Exposição “Caricaturas de escritores portugueses para a infância” na Biblioteca Municipal de Sesimbra (até 30 de abril)

Abril 18, 2016 às 8:31 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

carica

Biblioteca Municipal de Sesimbra

Avenida da Liberdade, n.º46

2970-635 Sesimbra

tel. 21 228 85 88

biblioteca@cm-sesimbra.pt

http://www.cm-sesimbra.pt/pages/845

«CRESCER EM AFETOS» em Pombal

Abril 18, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

afetos

O GAAF do Agrupamento de Escolas de Pombal tem o apoio técnico do IAC – Fórum Construir Juntos

«CRESCER EM AFETOS» foi o tema que caraterizou o conjunto de atividades promovidas pela Educação para a Saúde e pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), que numa missão conjunta assinalaram o Agrupamento de Escolas de Pombal, como Escola Promotora de Saúde.

Uma diversidade de sessões formativas e palestras preencheu a semana de 08 a 11 de março, envolveu a comunidade escolar, sensibilizando alunos dos 2º, 3º ciclos, ensino secundário regular e profissional para questões sociais e individualmente prementes, crentes no principio de que a informação permite identificar comportamentos de risco, reconhecer benefícios de comportamentos adequados, suscitar comportamentos de prevenção que conduzam a estilos de vida saudáveis e os ajudem a traçar «Um Projeto de Qualidade de Vida».

Foram refletidas temáticas como «Prevenção da violência na escola, “Bulliyng” e “Ciberbulliyng”, prevenção da violência no namoro, educação sexual, igualdade de género, alcoolismo, “projeto + Contigo” e promovidos alguns debates com pais e filhos, alunos / EE sobre «Parentalidade Positiva» e ainda, um Workshop sobre «Velas Solidárias» angariadoras de bens alimentares que aconchegarão famílias mais carenciadas da comunidade escolar.

Uma onda de «Abraços Grátis»,dinamizada pelos alunos, aproximou a comunidade escolar, estreitou afetos, proporcionou Encontros.

Este evento, contou com a participação dos nossos parceiros e colaboradores: Centro de Saúde, Escola Segura /PSP, Universidade Sénior, Ginásio meirigym, alunos do 3º ano do Curso de Restauração e Bar, e ainda a Associação de estudantes que animou os intervalos com os seus talentos musicais.

Manuela Pinto | Agrupamento de Escolas de Pombal

coimbra_GAAF_2016_5 coimbra_GAAF_2016_2

mais imagens no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-cj/noticias-forum

 

 

Ordem quer pais com crianças até três anos a trabalhar menos duas horas por dia

Abril 18, 2016 às 1:23 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Notícia do Público de 16 de abril de 2016.

Bruno Lisita

ALEXANDRA CAMPOS

Médicos lançam petição para mudar a lei no Parlamento. A polémica prova de amamentação é uma das razões.

A Ordem dos Médicos (OM) quer que os pais possam acompanhar devidamente os filhos até que estes completem três anos de idade, sem terem que usar subterfúgios para contornarem a lei. Por isso lança oficialmente este sábado uma petição pública pela redução do horário laboral (menos duas horas por dia) da mãe ou do pai até que a criança complete três anos, citando estudos que indicam que até esta idade é fulcral que os progenitores tenham disponibilidade para acompanhar os filhos.

Não é a primeira vez que a Ordem dos Médicos faz esta proposta. Há menos de um ano, em Julho de 2015, o bastonário José Manuel Silva enviou uma carta para o Parlamento, para o primeiro-ministro e para o Presidente da República em que pedia o alargamento do direito de redução do horário laboral para amamentação (que já está previsto na actual lei) a todas as mulheres com filhos até aos três anos de idade. Mas não obteve respostas.

O que a Ordem pretende agora com a petição é que esta redução de horário (duas horas por dia) seja alargada até aos três anos do filho e a um dos progenitores, independentemente de a criança estar ou não a ser amamentada. Mas isso implica que haja uma proposta de alteração legislativa. As petições são discutidas obrigatoriamente no plenário da Assembleia da República quando ultrapassam as quatro mil assinaturas.

No início, uma polémica

Em 2015, o bastonário da OM lembrou-se de avançar com a proposta de redução do horário laboral depois de duas enfermeiras terem relatado ao PÚBLICO que tiveram que comprovar que estavam a amamentar os filhos “espremendo as mamas“, de acordo com a expressão que usaram na altura, em frente a médicos de consultas de saúde ocupacional.

A redução do horário laboral — até duas horas por dia — já está consagrada no Código do Trabalho para efeitos de amamentação e até os bebés terem um ano de idade. Depois deste período, as mulheres são obrigadas a fazer prova, através de atestado médico, de que continuam a amamentar. Para evitar fraudes, alguns hospitais passaram então a pedir a tal prova de amamentação, procedimento que foi muito contestado depois de ter sido denunciado.

A OM avança agora de novo com a proposta mas em forma de petição pública, fundamentando-a com um parecer formulado pelo colégio de Psiquiatria da Infância e da Adolescência. Intitulada Petição pelo direito à redução do horário de trabalho para amamentação/acompanhamento de filhos até aos 3 anos de idade, em duas horas diárias, por parte de um dos progenitoresa proposta conta também com o apoio de um grupo de mães que há um mês avançou com uma iniciativa similar, e que conseguiu até agora cerca de duas mil assinaturas.

Aurora d’Orey, 36 anos, mãe de duas crianças pequenas, que idealizou a petição Projecto Mães – Licença de aleitamento até aos três anos, lançada em Março, explica por que se associa a esta iniciativa da Ordem dos Médicos: “O tempo de ligação entre pais e filhos só pode mesmo traduzir-se em reais benefícios para o desenvolvimento das crianças.”

“Era essencial reforçar esta iniciativa com uma petição que promova a alteração à lei em vigor. A situação demográfica do país não é animadora e tem de existir um incentivo consistente à natalidade, que passe pela legislação de direitos que são fundamentais”, sublinha o bastonário José Manuel Silva. Além disso, argumenta, esta medida “iria reduzir os custos e a pressão sobre os serviços de saúde, a imensa carga burocrática dos atestados e, consequentemente, a despesa pública”.

A importância da vinculação

“A saúde mental do bebé está directamente implicada com o seu bem-estar e o dos progenitores”, justifica Pedro Pires, membro da direcção do colégio da especialidade de Psiquiatria da Infância e da Adolescência da OM, que cita vários estudos para sublinhar a importância dos primeiros tempos de vida na estruturação da personalidade da criança. O especialista recorda John Bowlby, que no início da década de 40 do século passado formulou a teoria da vinculação e foi convidado pela Organização Mundial de Saúde a elaborar um documento sobre o impacto, nas crianças, da privação de cuidados maternos.

Os bebés “parecem estabelecer relações diferenciadas com a mãe e com o pai muito precocemente” e o estabelecimento de uma relação segura com ambos “é preditiva de melhores competências empáticas na idade pré-escolar e melhor saúde mental na idade adulta”, lê-se na conclusão de um dos estudos citados pelo colégio da especialidade de Psiquiatria da Infância e da Adolescência da Ordem dos Médicos para fundamentar o lançamento da petição.

Mais recentemente, com o avanço das neurociências, recordam, percebeu-se que o nosso cérebro se modela a partir da experiência relacional e que o período crítico para que tal ocorra são os primeiros anos de vida da criança: “O estabelecimento de uma relação mãe-bebé segura parece favorecer o desenvolvimento do hemisfério cerebral direito e, em particular, das conexões entre o sistema límbico e o sistema nervoso autonómico, estes responsáveis pela resposta ao stress“.

São conclusões que “vão ao encontro da evidência clínica” e que provam que os “bebés com relações de vinculação mais seguras têm maior capacidade de fazer face a situações adversas”.

 

III Corrida Saúde + Solidária na Alameda da Universidade de Lisboa – Dia 8 de maio

Abril 18, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

corrida

mais informações no link:

http://www.corridasaudesolidaria.com/

 

Internadas com anorexia: têm 14 anos e ficam em média 51 dias no hospital

Abril 18, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

texto do Público de 13 de abril de 2016.

Ricardo Silva

Andreia Sanches

Hospital D. Estefânia analisou processos de crianças e jovens internados entre 2012 e 2014, com perturbação do comportamento alimentar. Resultados são apresentados num congresso, em Lisboa, que junta dezenas de especialistas em adolescência que vão falar sobre vários temas.

Era filha única e uma excelente aluna, apesar de já ter no seu percurso dois episódios de internamento psiquiátrico. Sofria de anorexia nervosa grave, “com risco iminente de morte”, quando foi internada na Unidade de Pedopsiquiatria do Hospital de D. Estefânia, em Lisboa. Ficou três meses. Já teve alta, mas continua até hoje a ser tratada, “com avanços e recuos”, conta a médica Cláudia Cabido, do Serviço de Pedopsiquiatria. O caso da jovem “Z.”, chamemos-lhe assim, é relatado numa das dezenas de comunicações que serão apresentadas no 7.º Congresso Internacional de Psicologia da Criança e do Adolescente, em Lisboa, que arranca nesta quarta-feira. E foi pela gravidade do caso dela que a equipa da Estefânia decidiu mergulhar nos processos de outros doentes.

São essencialmente raparigas (91%), com uma idade média de 14 anos que, em 60% dos casos, têm um diagnóstico de anorexia nervosa do tipo restritivo. É este, em traço grosso, o perfil dos doentes que entre 2012 e 2014 foram internados no Hospital de D. Estefânia, do Centro Hospitalar de Lisboa Central, com uma perturbação do comportamento alimentar.

Ter havido lugar a internamento significa que estamos a falar de crianças e adolescentes com um risco elevado de complicações médicas e/ou psiquiátricas (a anorexia é uma perturbação psiquiátrica complexa, mas, em geral, privilegia-se o tratamento em ambulatório; hospitalização, só em situações particularmente complicadas).

A média de duração do internamento foi de 51 dias — “são internamentos longos”, sublinha Cláudia Cabido, em resposta ao PÚBLICO. E 23,3% dos jovens foram internados mais do que uma vez ao longo do período em análise.

Chama-se Doentes com Perturbação do Comportamento Alimentar internados entre 2012 e 2014 — Casuística da Unidade de Internamento de Pedopsiquiatria do Hospital de D. Estefânia a comunicação que será apresentada na quinta-feira, segundo dia do congresso. É assinada por oito elementos daquele hospital, das áreas da pedopsiquiatria, psicologia e pediatria, entre os quais Cláudia Cabido. “Encontrámos 43 processos clínicos, analisámo-los e seis meses depois fomos fazer um follow-up”, explica.

A boa notícia é que, na altura do “follow-up”, em 95% dos casos os doentes tinham atingido um índice de massa corporal normal. “Não quer dizer que estejam curados, mas é um bom sinal.” Mais: 72% não já não tinham sintomas.

“Cada vez mais precoce”

A anorexia é uma doença “silenciosa” — entre o início dos sintomas dos doentes internados na Estefânia e o início do acompanhamento passaram-se, em média, 9,5 meses. “E é cada vez mais precoce”, diz Cláudia Cabido.

É também a terceira doença crónica mais comum entre as adolescentes, depois da obesidade e da asma, matando cerca de 2% dos que dela sofrem, “o que é uma taxa de mortalidade importante”. “Morrem de desnutrição, ou porque se suicidam.”

Na lista das perturbações do comportamento alimentar dignosticadas entre os jovens internados na Estefânia há algumas que não “cabem” totalmente em nenhuma definição (25%), nem anorexia, nem bulimia, e, por fim, outros tipos de anorexia, que não do “tipo restritivo”, e a bulimia nervosa.

Quem sofre de “anorexia nervosa tipo restritivo”, a mais comum das perturbações na amostra analisada, como se viu, reduz a ingestão de alimentos, tem uma perturbação da percepção da imagem, medo de aumentar de peso, mas, ao contrário do que se passa na “anorexia tipo purgativo”, tende a não recorrer ao vómito e a laxantes (é isso que distingue os dois tipos da doença).

Os resultados podem ser devastadores: cerca de metade dos doentes no D. Estefânia (51,2%) tinha na altura do internamento um índice de massa corporal inferior ao percentil 5.

As doentes são em geral alunas excelentes, como era “Z.”. “Têm traços muito obsessivos, são muito preocupadas com o seu desempenho em várias áreas, são muito rigorosas”, diz Cláudia Cabido.

Outra característica comum: muitos dos que o D. Estefânia acompanhou (39%) sofrem, além de perturbação alimentar, uma perturbação do humor (depressão, por exemplo) ou uma perturbação de ansiedade. É por isso que os internamentos neste tipo de patologia exigem equipas multidisciplinares, sublinha Cláudia Cabido, e “são habitualmente longos”. A continuidade no acompanhamento em ambulatório é essencial.

“Z.” esteve, numa fase inicial, separada da família. “Havia naquele caso uma fragilidade muito grande. E uma ausência de consciência dessa fragilidade e isso impressionou-nos muito, porque atingiu características muito impressionantes. Havia um misto de desnutrição, com ausência de crítica em relação à doença e várias tentativas de tratamentos prévios, que não tinham sido bem sucedidos…”

Desde então, “Z.” tem sido sujeita a “intervenções psicoterapêuticas individuais e em grupo e a sessões familiares semanais”. A evolução é lenta.

Congresso com 300 participantes

O 7.º Congresso Internacional de Psicologia da Criança e do Adolescente decorre na Universidade Lusíada, em Lisboa, nestas quarta e quinta-feiras. Inclui largas dezenas de apresentações e tem mais de 300 profissionais inscritos  — psicólogos, assistentes sociais, médicos, enfermeiros, explica ao PÚBLICO a coordenadora, Tânia Gaspar, directora do Instituto de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade Lusíada de Lisboa.

Todos os anos o congresso tem um tema central. Apesar de este ano ser “Risco psicossocial: investigação e boas práticas”, em cima da mesa estarão também muitos outros assuntos — da parentalidade, aos comportamentos aditivos, passando pela motivação dos alunos na escola.

Há vários investigadores a apresentar dados de trabalhos ainda em curso. Por exemplo, Ana Xavier, do Centro do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental, da Universidade de Coimbra, falará sobre “comportamentos auto-lesivos não suicidários” num grupo de 786 adolescentes com idades compreendidas entre os 12 e 18 anos de idade.

“Os estudos internacionais apontam para prevalências que vão dos 10% a 40% em amostras da comunidade”, explicou ao PÚBLICO esta oradora do congresso. “No nosso caso, numa amostra de [786] alunos de escolas da zona Centro do país, encontrámos uma prevalência de 20% destes comportamentos auto-lesivos, ou seja, os jovens reportaram ter tido pelo menos uma vez ao longo da vida algum tipo de comportamento auto-lesivo.”

Estes comportamentos, que implicam magoar o próprio corpo, explica, “estão associados a estados dolorosos, à sintomatologia depressiva, ao sentir-se sozinho, a sentimentos de desvalorização, de não se sentir amado”.

Comportamento anti-social “é quase normal”

Já Alice Murteira Morgado, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, mergulhou nos comportamentos anti-sociais, que, na adolescência, são relativamente comuns — agressões, roubos, destruição de objectos, ameaças físicas e verbais, por exemplo. Mas quão comuns? Num grupo de 489 jovens de três escolas do distrito de Coimbra, 27% admitiram que já tinham tido algum tipo de comportamento anti-social.

As agressões físicas, “na maioria dos casos em contexto escolar”, são o comportamento anti-social mais frequente.

“É uma prevalência importante, mas como a literatura nos diz, diversos autores consideram que o comportamento anti-social na adolescência é quase normativo, ou seja, é quase normal, ou expectável que durante a adolescência uma grande quantidade de jovens vá contra as normas sociais”, explica Alice Morgado, que se encontra a estudar este tema com uma bolsa de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Alguns dos resultados do seu trabalho serão também apresentados no 7.º Congresso Internacional de Psicologia da Criança e do Adolescente.

“É uma etapa em que querem ser adultos, mostrar um estatuto de maturidade que ainda não possuem completamente, valorizam muito o que é valorizado pelos pares, enfim, há muitos aspectos que ajudam a explicar… Por outro lado, o facto de haver 27% de jovens que dizem que já causaram algum tipo de comportamento anti-social, não quer dizer que, quando chegarem à idade adulta, terão esse comportamento. Diz-nos a literatura que só uma minoria, felizmente, irá continuar.”

Alice Morgado diz ainda que certos traços de personalidade e a avaliação que os jovens fazem do seu contexto familiar aparecem associados às atitudes anti-sociais. Por isso, uma das dicas que deixa a quem tem filhos adolescentes é esta: “As famílias devem perceber que há muitos factores que explicam estes comportamentos”. E que “com a entrada na idade adulta e o apoio dos pais”, a maioria desses comportamentos simplesmente deixarão de existir.

 

 

How to prepare your kids for social media

Abril 18, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

texto do blog http://www.suescheffblog.com de 4 de abril de 2016.

TweenSocialMedia-300x203

Sue Scheff

More than 70 percent of teens use more than one social network site, with Facebook being the most popular, reports Pew Research Center. Thanks to the advanced cameras on smartphones like the Samsung Galaxy S6, Instagram and Snapchat are the next two most popular sites with teens. Parenting magazine explains that social media benefits teens by giving them access to more information and increasing their sense of self; however, social media channels also pose threats, such as the sharing of information about illegal substances and the spreading of illicit photos online.

The American Academy of Pediatrics recommends that parents should view the digital world as an environment that’s as meaningful as the physical world their children live in. This means you should talk with your children about social media to ensure they have a safe and enjoyable experience online.

Educate Early

Common Sense Media recommends that you start talking with your children about social media as soon as they go online, which could be as young as preschool age. While young kids aren’t old enough to be on social media sites according to age restrictions, it’s important to instill digital safety principles that they’ll follow once they are on these sites. Explain to your kids that they should not talk to strangers and to only interact with people they know in real life. Let them know that if they’re approached by a stranger online, they should alert you.

Create clear expectations about what information they can share online. Personal details such as their phone number and address should not be posted, but hobbies and interests are OK. Use the network’s privacy settings to ensure it displays the most limited amount of information to the public. Tell your child to avoid contests and giveaways where they need to input personal information to participate.

Once your teens have their own profiles, write a contract together that outlines how they can use the profile. Be sure to include consequences for not using the profile properly. You also may want to include limits on how much time they’re allowed to spend on sites and a limit on how many sites they’re allowed to have profiles on. By involving your children in the process, they’ll be more likely to follow the rules. Examples of what you can include in a contract are outlined by the Family Online Safety Institute.

Determine Your Involvement

For most teens, social networks provide a place where they can talk about their interests and chat with friends. Most teens want privacy online just like they do in real life. If you want to monitor your teens’ tech usage, services such as NetNanny and My Mobile Watchdog let you see all your children’s communications on their computer and smartphone. You can also stipulate in your social media contract that they’re only allowed to use social media if you have access to their passwords and will conduct random check-ins to ensure they’re complying.

Emphasize that what your child puts online, from negative rants to sexy photos, may live on the Internet forever even if they’re erased. According to the 2015 Social Recruiting Survey by Jobvite, 92 percent of recruiters examine social media sites when they’re considering candidates. What your teens post online now could have a detrimental effect on their career and affect their entire future.

Have regular conversations with your kids about their interactions online and how they’re feeling in those environments. Ask who they’re talking to, what they’re talking about and how their interactions are affecting their self-esteem. If cyberbulling occurs, emphasize you’re an advocate who will help fix the problem. Periodically review your contract, and keep evolving it based on new developments to ensure a strong parent-child social media partnership remains intact.

 


Entries e comentários feeds.