Salão Ser Mamã 2016

Abril 12, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Abril 12, 2016 às 2:06 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Top 10 illustrated children’s novels that open the door for reluctant readers

Abril 12, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Texto do http://www.theguardian.com de 31 de março de 2016.

Emily Gravett

From Flat Stanley to Lemony Snicket, Phil Earle picks the books that tell stories through words AND pictures

Phil Earle will be appearing at the amazing Just So festival in August: see a preview of the festival

Illustrated books and graphic novels were my way in.

Without them, I’d never have read a thing, never written a word.

They took away the fear and opened my eyes to the adventures that were out there, waiting.

Now I talk about reading in schools every week, and still occasionally meet head teachers who ban their students from reading anything illustrated during their library lessons, as it doesn’t constitute “proper reading”.

It makes me want to scream, to see the door slammed in the faces of those who approach books reluctantly. Because from my experience, once that door is closed on you, it’s bloomin’ hard to push it open again.

So here, based on my limited reading experiences, are 10 illustrated books that mean a lot to me.

Ten illustrated books, that will blow the hinges clean off the door and let readers walk back in.

  1. Flat Stanley by Jeff Brown and illustrated originally by Tomi Ungerer

The only way to begin a list of top illustrated books. This book is many kinds of excellent. The only book where a boy, squashed flat by his brother’s noticeboard, is folded inside an envelope with a sandwich and a carton of juice, and posted on holiday to America.

The PERFECT marriage of words and pictures.

  1. Batman – A Death in The Family by Jim Starlin, Marv Wolfman and George Perez

I owe a great deal to the Caped Crusader, and I read this dozens of times as a teen. It sets itself up as your classic Batman v Joker smackdown, but in the middle, manages to kill off one of the most famous characters in the DC universe. Anything I learnt about loss and grief, I learnt from this book.

  1. The Donut Diaries by Anthony McGowan and illustrated by David Tazzyman

Jeff Kinney motivated millions of young people around the world to read and that’s a magnificent thing. But for me, the overweight hero of The Donut Diaries, Dermot Mulligan, runs (jam) rings around Greg Heffley.

There are three volumes in this ridiculous, hilarious series, each one brought to life by the scratchy pen of David Tazzyman. Look out for the evil Dr Morlock, who meticulously and fearlessly examines Dermot’s poos.

  1. The Spiderwick Chronicles by Tony Diterlizzi and Holly Black

One of the most imaginative and gripping fantasy series out there.

Tony Diterlizzi is a genius. The detail in his illustrations blow me away every time I read them. The dastardly Mulgarath is a favourite. (See also his Wondla Trilogy for older readers).

  1. The Imaginary by AF Harrold and illustrated by Emily Gravett

What happens to imaginary friends once a child grows too old for them? This is the starting point for one of my favourite books. Packed full of heart, but also deeply disturbing and eccentric, it’s a wonderful collaboration. I’m not sure words and pictures have ever fitted together quite so seamlessly.

  1. Tamsin and the Deep By Neill Cameron and Kate Brown

When Tamsin, a young bodyboarder, is sucked under the sea by a massive wave, she manages to enrage the sea gods by accidentally stealing a magic staff. As close to the perfect graphic novel as you can get. I’d have killed for this aged 10. How you tell such an incredible story with so few words is beyond me.

  1. The Savage by David Almond and Dave McKean

David Almond is a genius. I believe this has been verified by scientists (and readers) all over the world.

He’s also an artist. When I read his novels it’s like they’ve been carved out of stone.

One of my favourites is The Savage, his collaboration with McKean, whose unsettling and unapologetically scary illustrations make David’s words sing even louder. A short book, but packed with power.

  1. Zom-B by Darren Shan and illustrated by Warren Pleece

Darren Shan is the master of horror and it’s a genre that interested me as a teenager. Although brilliant, I struggled with the length of books by Stephen King and James Herbert. I wish Darren had been writing then, especially his Zom-B books, which is far more than just a genre series.

The way he plays with gender and racism is incredibly skillful, and Warren Pleece’s’s illustrations give the book an added, graphic novel feel.

  1. Good Dog, Bad Dog by Dave Shelton

It makes me feel a bit ill that there are people as talented as Dave, able to tell such brilliant stories through words AND pictures. I’m a sucker for a crime novel these days, and this comic book is the PERFECT introduction.

Funny, silly, but with a plot to die for, this book has some of the greatest puns ever put on the page. Please do seek it out.

  1. The Bad Beginning by Lemony Snicket and illustrated by Brett Helquist

Never has a book about misery, despair and unhappiness made a grown man jump for joy as much as this. What I loved about volume I, was the way it ignored every rule there was.

AND it was visually delicious.

Helquist’s illustrations truly looked like they’d been found in an aged secret journal. Never has a book about death been filled with more life.

 

Assédio escolar: falar para evitar que ele mate -Suiça

Abril 12, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do site  http://www.swissinfo.ch/por de 30 de março de 2016.

imago Bildbyran

Por Katy Romy

A escola se transforma em tortura para 5 a 10% dos alunos na Suíça. Vítimas de assédio escolar, muitas crianças sofrem frequentemente em silêncio e devem viver com sequelas por muito tempo. Os especialistas aconselham a intensificar a prevenção no meio escolar. 

“Você não tem nada a fazer aqui. Você toma espaço demais. Cala a boca”. As palavras chocam pela violência. No entanto, elas fazem parte do cotidiano de Loane Gosteli. Insultas, gozações e ameaças transformaram seu percurso escolar em verdadeiro inferno, em um vilarejo do cantão do Jura (oeste).

“Durante nove anos, fui à escolar com um frio na barriga, andando o mais lentamente possível. Aconteceu até de simular uma doença para evitar de ir à escola”, testemunha a jovem, atualmente com 20 anos de idade. Quando ela ganhou um telefone celular, o assédio tornou-se constante através de mensagens ou internet.

“Relação perdedor-perdedor”

Os especialistas falam do assédio como uma relação triangular na qual cada um assume um papel, às vezes sem poder sair. “As vítimas frequentemente acabam por habitar a condição de vítima, por exemplo derrubando muros ou vestindo roupas largas, o que permite que o assédio se instale a longo prazo”, explica Zoé Moddy, que participou de um estudo sobre o assédio entre pares nas escolas do cantão do Valais.

Se o sofrimento das vítimas pode ser fatal, os autores de assédio também sofrem. “Sempre é uma relação perdedor-perdedor”, explica a pesquisadora. Várias pesquisas demonstraram que existe uma ligação entre assédio e evolução da delinquência criminal da idade adulta. Uma delas indica que 36% dos assediadores entre 13 e 16 anos tornaram-se delinquentes entre 16 e 24 anos.”

Quando têm pouca empatia, “os assediadores se integram e se desenvolver mal socialmente. Eles são temidos pelo grupo e suas amizades são unicamente baseadas na lei do mais forte”, comenta Zoé Moody.

Quanto às testemunhas, elas também são confinadas em um papel passivo, paralisadas pelo medo de intervir: 87% das pessoas são confrontadas a casos de assédio durante a escolaridade, segundo a especialista.

Um ganho de peso depois do divórcio dos pais quando tinha seis anos marcou o início do calvário da menina. Ela entra, então, em um círculo vicioso. “Quando mais os alunos gozavam de mim, mais eu engordava e quanto mais eu engordava, mais eles gozavam de mim”. Na classe, os alunos me atiravam objetos, lápis, bolas de papel. Quando eu falava, toda a classe ria.

As consequências não tardaram: notas baixas, perda de autoestima. “Nos três últimos anos eu não fazia mais nada. Não escutava a professora e passava o tempo desenhando para me evadir”, recorda Loane Gosteli.

A única esperança era terminar a escola e começar uma aprendizagem profissional de confeiteira para poder, enfim, não ser mais assediada. Esperança frustrada porque seus colegas fazem gozações de seu excesso de peso. “Eles me diziam que eu tinha escolhido esse ofício era para poder comer mais”, lembra-se. Ela não suportou essa situação, para sua aprendizagem e tentou até se suicidar.

Foi graças a uma terapia em instituição que conseguiu melhorar. Hoje faz um curso profissionalizante de cabelereira e até já consegue falar do assédio. É um passo importante que permite vislumbrar o futuro, mesmo se seus demônios não desapareceram por completo. “Tudo ocorre bem no salão, mas às vezes ainda sou assediada durante as aulas.”

Não calar

Juntamente com Charlène Kobel, uma outra ex-vítima, Loane Gosteli criou o site internet “Brisons le silence” (Quebrando o silêncio), que permite às vítimas e seus pais de publicar testemunhos. Convictas de que é preciso falar para combater o assédio, as duas jovens também pretendem sensibilizar alunos e mestres nas escolas ao contar suas histórias.

Charlène Kobel, que hoje tem 25 anos, sofreu gozações durante toda a escolaridade. “Eu era um alvo fácil porque era sensível e chorava facilmente, às vezes sem razão”. Era impossível para ela de verbalizar sua experiência. Ela não contava para os pais nem para o irmão ou a irmã. Ela tinha medo que eles quisessem ajuda-la e piorar a situação, provocando represálias.

Resultado: a jovem se isola, se fecha no escuro para escrever textos sombrios nos quais sempre morre um personagem. Ela encontra finalmente um meio de exteriorizar seu mal-estar na escrita, redigindo um conto intitulado “Quebrada”, que trata do tema do assédio escolar.

A cada classe sua vítima

Essas histórias não são casos isolados. Na Suíça, o assédio escolar atingiria 5 a 10% dos alunos, conforme um estudo feito no cantão do Vale (sudoeste). “É um pouco abaixo da média internacional que se situa entre 5 e 15%, mas pode-se dizer que quase um ano por classe é atingido”, afirma Zoé Moody, pesquisadora no Centro de Estudos em Direito da Criança, na Universidade de Genebra.

Se não existe um perfil típico de vítima, Zoé Moody explica que todo traço particular de uma criança pode ser um fator de risco, por exemplo seu peso, sua origem étnica, sua orientação sexual ou sua inteligência. A engrenagem pode ter consequências dramáticas que se manifestam a longo prazo. A especialista cita principalmente o isolamento, o absenteísmo escolar, o abandono escolar, atos de automutilação, depressão, tentativa de suicídio ou mesmo suicídio.

Falar parece às vezes ser suficiente para romper o círculo vicioso do assédio. A importância de ousar denunciar pode ser aprendida na própria escola.

Melhor prevenir que curar

Agir antes para evitar que o círculo vicioso do assédio escolar se instale, é a solução preconizada por Zoé Moody. “É preciso fazer a prevenção junto às crianças, pais e todo o pessoal escolar, mas também formar os professores”. Ele acrescenta que os cantões de Vaud e Genebra (oeste) começam a aplicar programas sistemáticos. Em outras regiões suíças, iniciativas individuais são mais frequentes.

Adaptação: Claudinê Gonçalves , swissinfo.ch

visualizar vídeo da reportagem no link.

http://www.swissinfo.ch/por/a-escola–esse-inferno_ass%C3%A9dio-escolar–falar-para-evitar-que-ele-mate/42045996

 

 


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