% da remuneração de referência do progenitor que o pede e que corresponde à média de todas as remunerações declaradas à Segurança Social pela entidade empregadora nos primeiros seis meses dos últimos oito meses, excluindo subsídios de férias e Natal. Para salvaguardar que os rendimentos muito baixos não recebam um apoio demasiado baixo, a Segurança Social estabeleceu um valor mínimo diário: 11,18 euros.

O apoio tem de ser pedido nos seis meses a contar do dia em que o progenitor deixa de trabalhar para prestar assistência ao filho, através da Segurança Social Direta, dos serviços de atendimento da Segurança Social ou por correio para o centro distrital da área de residência.

Pode consultar toda a informação necessária no Guia Prático – Subsídio para Assistência a Filho da Segurança Social.

 

 

 


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