”O amor antes do mundo”, primeiro livro de um Papa às crianças

Março 9, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://br.radiovaticana.va de 24 de fevereiro de 2016.

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Cidade do Vaticano (RV) – O que Deus fazia antes de criar o mundo? O que acontece com nossos familiares depois da morte? Qual é a escolha mais difícil que o Papa teve que fazer na sua missão?”. Estas são algumas das perguntas respondidas pelo Papa Francisco no livro ”O amor antes do mundo”, nas livrarias italianas a partir de 25 de fevereiro. O livro – com as respostas às 31 cartas escritas por crianças de todo o mundo – foi inspirado e desejado pela “Loyola Press”, a Editora da Companhia de Jesus nos Estados Unidos, e realizado graças à interferência do Padre Spadaro SJ, que levou até o Papa as perguntas das crianças e recolheu as respostas. “É bonito responder às perguntas das crianças, mas gostaria de tê-las aqui comigo, todas! Seria belíssimo. Mas sei também que este livro de respostas chegará às mãos de tantas crianças em todo o mundo e fico feliz por isto”, escreveu Francisco

Sobre a importância desta pequena obra, a Rádio Vaticano entrevistou o Diretor editorial da “Loyola Press”, Padre jesuíta Paul Campbell, Diretor editorial da “Loyola Press”:

“Um grupo de nossos editores estava participando de um encontro e uma das ideias foi: “Não seria maravilhoso se o Santo Padre, o Papa Francisco, escrevesse um livro para as crianças? Sim, seria um ideia maravilhosa, mas como se poderia chegar até o Santo Padre para propor a ele esta ideia?”. Bem, aconteceu. Eu conheço, de fato, o Padre Antonio Spadaro, o Diretor da “Civiltà Cattolica”. E Antônio Spadaro, depois de ter falado com o Papa, nos disse: “O Santo Padre amaria escrever o livro e quer saber quando poderá ter as cartas das crianças”. Assim, nós logo começamos o trabalho de recolher as cartas das crianças de todo o mundo. Tínhamos necessidade e queríamos crianças de todo o mundo, quer cristãs ou não”.

RV: O Papa Francisco disse uma vez que as perguntas mais difíceis que lhe haviam sido feitas foram por parte de crianças. É muito interessante esta perspectiva….

“Um dos aspectos que descreve este livro é que “as crianças pequenas tem grandes perguntas”. Ryan do Canadá, não-cristão, pergunta: “O que fazia Deus antes de criar o mundo?”, que é uma pergunta realmente profunda. Luca da Austrália: “A minha mãe morreu, crescerão nela asas de anjos?”. O Santo Padre disse: “As perguntas das crianças levam-nos  a grandes questionamentos”. Portanto, sim, são perguntas feitas por crianças pequenas, mas são muito, muito profundas. E o Santo Padre foi muito claro: é terrivelmente difícil responder a estas perguntas!”

RV: Como editor deste livro, na versão em inglês – cujo título é “Dear Pope Francis” – quais são as expectativas, pensando nos leitores adultos e crianças deste livro?

“Esta é a primeira vez que um Papa escreveu um livro para crianças. Mas este não é somente um livro para crianças, porque as crianças fazem perguntas tão profundas. O Santo Padre responde não somente às crianças, mas aos seus pais, aos seus avós e a todos aqueles que as amam. A mensagem do Papa é uma mensagem toda de misericórdia, compaixão, esperança e amor. E no nosso mundo, hoje, cada pessoa tem necessidade de escutar uma mensagem de amor. E a minha esperança para o livro é que a mensagem do Papa alcance o maior número de pessoas possível”. (JE)

       mais informações no link:

http://www.loyolapress.com/dear-pope-francis-resources.htm

            

Nova iniciativa de vários países destinada a proteger milhões de raparigas do casamento na infância – UNICEF/FNUAP

Março 9, 2016 às 4:26 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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Um casamento é suposto ser uma ocasião de muita alegria, mas este é tudo menos um conto de fadas.
Cerca de 15 milhões de raparigas serão casadas enquanto crianças este ano – o seu direito à infância é-lhes roubado.
Este vídeo, produzido com a Bridal Musings, um dos blogues sobre casamentos mais lidos do mundo, tem como objetivo chamar a atenção para esta realidade brutal.

 

 

COMUNICADO DE IMPRENSA DA UNICEF
NOVA IORQUE, 8 de Março de 2016 – Uma nova iniciativa de vários países para acelerar o fim do casamento na infância vai ajudar a proteger os direitos de milhões de raparigas mais vulneráveis no mundo, afirmaram a UNICEF e o FNUAP no Dia Internacional da Mulher.
O Programa Global FNUAP-UNICEF para Acelerar o Fim ao Casamento na Infância (UNFPA-UNICEF Global Programme to Accelerate Action to End Child Marriage) anunciado hoje irá envolver famílias, comunidades, governos e jovens. Este programa insere-se num esforço global para evitar que milhões de raparigas casem demasiado cedo e para apoiar as que já casaram muito novas em 12 países de África, Ásia e Médio Oriente, onde as taxas de casamento na infância são elevadas.
“Escolher quando e com quem casar é uma das decisões mais importantes a vida de qualquer pessoa. O casamento na infância nega esta escolha a milhões de raparigas todos os anos,” disse o Dr. Babatunde Osotimehin, Director Executivo do FNUAP, Fundo das Nações Unidas para a População. “No âmbito deste programa global, vamos trabalhar com os governos de países com elevada prevalência de casamento precoce para fazer valer os direitos das raparigas adolescentes, a fim de que possam desenvolver todo o seu potencial e os países possam concretizar os seus objetivos de desenvolvimento socioeconómico.”
O novo programa centra-se em cinco estratégias que têm provado ser eficazes, nomeadamente aumentar o acesso das raparigas à educação, sensibilizar os pais e as comunidades sobre os perigos do casamento na infância, incrementar o apoio económico às famílias, e reforçar e aplicar leis que estabeleçam os 18 anos como a idade mínima para casar.
“O mundo despertou para os danos que o casamento na infância causa a cada uma destas raparigas, aos seus futuros filhos e às suas sociedades,” afirmou o Diretor Executivo da UNICEF, Anthony Lake. “Este novo programa vai ajudar a incentivar a ação para chegar às raparigas que correm maior risco – e ajudar outras jovens, raparigas e mulheres – a consciencializarem-se de que têm o direito de decidir sobre os seus próprios destinos. Este é um aspeto crucial no presente porque se as tendências atuais se mantiverem, o número de raparigas e mulheres que casam em criança será perto de mil milhões em 2030 – mil milhões de infâncias perdidas, mil milhões de futuros arruinados.”
O casamento precoce é uma violação dos direitos das raparigas e das mulheres. As raparigas que casam em criança têm mais probabilidades de não ir à escola, de sofrer de violência doméstica, contrair VIH/SIDA e morrer devido a complicações durante a gravidez e o parto. O casamento na infância também prejudica economias e alimenta a pobreza inter-geracional.

A comunidade internacional deu provas de um grande empenho para pôr fim ao casamento na infância ao incluir nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável uma meta específica sobre a sua eliminação, bem como de outras práticas nefastas. A UNICEF e o FNUAP apelam aos governos e organizações parceiras para que apoiem o novo Programa Global no sentido de ajudar a eliminar o casamento precoce até 2030.

Este Programa conta com o apoio do Canadá, da União Europeia, da Itália, da Holanda e do Reino Unido.

 

UNICEF Portugal

 

 

Manual para os ensinos Básico e Secundário : crianças e jovens expostas/os à violência doméstica

Março 9, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Descarregar o manual no link:

http://cid.cig.gov.pt/Nyron/Library/Catalog/winlibimg.aspx?skey=F92DF5FB85364209B9EB47F6AEC80B04&doc=96035&img=139608&save=true

O V Plano Nacional de Prevenção e Combate à Violência Doméstica e de Género 2014-2017 (V PNPCVDG) é um instrumento de política pública que se estrutura em cinco áreas estratégicas, sendo que o manual que ora se publica, Manual para os ensinos básico e secundário – crianças e jovens expostas/os à violência doméstica: conhecer e qualificar as respostas na comunidade, se enquadra na área estratégica I, relativa à prevenção, sensibilização e educação. A informação, a sensibilização e a educação são fundamentais para prevenir e combater a violência doméstica na sua raiz e em toda a dimensão, visando implementar estratégias conducentes a uma sociedade assente na igualdade e livre de discriminação e de violência. A medida 5, do referido Plano, estipula a elaboração e divulgação de guiões e outros materiais informativos e pedagógicos dirigidos à comunidade educativa, com o objetivo de a informar e orientar para a temática da violência doméstica e de género.

UNICEF lembra: “Refugiadas ou migrantes, as crianças são, acima de tudo, CRIANÇAS”.

Março 9, 2016 às 11:24 am | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criabnça | Deixe um comentário
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DECLARAÇÃO

GENEBRA, 8 de Março de 2016 – Tendo em vista as conclusões da Cimeira da União Europeia com a Turquia, a UNICEF reafirma que, na implementação das decisões que vierem a ser tomadas, o princípio humanitário de “do no harm” (“não prejudicar”, que significa evitar ou minimizar os efeitos negativos que os programas humanitários podem eventualmente causar) deve nortear as autoridades na Europa, nos Balcãs e na Turquia a cada passo no que diz respeito aos cuidados a prestar às crianças refugiadas e migrantes.
Embora os detalhes sobre o modo como este novo plano irá ser levado a cabo não sejam ainda claros, a UNICEF lembra aos estados as seguintes responsabilidades e obrigações:

  • Acima de tudo, os direitos das crianças a requerer proteção internacional devem ser garantidos.
  • As crianças não devem ser devolvidas se correrem risco de detenção, recrutamento forçado, tráfico ou exploração.
  • Proporcionar canais seguros e legais para as crianças que fogem da guerra e conflitos através de medidas adequadas, incluindo a reunificação familiar, a fim de que, especialmente as crianças não acompanhadas, não recorram a contrabandistas e traficantes em busca de segurança.

Neste momento, a situação nas fronteiras da Grécia e da antiga República Jugoslava da Macedónia é inaceitável para as crianças que são agora a maioria das pessoas em Idomeni no norte da Grécia.
As crianças já passaram por provações imensas – a fuga do conflito e a perigosa travessia. Terem de dormir ao relento, sem acesso a serviços básicos, na incerteza de poderem seguir caminho ou de serem obrigadas a voltar para trás é mais um duro golpe.
As crianças retidas correm maior risco de se tornarem presas fáceis dos passadores e traficantes e a protecção dos seus direitos deve ser uma prioridade.
A UNICEF está pronta para apoiar o Governo da Grécia a encontrar soluções imediatas para as crianças refugiadas e migrantes.

UNICEF Portugal

 

 

Para mais informação, é favor contactar:

– Vera Lança, UNICEF Portugal, Tel: +351 21 317 75 00, vlanca@unicef.pt

– Sarah Crowe, Porta-voz para a Crise de Refugiados e Migrantes, UNICEF Genebra, Tel: +41 079 543 8029, scrowe@unicef.org

Conferência Tráfico de Seres Humanos – Prevenção, Proteção e Punição – 14 março na Ordem dos Advogados (Lisboa)

Março 9, 2016 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Entrada livre sujeita à lotação da sala

mais informações:

http://www.otsh.mai.gov.pt/Noticias/Pages/Confer%C3%AAncia-Ordem-dos-Advogados.aspx

Manual para a educação de infância : crianças expostas à violência doméstica

Março 9, 2016 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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manual

descarregar o manual no link:

http://cid.cig.gov.pt/Nyron/Library/Catalog/winlibimg.aspx?skey=F92DF5FB85364209B9EB47F6AEC80B04&doc=96034&img=139607&save=true

O V Plano Nacional de Prevenção e Combate à Violência Doméstica e de Género 2014-2017 (V PNPCVDG) é um instrumento de política pública que se estrutura em cinco áreas estratégicas, sendo que o manual que ora se publica, Manual para a educação de infância – crianças expostas à violência doméstica: conhecer e qualificar as respostas na comunidade, se enquadra na área estratégica I, relativa à prevenção, sensibilização e educação. A informação, a sensibilização e a educação são fundamentais para prevenir e combater a violência doméstica na sua raiz e em toda a dimensão, visando implementar estratégias conducentes a uma sociedade assente na igualdade e livre de discriminação e de violência. A medida 5, do referido Plano, estipula a elaboração e divulgação de guiões e outros materiais informativos e pedagógicos dirigidos à comunidade educativa, com o objetivo de a informar e orientar para a temática da violência doméstica e de género.

 


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