“Vamos todos brincar no pátio da escola” Atividade desenvolvida pelo IAC – Fórum Construir Juntos

Maio 9, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Com o objetivo de proceder à divulgação do “Coimbra a Brincar 2016”, que decorrerá nas margens do Mondego nos dias 27 e 28 de maio, o IAC-FCJ, em parceria com a equipa GAAF da EB2,3 Inês de Castro, promoveu a atividade “Vamos todos brincar no pátio da escola”, no dia 18 de abril, dinamizando vários jogos tradicionais. Com muita simpatia e energia, os “brincalhões” de imediato cativaram o público escolar e puseram todos a mexer. Momentos preciosos, que os alunos vivenciaram com entusiasmo, aderindo às várias propostas com curiosidade e alegria. O nosso bem hajam!

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As opiniões expressas pelos alunos são bem ilustrativas do sucesso da iniciativa.

Foi muito divertido. Gostei muito do jogo de elástico, do paraquedas, do jogo do palhaço, da macaca e de saltar à corda. Gostaria que se repetisse. Mupi Sabino, 5.B

Gostei muito. Estas atividades foram muito divertidas. Relembrei os meus tempos da escola primária. Adorei! Que haja mais destas atividades. Beatriz Viegas, 6.ºA

Eu adorei, porque poucas vezes brinco. Adoro brincar e tenho que aproveitar, enquanto sou criança. Brincar é aprender! Bianca Batista, 6.º B

Gostei muito da atividade, porque acho que é importante. Hoje em dia, as pessoas estão sempre agarradas às tecnologias e não brincam! Mariana Sousa, 6.ºC

Eu acho que esta atividade teve sucesso, porque hoje em dia nós temos muitas preocupações (pelo menos eu!) e brincar faz-nos bem. Diverti-me imenso e brinquei como já não brincava há alguns anos. Foi importante. Júlia Sharma, 6.ºC

Foi engraçado e divertido fazer os jogos. Era bom que acontecesse outra vez! Martim Jorge, 7ºA

Gostei muito da atividade, porque fez com que não estivéssemos ao telemóvel, numa rede social e aprendemos a fazer jogos de grupo, o que foi muito interessante. Foi bom e proveitoso. Acho que vale a pena repetir a experiência! Beatriz Castelo, 7.ºC

Eu acho que foi muito divertido e, ao mesmo tempo, aprendemos imenso. Deviam fazer-se mais atividades do género desta. Foi uma atividade diferente, de que todos gostaram. Obrigada por terem vindo. Joana Simões, 8.ºA

Gostei da atividade, pois achei que foi divertido e, de certa forma, importante, porque há sempre uma altura certa para trabalhar e para brincar. Ajudou-me também a recordar a minha infância e algumas brincadeiras que fazia e de que gostava. Ana Toscano, 8.ºC

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Há um manual online sobre violência doméstica

Maio 9, 2016 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Centro de Estudos Judiciários desenvolveu um manual, disponibilizado online, sobre o fenómeno da violência doméstica.

A violência doméstica tem que ser vista em várias vertentes, desde família, direito ou trabalho e, para que haja coerência na atuação, o Centro de Estudos Judiciários desenvolveu um manual com tudo o que importa saber sobre o fenómeno.

O livro, “Violência Doméstica – implicações sociológicas, psicológicas e jurídicas do fenómeno”, é da autoria de vários docentes do Centro de Estudos Judiciários (CEJ) e coordenado pelo juiz desembargador e diretor-adjunto do CEJ Paulo Guerra, tendo sido apresentado pela ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, na sexta-feira.

Em declarações à agência Lusa, Paulo Guerra adiantou que o livro foi publicado em parceria com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), que pegaram no “flagelo da violência doméstica” e criaram um manual pluridisciplinar com todas as incidências jurídicas que um caso de violência doméstica pode acarretar.

De acordo com o juiz desembargador, o manual tem vários capítulos, desde os capítulos de índole sociológica e psicológica, que foram da responsabilidade da CIG, até à parte jurídica da questão, que ficou a cargo do CEJ.

Nesta parte, estão incluídos o direito da família e das crianças, o direito penal e de processo penal e o direito do trabalho.

“É um manual para profissionais da justiça, para profissionais da psicologia, que tem um pouco de tudo o que pode acontecer à volta do fenómeno da violência doméstica”, adiantou Paulo Guerra.

Acrescentou que o livro inclui desde contactos, casas abrigo, incidências penais, incidências processuais penais ou as articulações entre as várias jurisdições.

“Para que não esteja o processo-crime a correr para um lado e o processo da família a correr para o outro, para que haja uma coerência de atuações relativamente a todas as intervenções judiciárias e para que a criança e a família não sejam as primeiras a pagar por esta descoordenação que possa existir a nível judiciário”, explicou o responsável.

Paulo Guerra admitiu que “nem sempre as coisas correm bem” e que essa foi a razão por que o CEJ entendeu que havia a necessidade de compilar num único manual o que são as boas práticas quando se fala do fenómeno da violência doméstica.

” [O fenómeno da violência doméstica] não deve ser visto só sob uma perspetiva, temos que o ver todo em complexo, de forma a que não haja falhas”, defendeu.

Lembrou, nesse sentido, que se para o processo-crime é preciso fazer prova para conseguir uma condenação, no caso dos processos de família muitas vezes os magistrados trabalham “com meros fumos”, sendo que isso é muitas vezes o que basta para ter a certeza de que uma criança tem que ser retirada à família.

Deu como exemplo a “chamada violência doméstica vicariante”, ou seja, os casos em que uma criança apesar de não ser agredida, assiste diariamente à violência entre os pais e que, por isso, pode estar em perigo.

“Se está em perigo pode ter um processo de promoção e proteção a correr a favor dela. Não precisamos de marcas físicas, muitas vezes precisamos só de marcas psicológicas do facto de esta criança assistir todos os dias a este inferno conjugal”, adiantou.

Paulo Guerra afirmou que o objetivo é melhorar e fazer sempre o melhor possível, tentando que através do manual os magistrados tenham o máximo de instrumentos normativos e explicativos possíveis e com isso “que haja o mínimo de erro possível”.

 

Visão Solidária em 21 de março de 2016

 

Custódia, adoção, rapto parental: PE apela à salvaguarda do interesse superior da criança em casos transfronteiriços

Maio 9, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Custódia, adoção, rapto parental: PE apela à salvaguarda do interesse superior da criança em casos transfronteiriços

O Parlamento Europeu fez hoje uma série de recomendações aos Estados-Membros e à Comissão com vista a assegurar que o interesse superior da criança ocupe o lugar central na resolução de casos transfronteiriços relacionados com a custódia ou a adoção. Estas recomendações dão seguimento a numerosas petições sobre a custódia de menores, o rapto parental, a assistência à infância e as práticas dos serviços sociais que a comissão das Petições do Parlamento Europeu tem vindo a receber nos últimos anos.

O elevado número de petições sobre casos relacionados com crianças indica a existência de “graves problemas” na aplicação do regulamento europeu relativo à competência, ao reconhecimento e à execução de decisões em matéria matrimonial e de responsabilidade parental, diz a resolução parlamentar.

A futura revisão deste regulamento seria “uma boa oportunidade para melhorar as respetivas disposições” e colmatar as atuais lacunas, afirma o Parlamento Europeu, salientando que as questões relativas à custódia de crianças têm “um impacto significativo na vida de todas as pessoas envolvidas e na sociedade, em geral”.

Na UE, cerca de 13% dos casamentos são considerados internacionais: casais de diferentes nacionalidades, casais a viver separados em países diferentes ou a viver juntos num país diferente do seu país de origem.

Melhor acompanhamento dos casos que envolvem crianças

Os eurodeputados sugerem que todos os países da UE designem secções especializadas nos tribunais de família ou organismos de mediação que lidem com processos transfronteiriços relativos a menores, salientando que “um acompanhamento adequado da situação na fase posterior à sentença é crucial, nomeadamente quando se trata do contacto com os progenitores”.

Os Estados-Membros devem também assegurar que as embaixadas ou as representações consulares sejam informadas desde o início sobre todos os processos relativos a cuidados infantis que envolvam os seus nacionais.

Os eurodeputados propõem a criação de uma plataforma que proporcione apoio a cidadãos da UE nacionais de outros Estados-Membros nos processos relativos à família, a par de uma linha única europeia para casos de rapto ou abuso de crianças, e o aconselhamento em matéria de prestação de cuidados e procedimentos para adoção.

O PE pede aos Estados-Membros que estabeleçam mecanismos de acompanhamento e avaliação – com estatísticas socioeconómicas discriminadas por nacionalidades – no âmbito de um “quadro nacional de coordenação dos casos transfronteiriços que envolvem crianças”. A Comissão Europeia deverá coordenar a transferência de informações entre as autoridades nacionais.

O PE insta também os países da UE a reforçarem e a melhorarem a cooperação dos respetivos poderes judiciais, lembrando a obrigação de as autoridades nacionais reconhecerem e executarem as decisões proferidas noutro Estado-Membro em casos relacionados com crianças.

Interesse superior da criança deve estar no centro de todas as decisões

“O interesse superior da criança tem de ocupar o lugar central em todas as decisões relativas a questões que se prendem com os cuidados infantis, a todos os níveis”, sublinha a resolução.

As crianças cujos pais exercem o direito à livre circulação têm o direito de manter regularmente relações pessoais e contactos diretos com ambos os progenitores, exceto se isso for contrário aos seus interesses, diz o PE.

Os eurodeputados exortam os Estados-Membros a garantirem aos pais direitos de visita regular, exceto nos casos em que tal prejudicaria o interesse superior da criança, e a permitir-lhes que utilizem a língua materna para comunicar com os seus filhos durante as visitas.

O PE recomenda também audições separadas dos pais e das crianças perante juízes, peritos ou assistentes sociais, a fim de “evitar que as crianças sejam influenciadas ou sejam vítimas de conflitos de lealdade”.

Os prazos para a duração de cada fase dos processos transfronteiriços relativos a cuidados infantis devem ser fixados de modo a que os membros da sua família alargada disponham de tempo suficiente para apresentar o pedido de adoção da criança ou que os pais possam resolver os seus problemas e propor alternativas sustentáveis antes da decisão final de adoção, diz a resolução. “Antes de optar por qualquer solução permanente, tal como a adoção, há que reavaliar a situação da família biológica”, sublinha.

O PE insta os Estados-Membros e a Comissão a legislarem sobre o reconhecimento das adoções nacionais, tendo em conta o interesse superior da criança e respeitando o princípio da não discriminação (atualmente, não existe a nível da UE um mecanismo que preveja o reconhecimento automático das decisões de adoção nacionais emitidas por outros Estados-Membros).

Os eurodeputados apelam às autoridades nacionais envolvidas nos processos de adoção que façam todos os esforços possíveis para evitar a separação de irmãos.

Serviços sociais e família

Os eurodeputados exortam os Estados-Membros a adotarem uma “abordagem preventiva” para “evitar, sempre que possível, os procedimentos de assistência”, introduzindo sistemas de alerta rápido e mecanismos de monitorização, e proporcionando “apoio adequado às famílias, enquanto primeiras prestadoras de cuidados”, sobretudo nas comunidades vulneráveis que apresentam um risco de exclusão social.

O PE realça que “a avaliação adequada dos casos individuais em questões relacionadas com a família não deve ser prejudicada por cortes orçamentais devido a medidas de austeridade, nomeadamente no que toca à qualidade dos serviços sociais”.

 

Comunicado de imprensa do Parlamento Europeu em 28-04-2016.

Acções contra o bullying vão mobilizar 800 alunos

Maio 9, 2016 às 10:45 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 8 de maio de 2016.

Lusa

A partir desta segunda-feira a Amnistia Internacional promove uma série de iniciativas em seis escolas portuguesas.

A partir desta segunda-feira, mais de 800 alunos de seis escolas portuguesas vão estar envolvidos em acções contra o bullying, no âmbito de um projecto da Amnistia Internacional desenvolvido nos últimos dois anos naqueles estabelecimentos de ensino.

Pinturas murais alusivas aos direitos humanos e a divulgação de cartazes de grande formato relativos ao tema são algumas das iniciativas previstas com o objectivo de sensibilizar mais alunos para o projecto Stop Bullying, no âmbito do qual será lançado, em Setembro, um manual contra este tipo de agressão.

“O nosso objectivo é reduzir a incidência de bullying em cada uma das escolas, em cerca de 33%”, explicou à Lusa Nelson Lima, da Amnistia Internacional (AI).

O resultado mais palpável de dois anos de trabalho serão os materiais de sensibilização produzidos pelos próprios alunos, e um manual de boas práticas contra o bullying, com contributos das escolas que participaram, e que a Amnistia pretende disponibilizar não apenas para estas, mas também online, ficando acessível a qualquer estabelecimento que o queira usar, especificou.

Estas acções, que estão também a ser desenvolvidas na Irlanda, Itália e Polónia, iniciaram-se com um inquérito à comunidade escolar. Os resultados demonstraram que o que levava os alunos a praticar acções agressivas, repetidamente, sobre os seus pares, tinha por base, maioritariamente, o aspecto físico: aparência, deficiência, raça, contexto social ou cultural e homofobia foram, por esta ordem, as razões indicadas como justificação para agredir os colegas.

No próximo mês de Setembro, a AI pretende voltar a aplicar o mesmo inquérito para perceber se a meta da redução em 33% da incidência de actos violentos sobre colegas foi atingida, e se houve, de facto, um impacto mensurável da iniciativa junto das escolas. “A nossa ideia seria pegar nestes dados estatísticos e, a partir daqui, criar algum tipo de pressão para que o Governo olhe para este tema com outra relevância”, disse Nelson Lima.

A AI seleccionou seis escolas entre aquelas que se candidataram a integrar o projecto, escolhendo estabelecimentos com alguma abrangência territorial. Há escolas de Ferreira do Zêzere (Santarém), Cacém (Lisboa), Vila Franca de Xira (Lisboa), São João da Madeira (Aveiro), Maia (Porto) e Estremoz (Évora).

 

Workshop de Nabucco – Teatro Nacional de São Carlos (Foyer), 21 de maio

Maio 9, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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nabucco

21 de maio – 11.00 h

Destinado a adultos e maiores de 12 anos, este workshop analisa os diversos ingredientes que compõem uma ópera e constitui um precioso complemento às récitas da ópera Nabucco, a última produção da lírica da temporada 2015-16 que apresentaremos em São Carlos.

Orientado por músicos experientes da Orquestra Sinfónica Portuguesa e abordando temas relacionados com
Nabucco, os participantes serão convidados a executar as suas próprias composições musicais.

Um projeto de David Harrison. Entrada mediante apresentação de bilhete para a ópera. Para Famílias, a partir dos 12 anos de idade. Lotação: 50 pessoas.

TELEFONE [bilheteira]

(+351) 213 253 045 / 046

E-MAIL

saocarlos.info@saocarlos.pt

mais informações:

http://orquestrasinfonicaportuguesa.pt/eventos/workshop-nabucco/

Ludi’Cidade: em maio há animação no Porto

Maio 9, 2016 às 6:00 am | Publicado em Actividade Lúdica | Deixe um comentário
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A Associação de Ludotecas do Porto (ALP)  é uma Instituição Particular de Solidariedade Social sem fins lucrativos sediada em na União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde -Porto  que tem como missão contribuir para o desenvolvimento integral das crianças, dos jovens e das famílias na defesa e promoção dos seus direitos, numa vertente de integração social e comunitária.

A ALP acredita no lúdico, no jogo e no brincar como fator de desenvolvimento humano e, por isso, desenvolve todos os anos uma Animação no Parque da Cidade do Porto, denominada Ludi´Cidade.
Trata-se de uma iniciativa que coloca ao alcance de todos quantos queiram aderir, independentemente das idades, um conjunto significativo de atividades lúdicas cuja finalidade é reencontrar tempos de vida em que nos disponibilizemos a recuperar a alegria de nos entregarmos, sozinhos ou com outros, a um bom jogo.
O Ludi’Cidade decorrerá nos dias 12,13,14 e 15 de Maio entre as 10h30 e as 17h00 e será de acesso gratuito, tendo atividades tão variadas como:
– Espaço para bebés;
– Área de jogos para crianças entre 3 e os 5 anos;
– Área de jogos para crianças a partir dos 6 anos;
-Jogos tradicionais,
– Pintura Vertical;
– Faz de Conta;
– Jogos de madeira Gigantes;
– Jogos de Iniciação Desportiva;
– Bolas Pinchonas…

ASSOCIAÇÃO DE LUDOTECAS DO PORTO (ALP)
SEDE: RUA ALCAIDE FARIA (ANTIGA ESCOLA DE ALDOAR) 4100–034 PORTO
TEL./FAX – 22 610 34 18 | TLM.: 92 759 70 22 | E-mail: ass.ludo.porto@gmail.com

 


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