2011-2016: Helping children in the Syrian Crisis – Terre des hommes

Abril 19, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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The conflict has been raging for more than five years in Syria. Since the beginning of the war, more than 260,000 people have already been killed, 100,000 of whom were women and children. Terre des hommes has been on the ground from the onset of the crisis, as well as in neighbouring countries, to provide these children with essential support and protection, and to help them reclaim part of their lost childhood. You can help: tdh.ch/syria

Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância em Coimbra com a participação do IAC – Fórum Construir Juntos

Abril 19, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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programa Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância em Coimbra

Fórum Construir Juntos – Coimbra

Avenida Fernão de Magalhães, n.º 676, 3º andar, sala 3,

3000-174 Coimbra

Telefone: 239 821 280

Fax: 239 821 280

E-mail: iac-fcj@iacrianca.pt

Mediação de Conflitos com Crianças do Pré-Escolar e 1º Ciclo (B-Learning)

Abril 19, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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red apple

Mediação de Conflitos com Crianças do Pré-Escolar e 1º Ciclo (B-Learning) (64 horas: 24 presenciais e 40 à distância)

Lisboa: 30 de Abril

O conflito faz parte da vida. As crianças desde cedo vêem-se perante conflitos que devem aprender a resolver. Os adultos que lidam com a criança devem ter um papel ativo no sentido de ajudá-la a lidar e reconhecer as suas emoções e as dos outros.

A mediação de conflitos em contexto pré-escolar e de primeiro ciclo visa promover competências de comunicação, desenvolver a inteligência emocional e ajudar a criança a gerir as suas emoções.

É muito importante desenvolver com os mais novos estratégias que lhes permitam crescer lidando de forma construtiva e positiva com os seus conflitos. É de pequenino que se deve aprender.

Com esta formação pretende-se formar professores, educadores de infância e outros profissionais para ajudar as crianças na área de resolução de conflitos. Esta formação tem uma forte componente prática. Nas aulas presenciais os formandos serão desafiados a colocar-se sempre no ponto de vista da criança. Na parte à distância, serão efetuados trabalhos, fóruns de discussão e um projeto final que visa a sua implementação em contexto real.

http://www.red-apple.pt/

 

Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância em Sesimbra – I Caminhada «Prevenir para impedir que aconteça» 23 de abril

Abril 19, 2016 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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I caminhada_2016

mais informações:

Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Sesimbra

Av. D. Manuel Martins nº 8, Edifício Raio de Luz, Sampaio 

2970-585 Sesimbra

TEL: 210156677 / 8          

TM: 93 998 25 39     

 

 

Alemanha sem sinal de seis mil crianças refugiadas

Abril 19, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 14 de abril de 2016.

REUTERS Kai Pfaffenbach

Ministério admite que os números podem estar aquém da realidade, dizendo que pelo menos 550 eram menores de 14 anos

O número de crianças refugiadas representa já mais de um terço do total de migrantes e muitas estão a viajar pela Europa sozinhas, segundo dados da UNICEF. Uma situação que está a tornar-se uma “enorme oportunidade de negócios” para os traficantes de seres humanos. Só a Alemanha diz que quase seis mil crianças refugiadas foram dadas como desaparecidas no ano passado. Em janeiro, a União Europeia estimava em dez mil o número de menores dos quais não havia registo.

O Ministério do Interior alemão reconhece que a estimativa feita por Berlim pode ficar aquém da realidade, lembrando que apesar de a situação estar a ser levada “muito a sério” pelas autoridades é difícil saber o número exato de casos por causa de falta de dados. Berlim diz que a maioria das crianças que estão desaparecidas vieram da Síria, Afeganistão, Eritreia, Marrocos e Argélia. Cerca de 550 tinham menos de 14 anos.

“Elas são invisíveis, essa é a razão pela qual são vulneráveis. Se as crianças não forem contadas, não contam”, disse ao jornal The Guardian a porta-voz da UNICEF para a crise dos refugiados, Sarah Crowe. “Os diferentes países precisam de saber quantas estão lá dentro e cuidar delas.” Segundo a organização para a infância das Nações Unidas, estima-se que atualmente possa haver cerca de duas mil crianças que não estão acompanhadas por um adulto presas na Grécia.

Em 2015, 95 mil crianças que procuraram asilo na Europa não estavam acompanhadas de um adulto, indicou Crowe, citada pela Reuters, lembrando que o número está claramente subestimado porque muitos menores evitam registar-se com as autoridades por recearem ser detidos.

“Sabemos que milhares e milhares de crianças estão desaparecidas e o mais horrível de tudo é que não temos ideia onde estão ou o que está a acontecer com elas”, disse a vice-diretora da UNICEF, Lily Caprani, numa conferência de imprensa em Londres. “É essa ausência total de informação que nos devia aterrorizar a todos”, acrescentou.

Muitas das crianças que estão desaparecidas podem ter sido reunidas com a família, não o tendo comunicado às autoridades, mas outras podem ter caído nas mãos dos traficantes e milhares estão em risco.

 

 

 

As crianças de Idomeni

Abril 19, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Público de 6 de abril de 2016.

MARKO DJURICA

MARKO DJURICA

O campo de Idomeni, na fronteira entre a Grécia e a Macedónia, era um pequeno local de passagem para cerca de 500 pessoas antes de a Macedónia ter fechado as portas, no início de Março. Transformou-se rapidamente numa pequena cidade com mais de 11.000 habitantes com tendas enterradas em lama e expostas à chuva, ao vento e ao frio. De acordo com os Médicos Sem Fronteiras (MSF), 40% desta população são crianças. Algumas nasceram já no campo, em condições desumanas. “Há muitos bebés no campo e estão especialmente vulneráveis a infecções respiratórias”, afirmou no início de Março o coordenador dos MSF em Idomeni, Christian Reynders. “À noite, as pessoas acendem fogueiras para se aquecerem. Queimam tudo, madeira, sacos de plástico, roupas velhas. O fumo é tóxico e receamos que as infecções respiratórias possam causas problemas graves no sistema respiratório destas crianças”, acrescentou. “Idomeni não foi planeado para ser um campo com todas as condições”, disse um porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Babar Baloch, ao Financial Times. No Twitter, Baloch descreveu o campo de Idomeni como “uma demonstração da miséria humana”.

Ainda assim, para muitas crianças, Idomeni é a agora a sua casa e ali também se brinca. Muitas organizações não governamentais direccionam as suas actividades para os mais novos. A situação degrada-se a cada dia, numa altura em que  as operações de deportação de migrantes e requerentes de asilo da Grécia para a Turquia parecem não impedir a chegada de mais refugiados à Grécia. Sarala, 20 anos, está em Idomeni com a filha, que tinha 15 dias de vida quando fugiram de Idlib, na Síria. À Reuters, Sarala contou que o seu objectivo é chegar à Alemanha. “Vou ficar no campo até abrirem as fronteiras. Fui das primeiras a chegar. Não quero perer a oportunidade de passar”.

mais fotografias no link:

http://www.publico.pt/multimedia/fotogaleria/as-criancas-de-idomeni-359885#/0

 


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