Workshop Para Pentear as Ideias – 30 de abril na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha

Abril 28, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No Sábado pelas 16h00, esperamos pela participação das crianças no workshop Para Pentear as Ideias dinamizado pela ilustradora Catarina Gomes, na sala infantil.
 Destinatários: crianças a partir dos seis anos
Agradecemos que façam marcação na Biblioteca Municipal pelo tel. 262 841 728 ou por e-mail: biblioteca.municipal@cm-caldas-rainha.pt

Esperamos por vós!

 

Dimensão das turmas interfere no trabalho das escolas

Abril 27, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site Educare de 15 de abril de 2016.

o estudo citado na notícia é o seguinte:

Organização escolar: as turmas

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Estudo do Conselho Nacional de Educação alerta para a distribuição desigual de recursos e aconselha a que sejam as direções escolares a tratar deste assunto de acordo com as características dos alunos, estratégias e projetos educativos.

Sara R. Oliveira

É uma “profunda desigualdade” na distribuição de recursos que sobressai no estudo “Organização Escolar: As Turmas” do Conselho Nacional de Educação (CNE). Desigualdade na comparação entre regiões, entre diferentes ciclos de ensino, entre ensino regular e modalidades especiais de ensino e ainda no cumprimento dos normativos legais, sobretudo no caso da legislação relativa aos alunos com necessidades educativas especiais. No estudo, percebe-se que há margem para uma redução seletiva e gradual do número de alunos por turma, desde que, sublinha-se, “se corrijam situações que não respeitam os limiares mínimos definidos pela lei”. É mais um trabalho de gestão dos recursos existentes do que a adoção de novos normativos de aplicação universal.

A dimensão das turmas pode ajudar a explicar várias situações e o assunto tem sido abordado de vários ângulos. Um inquérito da OCDE, onde participaram 24 países da OCDE e outros nove, revela que os professores gastam, em média, 79% do seu tempo no processo de ensino e aprendizagem.

Portugal fica próximo dos 75%. Verifica-se então uma correlação positiva entre a dimensão média da turma e a proporção de alunos com problemas de comportamento. Logo, concluiu-se, que “turmas de maior dimensão estão associadas a uma maior proporção de alunos com problemas comportamentais, o que implica menor tempo gasto em atividades de ensino e aprendizagem”. Portugal manteve a dimensão média das turmas com 20 alunos entre 2000 e 2009, abaixo da média da OCDE que rondava os 22 alunos, e semelhante à média da União Europeia, de 20. Em 2013, verifica-se uma pequena subida, de 21 alunos por turma, ultrapassando, ligeiramente, a média da UE e aproximando-se da média da OCDE. No mapa internacional, a Turquia e a Coreia, embora acima da média da OCDE, baixaram significativamente de 2000 para 2013 a dimensão média das turmas, ou seja, de 31 para 23 alunos e de 37 para 24, respetivamente. Japão, Israel, Chile, Irlanda e Reino Unido ainda mantêm valores entre 25 e 29 alunos por turma. Do lado oposto, está a Eslováquia, que passou de 24 para 20 alunos por turma entre 2000 e 2013.

O CNE consultou os dados do Sistema Nacional de Gestão de Turmas disponibilizado pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) em novembro de 2015. Os números são divulgados e analisados. Em 2015/2016, no pré-escolar o número médio de crianças por turma é de 19,6 e não há turmas com mais de 26 crianças. No 1.º ciclo, o número médio é de 20,7 e não há turmas com mais de 30 alunos. Neste ciclo de ensino, 32% das turmas têm alunos de mais de um ano de escolaridade, abrangendo 28% dos alunos, e 226 turmas integram os quatro anos de escolaridade, envolvendo 3175 alunos. Em termos geográficos, em 43 concelhos, pelo menos 60% das turmas têm alunos de mais de um ano de escolaridade. Em Alcoutim, por exemplo, todas as turmas estão nesta situação. A quase totalidade desses concelhos situa-se no interior do país. Mas, curiosamente, apenas seis concelhos, todos no interior do país, têm apenas turmas com um só ano de escolaridade – Arronches, Crato, Lousã, Manteigas, Paredes de Coura e Vimioso.

No 2.º ciclo, o número médio de alunos por turma é de 22,1 e 27 turmas têm 31 alunos ou mais, ultrapassando o limite máximo. No 3.º ciclo, o número médio é de 22,4 e 64 turmas têm 31 alunos ou mais, também ultrapassando o limite. Nesta análise, verifica-se que cerca de 45% das turmas do 1.º ciclo, 25% do 2.º ciclo e 32% do 3.º ciclo estão subdimensionadas, isto é, respeitam o limite máximo de alunos com necessidades educativas especiais, mas não atingem o limite mínimo de alunos na turma. Estão sobredimensionadas, aproximadamente, 20% das turmas do 1.º ciclo, 21% das turmas do 2.º ciclo e 17% das turmas do 3.º ciclo.

No Ensino Secundário, o número médio de alunos por turma é de 24,5 e 174 turmas têm 31 alunos ou mais, ultrapassando o limite máximo. No ensino secundário profissional, o número médio de alunos por turma é de 17,2 e 13 turmas têm 31 alunos ou mais. O rácio médio da OCDE é de 13 alunos por professor. Portugal está abaixo dessa média com um rácio de 10 alunos por professor, como acontece na Islândia, Hungria, Polónia, Noruega e Estónia. O valor máximo de 32 está no México e o mínimo, de sete, na Grécia.

Padrão de distribuição

O CNE analisa a dimensão das turmas desde 2001. No pré-escolar, o número manteve-se estável entre 20 e 25 alunos em cada turma. No 1.º ciclo, dos 25 alunos entre 2001 e 2004, passou-se para 24 entre 2004 e 2013 e o número subiu para 26 alunos por turma entre 2013 e 2016. Nos restantes níveis de ensino, também se registaram aumentos. No 2.º e 3.º ciclos e Ensino Secundário, as turmas tinham entre 25 e 28 alunos de 2001 a 2004, entre 24 e 28 de 2004 a 2013 e 26 a 30 alunos por turma de 2013 a 2016. No ensino profissional, as turmas tinham entre 18 e 23 alunos de 2004 a 2013 e entre 24 e 30 de 2013 a 2016. Nestes anos em análise, as turmas com alunos com necessidades educativas especiais não têm mais de 20 alunos e não podem incluir mais de dois alunos nessas condições.

A redução do número de alunos volta a estar no centro das atenções. Uma realidade que não pode ser vista isoladamente. É preciso ter noção da real situação da rede pública de ensino para tomar decisões e o investimento na formação de professores e em práticas de apoio às aprendizagens é importante neste contexto. O CNE considera conveniente reduzir o número de turmas do 1.º ciclo do Ensino Básico com alunos de diferentes anos de escolaridade – o que acontece em 32% das turmas do 1.º ciclo e há casos com os quatro anos na mesma turma. Situações que poderão aumentar devido à quebra de natalidade. “Caso não se retomem as políticas de reordenamento de escolas do 1.º ciclo, esta realidade das turmas mistas tenderá a aumentar com os efeitos reconhecidos sobre a qualidade das aprendizagens”, escreve David Justino, presidente do CNE, na introdução do estudo.

Há vários pontos que se entrecruzam com a dimensão das turmas. O sucesso escolar e as estratégias de qualificação das aprendizagens são alguns exemplos. As situações que se observam são diversas e, por isso, sugere-se que sejam as escolas a organizarem as suas turmas de acordo com as suas estratégias e os seus planos, o que permite respostas diferenciadas para os diferentes perfis de alunos. A ser assim, o Ministério da Educação (ME) teria de definir um “padrão de distribuição dos recursos a cada agrupamento de escolas”, com as direções a decidirem como esses recursos seriam distribuídos em função de prioridades, estratégias de qualificação, projetos educativos e características dos alunos.

Capacitação de professores

O CNE faz a revisão da literatura que existe à volta do tema. Há autores que defendem que uma redução de 10 ou mais alunos numa turma permite obter a máxima eficiência na melhoria dos resultados escolares, e sustentam que o aumento do rendimento da turma torna-se mais significativo se forem reduzidos cinco alunos numa turma de 15 do que numa turma de 25. Os efeitos dessa redução são sublinhados por outros investigadores que destacam várias melhorias como, por exemplo, aulas com maior profundidade, mais tempo efetivo de aprendizagem com maior participação dos alunos, mais formação especializada dos professores para lidar com as especificidades das turmas de dimensão reduzida ou com um maior número de alunos.

No entanto, há estudiosos da matéria que garantem que as atitudes dos professores e a sua metodologia de ensino não variam muito em função da dimensão das turmas e que as estratégias ou práticas não se alteram se não houver o cuidado de proporcionar oportunidades para que os alunos se envolvam mais em atividades expressivas em pequenos grupos ou em projetos individuais. E há os que alertam para o facto de o número de alunos por turma se tornar um obstáculo ao desenvolvimento de práticas inclusivas que, para alguns, não são possíveis em turmas com 25 ou mais alunos. “Um ponto convergente é que as variações na qualidade do professor dominam qualquer efeito da dimensão reduzida de uma turma e são determinantes para a qualidade do ensino”, lê-se no estudo.

Os estudos analisados pelo CNE sugerem medidas alternativas à redução do número de alunos por turma. Entre elas, está o maior investimento na qualificação, bem como a capacitação e formação dos professores, um melhor sistema de colocação e recrutamento de professores com menor rotatividade, além de políticas de compensação para professores, combate à retenção, implementação de um melhor currículo, sistema de monitorização e de avaliação mais frequente, maior tecnologia educacional e ainda uma maior autonomia do diretor para gerir a atribuição de turmas.

 

 

Ação de Sensibilização sobre Maus tratos Infantis com a participação de Isabel Porto do IAC – 28 de abril

Abril 27, 2016 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Maus Tratos Infantis

No âmbito das iniciativas levadas a cabo por diversas instituições durante o mês de abril – Mês da Prevenção dos Maus Tratos – a Associação Ajuda de Mãe convida o IAC – Projecto Rua a promover uma ação de sensibilização sobre o tema, reforçando a importância da afetividade e a parentalidade positiva.

Ajuda de Mãe

Rua do Arco do Carvalhão, n.º 282 (ver mapa)

Tel.: 21 382 78 50

Fax: 21 382 78 59

ajudademae@ajudademae.pt

 

I Congresso Presse “Educação Sexual na Região Norte”

Abril 27, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição gratuita e obrigatória para participar no Congresso e/ou nos Workshops.

mais informações:

http://www.presse.com.pt/

Lançamento do Guia “Todas Diferentes, Todas Famílias” 30 abril na Fundação Calouste Gulbenkian

Abril 27, 2016 às 8:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Uma publicação de distribuição gratuita com informação diversa, relevante e inclusiva sobre temáticas ligadas à maternidade e paternidade, nomeadamente no que diz respeito a cuidados de saúde, gravidez e direitos.

Olhando com objetividade para a sociedade atual e algumas questões que se colocam às famílias em Portugal e no mundo, Todas Diferentes, Todas Famílias é uma ferramenta útil, teórica e prática, que responde a dúvidas sobre temas como as novas famílias, adopção, gravidez, violência obstétrica, parentalidade positiva, educação para a igualdade, ou segurança em casa.

Queremos contribuir para que todas as pessoas sejam capazes de construir uma parentalidade plena – saudável e feliz!

 Agradecemos confirmação para info@coracoescomcoroa.org (sujeito à lotação da sala)

Nota: Existe estacionamento no Parque da Fundação Calouste Gulbenkian com tarifa diária máxima de 2€.

 

 

Seminário Desporto, Mente e Desenvolvimento – 13 de maio em Setúbal

Abril 27, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Este seminário dedicado ao Desporto e ao impacto da atividade física para as crianças e jovens numa dimensão cognitiva, social e inclusiva, visa sensibilizar pais, professores, treinadores e os próprios jovens para a importância do desporto além da componente física, contando com a participação de algumas figuras relevantes do desporto português.

Inscrições até 11 de maio

 mais informações:

http://www.cadin.net/noticias/187-mente-desporto-e-desenvolvimento

14 imagens que explicam o amor entre pai e filha

Abril 26, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Observador de 7 de abril de 2016.

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Protegeu-a quando estava com medo dos monstros, brincou quando ela estava sozinha, nunca lhe negou colo quando estava doente. Uma artista pintou todo este amor em 14 imagens. São de enternecer.

Fala-se de amor eterno e a imagem dos olhos doces de uma mãe a mirar os filhos surge-nos logo na mente. Mas esta jovem artista deu uma nova perspetiva do assunto no Instagram: ela fez desenhos minimalistas das situações onde um pai também demonstra com todo o coração o amor que sente pela sua filha. E isso inclui vestir a pele de um super-herói ou de um bom (e improvável) companheiro de brincadeiras. Veja as imagens de Snezhana Soosh na fotogaleria.

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visualizar toda a fotogaleria no link:

http://observador.pt/2016/04/07/14-imagens-explicam-amor-pai-filha/

 

 

 

 

Apresentação do Livro Cyberbullying – Um guia para pais e educadores – Vídeo com a participação de Manuel Coutinho do IAC

Abril 26, 2016 às 1:24 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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O vídeo contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

visualizar a reportagem completa no link em baixo:

https://www.facebook.com/ualmedia/videos/1039958212737494/

Masha e o Urso: O desenho animado russo que conquistou o mundo

Abril 26, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do Euronews de 13 de abril de 2016.

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Por Nara Madeira

“Masha e o Urso”, uma série de desenhos-animados russa para televisão, tornou-se viral. É transmitida em mais de 120 países e no YouTube está no top 10 dos vídeos mais vistos no mundo.

A série, lançada em 2009, centra-se nas aventuras de uma menina chamada Masha e de um Urso que é um artista de circo aposentado. A série de animação feita em 3D é desenvolvida por mais de 100 animadores. O desenho animado foi aclamado pela crítica e é uma máquina de fazer dinheiro. Cerca de 4,3 milhões de dólares em receitas em 2013, de acordo com o jornal RBC:

“Quando se faz algo para o mercado russo, onde tudo é muito difícil – porque toda a gente acha que sabe qual é a melhor maneira de fazer as coisas, toda a gente é especialista em jogar futebol, ensinar as crianças e toda a gente sabe que tipo de desenhos-animados os seus filhos devem assistir. Se alcançarmos este mercado penso que é preciso apenas um pequeno passo para nos apresentarmos no mercado internacional”, explica o responsável da Animaccord, Dmitry Loveyko.

Mas o mundo de Masha, que gira em torno das suas aventuras e do facto de ser sempre salva pelo seu amigo urso, vai para além da televisão ou da internet. Existe uma máquina comercial montada que permite ter já brinquedos e outros produtos de merchandising.

“Pessoalmente, gosto da Masha porque, de alguma forma, ela faz-me lembra eu próprio, ela é doida como eu sou. É divertida, positiva, cheia de vida, representa as coisas que são mais importantes”, diz um fã da série.

“Penso que este desenho-animado tem sucesso porque é fácil as crianças entenderem-no, é engraçado e está bem desenhado, enquanto adulta gosto muito do aspeto gráfico”, diz Valeriya Bykova, uma mãe que é web-manager.

“A minha filha adora, desde muito pequena, esta série e até eu, que sou adulta, a vejo”, adianta outra mãe, Ekaterina Lapshova.

As aventuras de Masha, e do seu companheiro urso, estão traduzida em 25 idiomas, entre eles o português, de Portugal e do Brasil.

Por Nara Madeira

ver o vídeo da reportagem no link:

http://pt.euronews.com/2016/04/13/masha-e-o-urso-o-desenho-animado-russo-que-conquistou-o-mundo/

episódios no You Tube

https://www.youtube.com/watch?v=JHlT5lVcmWE

 

Concurso de Ideias para uma Campanha Nacional de Eliminação da Violência Contra as Mulheres

Abril 26, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.cig.gov.pt/acoes-no-terreno/premios/concurso-de-ideias-para-uma-campanha-nacional-de-eliminacao-da-violencia-contra-as-mulheres/

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