2º Seminário de Oncologia Pediátrica : Viver desafiando a doença – 20-Fev na FCG

Fevereiro 12, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Fundação Rui Osório de Castro, instituição de solidariedade social sem fins lucrativos que apoia a oncologia pediátrica nas áreas da informação e da investigação científica, organiza o 2º Seminário de Oncologia Pediátrica. Subordinado ao tema “Viver Desafiando a Doença” o evento acontece dia 20 de fevereiro, na Fundação Calouste Gulbenkian direcionado a pais, familiares, amigos de crianças com cancro e à população em geral. A edição é marcada pela apresentação da primeira edição do Prémio Rui Osório de Castro / Millenium bcp, no valor de 15.000€.

 A sessão de abertura conta com as intervenções do Professor Doutor António Gentil Martins, Doutor Francisco George (Direção Geral de Saúde), Doutor João Bragança (Acreditar) e da Engenheira Karla Osório de Castro (Fundação Rui Osório de Castro).

O fim da tarde é marcado pela apresentação do Prémio Rui Osório de Castro / Millenium bcp explicado pelo Dr Fernando Nogueira, Presidente da Fundação Milennium bcp, e pelo Dr Filipe Osório de Castro, Administrador da Fundação Rui Osório de Castro. No valor de 15.000€, esta atribuição pretende distinguir projetos capazes de incentivar e promover a melhoria dos cuidados prestados às crianças com doença oncológica.

A participação no seminário é aberta ao público e de cariz gratuito exigindo uma inscrição prévia que deverá ser efetuadas através dos seguintes contatos:

 Lisboa

http://goo.gl/forms/U6ls1zq0bQ

cristinapotier@froc.pt / 21 791 50 07

Para os interessados que se façam acompanhar de crianças (entre os 3 e os 12 anos), o Espaço Kids promove um programa especial com oficinas, animações e jogos.

O 2º Seminário de Oncologia Pediátrica acontece como uma plataforma de sensibilização e debate para o cancro infantil – primeira causa de morte não acidental na população infantojuvenil, com cerca de 350 novos casos a surgirem em Portugal.

O evento ocorre durante a “Semana Dourada”, uma iniciativa da Fundação Rui Osório de Castro e da Acreditar no âmbito do Dia Internacional da Criança com Cancro, assinalado a 15 de fevereiro. A “Semana Dourada” decorre de 15 a 20 de fevereiro e conta com dois seminários e iniciativas de norte a sul do país.

 mais informações:

http://www.fund-ruiosoriodecastro.org/content.aspx?menuid=14&eid=597&bl=1

 

Um em cada seis jovens acha normal forçar relações sexuais

Fevereiro 12, 2016 às 4:30 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 12 de fevereiro de 2016.

mais informações no Estudo da UMAR:

http://www.umarfeminismos.org/images/stories/noticias/Estudo_V.Namoro2016_UMAR.pdf

paulo pimenta

A União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) está preocupada com o facto de 22% dos jovens aceitarem as manifestações de vários tipos de violência registadas em relações de intimidade. As activistas da UMAR inquiriram 2500 jovens, com idades entre os 12 e os 18 anos, e os resultados que obtiveram demonstram quadros comportamentais e ideias que consideram inquietantes.

O estudo apresentado pela UMAR nesta sexta-feira, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, distingue três tipos de violência: psicológica; física; e sexual. No que à violência sexual diz respeito, 32,5% dos rapazes (em oposição a 14,5% das raparigas) acham normal que se force as relações sexuais – uma média de 16%, considerando todos os inquiridos.

O quadro da violência sexual não inclui apenas as relações sexuais forçadas, nele cabendo também uma série de comportamentos sexuais definidos como violentos que 23% dos inquiridos consideraram legítimos. Ainda que quase um quarto dos jovens portugueses aceitem a “normalidade” deste tipo de agressão, só 4,5% assumem terem sido vítima desses comportamentos.

A violência psicológica é encarada como aceitável por quase um quarto dos jovens portugueses, e 8,5% consideram já ter sido vítima dela.

Já a violência física é menos tolerada pelos jovens, sendo ainda considerada legítima por 9% dos inquiridos e com 5% destes a assumirem terem sido alvo de agressões.

O estudo da UMAR enquadra-se num programa de prevenção da violência, e não se resumiu à realização de inquéritos e desenvolvimento do estudo apresentado. As activistas levaram a cabo acções de sensibilização para a necessidade de prevenir a violência junto dos jovens e foi durante essas acções que detectaram “quão enraizadas estão as ideias de poder e controlo”, frisou Ana Guerreiro ao PÚBLICO. “É difícil analisar estes números, e mais ainda ter os jovens à frente e constatar estes comportamentos”.

As agressões entre namorados, e também entre ex-namorados, só foram incluídas no âmbito do crime de violência doméstica, previsto no Código Penal, em Fevereiro de 2013. A Polícia de Segurança Pública recebeu em 2015 mais queixas por violência no namoro do que por violência entre cônjuges, mas 77% dos inquéritos abertos pelo Ministério Público por este tipo de crime são arquivados, na maioria das vezes por falta de provas. O relatório anual do Ministério da Administração Interna descreve o destino dos poucos casos que conseguem chegar às salas dos tribunais: “De um total de 2954 sentenças transitadas em julgado entre 2012 e 2014, cerca de 58% resultaram em condenação e cerca de 42% em absolvição. Na maioria das condenações (96%) a pena de prisão foi suspensa”.

Para Maria José Magalhães, presidente da UMAR, tudo isto é produto de uma cultura que “está na base do femicídio, da violência doméstica, da falta de respeito pelos direitos humanos em geral”. Na última década, morreram 398 mulheres vítimas de violência doméstica em Portugal.

 

 

 

És estudante no distrito de Coimbra? Então podes ser tu a criar o cartaz do “Coimbra a Brincar 2016″!

Fevereiro 12, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ÉS ESTUDANTE NO DISTRITO DE COIMBRA? ENTÃO PODES SER TU A CRIAR O CARTAZ DO “COIMBRA A BRINCAR 2016”!

O Coimbra a Brincar já é, por definição, construído não apenas pela APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra e restantes parceiros, mas sobretudo por toda a comunidade que nele se envolve: só no ano passado, por exemplo, foram mais de oito mil os participantes. Mas na edição de 2016, as oportunidades para que todos se juntem à brincadeira vão começar mesmo antes das datas do próprio evento (e que são – não se esqueça! – 27 e 28 de maio).

Assim, está já a decorrer um concurso, dirigido a todos os estudantes de qualquer nível de ensino do distrito de Coimbra, para a elaboração do cartaz oficial. As participações podem ser individuais ou em grupo e têm de ser entregues até ao dia 16 de março.

Serão escolhidos vencedores em três categorias (Jardim de Infância e Ensino Básico (1.º e 2.º ciclos); 3.º ciclo do EB e Ensino Secundário; Ensino Superior), entre os quais será selecionado o cartaz vencedor. O vencedor absoluto e os vencedores por categorias receberão prémios não monetários, relacionados com as atividades ou serviços dinamizados pelos parceiros e patrocinadores do “Coimbra a Brincar”, e que serão revelados oportunamente.

Agora só falta mesmo participar, incentivar os filhos, falar com a educadora ou a professora, partilhar esta mensagem com os amigos!… Vamos passar a palavra!

Mais informação em www.apc-coimbra.org.pt/?p=4380.

https://www.facebook.com/CoimbraaBrincar/?fref=photo

O IAC-Fórum Construir Juntos é parceiro da iniciativa.

A influência do comportamento dos pais na educação dos filhos

Fevereiro 12, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://lifestyle.sapo.pt

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O que mais impacto tem na educação dos nossos filhos não é o que dizemos mas sim o que fazemos. Seja, desde já, a pessoa que quer que o seu filho venha a ser.

Por Ana Amaro Trindade, Psicóloga Clínica Carolina N. Albino, Especialista em Ritmos de Sono do Bebé

A nossa vivência atual acelerada orienta-nos para a procura rápida, e com pouco esforço, de resultados. O que se espera da educação não foge à tendência. Cada vez mais, surgem soluções para resolver as dificuldades que os pais vão sentindo ao educar os filhos, mas poucas apontam para a influência central na educação: as pessoas que os pais são e como se comportam. Procuram-se estratégias isoladas para lidar com a questão X ou Y, foca-se o “problema” na criança e nunca no comportamento dos pais. Torna-se fundamental consciencializar os pais da importância que têm junto dos filhos. É no dia a dia, nas pequenas coisas a que não damos valor, que o mais importante acontece.

O impacto da postura e do comportamento dos pais nos seus filhos começa enquanto estes ainda são bebés. É comum achar-se que, por serem muito pequenos, os bebés não nos compreendem ou não prestam atenção ao que dizemos e à forma como o dizemos, mas isso não é verdade. Os bebés estão muito atentos ao comportamento dos pais. Observam como estes reagem no dia-a-dia, mas também como respondem ao seu choro e ao seu desconforto. É através desta observação e através da “sintonização” com a forma de sentir e de reagir dos pais, que os bebés organizam o seu mundo interno.

Se um bebé está a chorar, espera dos pais uma resposta que lhe alivie o desconforto. Se os pais não mantêm uma postura de tranquilidade, se eles próprios se descontrolam (na respiração que fica acelerada, no tom e no volume da voz, fazendo movimentos bruscos), o bebé terá tendência a sentir-se mais inseguro. Se os pais espelham o desconforto do bebé, estão a intensificá-lo e o bebé não aprende novas formas de reagir nem de lidar com o mal-estar. Transmitir calma pressupõe, da parte dos pais, uma respiração desacelerada, movimentos firmes e lentos e uma postura confiante, combinada com uma comunicação simples e pausada de quem acredita no que propõe. O bebé poderá aprender a acalmar-se sintonizando com o estado de calma dos pais, se estes comportamentos forem demonstrados de forma congruente.

Também as crianças estão muito atentas à postura e ao comportamento dos pais. O exemplo que os pais dão é fundamental na educação e na formação do carácter dos filhos. A aprendizagem de valores é feita por observação – por verem o que os pais e adultos à sua volta fazem, as decisões que tomam e os caminhos que escolhem. É no dia a dia, através do próprio comportamento dos pais, que se ensina o respeito, a compaixão e empatia com os outros, mas também a honestidade e a coragem. Devemos mostrar que tentamos dar sempre o nosso melhor, não só para termos bons resultados, mas também pelo bem dos outros à nossa volta. A importância que damos aos aspetos materiais tem também impacto na formação do carácter da criança – se atribuímos valor às pessoas pelo que possuem, a criança aprenderá a fazer o mesmo. Deve-se ensinar a distinguir aquilo de que precisamos daquilo que queremos, tal como a distinguir o que as pessoas são daquilo que têm.

As histórias que contamos às crianças têm também um grande impacto na aprendizagem de valores, pois, para além de muitas vezes apresentarem uma “moral”, as crianças aprendem com os comportamentos das personagens. Os pais devem discutir as histórias com as crianças, pedindo-lhes que pensem nos valores transmitidos pelas histórias: Porque é que as personagens se comportaram assim? Tinham bons motivos? As decisões foram boas? Como ultrapassaram obstáculos? Quem eram os heróis e porquê? A história acabou bem – bem para quem?

Devemos ainda apresentar às crianças aquilo que esperamos delas em determinada situação e os valores que queremos que respeitem de forma clara, sendo consistentes – se um determinado comportamento não é aceitável, então não é aceitável nunca, e não apenas quando os pais não estão cansados e se sentem com disposição para serem persistentes. As regras devem estar bem definidas, bem como as consequências do seu incumprimento. No entanto, é fundamental que os pais também as cumpram – não serve de muito os pais castigarem a criança porque grita, se eles mesmos, facilmente, levantam a voz quando estão irritados; ou não autorizarem a criança a levantar-se da mesa antes de acabar de comer, se eles próprios se levantam constantemente para atender o telefone.

Nada tem mais impacto na educação de uma criança do que o comportamento dos pais. Muito mais importante do que o que os pais dizem que se deve fazer, é o que os pais mostram que se deve fazer. As palavras são importantes, mas as ações são mais. Devemos mostrar que, enquanto pais, aquilo que exigimos é aquilo em que acreditamos e que, por isso mesmo, vivemos dessa forma.

 

 

Crianças e jovens dormem cada vez menos

Fevereiro 12, 2016 às 9:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.nos.uminho.pt de 26 de janeiro de 2016.

doutissima

Catarina Dias

Estudo do CIEC conclui que 72% dos menores dormem de 7 a 9 horas diárias durante a semana, “o que é pouco”, diz Olinda Oliveira. Foram inquiridos 502 alunos, com idades entre os 9 e 17 anos.

Um estudo da Universidade do Minho revela que 72% dos menores dormem de 7 a 9 horas diárias durante a semana, “o que nem sempre é suficiente” para assegurar o seu bem-estar físico e psicológico. Associados a noites “mal dormidas” estão sintomas como mudança de humor, desmotivação, ansiedade, falta de concentração ou ainda, em casos extremos, problemas de comportamento, obesidade e menor resistência a doenças, diz Olinda Oliveira, autora deste trabalho. A presença de aparelhos multimédia no quarto parece ser um dos fatores que mais retarda a hora de deitar.

A investigação incluiu uma amostra de meio milhar de alunos, com idades compreendidas entre os 9 e 17 anos. Pretendeu averiguar a quantidade e a qualidade de sono dos alunos em função do meio de residência, sexo e ano de escolaridade, identificar fatores externos com impacto na redução progressiva das horas de repouso, bem como avaliar de que forma a qualidade do sono interfere na saúde física e emocional, nos comportamentos e na aprendizagem dos envolvidos.

Os resultados comprovam o que se passa na generalidade dos países do Ocidente: a tendência em dormir menos de 9 horas por noite aumenta à medida que se avança nos anos de escolaridade. “Esta mudança nos hábitos e padrões do sono pode ter efeitos negativos nos processos de desenvolvimento, no progresso psicossocial e na performance académica dos jovens”, realça a investigadora, que teve a orientação de Zélia Anastácio, do Instituto de Educação. A culpa é também dos aparelhos eletrónicos A tese de mestrado mostra ainda que mais de metade dos estudantes admite sentir, “às vezes”, distração. E há outros sintomas que, mesmo não sendo manifestados pela maioria dos 502 inquiridos, surgem com alguma frequência, tais como mudanças de humor (198), ansiedade (195), bocejo constante (185), agitação (166), desmotivação (160), olheiras (141), irritabilidade (129), pequenos acidentes (118), muita tristeza (114) e fadiga muscular (100). Da amostra integral, 12% confessou ter adormecido pelo menos uma vez nas aulas.

Entre os fatores externos que mais retardam a hora de deitar está a existência de aparelhos multimédia no quarto. Mais de sete em cada dez inquiridos afirmaram ter televisão no quarto, seguindo-se do computador, aparelho de música e internet (55,8%). “A necessidade cada vez maior de privacidade por parte das crianças e dos adolescentes leva os pais a colocarem uma panóplia de aparelhos nos quartos dos filhos, propiciando hábitos de sono pouco saudáveis”, justifica Olinda Oliveira. A Fundação Nacional do Sono dos EUA vai ainda mais longe ao afirmar que os alunos com quatro ou mais itens eletrónicos nos quartos têm quase o dobro da probabilidade de adormecer na escola e/ou enquanto fazem os trabalhos de casa.

Meio rural favorece qualidade do sono

O local de residência parece igualmente influenciar a qualidade do sono dos mais jovens. Os que habitam em meios rurais tendem a ter períodos de sono mais tranquilos e deitam-se mais cedo durante a semana (21h00-22h00) e ao fim de semana (23h00-24h00). “As profissões praticadas pelos pais do meio urbano nem sempre implicam horários fixos de trabalho, o que atrasa a hora do jantar e, consequentemente, de deitar, afetando negativamente toda a unidade familiar”, esclarece.

Foram ainda identificadas diferenças significativas nos hábitos de sono, segundo o sexo dos inquiridos (249 do sexo feminino e 253 do sexo masculino). Durante a semana, as raparigas acordam mais cedo do que os rapazes, invertendo-se a tendência ao fim de semana. Estas discrepâncias vêm confirmar o que já é defendido noutros estudos internacionais: “Por norma, as mulheres têm ao longo da vida maior incidência de problemas de sono, como insónias e pesadelos”, sublinha a investigadora Olinda Oliveira. O seu trabalho foi também alvo de publicação pela Elsevier e pela Asociación Nacional de Psicología y Educación.

 

 

 

Os estudantes aprendem melhor quando executam estas dicas

Fevereiro 12, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação, Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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texto e foto do blog http://theblogteacher.blogspot.pt de 26 de janeiro de 2016.

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O blogue Teachthought é daqueles blogues que os professores “devem” ter na sua biblioteca digital. São imensos e diversificados os “recursos” criados por este blogue. Desse blogue deixo uma partilha muito interessante… cinquenta respostas que os alunos responderam à questão eu aprendo melhor quando o professor…são cinquenta respostas em que certamente nos revemos em algumas e que ainda não experimentamos outras ou que já tínhamos pensado… Certamente que terá muitas para adoptar para determinadas turmas. Créditos da imagem: Davis, Cheyenne. cheyennedavisclassroomsitepicture.jpg. My senior year of High School. Pics4Learning. 26 Jan 2016

 

Aprender a Educar – Programa para Profissionais 2016

Fevereiro 12, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações e inscrições aqui

 apresentamos o APRENDER a EDUCAR – Programa para Profissionais 2016.

Este programa de formação da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa do Porto apresenta-se este ano com novos temas, de interesse para os profissionais de âmbito social  a trabalhar em contextos tão diversificados como Casas de Acolhimento, Estruturas de Apoio à Terceira Idade, Projetos de Intervenção Comunitária, outras IPSS’s.

Os temas são trabalhados em sessões independentes, mas que têm em comum o objetivo de abordar dificuldades com que se debatem os vários técnicos a atuar, maioritariamente, com populações vulneráveis, visando a reflexão em torno das melhores práticas na resposta aos desafios ao seu papel profissional.

Poderá explorar diferentes temáticas:

 17 FEV  | Intervir com crianças refugiadas

 09 MAR | Envelhecimento não é doença: diferenciar para atuar

 16 MAR | Desenhar intervenção (psico)Lógica!

 06 ABR | Intervenção interdisciplinar em casos de abuso infantil: da teoria à prática

 20 ABR | (Des)construindo relações entre técnicos e famílias

 11 MAI  | O contexto de acolhimento e a sua importância na promoção do desenvolvimento

 

 


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