40 nuevos y divertidos juegos tradicionales para el patio del cole

Março 23, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Al hablar de juegos tradicionales nos referimos a aquellos juegos que, desde muchísimo tiempo atrás siguen perdurando, pasando de generación en generación, siendo transmitidos de abuelos a padres y de padres a hijos y así sucesivamente, sufriendo quizás algunos cambios, pero manteniendo su esencia. Son juegos que no están escritos en ningún libro especial ni se pueden comprar en ninguna juguetería (quizás solo algunos elementos).

Son juegos que aparecen en diferentes momentos o épocas del año, que desaparecen por un período y vuelven a surgir. “La modalidad denominada juego tradicional infantil, denominada así por el folklore, incorpora la mentalidad popular, expresándose sobre todo por medio de la oralidad. Considerando parte de la cultura popular, el juego tradicional guarda la producción espiritual de un pueblo en cierto período histórico.

Esa cultura no es oficial, se desarrolla especialmente de modo oral, no queda cristalizada. Está siempre en transformación, incorporando creaciones anónimas de generaciones que se van sucediendo” ¿Juegos en peligro de extinción? Son diferentes las razones por las cuales vale la pena mantener vivos estos juegos. A través de los mismos podemos transmitir a los niños características, valores, formas de vida, tradiciones… Podemos estudiar y mostrar las diferentes variantes que tiene un mismo juego según la cultura y la región en la que se juega. Las posibilidades que brindan los juegos tr juegos tradicionales juegos tradicionales son múltiples. adicionales En primer lugar el juego tradicional, transmite el valor por lo inmaterial, por el placer natural de jugar, la educación no consumista. ¡Podemos jugar sin nada o con cuatro cosas sencillas! A tiempos en que está de moda la ingeniería y la industria del entretenimiento, nosotros contraponemos la alternativa del renacimiento del juego popular y tradicional.

Un juego en el que los niños están en contacto directo, se comunican, se socializar, se hablan… En el orden práctico, por otro lado, muchos de estos juegos son cortos en su duración –si bien son repetitivos, en cuanto que cuando termina una vuelta o ronda se vuelve a comenzar inmediatamente. Además son sencillos de organizar y controlar. Teniendo en cuenta que son juegos que tienen su origen en tiempos muy remotos, esto “asegura” de alguna manera que encontraremos los mismos en todas las generaciones y culturas. De esta forma, estamos frente a una vía de acceso a la cultura local y regional y aún de otros lugares, si nos interesase, a través de la cual se podrán conocer aspectos importantes para comprender la vida, costumbres, hábitos y otras características de una localidad, comarca, provincia, región…

 

imageneseducativas.com

 

Descarregue AQUI o livro de forma gratuita.

Workshop da APAV: “O abuso sexual e outras formas de abuso”

Março 23, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No dia 29 de Abril de 2016, das 10h00 às 17h00 horas, a Formação APAV irá promover o Workshop “O Abuso Sexual e Outras Formas de Abuso”.

Este Workshop é dirigido a Estudantes do Ensino Superior, Profissionais das áreas das Ciências Socais e Humanas, Técnicos de Apoio à Vítima e outros profissionais que lidam direta ou indiretamente com vítimas de crime. Tem como objetivo que os formandos sejam capazes de reconhecer, de forma correta, o que é o abuso sexual e identificar estratégias de prevenção e de intervenção eficazes no apoio a vítimas de abuso sexual.

O Workshop apresenta a seguinte estrutura programática:

  • O que é o abuso sexual?
  • Prevalência do abuso
  • Estratégias dos agressores
  • O Contexto e reações das vítimas
  • Consequências do abuso
  • Prevenção
  • A deteção
  • A queixa
  • Ajuda às vítimas

O Workshop terá como formador o Professor Félix López, Catedrático de Psicologia da Sexualidade na Universidade de Salamanca, Doutor Honoris Causa pela Universidade Nacional Mayor de San Marcos de Lima e autor diversos livros. Este Workshop tem por base o seu livro “Abusos sexuales a menores y otras formas de maltrato sexual”, editado em 2014 pela Editorial Síntesis (Madrid). O Workshop irá decorrer nas instalações do Centro de Formação da APAV | Serviços Centrais de Sede, Lisboa.

As inscrições encontram-se abertas até ao dia 19 de Abril de 2016 (até às 17h30), limitada ao número de 22 formand@s, sendo o investimento de 90€.

Faça já a sua inscrição para: formacao@apav.pt

 

APAV

Conferência 2016: Dia Mundial da Consciencialização do Autismo

Março 23, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As vagas são limitadas e com inscrição até 29 de Março

mais informações:

https://www.facebook.com/events/1129634337070433/

http://www.fundacaoama.pt/area-empresarial/formacao/conferencia

Tribunais estão a mandar repor Subsídio de Educação Especial

Março 23, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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“Os senhores são neste momento os culpados pelos retrocessos do meu filho”, acusa a mãe de uma das crianças com deficiência que deixou de ter apoios especializados, numa carta aberta dirigida ao actual Governo.

Existem pelo menos já 15 sentenças de tribunais administrativos e fiscais a condenar o indeferimento do pagamento do Subsídio de Educação Especial (SEE), cuja atribuição foi restringida a partir de 2013/2014, na sequência de um protocolo celebrado entre o Instituto de Segurança Social (ISS) e a Direcção-Geral de Estabelecimentos Escolares. A informação foi adiantado ao PÚBLICO por um dos responsáveis da Associação Nacional de Empresas de Apoio Especializado (ANEAE), José Martins, segundo o qual existirão ainda centenas de processos a decorrer a propósito desta prestação familiar, que ronda os três mil euros anuais.

A ANEAE representa clínicas e centros terapêuticos privados e algumas instituições particulares de solidariedade social. As primeiras sentenças a favor da anulação das decisões de indeferimento do pagamento de subsídio pelo ISS foram conhecidas em finais de Fevereiro. Segundo José Martins, os tribunais que se pronunciaram a favor fizeram-no por considerarem que, por lei, a sinalização das deficiências por via de certificado médico é um imperativo que deixou de ser cumprido depois da assinatura daquele protocolo, que por essa razão, entre outras, violará o diploma de 1981 que regulamenta o pagamento daqueles subsídios.

O Subsídio de Educação Especial destina-se, de acordo com a lei, a crianças e jovens até aos 24 anos “que possuam comprovada redução permanente da capacidade física, motora, orgânica, sensorial ou intelectual” e que precisem de frequentar estabelecimentos de ensino especial, ou de beneficiar de apoios especializados que não são facultados nas escolas onde estão inseridos.

A partir do protocolo de 2013, a proposta de atribuição do SEE a crianças com deficiência passou a ser feita sobretudo pelas escolas no âmbito da sinalização dos alunos com Necessidades Educativas Especiais, um procedimento que é contestado pelo Bloco de Esquerda (BE) num novo projecto de resolução que apresentou no Parlamento em Fevereiro.

“É inaceitável a forma como o anterior Governo se recusou a distinguir entre uma criança e jovem que precisa de apoio em educação especial de uma criança e jovem que precisa de apoio terapêutico individualizado nas valências de psicologia, terapia da fala, terapia ocupacional e psicomotricidade”, acusa o BE no projecto onde se recomenda ao Governo a “revogação imediata” do protocolo de 2013, cujo debate não foi ainda agendado.

Segundo as estatísticas constantes no portal da Segurança Social, o número de beneficiários do SEE caiu de 14.571 em 2010 para 9146 em 2014.Numa carta aberta dirigida recentemente aos ministros da Segurança Social e da Educação, a que o PÚBLICO teve acesso, a mãe de uma destas crianças conta que o pagamento da prestação foi indeferido logo no final do ano lectivo de 2013/2014, já depois de o seu filho, agora com 9 anos, ter sido avaliado de novo por uma junta médica, que “comprovou a necessidade de manter os apoios” que vinha recebendo nos últimos dois anos para que continuasse a ser acompanhado por um psicólogo e um terapeuta da fala.

“Durante esse tempo todo o meu filho teve uma evolução enorme” para depois ser “abandonado pelo Estado”, afirma esta mãe, que pediu o anonimato de modo a defender a “privacidade” do filho. Ela arriscou contrair uma dívida para garantir que o filho continuasse a ter os apoios necessários, na esperança de que a situação de indeferimento fosse ultrapassada e a lei “cumprida”.

Como tal não aconteceu até agora, foi obrigada, por falta de recursos, a desistir dos apoios especializados. “Chorei muito por saber que o meu filho estava a ser castigado pelos crimes que os governantes cometiam, mas também de revolta por saber que outras crianças, em outras escolas, com os mesmo diagnósticos, tinham direito a esse apoio, enquanto milhares ficaram de fora, não porque não precisavam, mas porque alguém num gabinete sem formação clínica, assinava um indeferimento”, descreve, para frisar de seguida, dirigindo-se ao Governo actual: “A partir do momento em que os senhores ocuparam esses cargos a responsabilidade política é vossa. Os senhores são neste momento os culpados pelos retrocessos do meu filho e de milhares de outras crianças que perderam os apoios”, um cenário que o BE, no seu projecto der resolução, descreve como “consubstanciando uma situação de catástrofe de saúde pública e de calamidade social”.

José Martins, da ANEAE, di-lo de outro modo: “Passados dois anos já não é possível repor a vida destas crianças, apenas remediar”. Em resposta ao PÚBLICO, o Ministério da Educação, que não se pronunciou sobre as sentenças dos tribunais, limitou-se a indicar, através do seu gabinete de comunicação, que “ está a convocar os diferentes interlocutores relevantes para a construção de uma política sectorial sobre este tema para resolver de forma articulada e consequente as lacunas que ele apresenta”.

 

Clara Viana, para o Público, em 9 de março de 2016


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