Conferência Depois do Espanto – 20 e 21 de maio no CCB

Maio 14, 2016 às 5:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Manuel Moreira

mais informações:

https://www.ccb.pt/Default/pt/Programacao/ConferenciasCursosEOutros?A=534

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APSI lança filme sobre prevenção de queimaduras

Maio 14, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Com o objetivo de sensibilizar as famílias para a importância da prevenção de acidentes com queimaduras, a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) lançou o quarto filme didático da coletânea “Um segundo pode durar para sempre”.

A Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) divulgou um novo filme sobre a prevenção de queimaduras, da coletânea “Um segundo pode durar para sempre”, que sensibiliza e informa as famílias sobre a importância da prevenção de acidentes com queimaduras.

Os três filmes anteriores abordam: a prevenção de acidentes rodoviários, os afogamentos e as quedas em crianças e jovens.

Segundo a APSI, estes filmes têm o objetivo de tornar acessível, a todas as famílias, informação útil e prática sobre a prevenção de acidentes com crianças. São realizados a partir de situações do dia-a-dia, ensinando medidas e comportamentos a adotar para evitar os acidentes com queimaduras.

“As situações retratadas facilitam a identificação dos perigos e a aprendizagem das medidas de prevenção dos acidentes, mesmo por famílias com menor nível de literacia ou cuja língua materna não é o português”, refere a APSI.

Os filmes foram criados para serem visualizados pelas famílias, nas salas de espera dos serviços de saúde (consultas, serviços de urgência, vacinação), podendo ser também um recurso para os profissionais de saúde, nos cursos para a parentalidade, preparação para o parto ou em sessões de educação para a saúde para as famílias e comunidade no geral.

A APSI divulga estes vídeos também nas repartições de finanças e nos serviços da Segurança Social, graças ao apoio da Direção Geral de Impostos e Instituto de Segurança Social.

Os filmes envolveram a participação dos “padrinhos da APSI”, assim como de um “grupo alargado de crianças e adultos”.

Ana Margarida Marques para SAPOLifestyle

Europa precisa de mais alunos a estudar até 2020

Maio 14, 2016 às 9:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do site Educare de 4 de maio de 2016.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

More and more persons aged 30 to 34 with tertiary educational attainment in the EU…

Quão longe estão os países europeus de atingirem as metas definidas para o número de diplomados do ensino superior e a taxa de abandono escolar precoce até 2020? O último relatório do Eurostat dá a resposta.

Andreia Lobo

Seis dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE) podem dar-se por satisfeitos por terem atingido, e em alguns casos superado, dois dos objetivos da Estratégia Europeia 2020 para a educação.

Dinamarca, Grécia, Letónia, Lituânia, Áustria e Suécia são os países que atingiram, em 2015, as duas metas europeias de até 2020 elevar para 40% o número de diplomados entre os 30 e os 34 anos e de reduzir para 10% a taxa de abandono escolar entre os 18 e os 24 anos.

Em Portugal, o número de diplomados do ensino superior entre os 30 e os 34 anos aumentou de 12,9% em 2002 para 31,9% em 2015, permanecendo aquém da meta de pelo menos 40% de diplomados até 2020, definida na Estratégia Europa 2020, segundo o instituto de estatística europeu Eurostat.

No que diz respeito ao segundo indicador, há menos jovens portugueses entre os 18 e os 24 anos a abandonarem a escola ou sem frequentarem outro tipo de ação de formação: de 38,5% em 2006, para 13,7% em 2015.

Mais licenciados

A subida do número de jovens adultos com formação ao nível do ensino superior tem sido constante nos 28 países da União Europeia (EU), na faixa etária dos 30 aos 34 anos. Em 2002, 23,6% dos estudantes concluía o ensino superior, em 2015 eram 38,7%, uma percentagem já próxima da meta definida para a Europa de 40% de diplomados nestas idades.

Porém, a tendência é mais significativa para as mulheres do que para os homens. De 24,5% de diplomadas em 2002 para 43,4% em 2015, ou seja, acima do objetivo global da Estratégia Europa 2020. Enquanto para os homens, a subida foi de 22,6% para 34,0%, ainda abaixo da meta europeia.

A Estratégia Europa 2020 estipulou como meta a atingir até esse ano que todos os Estados-membros elevassem o número jovens a concluir o ensino superior para pelo menos 40%, entre os 30 e os 34 anos de idade.

Agora é possível saber quão longe ou perto estão as percentagens nacionais das metas europeias. Segundo o instituto de estatísticas da EU, em 2015 mais de metade da população com idades entre os 30 e os 34 anos concluía o ensino superior na Lituânia (57,6%), no Chipre (54,6%), Irlanda e Luxemburgo (ambos com 52,3%) e Suécia (50,2%).

As percentagens mais baixas da escala, encontram-se na Itália (25,3%), na Roménia (25,6%), Malta (27,8%) e Eslováquia (28,4%).

Os dados mostram ainda que doze Estados-membros já cumpriram ou excederam a sua meta nacional para 2020 neste indicador: Dinamarca, Estónia, Grécia, Chipre, Letónia, Lituânia, Hungria, Países Baixos, Áustria, Eslovénia, Finlândia e Suécia.

No que diz respeito às diferenças entre os géneros, do total de 38,7% de pessoas com idades entre 30 e 34 que em 2015 terminavam um curso superior na Europa, 43,4% são mulheres e 34% são homens. Uma percentagem significativamente mais elevada em todos os Estados-membros, com exceção da Alemanha onde as percentagens de diplomados são idênticas para os dois sexos.

Em Portugal dos 31,9% de diplomados em 2015, 40,1% são mulheres e 23,3% são homens. De notar que já em 2002, o número de mulheres que concluíam algum tipo de formação de nível universitário ou politécnico era superior ao dos homens, 16,7%, contra apenas 9,0% num universo total de 12,9% de diplomados.

Abandono escolar
O relatório publicado em 27 de abril pelo Eurostat mostra também que a taxa de abandono escolar precoce, definida como a não frequência do 3.º ciclo do ensino básico ou de outro tipo de ações de formação, nas idades entre 18 e os 24 anos, tem diminuído de forma constante na EU: de 17,0% em 2006 para 11,0% em 2015.

Entre os jovens, as mulheres são as que menos desistem dos estudos: 9,5% em 2015, comparadas com os 12,4% de abandono registado entre os homens. A Estratégia Europa 2020 dita a redução das taxas de abandono escolar precoce na UE para menos de 10% até 2020.

Em Portugal, a taxa de abandono escolar precoce caiu de 38,5%, em 2006, para 13,5% em 2015. Tal como acontece na maioria dos países europeus, as mulheres portuguesas permanecem mais tempo na escola que os homens. Em 2015, dos 13,5% de jovens que não estavam na escola, nem noutro tipo de formação, 16,4% eram homens e 11% mulheres.

Um olhar sobre os extremos da escala mostra que a Croácia tem a menor percentagem de abandono escolar (2,8%) e a Espanha a mais elevada (20%).

Comparando os anos de 2006 e de 2015, há atualmente menos jovens a abandonar precocemente a escola no conjunto dos 28 Estados-membros com exceção da República Checa, Roménia e Eslováquia, que registaram um aumento do abandono entre 1 e 2 pontos percentuais.

Em 2015, entre os países onde se registavam as menores percentagens de abandono escolar precoce contavam-se a Croácia (2,8%), Eslovénia (5,0%), Chipre e na Polónia (ambos com 5,3%) e na Lituânia (5,5%). As mais elevadas desistências foram observadas na Espanha (20,0%), em Malta (19,8%) e na Roménia (19,1%).

No total, treze Estados-membros já cumpriram o seu objetivo nacional de 2020 para este indicador: Dinamarca (7,8%), Irlanda (6,9%), Grécia (7,9%), França (9,3%), Croácia (2,8%), Itália (14,7%), Chipre (5,3%), Letónia (9,9%), Lituânia (5,5%), Luxemburgo (9,3%), Áustria (7,3%), Eslovénia (5,0%) e Suécia (7,0%).

De notar que no indicador do abandono escolar precoce alguns países fixaram os objetivos nacionais ou acima ou abaixo da meta de 10%. É por esta razão que a Itália surge entre os cumpridores, apesar de estar acima de 10%, na medida em que a sua meta nacional para 2020 estava fixada em 16%.

Do mesmo modo, outros países entenderam fixar as suas metas nacionais abaixo dos 10%, em parte porque estavam mais próximos de alcançar a meta geral europeia. Exemplos de países com metas nacionais mais baixas que as definidas pela Estratégia Europa 2020: Irlanda (8,0%), Grécia (9,7%), França (9,5%), Croácia (4,0%), Lituânia (9,0%), Áustria (9,5%), Eslovénia (5,0%).

Em 2015, a taxa de abandono precoce do ensino e da formação foi menor para as mulheres (9,5%) do que para os homens (12,4%) em quase todos Estados-membros, exceção feita na Bulgária, República Checa, Eslováquia onde não se encontraram diferenças significativas na taxa de abandono escolar precoce tendo como critério o género.

 

 


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