CCB | MÚSICA SEM FRONTEIRAS concerto de orquestras e coros de Instituições Portuguesas de Ensino Superior em apoio aos refugiados 18 abr. às 21h no Grande Auditório

Abril 14, 2016 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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IMB

A solidariedade não tem limites, a música não tem fronteiras

Orquestras e coros das universidades e institutos politécnicos portugueses atuarão pela primeira vez em conjunto num concerto dirigido pela Maestrina Joana Carneiro. Juntam-se numa voz comum de apoio aos refugiados e de inconformismo perante as inaceitáveis circunstâncias que afetam milhares de pessoas involuntariamente deslocadas, com risco de vida, dos seus países, das suas casas, das suas famílias, atiradas para um mundo que não conhecem, procurando abrigo e auxílio em busca de uma vida de paz e maior tranquilidade.

mais informações no link:

https://www.ccb.pt/Default/pt/Programacao/Musica?A=646

Pode-se prevenir o Síndrome da Morte Súbita?

Abril 14, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da Visão de 11 de abril de 2016.

Hugo Rodrigues

PEDIATRIA

Apesar de não se saber qual a causa da morte súbita nos bebés, estão identificados alguns factores de risco e de prevenção, pelo que convém reforçar alguns conselhos

Síndrome da Morte Súbita do lactente é algo assustador e que, na verdade, não se sabe muito bem por que razão acontece. Basicamente, diz respeito a uma paragem cardio-respiratória que acontece em bebés pequenos saudáveis (até aos 12 meses de idade). O risco é maior nos primeiros 4-6 meses de vida e na maior parte dos casos está associado ao sono.

Apesar de não se saber qual a causa, estão actualmente identificados alguns factores de risco e factores protectores para esta situação, pelo que convém reforçar alguns conselhos:

1 – Coloque sempre o seu bebé a dormir de barriga para cima.

Grande parte das pessoas acredita que a posição mais segura para os bebés dormirem é “de lado”. No entanto, isso não é verdade, já que dormir de barriga para cima previne cerca de três vezes mais o Síndrome da Morte Súbita do lactente do que dormir de lado. De um modo geral, os pais não gostam muito dessa posição porque têm medo que o bebé regurgite ou vomite e que acabe por asfixiar, mas hoje em dia sabe-se que esse risco não está aumentado quando os bebés dormem de barriga para cima.

São poucas as situações que contra-indicam dormir nessa posição e incluem apenas as malformações vertebrais ou então casos excepcionalmente graves de refluxo gastroesofágico (bebés tão bolçadores que não engordam o que devem ou têm complicações pulmonares). Nesses casos é aceitável que os bebés durmam de lado, mas são claramente excepções à regra.

Por fim, é fundamental frisar também que dormir de barriga para baixo é a posição menos segura a adoptar, pelo que não deve ser aconselhada em nenhuma situação.

2 – Use pouca roupa de cama.

A principal fonte de calor para os bebés deve ser a roupa que têm vestido, bem mais do que a roupa que utilizam na cama. Deve-se usar apenas 1 edredão ou cobertor ou manta, que deve ser bem preso de lado abaixo das axilas do bebé, deixando-lhe os braços livres. Os “ninhos” ou sacos-cama de bebé são também uma boa opção.

3 – Evite o sobreaquecimento.

A temperatura ideal para o quarto do bebé situa-se entre os 18-21ºC, pelo que deve ser essa a opção dos pais (exceto na altura do banho, em que o quarto deve estar mais quente). É sempre importante reforçar também a ideia de que os bebés não têm só frio (têm também calor) e que o sobreaquecimento pode ser perigoso, para além de desconfortável.

4 – Evite o contacto com o fumo de tabaco.

O fumo passivo é um factor de risco para o Síndrome da Morte Súbita do lactente, seja durante a gravidez, seja depois do nascimento do bebé. Esse risco existe quer seja a mãe ou o pai a fumar e está ainda mais aumentado se forem ambos fumadores.

5 – Não coloque brinquedos, fraldas ou almofadas na cama do bebé.

Os bebés pequenos não conseguem afastar de forma adequada qualquer objecto que se coloque em frente à cara deles, pelo que na cama deve estar só o bebé e mais nada, para diminuir o risco de asfixia.

6 – Quando o bebé estiver acordado, coloque-o noutras posições.

Apesar de não ser (de todo) aconselhável colocar os bebés a dormir de barriga para baixo, quando eles estão acordados essa é uma posição que se deve adoptar. Com esse “treino”, eles vão desenvolver melhor os músculos do pescoço e aprender a defender-se de forma mais eficaz das posições menos seguras.

7 – Usar chupeta parece ser benéfico.

Apesar de não se saber muito bem a causa, parece que o uso de chupeta é protector para o Síndrome de Morte Súbita do lactente. Assim, deve tentar que o bebé se adapte à chupeta (exceto nos primeiros dias de vida, para não interferir com a amamentação), porque pode ser benéfico. No entanto, há bebés que não gostam da chupeta, pelo que se for esse o caso também não deve forçar a situação.

Hugo Rodrigues é pediatra no hospital de Viana do Castelo e docente na Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto e na Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho. Pai (muito) orgulhoso de 2 filhos.

 

 

 

Crianças mais pobres têm acesso a 40% do rendimento de uma “criança média”

Abril 14, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 14 de abril de 2016.

descarregar o relatório citado na notícia em baixo:

Fairness for Children: A league table of inequality in child well-being in rich countries

mais informações no site da Unicef Portugal

Report Card 13 – Equidade para as crianças

 

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Andreia Sanches

Nenhum país consegue proporcionar “o mesmo começo de vida a todas as crianças”, diz a Unicef. Mas há uns mais desiguais do que outros. No ranking geral das desigualdades, Portugal fica a meio da tabela. O pior é quando se analisam os rendimentos.

Até que ponto as crianças dos países desenvolvidos, sobretudo as que se encontram numa situação mais desfavorecida, “estão a ficar para trás”? É a esta pergunta que um novo relatório da Unicef, que será divulgado nesta quinta-feira, procura dar resposta. Chama-se Equidade para as crianças: uma tabela classificativa das desigualdades no bem-estar das crianças nos países ricos. No ranking geral, que ordena os Estados dos que registam menores disparidades para os que apresentam mais desigualdade, Portugal está em 19.º lugar. Uma posição abaixo dos EUA e uma acima da Islândia.

São analisadas quatro áreas: rendimento disponível nas famílias; desempenho escolar; problemas de saúde percepcionados pelos jovens; e satisfação com a vida.

Portugal destaca-se pela positiva quando estão em causa as disparidades em termos de saúde percepcionada pelas crianças. É 7.º no ranking. Já quando se analisa a dimensão “desigualdade de rendimentos”, tudo se complica. Dados: na Noruega, o rendimento de uma criança de uma família pobre é 37% inferior ao de uma “criança média”; em Portugal, é 60,17% inferior. Somos o 33.º mais desigual em 41 para os quais há dados disponíveis sobre rendimentos das famílias com crianças. A Noruega é o menos desigual nesta dimensão.

“Em 19 dos países analisados, as crianças mais pobres dispõem de menos de metade dos rendimentos da criança média dos seus países”, explica a Unicef, numa síntese dos dados. “Em Espanha, na Grécia, Itália e Portugal, bem como em Israel, no Japão e México, a diferença de rendimentos entre as crianças mais pobres e as do meio da distribuição é superior a 60%. Isto significa que as mais pobres dispõem de menos de 40% dos rendimentos da média.”

A metodologia usada pelo Centro de Investigação — Innocenti, da Unicef, pode resumir-se deste modo: em cada uma das quatro áreas, e em cada país, foi analisada a dimensão do fosso que separa uma criança que se encontre na base da tabela — ou seja, no grupo das que estão em pior posição — de uma “criança média” desse país.

Participam 41 países da União Europeia e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). A Dinamarca está no topo do ranking geral, que congrega as quatro dimensões. Não é que proporcione exactamente “o mesmo começo de vida” a todas as crianças. Isso, na verdade, não acontece em nenhum dos estados, nota a Unicef. Mas na Dinamarca as diferenças entre crianças mais desfavorecidas e os seus pares são menores.

Rendimento: desigualdade aumenta

A Unicef começou por ter em conta o rendimento dos agregados com filhos — descontados impostos, incluídas prestações sociais e ponderado o tamanho e composição do agregado. Os dados sobre rendimento e condições de vida da União Europeia, de 2013, constituem uma das fontes. Em cada país, a mediana do rendimento foi comparada com o rendimento do agregado de uma criança que pertença ao grupo das famílias mais pobres — as 10% mais pobres do país.

A tendência geral é esta: “As disparidades de rendimento aumentaram na maioria dos países ricos desde a crise económica. Esta tendência é particularmente gritante nos países do sul da Europa, onde os rendimentos das crianças mais pobres caíram mais relativamente à média, também esta em queda.”

Em Portugal, entre 2008 e 2013, as disparidades de rendimento aumentaram 5,4 pontos percentuais, “dado que o rendimento dos 10% de crianças na base da distribuição diminuiu mais rapidamente do que o da mediana”, prossegue a Unicef.

“Os maiores aumentos das desigualdades de rendimento — aumentos de pelo menos cinco pontos percentuais — ocorreram em quatro países do sul da Europa, Grécia, Espanha, Itália e Portugal, e em três países da Europa de Leste, Eslovénia, Eslováquia e Hungria.”

Portugal é também dos países onde as transferências sociais — subsídios, abonos, etc. — menos atenuam a desigualdade de distribuição de rendimentos. O Reino Unido, a Irlanda e a Bélgica são aqueles onde o Estado tem um papel mais relevante na redução do fosso entre crianças.

Em 2013, a taxa de pobreza infantil em Portugal era de 17,4% (há 11 países com taxas maiores). E perto de três quartos das crianças que viviam em agregados familiares pobres encontravam-se em situação de privação material (não tinham capacidade para dispor de bens considerados essenciais, como aquecimento em casa ou uma refeição com o nível adequado de proteínas a cada dois dias, recorda ainda a Unicef, na síntese que reúne os dados para o país).

A Unicef nota ainda que dois dos países mais ricos do mundo, o Japão e os EUA, aparecem, como Portugal, no último terço da tabela das desigualdades no que diz respeito aos rendimentos a que as crianças têm acesso.

Educação: países-modelo pioram

Na tabela que mede as disparidades na educação — outra das quatro áreas analisadas —, Portugal aparece em 19.º em 37 países para os quais há dados. A análise é feita com base nas conclusões do PISA 2012, um estudo internacional que avaliou as competências dos alunos de 15 anos em três áreas-chave: Matemática, Leitura e Ciências. Em cada país compara-se o desempenho dos alunos com piores resultados com a média.

O Chile e Roménia aparecem como sendo os que apresentam menor disparidade entre alunos, “mas pelos piores motivos — porque a situação é má para todos”, explica Margarida Gaspar de Matos, investigadora da Universidade Técnica de Lisboa, que participou na elaboração do estudo da Unicef.

Naqueles dois países, tal como acontece na Bulgária e no México, “perto de um quarto dos alunos de 15 anos não dispõem das aptidões e competências necessárias para resolver exercícios básicos de leitura, matemática e ciências”, o que é considerado pela Unicef “um número particularmente alarmante”. Em Portugal, são 12,6%, um valor que representa uma melhoria, face a 2006.

No que diz respeito às competências de leitura, especificamente, há mais boas notícias para Portugal: “As disparidades entre as crianças com resultados médios e os 10% que se encontravam na base da distribuição diminuíram 9,3 pontos, dado que estas melhoraram as suas notas mais do que os seus pares.”

Apesar das boas notícias, os alunos portugueses “provenientes de famílias com um estatuto socioeconómico mais baixo tinham 12% mais probabilidade de não atingir os níveis mínimos de competências nas três áreas do que os seus pares de meios mais privilegiados”.

De resto, na generalidade dos países, as desigualdades no que diz respeito ao desempenho escolar diminuíram. Mas não na Finlândia e a Suécia, “anteriormente considerados como exemplos de sucesso e de equidade em matéria de educação. Em ambos verificou-se um aumento das desigualdades e dos níveis de insucesso.

“Uma sociedade não pode ser equitativa se a algumas crianças for negado um bom começo de vida”, alerta a Unicef que pede aos governos que “considerem como prioritário” proteger os rendimentos dos agregados familiares das crianças mais pobres, promover o sucesso escolar das crianças mais desfavorecidas e “apoiar estilos de vida saudáveis”. Em Portugal, o relatório é apresentado nesta quinta-feira à tarde no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

Saúde: meninos e meninas muito diferentes

Quantas vezes nos últimos meses sentiste sintomas físicos como dor de cabeça, ou de estômago; quantas te sentiste nervoso, ou irritado? Foram perguntas deste tipo que se fizeram em 2014 aos adolescentes de 11, 13 e 15 anos de dezenas de países, no âmbito do Health Behaviour in School-aged Children, da Organização Mundial da Saúde, cujos resultados finais foram divulgados no mês passado. E a Unicef foi buscar também esse estudo para a sua análise sobre desigualdades.

“Nenhum país conseguiu progressos claros na redução das disparidades no que toca a problemas de saúde sinalizados pelas crianças”, conclui. Pelo contrário, as desigualdades acentuaram-se na maioria dos Estados, incluindo Portugal, “verificando-se mesmo aumentos consideráveis na Irlanda, em Malta, na Polónia e na Eslovénia”.

Ainda assim, Portugal ocupa, como se viu, uma boa posição neste ranking: é o 7.º em 35 países com menos disparidades no que toca a problemas de saúde sinalizados pelas crianças. Já no que diz respeito à alimentação saudável (consumo de fruta e vegetais), é apontado como o país onde as desigualdades mais aumentaram (6,6 pontos percentuais entre 2002 e 2014).

Sobre este aspecto, Margarida Matos lembra que “o consumo de fruta desceu muito a nível nacional, embora continue razoável em termos europeus”, e que Portugal foi “penalizado” na avaliação da Unicef porque “foi o país onde o consumo de fruta desceu mais entre 2010 e 2015 — mas a verdade é que era o maior consumidor em 2010”.

O estudo da OMS também pediu aos jovens que classificassem a sua “satisfação com a vida”, numa escala de zero a 10. E, uma vez mais, a Unicef compara a “criança média” com as crianças menos satisfeitas. Resultado: “Nos países ricos, o nível de satisfação com a vida atribuído pela criança média é de 8.” Mas “na grande maioria dos países, mais de uma em cada 20 crianças classifica a sua satisfação com a vida num nível 4 ou menos”. Em Portugal, a percentagem é 6%.

O países onde o fosso entre a média e as menos satisfeitas é menor é a Holanda. Portugal ocupa o 18.º lugar neste ranking da satisfação com a vida, em 35 países.

A Unicef sublinha que há um outro tipo de desigualdade preocupante: a de género, que é “generalizada e persistente”. Em todos os países, “as raparigas têm uma probabilidade significativamente mais elevada de ficar para trás relativamente à saúde”. Em dez, as disparidades de género aumentaram.

“Por outro lado, as raparigas dão conta de um nível de satisfação com a vida inferior ao dos rapazes, especialmente na faixa etária dos 15 anos.” Margarida Matos diz que vários estudos têm alertado para este tema e não tem dúvidas: “A iniquidade de género merece uma reflexão séria.”

 

 

 

 

 

Jogos digitais são cada vez mais usados nas escolas

Abril 14, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 11 de abril de 2016.

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Pedro Sousa Tavares

Se o mundo em que as crianças crescem é digital, o ensino caminha para lá. Só neste ano, o governo lançou iniciativa, combinando programação e jogos, para 27 mil alunos

Na gíria são conhecidos como “jogos sérios”. E o nome diz quase tudo: são aplicações informáticas, desenvolvidas com base na mesmas tecnologias e princípios utilizados nos videojogos, mas em que o entretenimento não é o objetivo e sim um meio para um fim: ensinar. Aos poucos, estes jogos educativos vão fazendo o seu percurso nas escolas portuguesas, e já há programas que abrangem dezenas de milhares de crianças.

“A utilização de jogos digitais na promoção das aprendizagens, apesar de não estar generalizada, já é utilizada em muitas escolas portuguesas”, confirma ao DN o Ministério da Educação, que dá vários exemplos da aplicação prática deste conceito.

A iniciativa Programação no 1.º Ciclo do Ensino Básico, da responsabilidade da Direção-Geral da Educação (DGE) e que se encontra em funcionamento desde o início do presente ano letivo”, é uma das mais relevantes. Quanto mais não seja pela dimensão, “abrangendo mais de 700 professores e de 27 000 alunos dos 3.º e 4.º anos de escolaridade e obedecendo também a uma lógica de jogo (o Scratch e o Kodu, por exemplo)”.

Mas há outros casos de sucesso. “O Minecraft EDU é outras das aplicações com relatos de utilização bem-sucedida em Portugal neste contexto da utilização de jogos para a aprendizagem”, ilustra o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues, referindo-se ao clássico de construção virtual, por blocos, cujas aplicações educativas permitem desde estudar as pirâmides de Gizé a obter alguns princípios de engenharia eletrotécnica.

Outro caso de sucesso, introduzido nas escolas em 2011 e ainda disponível, é o PING (Poverty Is Not a Game, ou “A Pobreza não É Um Jogo”), aplicação desenvolvida por diversas fundações europeias, incluindo a Gulbenkian, com o objetivo de chamar a atenção para as questões da pobreza e exclusão.

O ministério destaca ainda novos projetos nacionais, orientados para as chamadas áreas de ensino nucleares. Nomeadamente “as iniciativas da Universidade de Coimbra, que desenvolveu recentemente três jogos para serem utilizados em áreas do currículo (Matemática, Português e História) e que pela 3.ª vez organiza neste ano o Encontro de Jogos e Mobile Learning”.

Outro projeto internacional, que envolve cientistas portugueses e será também testado nas escolas nacionais a partir de 2017, é o BEACONING. Uma sigla que, em português, é traduzida para “derrubar barreiras educativas através de uma aprendizagem contextualizada, pervasiva e com base em jogos”. Conta com 5,9 milhões de euros de investimento, envolvendo vários países e milhares de alunos.

As escolas tecnológicas

Os jogos são apenas o primeiro passo. Há escolas que já estão na etapa seguinte, aproveitando o conforto dos alunos com as novas tecnologias – e não apenas para jogar – para fazer destas a ferramenta básica do ensino. São as já chamadas “escolas do futuro”, embora Rui Lima, coordenador pedagógico do Colégio Monte Flor, de Carnaxide, “prefira o termo “escolas do presente”, porque estamos a trabalhar para os alunos de agora. O que procuramos é articular o ensino dos alunos com o mundo que os rodeia”, explicou recentemente ao DN, numa apresentação na Futurália. “E as novas tecnologias são um dos aspetos desse mundo.”

 

mais informações no link:

http://www.erte.dge.mec.pt/iniciacao-programacao-no-1o-ciclo-do-ensino-basico

 

“Jogos d’antigamente” Venha jogar no Museu da Nazaré (Dr. Joaquim Manso) no Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 18 de abril

Abril 14, 2016 às 10:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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nazaremais informações:

http://mdjm-nazare.blogspot.pt/

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2016 – Consulte o Programa Geral

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/agenda/atividades-diversas/comemoracoes-do-dia-internacional-de-monumentos-e-sitios-2016/

Festival IndieJúnior – 20 de abril a 1 de maio

Abril 14, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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indie

mais informações:

http://indielisboa.com/festival-indiejunior/

 

 


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