Oficina de Construção de Adufes para crianças – dia 21 de maio no Museu Nacional de Etnologia

Maio 17, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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21/05  Sábado  14h30-16h00  Oficina Construção de adufes

Vamos conhecer e experimentar a construção de adufes a partir da reciclagem de materiais, com o grupo musical Adufe & Alguidar. No final, o desafio será aprender a tocar uma moda de adufe nos instrumentos construídos. Basta trazer uma caixa de pizza, algumas caricas e boa disposição.

Crianças a partir dos 6 anos

MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA/Grupo «Adufe & Alguidar»

Avenida Ilha da Madeira 1400-203 Lisboa

Tel: 213041160; mail: geral@mnetnologia.dgpc.pt

 

 

Linha da Criança, do provedor de Justiça, recebeu 184 chamadas até maio

Maio 17, 2016 às 7:38 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.rtp.pt/ de 17 de maio de 2016.

A notícia contém referências ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança.

Lusa

A Linha da Criança do provedor de Justiça recebeu 184 chamadas durante os primeiros cinco meses de 2016, sendo esta uma das várias linhas telefónicas disponíveis especificamente para denunciar situações que envolvam os mais novos.

Hoje assinala-se o Dia Internacional das Linhas Telefónicas de Ajuda à Criança, sendo que em Portugal existem vários contactos telefónicos que podem ser usados para denunciar ou pedir ajuda quando estão em causa os direitos das crianças.

O provedor de Justiça é uma das entidades que tem uma linha específica para tratar assuntos relativos às crianças, inserida no Núcleo da Criança, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (N-CID), que nos primeiros cincos meses de 2016 recebeu 184 contactos.

De acordo com dados do provedor de Justiça, a Linha recebeu 37 chamadas em janeiro, 45 em fevereiro, 50 em março, 40 em abril e 12 nos primeiros seis dias de maio.

As razões dos contactos prenderam-se, sobretudo, com o exercício de responsabilidades parentais, educação e problemas escolares, cuidados de saúde, negligência, prestações sociais, mas também maus tratos, carências económicas e familiares ou exposição a comportamentos desviantes.

A atuação da Segurança Social, das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens, as visitas aos avós ou casos de bullying também foram motivo para contactos junto da linha do provedor.

Já durante o ano passado, esta linha recebeu 671 contactos, depois de em 2014 terem sido feitas 701 chamadas, sendo que em 2015 perto de um terço dos telefonemas tinham como motivo questões relativas às responsabilidades parentais.

“Os maus-tratos e a negligência integram o segundo grupo de questões mais vezes suscitadas, com um total de 153 chamadas, tendo duplicado face ao ano de 2014 (76 chamadas) “, lê-se no relatório de atividades de 2015 do provedor de Justiça.

Outra linha telefónica existente em Portugal para ajudar os mais novos é a Linha SOS Criança, do Instituto de Apoio à Criança, que, no ano passado, recebeu 1.857 telefonemas, entre 1.638 através do número para crianças em risco e 49 através do contacto específico para casos de crianças desaparecidas.

Entre as pessoas que ligaram paras as linhas, a maioria eram adultos (1.675), mas houve também 182 casos em que foram as próprias crianças a telefonar para a linha.

“A problemática referida nos apelos à linha do SOS Criança é essencialmente `falar com alguém`”, lê-se no relatório da instituição, que explica que aqui estão inseridos casos de adultos que precisam de apoio e suporte relativamente a saber lidar com os seus filhos ou familiares ou sobre questões relativas a crianças que precisam de apoio e ajuda.

Houve também pedidos de ajuda referentes a situações de negligência, seja em relação a cuidados básicos, falta de condições de segurança, alimentação inadequada, falta de higiene ou falta de acesso a cuidados de saúde.

Os maus tratos na família levaram 242 pessoas a ligarem para a linha, sendo que destes, 137 são referentes a maus-tratos físicos e 105 são maus-tratos emocionais ou psicológicos (como a chantagem psicológica e as discussões e agressões verbais).

Ao longo do ano de 2015 o SOS Criança encaminhou 341 novos casos e 22 processos de anos anteriores, totalizando assim 363 processos. O encaminhamento destas situações envolveu 1.213 contactos e referiu-se a 540 crianças.

 

Boletim do IAC n.º 119

Maio 17, 2016 às 1:00 pm | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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Descarregar o Boletim do IAC n.º 119 aqui

Aldeias de Crianças SOS procuram mães para criar novas famílias

Maio 17, 2016 às 12:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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As aldeias não têm lista de espera, mas há crianças institucionalizadas vítimas de maus-tratos ou abandono que podem ali crescer em família, partilhando uma casa com uma “mãe SOS”, os irmãos biológicos e os do coração, até se tornarem independentes.

Para atender às necessidades, a associação precisa de seis “mães sociais”, com idades entre os 30 e os 50 anos, o 12.º ano e disponibilidade, para substituir alguns casos de reforma e abrir casas que estão fechadas.

A tarefa de encontrar alguém com a dedicação necessária para abraçar esta missão não é fácil, como conta à agência Lusa Anabela Carreira, que vive há cinco anos na aldeia de Bicesse, em Cascais, um espaço com dez vivendas, rodeadas por pequenos jardins, onde vivem 65 crianças.

“Têm vindo muitas candidatas e já tive muitas em minha casa para ver se gostam e se é isto que querem”, mas acabam por desistir, porque são “muito novas” e percebem que têm de abdicar de muito para se dedicarem às crianças.

Isto “não quer dizer que não tenham namorado (…), mas para fazer uma vida não dá. É mesmo uma missão”, diz Anabela, que esperou que o filho biológico casasse para concretizar o sonho de ser “mãe SOS”.

No verão de 2014, Elsa Ministro, de 35 anos, tomou uma decisão que mudou a sua vida: Deixar a família no Alentejo para ser mãe social.

Tudo começou quando viu uma reportagem sobre as aldeias: “Fiquei entusiasmada, era um projeto diferente. Pensei muito bem e candidatei-me”, conta.

“No primeiro dia que vim à entrevista senti logo que queria ficar”, recorda, com um sorriso rasgado, a mãe mais jovem da aldeia.

Antes de assumir o papel de mãe no passado dia 1 de março, Elsa foi “tia social”, tomando conta dos meninos nas folgas das oito mães que vivem em Bicesse, a primeira aldeia inaugurada em Portugal, em 1967.

Nessa altura conheceu os quatro irmãos, com três, cinco, seis e 11 anos, que viriam a ser os seus filhos: “Foi amor à primeira vista, eles é que me adotaram”, lembra, enquanto mostra orgulhosa as fotografias dos meninos, que se encontravam na escola quando a Lusa visitou a aldeia.

Elsa está convicta que fez a “escolha certa”. “Perdemos certas coisas com a família e com os amigos”, mas “não podemos pensar naquilo que vamos deixar, mas naquilo que vamos ganhar”.

Sobre a reação dos pais e dos amigos, Elsa diz que aceitaram bem e que os meninos já fazem parte da família.

“Passámos a Páscoa no Alentejo e também estou a pensar lá ir no Dia da Mãe”, porque há uma festa na minha terra “e gostava de estar com a minha mãe e com eles”, conta.

A vida nas aldeias SOS, em Bicesse, Vila Nova de Gaia e Guarda, onde vivem 125 crianças, é igual à de qualquer família, mas sem a figura paterna.

No início “não é fácil”, porque estamos a “reeducar jovens” com um “historial complicado”, mas depois de tudo organizado “faz-se muito bem”, afirma Anabela, que começa o dia às 06:00 para preparar o pequeno-almoço para os 10 filhos.

“Tanto arranjo o lanche para os de 18 anos como para os pequeninos, acho que tem que se dar estes miminhos, é a minha maneira de ser”, diz Anabela, já apressada para ir fazer o almoço para um dos filhos que vinha a casa no intervalo da escola.

Confessa que nunca pensou “agarrar-se tanto” à aldeia: “Cheguei a estar seis meses sem ir a casa e nós temos folgas todos os meses”, mas “afeiçoamo-nos de tal maneira às crianças que não as conseguimos deixar”.

Anabela diz, contudo, não recear o dia em que os filhos vão deixar a aldeia, porque voltam sempre para visitar a família e celebrar as datas importantes, como o Natal, a Páscoa e o Dia da Mãe.

“As mães sociais acabam por ser as avós dos meninos e quando precisam de ir a algum lado vêm pôr os meninos à aldeia”, diz, com graça, contando que a aldeia também os ajuda quando têm alguma dificuldade.

Fundadas em 1949 por Hermann Gmeiner para acolher órfãos da II Guerra Mundial e meninos abandonados, as mais de 500 aldeias em todo o mundo acolhem 60.000 crianças, sob o lema “Amor e um lar para cada criança”.

 

Notícia da Lusa, publicada por Notícias ao Minuto em 1 de maio de 2016

Metade dos adolescentes é viciada em smartphones

Maio 17, 2016 às 9:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do Observador de 3 de maio de 2016.

50% dos adolescentes são viciados nos smartphones e quase 60% dos pais confessam que os filhos são demasiado agarrados à tecnologia, segundo um estudo da Common Sense Media.

Metade dos adolescentes é viciada nos smartphones e quase 60% dos pais confessam que os filhos são demasiados agarrados à tecnologia, segundo um estudo da Common Sense Media. O estudo foi feito com base em mais de 1.200 pais e jovens para tentar perceber o nível de dependência dos telemóveis numa família e como os aparelhos influenciam as relações entre pais e filhos.

Cerca de dois terços dos pais consideram que os filhos gastam demasiado tempo com os telemóveis, e mais de metade dos filhos concorda com esse dado, enquanto 56% dos pais confessaram usar o telemóvel enquanto conduzem. O trabalho indica que 72% dos jovens sentem necessidade de responder imediatamente a mensagens ou a notificações vindas de um smartphone.

No que toca às relações familiares, 85% dos pais sente que o uso dos telefones não influenciou as relações que têm com os filhos, sendo que 89% dos filhos sentem o mesmo.

 

 

 

Alunos recebem formação para mediar conflitos e prevenir bullying

Maio 17, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Em comunicado enviado à Lusa, a escola explica que o grupo de jovens mediadores é formado por 20 alunos dos 8.º e 9.º anos de escolaridade, que receberam formação para o exercício daquela função e que estão no terreno desde janeiro.

Desde então, refere o comunicado, os conflitos nos recreios diminuíram, assim como as participações disciplinares associadas a ocorrências relacionadas com a convivência dos alunos. “Hoje, a ação dos jovens mediadores é bem aceite pelos seus pares e estes já são uma referência na escola”, acrescenta.

Os mediadores atuam ao nível da gestão de conflitos provocados por zangas, ameaças físicas ou verbais, insultos, tentativas de vandalismo e de incumprimento do Código de Conduta da escola.

A sua ação estende-se também à prevenção do ‘bullying’, do ‘cyberbullying’ e de outras formas de pressão continuada e persistente sobre algum aluno.

Trata-se do Programa de Gestão e Mediação de Conflitos nos Recreios, criado naquela escola com o objetivo de minorar os níveis de conflitualidade e de indisciplina nos recreios.

O programa assenta num misto de vigilância e de mediação, inicialmente orientada para os maiores intervalos da manhã e da tarde.

Em cada um dos intervalos, atua uma brigada que é composta por dois alunos, jovens mediadores.

A mediação tem subjacentes os princípios da confidencialidade, da imparcialidade e do voluntariado.

Os 20 alunos abdicam de um dos seus intervalos semanais para integrar o programa e cumprir a sua missão de vigiar e de gerir os conflitos entre os seus pares.

Integram uma equipa de que também fazem parte duas professoras com formação em Mediação de Conflitos no contexto escolar.

Este programa contempla, também, a dinamização do Gabinete de Mediação, que funciona no Gabinete do Aluno.

O programa foi há dias apresentado aos pais e encarregados de educação, numa sessão em que a diretora da escola defendeu o alargamento da intervenção dos mediadores a outros intervalos e às refeições.

Citada no comunicado, a diretora sublinhou que “a intervenção entre pares permite uma abordagem sem o cariz punitivo associado à intervenção por parte do adulto, sendo entendida como uma chamada de atenção para as consequências de alguns comportamentos menos adequados”.

O Programa de Gestão e Mediação de Conflitos da EB2,3 Professor Gonçalo Sampaio integra um plano mais alargado de combate à indisciplina e de erradicação da violência em meio escolar.

Deste plano, fazem também parte o Código de Conduta (nas salas de aula, nos recreios e nos espaços comuns da escola), o Compromisso Tripartido e várias ações de sensibilização em contexto de sala de aula para prevenção do ‘bullying’ e do ‘cyberbullying’, dinamizadas pela GNR.

 

Nuno Noronha, para o SAPOLifestyle, em 2 de maio de 2016


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