Mathvolution, uma plataforma online de matemática para alunos e professores do 6º ano

Fevereiro 9, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Recursos educativos, Site ou blogue recomendado, Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do blog http://theblogteacher.blogspot.pt de 11 de janeiro de 2016.

Chegou-me por mail e parece-me interessante para os professores e alunos do 6º ano de matemática.

O MATHVOLUTION é uma plataforma online para alunos de 6º ano e tutores (professores, pais e explicadores).

Os alunos podem, gratuitamente, praticar exercícios de Matemática adaptados ao seu nível e os tutores acompanham a evolução dos seus alunos.

Desde o lançamento do MATHVOLUTION a 28 de Setembro, existem mais de 2.100 utilizadores registados e foram respondidos pelos alunos mais de 72.000 exercícios. O MATHVOLUTION tem dois tipos de conta: gratuito e paga.

Podem-se registar na plataforma ou então podem usar os seguintes dados para testarem a plataforma com as seguintes credenciais, sem necessidade de registo:

Aluno

login: aluno.mathvolution@hotmail.com

password: mathvolution

Tutor

login: tutor.mathvolution@hotmail.com

password: mathvolution

 

The Web We Want para Educadores

Fevereiro 9, 2016 às 3:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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The Web We Want para Educadores” é um manual que reúne um conjunto de recursos de apoio para a sala de aula sobre o uso responsável da Internet e dos dispositivos móveis. Este recurso encontra-se disponível em linha (http://www.seguranet.pt/sites/default/files/www_pt.pdf), em língua portuguesa, e contou com o envolvimento de professores portugueses.

mais recursos no link:

http://www.webwewant.eu/

Oito em cada dez jovens já bloquearam alguém na rede

Fevereiro 9, 2016 às 12:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 21 de janeiro de 2016.

Reuters Dado Ruvic

Inês Moreira Cabral

Estudo concluiu que os jovens portugueses têm um controlo activo das suas contas na Internet, e protegem os seus dados na rede: a maioria bloqueia desconhecidos e pede ajuda em situações sensíveis. Campanha de prevenção do Facebook arranca esta quinta-feira.

Em parceria com a plataforma MiudosSegurosNa.Net, o Facebook lançou esta quinta-feira uma campanha de sensibilização para os perigos da Internet, com advertências e ferramentas para um uso mais seguro da web. “Pensa antes de partilhar” baseou-se nos resultados de um inquérito feito a mil jovens, com idades entre os 14 e os 18 anos, e que permitiu definir os seus comportamentos nas redes sociais para melhor contornar as ameaças à sua privacidade.

Levado a cabo pela empresa Netsonda no Verão do ano passado, o estudo Jovens portugueses e o uso das plataformas sociais na Internet questionou os jovens sobre o controlo que mantêm das suas contas, como procederiam em caso de ameaça e como encaram a privacidade na rede e o problema de cyberbulling. Antes de mais, os resultados mostram que este jovens entre os 14 e 18 anos têm em média três contas em redes sociais.

Na generalidade, conclui-se que os adolescentes têm consciência dos contornos e riscos da exposição online. Um dos dados que comprovam essa percepção é o facto de 80% deles já terem bloqueado ou rejeitado “amizades” na rede – e são as raparigas as que mais bloqueiam, sobretudo quando se trata de estranhos.

“Este estudo demonstra que os jovens se preocupam cada vez mais com a privacidade, mas também prova que, às vezes, em certos momentos ou sem dar conta, podem partilhar conteúdos prejudiciais para outras pessoas e gerar situações indesejadas”, afirma em comunicado Natalia Basterrechea, relações públicas do Facebook em Portugal.

Quase todos estes jovens (94%) reconhecem que não é correcta a publicação de fotografias negativas ou embaraçosas de terceiros e 69% consideram que não é correcto publicar fotos sem autorização “mesmo que boas”. Correndo mais riscos, apenas metade dos inquiridos afirma que nunca revelaria a senha da sua conta.

De acordo com o mesmo inquérito, mais de metade já pediu para que fossem apagados conteúdos partilhados na rede a seu respeito e considera importante falar com os outros antes de publicar conteúdos que os possam prejudicar. O estudo avança ainda que 5% dos inquiridos passaram este ano por situações incómodas nas redes socias, dos quais apenas 1,5% consideram que os casos foram graves. E se acontecesse alguma coisa que os incomodasse? O estudo revela que 75% pediam ajuda, sendo que os pais seriam os mais procurados (54%) para ajudar a resolver a situação.

Foi com base nestes dados que a campanha definiu estratégias sobre como lidar com a privacidade dos dados, como reagir perante exposição indesejada e qual a melhor maneira de proceder antes de publicar qualquer conteúdo. Estas informações são também dirigidas aos pais, a quem a maior parte dos jovens admite recorrer no caso de ser incomodado na Internet.

O guia de três páginas “Pensa antes de partilhar” foi já implementado em países estrangeiros, da Índia ao Canadá, e estará disponível online no Centro de Segurança para famílias do Facebook, propondo formas de manter a privacidade dos utilizadores e apresentando soluções para contornar partilhas inadequadas ou ofensivas.

“É importante que unamos esforços para continuar a ajudá-los a fazer um uso cada vez mais responsável da Internet. Foi esse o principal objectivo deste guia ‘Pensa Antes de Partilhar’: oferecer-lhes ferramentas para que partilhem de forma segura e apropriada”, revela Natalia Basterrechea.

O projecto MiudosSegurosNa.Net, que promove junto da comunidade campanhas de sensibilização para minimizar os riscos da exposição de menores no mundo virtual, sobretudo com acções em escolas, tornou-se parceiro da iniciativa da mesma forma que, em 2012, apoiou a Google na criação do “Centro de Segurança Familiar”.

Numa cooperação com seis instituições, este é um projecto dedicado à navegação segura com conselhos sobre software e ferramentas que permitem aos educadores limitar o conteúdo das aplicações e filtrar por temáticas a informação disponibilizada pelos motores de busca.

Estas empresas digitais passam a ter de responder às directivas comunitárias dos países da União Europeia que aprovou, em Dezembro do ano passado, uma revisão à regulação de protecção de dados proposta pela Comissão e que veio criar uma lei pan-europeia que obriga todas as empresas estrangeiras a operar na UE a respeitarem as normas internas de protecção de dados.

A reforma veio ainda dar margem aos cidadãos para protegerem informação pessoal e controlarem o uso dos seus dados por parte das empresas, que passam a poder ser eliminados se assim for desejado. A directiva comunitária continua a obrigar crianças menores de 13 anos – a idade mínima para criar conta no Facebook – a terem uma autorização parental para aderir a redes como o Snapchat e o Instagram.

A proposta inicial era que essa obrigatoriedade fosse aplicada até aos 16 anos, mas com a controvérsia gerada pelas empresas, e pelas organizações de protecção dos direitos das crianças, a União Europeia deixou em aberto a opção a cada Estado-membro para baixar de 16 para 13 a idade mínima permitida para o acesso a dados sem autorização de terceiros.

Texto editado por Hugo Daniel Sousa

mais informações na notícia:

Facebook e MiudosSegurosNa.Net lançam a campanha “Pensa Antes de Partilhar”

 

 

 

 

 

Livro de Atividades sobre Segurança na Internet – Pré-escolar e 1.º Ciclo

Fevereiro 9, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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livro

descarregar o livro no link:

http://www.seguranet.pt/pt/recurso/livro-de-atividades-sobre-seguranca-na-internet-pre-escolar-e-1o-ciclo

Pais vigiam filhos na Internet: ‘sei o que pesquisaste na semana passada’

Fevereiro 9, 2016 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do site http://tek.sapo.pt de 13 de janeiro de 2016.

thumbs.sapo.pt

Para muitos adolescentes este quase pode ser considerado um cenário de ‘terror’, mas a realidade mostra que os pais não facilitam no que diz respeito à atividade dos filhos na Internet. Apesar de serem vigilantes, são poucos os progenitores que usam ferramentas de controlo parental.

As tecnologias estão a tornar-se uma parte integrante da vida dos mais novos e da sua educação, de tal forma que 65% dos pais já recorrem aos “castigo digitais”: privam os filhos de acederem à Internet ou decretam que o smartphone não será usado até ao final do dia.

E esta presença contínua da tecnologia na vida dos adolescentes merece especial atenção por parte dos pais. Um estudo do Pew Research Center sobre este tema revela estatísticas importantes sobre a forma como os adultos lidam com a vida online dos mais novos.

Dos pais de jovens entre os 13 e os 17 anos, 61% dizem já ter visto o histórico de sites que os seus filhos visitaram; outros 60% garantem já ter acedido ao perfil nas redes sociais; 56% admitem ainda que seguem ou são amigos dos filhos em plataformas como o Facebook e o Twitter; num valor mais baixo, mas ainda significativo, 48% dos pais confessam já ter acedido ao registo de chamadas e SMS dos telefones dos filhos.

Esta vigilânca – ou proteção – digital estende-se também a campos mais privados, como o das palavras-passe. O estudo concluiu que 48% dos adultos sabem a password do email, 43% a do telefone e 35% a das redes sociais dos seus filhos.

“Os pais dos jovens adolescentes tendem a ter um papel mais ativo no controlo do comportamento dos seus filhos, mas os progenitores tendem a confiar mais na interação pessoal e na monitorização, do que em soluções tecnológicas”, pode ler-se no relatório.

A propósito deste ponto, um dos destaques do estudo é o facto de os pais preferirem falar com os filhos sobre os comportamentos online: em média mais de 90% dos pais já falaram sobre situações como comportamentos apropriados na Internet, conteúdos apropriados e sobre como consumir corretamente diferentes formatos.

O valor cai de forma significativa quando os adultos foram questionados sobre se faziam isto de forma frequente: a média passa a rondar apenas os 35%.

Quanto às ferramentas próprias de controlo parental, são poucos os adultos que recorrem a estes serviços tecnológicos: 39% usam-nos na atividade online dos filhos, 16% usam-no para controlar o uso do smartphone e outros 16% usam-no para saber em que localização estão os adolescentes.

Confira ainda na seguinte galeria os gráficos das principais conclusões do estudo do Pew Research Center.

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ver todos gráficos no link:

http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/pais_vigiam_filhos_na_internet_sei_o_que_pesquisaste_na_semana_passada-45736qrm.html

 

 

 

(des)Ligados – Reportagem da RTP “Linha da Frente” sobre dependência da internet

Fevereiro 9, 2016 às 8:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem da RTP “Linha da Frente” de 23 de janeiro de 2016.

Ver a reportagem no link:

http://www.rtp.pt/play/p2231/linha-da-frente

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Safer Internet Day 2016 | Play your part for a better internet

Fevereiro 9, 2016 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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https://www.saferinternetday.org/


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