Ação de Sensibilização sobre Internet + Segura em Penacova 26 de fevereiro

Fevereiro 22, 2016 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O meu filho tem futuro nos videojogos?

Fevereiro 22, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://p3.publico.pt  de 8 de fevereiro de 2016.

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Que fique bem explícito. Esta não é, repito, não é, uma área fácil. Esta indústria envolve muito esforço, muito além das oito horas diárias de trabalho

Texto de Ivan Barroso

Estamos em Fevereiro e já recebi mais de uma dezena de contactos de pais preocupados porque os filhos querem entrar na indústria dos videojogos e, claro, como progenitores desconhecedores da área, não sabem se isso é uma boa ideia. Normalmente, costumo receber este tipo de dúvidas em Maio e Junho, ou seja, no período de inscrição para o ensino superior ou profissional, mas, nunca me aconteceu no início do ano. Só mostra como esta indústria tem crescido.

Claro que compreendo a dificuldade destes pais. Não existe realmente muita informação em português sobre esta indústria e, da pouca existente, 90% é institucional relativo aos sites das escolas e universidades com cursos de videojogos. Naturalmente, a questão que dá nome a esta crónica é de longe a maior dúvida entre estes encarregados de educação.

Esta indústria é a maior do sector do entretenimento com lucros superiores aos da cinematográfica e musical, chegando aos 90 mil milhões de dólares anuais. Em Portugal, segundo o site Newzoo, o nosso país ocupa a 33.º posição do ranking mundial de “Top 100 Countries by game revenues”, sendo que a totalidade do nosso mercado vale cerca de 200 milhões de dólares. Por isso é difícil ignorar que esta é uma das profissões emergentes deste novo milénio, não só em Portugal, mas no mundo.

E “o que se pode fazer nesta área?” Bem, há quase dois troncos principais. Num estão os profissionais que produzem videojogos. No outro, os que trabalham em sectores relacionados com a sua influência. Na primeira categoria estão pessoas como programadores, game designers, animadores, artistas, sonoplastas, guionistas, ou seja, quem é preciso para criar um produto. Na segunda, aparecem os YouTubers, os comerciantes, os jornalistas especializados, os e-sports, os museus, os cosplayers… pessoas que vivem da influência deixada pela produção.

Que fique bem explícito. Esta não é, repito, não é, uma área fácil. Esta indústria envolve muito esforço, muito além das oito horas diárias de trabalho, naquilo que é muitas vezes denominado na indústria por “crunch-time” (12h-16h diárias). Ainda não existem posições para preguiçosos como “técnico superior em videojogos”, em que é só preciso estar sentado numa secretária à espera das pausas até ir para casa. Está indústria é altamente competitiva. Seja qual for a área em que se queira entrar, não se esperem facilidades. Bem sei que isto pode parecer algo drástico, mas há uma recompensa no fim do túnel. O prazer de ter milhões de pessoas a apreciarem o nosso trabalho e o reconhecimento monetário, bem acima da média nacional, assim como um desafio criativo, que é sem dúvida, um dos melhores.

Numa altura de suposta crise financeira do nosso país, esta área tem crescido imenso e há uma procura imensa por bons profissionais em solo nacional. Neste momento existe cerca duma centena de empresas, algumas internacionais, outras que poderão chegar brevemente e que naturalmente querem contratar os melhores. Muitas destas até trabalham em regime de outsourcing para os grandes títulos desta geração. Títulos como “Call of Duty”, ou “Tomb Raider”, ou “Witcher 3”, entre muitos outros, têm sempre alguns representantes portugueses que estão no país, sentados à frente dos seus computadores, com uma ligação à Internet a produzir conteúdo para estes títulos. Ou então, acreditam em si próprios e criam os seus próprios jogos (pdf). A internet é mais do que uma rede social, é uma ponte profissional entre todo o mundo.

Portanto deixo aqui a resposta. Sim, há (um bom) futuro para o seu filho em videojogos, desde que ele esteja disposto a trabalhar.

Ivan Barroso é historiador de videojogos, game designer, editor da revista Pushstart e professor de Game Production na Etic

 

 

 

Lançamento do Livro: Vidas Suspensas – 24 de fevereiro na Ordem dos Advogados

Fevereiro 22, 2016 às 7:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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convite

mais informações:

http://www.oa.pt/Conteudos/Artigos/detalhe_artigo.aspx?idc=31632&ida=147112

Divulgar palavras de crianças ditas em tribunal “é grande maldade” – declarações de Manuel Coutinho do IAC

Fevereiro 22, 2016 às 3:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TVI24 de 18 de fevereiro de 2016.

Declarações de do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

iStockphoto

Redação / AR

Secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança alerta para “violação expressa dos direitos” dos menores que falam em reserva com consequências no desenvolvimento psicológico

 O secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança afirmou, esta quinta-feira, que divulgar as palavras de uma criança ditas em reserva em tribunal “é uma grande maldade” e uma “violação expressa dos seus direitos” com consequências no seu desenvolvimento psicológico.

“As palavras que a criança diz numa audiência perante um magistrado ou os advogados devem ser consideradas com a máxima reserva” e “não podem nunca transpirar cá para fora”, defendeu à Lusa Manuel Coutinho, escusando-se a comentar casos concretos.

Quando esse tipo de informação, que é dado “num contexto especial em que é garantido o anonimato e a reserva àquela criança, passa para o conhecimento da comunidade, passa para a praça pública”, os interesses da criança e o respeito pelos seus direitos “ficam muito comprometidos”.

“O facto de a criança saber que “algo que disse sobre reserva passou para os holofotes, por exemplo, da sociedade”, é “prejudicial ao seu desenvolvimento psicológico e equilíbrio”, sustentou.

Para o secretário-geral do IAC, uma criança que passa por uma situação destas é “vítima de uma situação traumática, que mais tarde ou mais cedo acaba por a prejudicar.

“Isto porque a criança colabora, participa, e acredita nas pessoas que lhe disseram que podia estar à vontade e “depois aparece tudo o que disse na boca de quem não tinha de ter conhecimento disso, é uma maldade”, que “não se pode fazer”, sublinhou.

O responsável defendeu ainda que deve apurar-se “claramente como estas situações acontecem” e depois reparar os danos causados.

Manuel Coutinho advertiu ainda que estas situações também podem condicionar o comportamento futuro da criança quando tiver de ser ouvida.

“Uma criança que passa por esta situação de violação expressa dos seus direitos fica comprometida com ela própria e com todas as atitudes que ela vier a tomar sempre que tiver de confiar em alguém, porque houve um momento em que ela confiou e a resposta que lhe foi dada foi a da exposição”, explicou.

Por isso, “em episódios futuros, novas audiências é possível que a criança esteja contida e que não queira participar e não queira falar e se reserve ao silêncio”, disse o psicólogo, rematando: “Eu compreendo que a criança se reserve ao silêncio numa situação destas”.

Para o psicólogo, é preciso “humanizar as salas do tribunal”, a relação que muitos magistrados e procuradores têm com as crianças e ouvir a criança “com o coração, e se ela pede reserva, em minha opinião, essa reserva deve ser mantida”.

Manuel Coutinho defendeu ainda a presença de um psicólogo na sala de audiência para conversar com a criança, ouvir o seu depoimento e ajudar também a fazer uma leitura dos factos.

O caso recente das declarações do filho da apresentadora Bárbara Guimarães e do antigo ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho, proferidas em tribunal no âmbito do processo de regulação do poder paternal, e que foram tornadas públicas pela imprensa levou à intervenção da Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal.

“Face à relevância criminal dos factos”, a Procuradora-Geral da República ordenou a remessa de cópias dos artigos publicados ao Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).

 

 

 

 

20º Aniversário da Fundação Montepio com a presença de Dulce Rocha do IAC

Fevereiro 22, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, irá participar na conferência no 1º Painel: “A Visão dos Protagonistas”.

Para mais detalhes consulte www.fundacaomontepio.pt e confirme a sua presença até dia 25 para o email: grpi@montepio.pt ou 213 249 547

 

Internet é nova dependência para jovens suíços

Fevereiro 22, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.swissinfo.ch/por de 9 de fevereiro de 2016.

Álcool, tabaco, droga, jogos de azar e – pela primeira vez – internet. O “Panorama Suíço da Dependência 2016” revela os comportamentos problemáticos e de risco da população suíça nesses setores. A fundação Dependência Suíça publica números e reclama das autoridades políticas suas reponsabilidades na prevenção.

O relatório afirma que 11 mil pessoas morrem todo ano na Suíça devido a dependência, que também custa 10 bilhões de francos poro ano à sociedade. A novidade da edição 2016 na análise anual da Dependência Suíça é o que aparece como o novo desafio para a sociedade: o uso problemático e a dependência da internet. Foi calculado que a situação escapa do controle para cerca de 70 mil pessoas. O fenômeno é preocupante sobretudo para os jovens, como se pode observar no gráfico.

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Comunicado de imprensa em francês:

http://www.addictionsuisse.ch/fileadmin/user_upload/PANORAMA_ADDICTIONS_2016.pdf

mais informações no link:

http://www.addictionsuisse.ch/actualites/communiques-de-presse/article/panorama-suisse-des-addictions-2016/

 

 

 

 

Curso Pós-Graduado de Aperfeiçoamento sobre as Ciências do Bebé e da Família 2016 | 2017

Fevereiro 22, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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I módulo do Curso Pós-Graduado de Aperfeiçoamento sobre as Ciências do Bebé e da Família 2016|2017

O Modelo «Touchpoints». Do Conceito à Acção
Coordenador: João Gomes-Pedro

A criação, por Brazelton, do conceito «Touchpoints» enquanto modelo filosófico que explica o desenvolvimento humano modificou, significativamente, o modo de intervenção dos profissionais envolvidos com a criança, enquanto educadores que aprendem a privilegiar, assumidamente, a relação Bebé-Família.

Faça a sua candidatura em:http://fundacaobgp.com/formacao-curso-2016-2017

 2ª Fase | prazo alargado até 28 de Fevereiro 

 


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