Era uma vez – Hora do Conto na Livraria Leituria em Março

Março 2, 2016 às 9:02 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

leituria

mais informações:

https://www.facebook.com/leituria

Os adolescentes são inseguros, cansados e anti-sociais?

Março 2, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

texto do http://p3.publico.pt de 16 de fevereiro de 2016.

David Stewart

Apáticos, expressão fechada, ausentes do contexto e do local onde se encontram. Assim são os jovens adolescentes retratados pelo britânico David Stewart na série fotográfica “Teenage Pre-occupation”. Dependentes das novas tecnologias, de aspecto semelhante entre si, sem sorrisos e sem intensidade, cansados. Stewart quis, a partir da fotografia, explorar o significado contemporâneo de ser jovem. “[Eles são] sujeitos que não se sentem seguros, que procuram sempre uma moda para seguir, saber o que fazem os outros, encaixar nas normas ou demarcar-se, esmagados pelo peso da tecnologia que os torna anti-sociais e obcecados”, definiu o fotógrafo. David Stewart nasceu em Lancaster e começou a sua carreira a fotografar bandas de música punk, entre as quais os Ramones e os The Clash. No final de 2015, a fotografia “Five Girls” — que retrata cinco jovens amigas num café — ficou em primeiro lugar no “Taylor Wessing Portrait Prize”, organizado pela National Portrait Gallery de Londres.

 

Matilde Sirgado, coordenadora do IAC – Projecto Rua, recebe Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV

Março 2, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

No âmbito do mestrado em Política Social, a coordenadora do Projecto Rua, Matilde Sirgado, foi convidada a apresentar a sua candidatura ao Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV, com a sua dissertação intitulada “Crianças em Situação de Rua: o caso do IAC – Projecto Rua “Em Família para Crescer”.

A atribuição deste Prémio, que resulta de um Protocolo de Cooperação no âmbito da investigação científica e formação entre a Fundação D. Pedro IV e o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, destina-se a galardoar os trabalhos de investigação desenvolvidos nas áreas temáticas da ação social da Fundação D. Pedro IV.

Matilde Sirgado foi uma das contempladas nesta edição de 2014 – 2015, tendo-lhe sido atribuído o Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV.

“O trabalho apresentado foi considerado de grande qualidade, com elevado grau de profundidade científica e de problematização, enquadrando-se perfeitamente na lógica do Prémio”.

Na sequência desta atribuição, foi convidada a estar presente na Gala dos Prémios de Mérito ISCSP – Caixa Geral de Depósitos, que teve lugar no dia 23 de Fevereiro de 2016 na Aula Magna Adriano Moreira do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e na qual lhe foi entregue formalmente o Prémio de Mérito.

Esta Gala foi uma iniciativa integrada no âmbito das comemorações 110 anos do Instituto, através da qual se pretende reconhecer a excelência do ensino e da investigação desenvolvida no ISCSP-ULisboa.

Parabéns mestre Matilde e parabéns também ao Instituto de Apoio à Criança pelos 26 anos de intervenção junto de crianças em situação de rua.

Matilde

Aprenda como escolher livros para crianças de acordo com sua idade

Março 2, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

texto do blog http://blog.arvoredelivros.com.br/ de 4 de fevereiro de 2016.

Aprenda-como-escolher-livros-para-crianças-de-acordo-com-sua-idade-810x450

Criar o hábito e gosto por leitura é muito importante para o desenvolvimento intelectual e criativo de qualquer pessoa. Para crianças, ler é muito mais do que uma oportunidade de aprender a usar as palavras e formar frases — ela também é estimulada a ter uma outra visão do mundo em que vive, usando a imaginação para formar as imagens daquilo que está descrito no papel. Para agradar cada faixa etária, entretanto, é preciso saber adequar o estilo do livro com a idade — não se deve oferecer para uma criança de três anos o mesmo livro que para um garoto de 11 anos.

Para escolher o livro certo e agradar o aluno, você deve estar se perguntando: como escolher livros para crianças de acordo com cada idade? Para ajudá-la nessa tarefa, esse é o assunto do nosso artigo. Confira!

Crianças de até 3 anos

Qual livro dar para uma criança que ainda não sabe ler e, além disso, entretê-las com esse tipo de objeto? Se engana quem pensa que os livros infantis devem ser somente formado por frases ou palavras. Muitos deles têm conteúdo interativo através de imagens, desenhos, cores, texturas e até sons — características que estimulam a criança, desenvolvem o aprendizado e aprimoram as suas habilidades. Durante essa fase da vida, a experiência com o livro deve ser mais sensorial e audiovisual.

4 a 6 anos – alfabetização

Crianças a partir dos quatro anos já conseguem assimilar boa parte das histórias contadas para ela. Apesar de muitas ainda não saberem ler e interpretar frases longas, elas podem ser entretidas com leituras simples — e com o auxílio dos pais — encontradas em livros de contos de fadas ou em outros enredos mais lúdicos e educativos. As ilustrações exercem papel importante, já que ajudam a prender a atenção da criança no conteúdo.

Crianças a partir de 7 anos

Aos sete anos, algumas crianças já conseguem ler frases completas e compreender histórias maiores. Essa faixa etária também é caracterizada pela formação da personalidade, que já sabe inclusive apontar as histórias ou livros que mais lhe agradam. Para poder despertar cada vez mais a proximidade dela com os livros, é interessante permitir que a criança seja capaz de escolher algumas das histórias que deseja ler, sem deixar de lado a valorização do estímulo à criatividade, a leitura mais complexa e de acordo com o seu nível de aprendizado.

Pré-adolescência

A partir dos 10 anos a relação com a leitura muda muito, já que o jovem tem certo conhecimento do vocabulário, dos tipos de história e uma personalidade cada vez mais forte e influente na hora da escolha do livro. Nessa idade, as histórias clássicas juvenis são as que fazem mais sucesso, por estimularem a criatividade, imaginação e a inteligência. Os enredos mais comuns são suspense, mistério e fantasia.

Após os 12 anos, a leitura deve passar a ser mais aprofundada, explorando os clássicos, temas densos e os diferentes gêneros literários. Aqui os livros deixam de valorizar imagens para focar quase que exclusivamente no seu conteúdo, que deve ser capaz de estimular, educar e cativar esses leitores.

Estimular o hábito da leitura é uma prática importante em qualquer fase da vida da criança. Que tipo de estratégia você costuma adotar para escolher os livros dos seus alunos? Costuma separá-los por idade? Compartilhe sua experiência nos comentários.

 

Crianças e cinema – Mário Cordeiro

Março 2, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Artigo de opinião de Mário Cordeiro publicado no i de 23 de fevereiro de 2016.

mario.cordeiro

Agora que está a chegar o momento dos Óscares, vale a pena relembrar como é bom manter o hábito de ir ao cinema, coisa bem diferente de ver filmes no ecrã da televisão ou do computador.

Para lá dos filmes que se veem na televisão ou nos computadores, a ida ao cinema é outra coisa, e apesar de teoricamente serem para maiores de quatro anos, vale a pena pensar, a partir dos três, conforme, evidentemente, a maturidade da criança, em levá-la a essa experiência.

As vantagens de ir ao cinema são, além do interesse e da qualidade do próprio filme, o ter contacto com uma atividade estruturada em que o objetivo único é vê-lo, sem interrupções, não como qualquer coisa acessória ou em sistema de multiplicidade de tarefas. Acresce que a ida ao cinema implica o “ir”, que tem uma atmosfera muito especial, desde o antes (como a compra do bilhete, que deixa as crianças excitadíssimas) ao depois (há sempre um lanche ou jantar fora).

É natural que as crianças pequenas tenham alguma dificuldade em se concentrar na televisão, porque é pequena, com definição insuficiente, e entre o ecrã e a criança há sempre numerosos estímulos visuais e sonoros que lhe desviam a atenção e desconcentram, cansando-a. É por isso que as crianças de três anos, por exemplo, se posicionam mesmo “em cima” da televisão, para que o seu campo visual e auditivo não tenha mais nada com que se ocupar. No fundo, o que desejavam, nessa altura, é que não tivessem mais nada além do filme: nem sons, nem luzes estranhas. No fundo, o que desejavam era uma boa sala de cinema! De facto, no cinema, o ecrã é grande, e o silêncio do público e o escuro permitem seguir um filme de uma forma mais saborosa e enriquecedora (se não houver risadinhas estúpidas para lá das normais ou a “pipoquice” que inferniza quem tem o azar de se sentar na cadeira do lado).

Claro está que, antes dos quatro ou cinco anos, pode dar o sono, pode a criança assustar-se com a escuridão e o movimento do filme, ou pura e simplesmente fartar-se porque o filme é longo e não se pode mexer nem dizer nada. Cada um saberá qual o melhor momento para levar os filhos ao cinema, mas pode haver avaliações que depois se revelam erradas, e não vale a pena ficarem zangados se o momento não foi o certo e a criança não conseguiu aguentar. Entrar em conflito e virem para casa embezerrados e com a sensação de uma tarde mal passada não vale certamente a pena, ou assumir que a criança “nunca gostará de cinema”.

Há vários aspetos a considerar antes de levar uma criança ao cinema:

• Aguenta cerca de uma hora e meia sentada sem começar a ficar ansiosa, agitada, farta?

• O ambiente escuro não a assusta?

• Percebe as regras, ou seja, que não pode colocar o filme no pause e sair?

A escolha do filme tem de ser criteriosa e, por vezes, um filme inteiro do mesmo herói que se adora em casa pode não causar a mesma atração no cinema.

É bom que os pais vão explicando aos filhos o que se está a passar no ecrã, mesmo quando o filme é em português. A capacidade de entendimento e de manter a atenção é limitada – é por isso que, em casa, veem inúmeras vezes seguidas os mesmos DVD ou procuram rever episódios que já viram “n” vezes. Só depois de reverem as sequências de cenas múltiplas vezes é que conseguem perceber a totalidade e os pormenores mais importantes. Ao perder o fio à meada, se não houver um papel moderador dos pais, o filme transforma-se numa seca, originando os comportamentos referidos. Acontece-nos o mesmo quando revemos um filme. Conhecendo a história, o nosso cérebro analisa pormenores – cenários, desempenhos, banda sonora – que passaram despercebidos na primeira vez.

Finalmente, se a criança quiser vir para o colo dos pais, não a enxotem.
É sinal que precisa do vosso colo, seja porque está amedrontada, seja porque precisa que alguém lhe explique o enredo um bocadinho melhor. Não recusem esse papel de líder que ela vos está a dar… ou, se calhar, porque à sua frente está um “grandalhão” que não a deixa ver nem um quarto do ecrã.

As artes vão-se multiplicando e não é por aparecer uma nova que as anteriores deixam de desempenhar a sua função; pelo contrário, complementam-se. Vamos então ao cinema e manter esse hábito, mesmo que as salas que existem já estejam, ao contrário do que acontece noutros países, praticamente todas incorporadas em centros comerciais… mas isso é outra história!

 

 

 

 

Conferência “Olhares Sobre a Violência em Contexto Familiar” 17 e 18 março em Matosinhos

Março 2, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

matosinhos

mais informações:

http://www.cm-matosinhos.pt/pages/242?news_id=3916


Entries e comentários feeds.