Obrigar as crianças a comer: sim ou não?

Fevereiro 23, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://pequenada.com

mamaloco

Crédito da Imagem: 1

O que fazer perante uma criança que de forma sistemática se recusa a comer, que tem dificuldades em aceitar os alimentos necessários a uma dieta equilibrada? Entre a obrigação, a coação ou a ameaça, a verdade é que nenhuma destas respostas parece ser a mais adequada. E porque cada criança é diferente, também a abordagem na hora da refeição terá de ser adequada a cada uma.

Obrigar a comer ou não?

A regra geral deve ser sempre esta: nunca obrigar uma criança a comer! Ou seja, a resposta à pergunta que não sai da cabeça de muitos pais que têm filhos que são problemáticos na hora de comer é – não! Na verdade, obrigar uma criança a comer pode vir a causar problemas futuros, nomeadamente no âmbito dos distúrbios alimentares (por exemplo: bulimia ou anorexia), para além de problemas de índole psicológica. Da mesma forma, ameaçar e castigar por não comer é inútil. Uma criança que se alimente por medo de um castigo estará a desenvolver outros problemas que podem ter consequências sérias no futuro. Pense assim: a relação com os alimentos deve ser saudável e prazerosa… mesmo para as crianças!

Se não posso obrigar, o que faço?

Agora, se retirarmos das soluções possíveis a coação e o castigo, que soluções nos restam perante um problema tão dramático? A solução mais comum passa por uma estratégia muito simples que pode resolver por si só muitas situações deste género: em vez de obrigar a criança a comer, experimente evitar que coma em determinadas horas, ou seja, antes das refeições por exemplo. Para muitas crianças, este é um remédio milagroso. Se os pais ou educadores tiverem o cuidado de não dar à criança qualquer alimento num determinado período de tempo antes das principais refeições, as probabilidades da criança ter apetite e fome na hora de se sentar à mesa são bastante maiores, o que irá evitar as batalhas habituais. Obviamente, esse “tempo de jejum” deve ser cuidadosamente decidido e de acordo com vários fatores, nomeadamente a idade da criança, o seu estado de saúde, a distância temporal para a refeição anterior, etc.

9 truques para evitar ter de obrigar as crianças a comer

  1. É fundamental manter um horário regular das refeições e respeitá-lo de forma escrupulosa. O ”relógio biológico” da criança permitirá assim que ela chegue com apetite à hora da refeição.
  2. Se a missão é deixar de obrigar/ameaçar/castigar as crianças porque não comem, já sabe que os primeiros dias não vão ser os mais fáceis, por isso, evite também colocar as expectativas demasiado altas. Comece por poucas quantidades, elogiando a criança sempre que coma tudo (mesmo sendo pouco). Todos os dias, vá acrescentando um pouco mais para que a criança – e o seu estômago – se vá habituando a esta nova rotina alimentar. Neste sentido, outro truque pode passar por usar pratos e taças mais pequenas na hora de servir as crianças. Já sabemos que, com a pequenada, passos pequenos e ponderados são mais seguros que passadas grandes e precipitadas.
  3. Diz-se que é preciso uma criança experimentar 5 vezes um alimento antes de poder dizer efetivamente se gosta ou não – torne isto num jogo, desenhando numa folha de papel os diferentes alimentos que querem experimentar, com 5 quadradinhos à frente de cada um para a criança ir riscando. No que toca às crianças, ensinar a brincar normalmente resulta muito bem!
  4. É igualmente importante respeitar os gostos da criança e evitar insistir para que ingira alimentos em relação aos quais manifesta clara aversão; há sempre alimentos alternativos e muitos super alimentos por onde escolher!
  5. Permitir à criança uma sobremesa saudável no final da refeição, é um truque tão válido como qualquer outro! Pode e deve ser usado para assegurar que a criança termine a sua refeição – assim, ela aprenderá que a refeição é composta por várias partes, todas estão interligadas e são inseparáveis, ou seja, todas têm a sua importância! Daí que os pais não podem vacilar quando dizem que a criança só terá sobremesa se comer a comida! É para cumprir, custe o que custar…
  6. Para as crianças que demonstram aversão à fruta e/ou não gostam particularmente de legumes, há uma forma fácil e deliciosa de contornar estes problemas: batidos e smoothies! Lembre-se que, por vezes, apresentar os alimentos de uma maneira diferente ou divertida é o suficiente para evitar uma guerra à mesa.
  7. Envolver a criança, desde cedo, na ida ao supermercado ou à frutaria, na escolha de alimentos saudáveis que depois vai ajudar a preparar e cozinhar, é meio caminho andado para fomentar na pequenada o gosto pelos alimentos, pela cozinha e pelo ato de comer bem.
  8. Façam das horas de refeição, uma hora de família e diversão à mesa, privilegiando a conversa e a boa disposição, evitando distrações como a televisão, tabletes, telefones ou computadores.
  9. Os adultos também devem dar o bom exemplo: evitando petiscar entre as refeições e comendo o mesmo que a criança à hora da refeição.

 

 

 

Vídeo da participação de Dulce Rocha do IAC no programa “O Direito e o Avesso” RTP 3

Fevereiro 23, 2016 às 4:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Vídeo da participação da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, no programa “O Direito e o Avesso” na RTP 3 no dia 22 de fevereiro de 2016.

Visualizar o vídeo no link:

http://www.rtp.pt/play/p2268/o-direito-e-o-avesso

dulce

Direitos das crianças em Portugal – O que ainda falta fazer? Conheça o trabalho do Instituto de Apoio à Criança

Fevereiro 23, 2016 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto publicado no site da http://rr.sapo.pt

Ouvir as declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no link:

http://rr.sapo.pt/artigo/47371/direitos_das_criancas_em_portugal_o_que_ainda_falta_fazer

rr

Defender e Promover os direitos da Criança e do Jovem é um dever de todos nós.

Porque é quando as crianças se encontram mais vulneráveis que todos temos o dever de actuar: nos hospitais, na rua, nas escolas, até nas suas próprias casas.

Defender e Promover os direitos da Criança e do Jovem é também a missão do Instituto de Apoio à Criança. Por isso, esta semana, na Renascença, ouvimos o psicólogo e secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança (IAC), Manuel Coutinho que nos deixa algumas indicações de como podemos fazer um trabalho melhor e mais célere na ajuda às crianças em risco.

Já sabe, se quiser ajudar o Instituto de Apoio à Criança pode ligar 760 10 24 24 e já está a ajudar. Cada chamada tem o custo de 60 cêntimos mais IVA – dos quais 50 cêntimos vão diretamente para a Instituição. Conheça outras formas de ajudar em www.iacrianca.pt.

Entrevista de Manuel Coutinho do IAC à TV Record sobre a tragédia em Caxias

Fevereiro 23, 2016 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Entrevista do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) à TV Record sobre a tragédia em Caxias no dia 17 de fevereiro de 2016.

visualizar o vídeo no link:

http://www.recordeuropa.com/wp-content/uploads/2016/02/TRAGEDIA-EM-CAXIAS-PROTEC%CC%A7AO-DAS-CRIANCAS_1.mp4

coutinho

EUA. Fabricantes de armas fazem campanhas para crianças dos 6 aos 12

Fevereiro 23, 2016 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://rr.sapo.pt de 19 de fevereiro de 2016.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Start Them Young” — How the Firearms Industry and Gun Lobby Are Targeting Your Children

DR

Há espingardas modificadas para meninos e pistolas cor-de-rosa para meninas. Actualmente, um terço das crianças norte-americanas vive numa casa com pelo menos uma arma.

Os fabricantes de armas dos Estados Unidos reforçaram as campanhas de marketing dirigidas às crianças com a oferta de espingardas modificadas para meninos e pistolas cor-de-rosa para meninas, refere um estudo divulgado esta quarta-feira.

Os potenciais clientes são as crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos, segundo o estudo de 54 páginas, realizada pelo Centro de Política de Violência, uma associação que luta contra as armas de fogo.

“Como os seus primeiros clientes estão a ficar velhos e a morrer, a indústria de armas de fogo redireccionou a sua atenção para as crianças dos Estados Unidos. Assim como a indústria de tabaco procura novos fumadores para substituir os velos, os fabricantes de armas procuram novos atiradores a quem vender os seus produtos letais”, sublinha o documento.

Para salientar os esforços do marketing para direccionar o produto para as crianças, o centro dá como exemplo uma espingarda projectada especialmente para crianças, com uma gama de cores brilhantes, inspirada em lápis de cores.

Armas e a mortalidade infantil

Aquelas espingardas são propositadamente feitas com mais plástico, para que sejam mais atractivas para as crianças.

A campanha é apoiada pela poderosa Associação Nacional de Espingardas, o principal ‘lobby’ de armas dos Estados Unidos, que está a trabalhar para convencer os pais a oferecer aos seus filhos um primeiro contacto com as armas.

Actualmente, um terço das crianças norte-americanas vive numa casa com pelo menos uma arma. Dois milhões vivem perto de uma arma não segura, refere a Everytown, uma organização pela segurança.

Nos Estados Unidos, são registados semanalmente graves acidentes que envolvem uma criança e uma arma.

Em algumas zonas do país, as armas de fogo tornaram-se na segunda maior causa de mortalidade infantil, depois dos acidentes rodoviários.

 

 

Atelier de construção de fantoches na Ludobiblioteca da Areia Guincho – 27 fevereiro

Fevereiro 23, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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fanto

mais informações:

https://www.facebook.com/Ludobiblioteca.EB1JIAreia.Guincho/?fref=ts

Cartão Vermelho ao Bullying

Fevereiro 23, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Bullying é um problema que está cada vez mais presente no desporto.

Partindo do pressuposto que todas as crianças e jovens têm direito a praticar desporto, independentemente do seu nível, e de fazê-lo em condições de segurança e livres de bullying, o IPDJ. I.P., através do Plano Nacional de Ética no Desporto – PNED, e a Faculdade de Motricidade Humana, lançam esta brochura informativa.

Chama-se “Cartão Vermelho ao Bullying”, e destina-se a crianças e jovens, em particular. Trata-se de uma ferramenta educativa e preventiva contra o bullying

Faça aqui o download da brochura

 


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