Nós, os fantásticos seres vivos: uma breve história sobre Evolução (com legendas em português)

Fevereiro 25, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

 

Muitos casos de crianças em perigo são ignorados aos primeiros sinais

Fevereiro 25, 2016 às 4:35 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia do Público de 20 de fevereiro de 2016.

A notícia contém declarações da Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança.

Enric Vives Rubio

ANA DIAS CORDEIRO

Uma mulher está presa por suspeitas de homicídio qualificado das duas filhas, de 20 meses e quatro anos. Não só o Estado, também a comunidade e a família devem estar atentos aos indícios de risco. E nem sempre estão.

Perante situações tão trágicas como a desta semana em que duas meninas levadas pela mãe perderam a vida no mar em Caxias, “é fácil apontar falhas” do sistema de protecção. Difícil será dotá-lo da capacidade de resposta para agir em tempo útil e salvar as crianças, diz uma jurista do Instituto de Apoio à Criança (IAC), Ana Perdigão. A explicação não passará tanto por falta de legislação: “O cenário legal é vasto”, e as leis de protecção foram revistas no ano passado.

A situação destas duas crianças, de “contornos tão complexos e profundos”, como diz a jurista, interpela não apenas o Estado, mas a comunidade e a família, considera também a psicóloga clinica Fernanda Salvaterra. “As pessoas esquecem-se: há o Estado mas também há a família. A família é o primeiro sistema, é o que está mais próximo das pessoas e tem obrigações. E a comunidade: todos os ecossistemas onde a família se movimenta devem dar o alerta.”

Uma explicação poderá passar pela falta de respostas céleres aos primeiros sinais de risco que, muitas vezes, não são logo percebidos – ou denunciados. As respostas específicas de saúde mental são escassas e estão longe das pessoas. Apresentam-se de tal forma demoradas e espaçadas no tempo que deixam escapar situações de perigo. Como pode a perturbação desta mãe não ter sido detectada a tempo? – questiona Ana Perdigão.

Os serviços de saúde mental devem estar muito mais próximos das pessoas, considera também Fernanda Salvaterra. As respostas são deficitárias não só na saúde mental, mas também no acolhimento, diz a psicóloga. As consultas de psiquiatria devem ser marcadas aos primeiros sinais de perturbação, insiste. E isso não acontece. Muito poucos centros de saúde têm psicólogos e as consultas de psiquiatria nos hospitais não são marcadas com a urgência e a frequência exigidas por muitos dos casos que chegam às comissões de protecção ou ao IAC.

“Em muitas das situações, é necessário acompanhamento psicológico das crianças, ou apoio psicológico à mãe ou ao pai, ou até um acompanhamento à família. Debatemo-nos com essa dificuldade de obtermos essas respostas em tempo útil”, acrescenta Fernanda Salvaterra, que exerce funções numa comissão de protecção de crianças e jovens. As soluções “não correspondem às necessidades de haver acompanhamento próximo, regular, semanal”.

“Os sinais têm de ser percebidos, logo de início, pelas instituições da infância e juventude, por todos os serviços da comunidade por onde passam as crianças: a escola, a creche, o centro de saúde, os hospitais, as associações juvenis”, reforça o procurador-geral adjunto do Tribunal da Relação do Porto, Francisco Maia Neto, com vasta experiência em processos de Família e Menores. “É normalmente neste primeiro patamar [de intervenção] que se colhem os indícios.”

Portugal assistiu, nos últimos anos, “a um apogeu destes casos”. Desde 2012, “homicídios de filhos seguidos de suicídios foram muito mais comuns”, diz. “São coisas traumáticas. O que está em causa é se o sistema pode e deve preocupar-se com a identificação dos primeiros sinais de perigo. Houve situações mais graves do ponto de vista humano por motivos económicos e não houve um correspondente acompanhamento das organizações da primeira linha para detectar os sinais.”

Os gabinetes de apoio à criança e à família nas escolas, onde os mais novos partilham as suas rotinas com assistentes sociais ou psicólogos, é “um óptimo local para detectar situações que não correm bem”, sugere Ana Perdigão. As equipas não se têm mantido e, em muitos casos, não tem sido prestada a devida atenção às crianças.

As instituições precisam de técnicos. E os técnicos precisam de tempo para escutar as crianças, diz Ana Perdigão, ou para avaliar a situação de uma mãe. Para avaliar, encaminhar, sinalizar, reforça. “A necessidade da urgência das respostas agravou-se com a crise, também porque a crise instalada traz muitos mais problemas emocionais. A própria saúde mental das pessoas fica mais fragilizada. Um pai e uma mãe desempregados ficam muito mais expostos a tudo o que seja adverso. E mais facilmente chegam a estados de desespero.”

Para que situações como a das mortes de Caxias não se repitam, será preciso detectar os indícios “no sítio próprio, em tempo útil”, observa Francisco Maia Neto, que coordenou a comissão de revisão das leis de protecção. E isso não está a acontecer, considera. “Os sinais são fundamentais. É muito importante denunciar.”

Mesmo denunciando, podem surgir dúvidas. A mãe das meninas de Caxias está presa preventivamente, indiciada por dois crimes de homicídio qualificado, depois de o Ministério Público ter considerado que agiu com “especial censurabilidade ou perversidade”. Sobre o pai incidiam suspeitas de violência doméstica e abusos sexuais das duas filhas, que este nega e que a justiça investiga. As crianças presenciavam as violentas discussões do casal, reconhece o pai, alegando que a mulher lançou acusações sobre ele para obter vantagens no processo de regulação parental depois de um divórcio conturbado.

Os casos de regulação parental mais complicados envolvem, por vezes, acusações deste tipo, “nem sempre verdadeiras”, reconhece Fernanda Salvaterra. “Isso não quer dizer que não se deva tomar a devida atenção. Às vezes, o tribunal tem dificuldade em decidir, em saber onde está a verdade”, acrescenta. E aconselha cautela na forma como se fala de falsas denúncias. “Pode parecer que há sempre manipulação das situações, e não há. Há casos muito graves em que é preciso intervir de imediato, em que as pessoas se queixam com toda a legitimidade por se sentirem ameaçadas e por as crianças estarem em risco.”

Uma denúncia da PSP, a quem a mãe tinha apresentado queixa em Novembro, depois da separação, deu entrada na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) da Amadora em Novembro passado. O caso foi remetido ao Ministério Público – como de resto prevê a lei de protecção desde as alterações legislativas do ano passado, em caso de suspeitas de abuso sexual intrafamiliar, diz Francisco Maia Neto. Desde a alteração, as comissões deixaram de ter competência neste tipo de situações, uma vez que a sua intervenção depende da autorização dos pais. “São os casos em que o eventual abusador iria prestar consentimento. E isso não faz sentido”, aponta.

“A decisão da retirada das crianças, de uma forma geral, é sempre temida pelos técnicos, e sempre tomada nas situações-limite”, diz Fernanda Salvaterra, autora de uma tese de doutoramento sobre adopção e vinculação. “Embora sendo uma decisão extrema, deve ser tomada sempre que esteja em causa o bem-estar e o superior interesse da criança, quando ela está em perigo naquela família. Na noção de perigo inclui-se o risco de vida mas também o perigo para o seu desenvolvimento, tanto físico como emocional e psicológico.”

As situações de retirada aumentaram muito nos últimos meses, revela Fernanda Salvaterra. “Em mês e meio, até meados de Fevereiro, já tivemos [na CPCJ onde exerce funções] sete situações de retiradas da família. No ano inteiro de 2015 tivemos 32.” Só esta semana, a do desaparecimento e da morte das duas crianças em Caxias, a CPCJ onde Fernanda Salvaterra exerce funções recebeu oito situações de emergência noutras tantas famílias, envolvendo 14 crianças. As buscas para encontrar a menina de quatro anos que desapareceu continuam este domingo. E deverão terminar de vez ao final do dia.

 

Só 19% dos filhos de mulheres com a 4.ª classe têm sucesso escolar

Fevereiro 25, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Notícia do Diário de Notícias  de 24 de fevereiro de 2016.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Desigualdades Socioeconómicas e Resultados Escolares : 3.º Ciclo do Ensino Público Geral

dn

Pedro Sousa Tavares

Estudo realizado pela Direção-Geral de Estatísticas de Educação comprova grande impacto do nível socioeconómico das famílias

A conclusão não é nova nem surpreendente: há muito que se sabe, através de estudos e comparações nacionais e internacionais, que as habilitações literárias dos pais são um bom indicador das expetativas de sucesso escolar dos filhos. Mas esta é a primeira vez que o Ministério da Educação faz um levantamento de toda a sua rede – centrado nos alunos do 3.º ciclo de escolaridade – e chega a números definitivos.

E estes números são preocupantes: entre os estudantes cujas mães têm a quarta classe ou menos, apenas 19% têm percursos escolares de sucesso. Quando as mães têm habilitações ao nível da licenciatura ou bacharelato, a realidade é quase oposta: 71% de sucesso.

O critério de sucesso estipulado para este estudo da Direção geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) combina a avaliação interna com os resultados alcançados pelos estudantes nos exames nacionais de Português e de Matemática do 9.º ano. Para ser considerado um aluno de sucesso, este tem de concluir o 9.º ano sem retenções no seu currículo, conseguindo também uma nota positiva em ambos os exames nacionais.

Apesar destas conclusões, a DGEEC constata também que o insucesso não é uma fatalidade para os alunos, dando os exemplos dos distritos de Braga e Viseu, onde alunos cujas mães tinham qualificações muito baixas tiveram desempenhos superiores aos do distrito de Beja entre filhos de mulheres com o 12.º ano completo.

Numa nota de imprensa, o Ministério da Educação defende que “este estudo reforça a necessidade de colocar o foco na melhoria das aprendizagens e na inovação pedagógica como estratégia para a melhoria dos resultados, suportada pelo facto de ser possível inverter tendências preditas pelos baixos rendimentos”.

A análise da DGEEC centrou-se nos alunos das escolas públicas – porque são os únicos para os quais o Ministério da Educação tem indicadores socioeconómicos completos. A escolha das mães como termo de comparação foi uma opção dos autores do trabalho que, no entanto, fizeram também uma simulação com os dados relativos aos pais, com resultados “semelhantes”.

 

 

 

A leitura e a cultura no desenvolvimento cerebral

Fevereiro 25, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

texto do site http://www.ecodesenvolvimento.org  de 12 de fevereiro de 2016.

“As capacidades coletivas da nossa espécie, da humanidade como um todo, chegaram num ponto onde elas transcendem enormemente o que cada indivíduo é capaz de fazer. Então, eu posso colar em você o dia inteiro, te seguir todos os dias, o máximo que eu vou aprender é exatamente o que você sabe e não mais do que isso. A leitura abre esses horizontes.”

Suzana Herculano-Houzel, neurocientista brasileira, fala sobre a relevância da leitura para o desenvolvimento cerebral.

Ela afirma que a leitura é o exercício mental que envolve mais áreas do cérebro e adiciona outro elemento que considera importante: a transmissão cultural pode se dar diretamente, quando aprendemos com alguma pessoa próxima de nós, ou indiretamente, como no caso da leitura, que expande as possibilidades de conhecimento, permitindo que um indivíduo aprenda sobre universos distantes.

A neurocientista foi conferencista do projeto Fronteiras do Pensamento 2015.

Assista o vídeo abaixo:

 

A Fada Oriana no jardim encantado da Menina do Mar – 28 de fevereiro no Centro de Memória de Vila Do Conde

Fevereiro 25, 2016 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

fada

Este domingo, no Centro de Memória de Vila do Conde, O Som do Algodão apresenta uma história encantada que junta as personagens das obras de Sophia de Mello Breyner Andresen num jardim encantado onde as camélias bailam na companhia de pirilampos, mil tesouros, de viajantes do mar, da Fada Oriana e da Menina do Mar, do polvo, do peixe e do caranguejo.

É às 16h30 e a entrada é livre!

“A Fada Oriana no jardim encantado da Menina do Mar: Sophia 2.0” Conto musicado para m/4, com O SOM DO ALGODÃO 16h30 Partindo das personagens do universo de Sophia de Mello Breyner Andresen (Fada Oriana, Menina do Mar, o Rapaz de Bronze, Cavaleiro da Dinamarca, Isabel e a sua casa de anões, entre outros) abre-se a porta a encontros inusitados entre histórias aparentemente distantes. A premissa é tão simples como: o que aconteceria se o Rapaz de Bronze encontrasse a Fada Oriana no fundo do mar? Queres saber as respostas? Então assiste a este conto musicado, onde a fantasia é a principal convidada. Entrada livre

mais informações:

http://www.cm-viladoconde.pt/frontoffice/pages/655?news_id=2767

 

Epicentro Oficinas para pais e bebés na Culturgest

Fevereiro 25, 2016 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,
© Rita Sales

© Rita Sales

Criação e conceção Nuno Figueira, Susana Alves e Rita Sales

Produção Serviço Educativo da Culturgest

Desejámos apresentar o mundo das artes aos mais novos. Para tal, decidimos criar uma série de instalações ou ambientes de luz, som, imagem e nos quais temos também a presença e a interação dos artistas. Para que os novos no mundo possam ser os novos na arte, sentimos vontade de lhes apresentar as nossas artes (ainda enquanto são novas) e como as vemos e queremos partilhar.

Neste conjunto de propostas mensais, não pretendemos esgotar o mundo das artes, nem superar o mundo da educação, mas antes ensaiar uma alternativa de mundo, uma que só as artes possam propor e que, em igualdade de disponibilidade, só a primeira infância possa abraçar.

Famílias:

Sáb 27 e dom 28 de fevereiro;

Sáb 12 e dom 13 de março · 10h30 e 16h

Creches:

Sex 15 de janeiro;

Sex 26 de fevereiro;

Sex 11 de março

Continua no próximo trimestre.

mais informações no link:

http://www.culturgest.pt/arquivo/2016/se/01/epicentro.html

Violência entre namorados aumentou 44,4% em 2015

Fevereiro 25, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Notícia do Expresso de 13 de fevereiro de 2016.

Marcos Borga

Por detrás de cada um destes números está uma história dramática de alguém que ganhou coragem, quebrou o silêncio e admitiu ser vítima do namorado ou ex-namorado. Na maior parte dos casos, os agressores são homens e as vítimas são mulheres (87%)

As histórias de violência no namoro que chegaram ao Instituto de Medicina Legal aumentaram 44% no ano passado, atingindo os 699 casos, segundo um estudo nacional que revela que há vítimas de apenas 14 anos. Estes são alguns dos números do estudo realizado por César Santos, representante da Comissão Nacional de Prevenção de Violência Doméstica do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF).

No ano passado, os técnicos do INMLCF analisaram 23.752 casos de violência, menos 6,6% do que no ano anterior. No entanto, dentro deste universo, a violência entre namorados ou ex-namorados registou um aumento de 44,4%, ao passar de 484 para 699 pessoas que, depois de uma queixa às autoridades, foram submetidas a perícias médicas para comprovar as agressões.

Por detrás de cada um destes números está uma história dramática de alguém que ganhou coragem, quebrou o silêncio e admitiu ser vítima do namorado ou ex-namorado. Na maior parte dos casos, os agressores são homens e as vítimas são mulheres (87%).

“É preciso algum grau de consciência e de decisão interior para uma vítima de uma relação que deveria ser de amor, paixão e romantismo tomar uma decisão de ir a uma esquadra apresentar queixa contra o namorado ou ex-namorado”, sublinhou o vice-presidente do INMLCF, João Pinheiro, em declarações à Lusa. Segundo o estudo, há mais casos envolvendo ex-relacionamentos (52,9%) do que namoros atuais (47,1%).

Mas nem todas as vítimas fazem queixa e, por isso, os números agora divulgados “não representam o fenómeno da violência no namoro na sua globalidade, mas sim o que chega até ao Instituto de Medicina Legal”, contou à Lusa.

“Namorar uma vida toda e bater ao longo de toda a vida”

O estudo mostra ainda que não existe um limite de idade para se namorar mas também revela o lado negro do namoro: “Pode-se namorar uma vida toda e bater ao longo de toda a vida”, lamentou o vice-presidente da instituição.

Algumas das pessoas vistas pelos médicos do INML, acabam por regressar. Algumas, muito poucas, já sem vida. “É uma minoria mas acontece e são casos que chocam muito normalmente pela idade muito jovem das vítimas”, disse João Pinheiro, explicando que neste estudo não foi feita essa análise. Depois do exame pericial, os especialistas do Instituto de Medicina Legal perdem o rasto das vítimas, que seguem com o processo judicial.

O estudo analisou as vítimas por grupos etários e mostrou que quase metade das pessoas que fez exames periciais tem até 25 anos, sendo que no ano passado os médicos legistas receberam 42 jovens com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos.

“Isto é um mau indício, um mau percurso para uma vida futura que se pretendia de amor e que começa muito cedo com problemas de violência”, alertou o professor, lembrando os estudos que indicam que este é normalmente um comportamento repetitivo de quem já viveu em ambientes de violência familiar.

No ano passado, 276 pessoas entre 18 e 25 anos fizeram queixa contra o namorado ou ex-namorado, ou seja, quatro em cada dez vítimas que recorreu ao INML estava naquela faixa etária. Os técnicos do INML receberam ainda 146 pessoas entre os 31 e os 39 anos e outras 109 com idades compreendidas entre os 26 e os 30 anos. Com mais de 50 anos, registaram-se 30 casos de relacionamentos amorosos marcados por violência.

Dar murros e bofetadas continuam a ser as agressões mais comuns entre os namorados, seguindo-se os apertões, empurrões e pontapés. Puxões de cabelos, quedas, esganaduras e unhadas também são casos de violência confirmados pelos médicos do INML. Com menos expressão, surgem 12 casos em que as pessoas foram ameaçadas com facas.

Os números avançados à Agência Lusa serão divulgados no seminário “E se a escola do namoro formasse profissionais em violência?”, que se realiza na próxima semana no Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra.

 

 

 

 

Dilemas no Acolhimento: Participar cá dentro e Proteger lá fora – 11 de março no Porto

Fevereiro 25, 2016 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

12645077_10153375367251868_469635727760103590_n

http://www.apdes.pt/index/dilemasnoacolhimento.html

https://www.facebook.com/events/177689805927824/


Entries e comentários feeds.