“Escolhas” apoia 88 projetos para crianças e jovens em risco até 2018

Janeiro 26, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia da TVI24 de 22 de janeiro de 2016.

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Redação / AR

Programa em causa vai envolver, em média, 22.600 participantes por ano, conforme informou o Alto Comissariado para as Migrações.

O programa Escolhas, destinado à inserção de crianças e jovens vulneráveis, vai apoiar 88 projetos, até dezembro de 2018, envolvendo em média, por ano, 22.600 participantes, informou esta sexta-feira o Alto Comissariado para as Migrações.

De acordo com a Lusa, os projetos foram aprovados no âmbito da sexta geração do programa, sendo a maioria das regiões de Lisboa, do Norte e do Centro.

As áreas de intervenção incluem educação, formação, emprego, direitos e deveres cívicos, inclusão digital e empreendedorismo.

Ao todo, estão envolvidos 840 parceiros de 54 concelhos, entre câmaras municipais, juntas de freguesia, agrupamentos de escolas, comissões de proteção de crianças e jovens em risco, Instituto do Emprego e Formação Profissional, associações de imigrantes e instituições particulares de solidariedade social.

Um novo período de candidaturas será aberto, ainda este ano, para projetos a iniciar em 2017, adianta o Alto Comissariado para as Migrações numa nota de imprensa.

O programa Escolhas é financiado pela Direção-Geral da Educação e pelo Instituto da Segurança Social, sendo cofinanciado pelo Fundo Social Europeu/Portugal 2020 e pelos Programas Operacionais Regionais de Lisboa e Algarve.

 

mais informações no link:

https://www.facebook.com/programa.escolhas.3/

 

Crianças estão “profundamente infelizes” e a culpa é da Internet

Janeiro 26, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do http://lifestyle.publico.pt de 8 de janeiro de 2016.

Reuters

Por Life&Style

Auto-estima baixa é um dos problemas mais comuns dos jovens, revela organização britânica de apoio às crianças e jovens.

Os jovens têm de lidar com receios e preocupações que não existiam há 30 anos, denuncia a ChildLine, uma organização britânica de aconselhamento para crianças e jovens, devido à Internet e às suas “pressões modernas”, como o cyberbullying e as redes sociais.

De acordo com o estudo levado acabo pela Childline, com base nas chamadas recebidas no sistema de aconselhamento que funciona 24 horas por dia, as preocupações dos jovens “mudaram drasticamente”. Em 1986, ano em que a linha foi lançada, as maiores inquietações das crianças e jovens eram o abuso sexual, problemas familiares, abuso físico e gravidez; enquanto nos últimos anos as preocupações têm sido as relações familiares, a baixa auto-estima, infelicidade, bullying, cyberbulling e a auto-mutilação.

Das 286 mil sessões de aconselhamento feitas pela ChildLine, mais de 35 mil estiveram relacionadas com a baixa auto-estima e infelicidade, o que constitui um aumento de 9% face ao ano anterior. “É evidente, a partir das centenas de milhares de chamadas que a ChilLine recebe que temos uma nação de crianças profundamente infelizes. A pressão para acompanhar amigos e ter a vida perfeita online está a aumentar a tristeza que tantos jovens sentem diariamente”, diz Peter Wanless, chefe executivo da instituição.

A forma de contactar a ChildLine também mudou – há 30 anos, os jovens utilizavam telefones públicos para pedir ajuda e falar sobre os seus problemas, agora escolhem falar através do chat ou enviar um e-mail.

“Lembro-me, em 1986, quão chocados ficámos ao descobrir que tantas crianças estavam a sofrer abusos terríveis nas suas próprias casas. Mas hoje estou chocada pela infelicidade e solidão aguda que aflige tantos jovens, o que significa que, para muitos, o único sítio onde podem encontrar conforto e protecção é na nossa linha de ajuda”, comentou Esther Rantzen, fundadora da ChildLine.

 

 

Ikea, Unicef e Save The Children já ajudaram 12 milhões de crianças

Janeiro 26, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://lifestyle.publico.pt de 19 de janeiro de 2016.

DR

Por Life&Style

Ikea angariou 88 milhões de euros para a educação infantil desde a sua primeira campanha solidária, em 2003.

A cadeia sueca Ikea lança, há 13 anos, a campanha “Peluches para a Educação”, em parceria com a Unicef e a organização Save The Children. Por cada peluche vendido, doa um euro para financier programas de educação infantil – em 2015 angariaram 1,1 milhões de euros mas, no total, já conseguiram juntar 88 milhões de euros que possibilitaram o acesso à escola a mais de 12 milhões de crianças de 46 países, revela a empresa em comunicado à imprensa.

Em Portugal, a 13.ª campanha – que materializou em peluches os desenhos de dez crianças de todo o mundo – juntou 136 mil euros entre 1 de Novembro e 31 de Dezembro de 2015.

“A educação é o caminho mais sólido para sair da pobreza. Todas as crianças têm o direito à educação, mas sabemos que muitas ainda ficam para trás”, reconhece Per Heggenes, presidente executivo da Fundação Ikea, que agradece a colaboradores e clientes por se esforçarem “para que o direito à educação seja uma realidade para mais de 12 milhões de crianças”.

O dinheiro angariado pela Ikea já foi utilizado na Etiópia, onde a Unicef lançou um modelo escolar flexível ou na China, onde os fundos foram aplicados no desenvolvimento de centros para crianças desfavorecidas.

“Vamos dar continuidade aos progressos já alcançados para multiplicar o número de crianças que, de entre as mais vulneráveis e marginalizadas, passarão a ter a oportunidade de construir um futuro melhor para si e para as suas famílias através da educação”, agradece a responsável global da Unicef para a Educação, Josephine Bourne.

Actualmente está em curso o financiamento nas áreas de educação, cuidados e desenvolvimento na primeira infância, protecção infantil, adolescência e resposta humanitária na Europa, África Subsariana e Ásia.

 

A incrível história das linhas de Torres Vedras – vídeo

Janeiro 26, 2016 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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